Textos na Categoria 'Egoísmo'

Quando A Meta Não É Importante

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que fazemos se a importância da meta está ausente? Isso acontece o tempo todo: as pessoas vêm para a classe e adormecem. Que método um grupo pode usar para elevar a grandeza do Criador e a importância da meta?

Resposta: Não importa se alguém adormece. Isso acontece às vezes! Ele veio para a classe com sua última força e adormeceu. E daí? O que você pode fazer sobre isso? Como você pode despertá-lo se ele está “morto”?

Neste momento, ele não é um ser humano, mas sim uma “planta”. Você não pode inspirá-lo neste momento. As pessoas têm a necessidade de sono, alimentação e outras necessidades naturais. Você não pode fazer nada sobre isso; você só tem que levar isso em conta. Você não pode exigir nada de seus amigos, a menos que eles durmam pelo menos 5-6 horas e comam duas vezes por dia.

Pergunta: Isso está claro. Embora ainda não esteja claro para mim como o grupo deva cuidar de aumentar a importância da meta.

Resposta: O grupo deve cuidar desta questão regularmente, mas não promovendo slogans tediosos que as pessoas estão cançadas de ouvir. É preciso assegurar que as pessoas “sintam isso em seus ossos”.

Como você faz isso? Apenas tente! Pense nisso o tempo todo. Se você continuar pensando nisso, isso vai causar um impacto.

Este é o nosso trabalho, e nós não podemos fugir dele. Nós somos motivados pelo egoísmo. Nisso somos opostos ao Criador.

Quando nós avançarmos para o próximo nível, estaremos lidando com condições de totalmente diferentes de trabalho espiritual e extremamente difíceis: ódio, dificuldades, decepções.

Todas elas vêm do Criador! Nós temos que concordar com elas, a menos que alguém “faça um buraco no barco”, o que pode prejudicar o nosso trabalho espiritual. Neste caso, temos o direito de tirar esta pessoa do barco e expulsá-la do grupo.

No entanto, se ela adormece, você deve colocar um travesseiro sob sua cabeça, como você faria com o seu filhinho.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Escolhendo Onde Queremos Ir

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa que a nação de Israel precisa dar ao mundo o método da linha média?

Resposta: Há duas linhas na natureza. Uma força é o nosso ego que cresce constantemente. Em geral, ele é chamado de “Faraó”. Do outro lado, há a força positiva, através da qual precisamos corrigir esse ego.

Assim, há duas forças que se enfrentam, e a pessoa precisa colocá-las em equilíbrio, de modo que a força má vai se transformar numa força boa, “O anjo da morte se transforma no anjo santo”. E a pessoa faz isso atraindo essa força para si por conta própria. Isso significa que “ela aprende a Torá”, a sabedoria da Cabalá, de maneira correta, a qual é chamada de “Torá da Luz”, já que nela se encontra a Luz que Reforma.

Mas a Luz só nos afeta se aspiramos à conexão. Afinal, toda a Torá é descoberta na conexão entre as pessoas, quando elas desejam e aspiram superar o ego que as separa. É exatamente como aconteceu em frente ao Monte Sinai quando foram perguntados, “Vocês estão prontos para se conectar como um homem em um coração?”. Se sim, então a Luz que é chamada de “Torá” aparece e nos conecta. Assim, o Criador é revelado, a força superior. Se “não”, então aqui é o lugar de seu sepultamento.

É especificamente nesse estado que realmente nos encontramos agora, e nós temos que escolher onde queremos ir, com que força.

Para isso, não se exige que todos estudem a sabedoria da Cabalá, mas todos vão atingir a sabedoria da conexão que é chamada de educação integral, por meio da televisão ou da Internet. Ela nos ensina como devemos nos conectar, ou seja, através de que tipos de ações. Se a pessoa só quiser imitar o exemplo que a educação integral lhe dá e participar de acordo com sua capacidade, passivamente, ouvindo as lições, as discussões, então, ela é adicionada a todos. No final, todos juntos fortalecem a força interna positiva dentro da nação, e em cujos arredores irá se consolidar mais e mais.

A partir de nós, esta força vai começar a se espalhar por todo o mundo, por toda a humanidade. Então começaremos a sentir como o mundo inteiro se acalma, abandonando suas reclamações com relação à nação de Israel. Depois, ele começará a se aproximar positivamente de nós perguntando como nos ajudar, só para receber a Luz através de nós.

Da Porção Semanal da Torá 04/12/12

A Fronteira Para Além Da Qual O Mal Se Torna Bem

Dr. Michael LaitmanDo artigo do Baal HaSulam “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“, item 78: “Mesmo que o mundo inteiro diga que você é justo, seja mau aos seus próprios olhos”, especificamente aos seus próprios olhos. Em outras palavras, visto que você não alcançou a “abertura dos olhos” na Torá, considere-se como mau. Não se engane com sua reputação no mundo inteiro como justo.

As pessoas não estão à vontade para fazer coisas boas ou más. No que diz respeito à espiritualidade, as qualidades naturais de uma pessoa, com as quais ela nasceu, não contam: como ela é simpática e educada, ou grosseira. Até que a pessoa mereça a revelação e o testemunho do Criador, isso irá garantir suas boas intenções. Até então, ela permanecerá má.

Mas quando a pessoa atinge uma revelação e a Luz continua elevando-a, a partir de então, ela vai ser justa. Portanto, nós não fazemos cálculos um sobre o outro, quem é mau e quem é bom. Quanto ao caminho espiritual, tudo é determinado pelo cruzamento dessa estimada fronteira: a “Machsom“.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/12/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“

Olhando Do Ponto De Vista Do Criador

Dr. Michael LaitmanPergunta: O egoísmo é o motor do progresso. Como faço para chegar à sua essência?

Resposta: Comece relacionando-se corretamente com ele: o egoísmo está ajudando você; ele é uma “ajuda contrária”. Ele se desdobra para que você o transforme em seu oposto, e assim ele vai se tornar uma mão amiga. Se olharmos corretamente para as coisas, a vida vai parar de ser como uma resistência dura e uma “parede indestrutível”. Pelo contrário, você sempre continua jogando com seu egoísmo, constantemente “fazendo malabarismos” com ele. Você é amigável com o outro, e já sabe que é a coisa certa a fazer.

De repente, por trás do egoísmo surge o Criador. Acontece que Ele está puxando as cordas, e agora Ele se torna seu parceiro. Tente ver tudo não só de baixo para cima, mas também de cima para baixo, bem como, não do ponto de vista da criação, mas do ângulo do Criador, ou seja, como Ele tem que Se restringir, o que Ele deve enviar a você e como.

Suponha que você tenha recebido algo Dele. Agora você considera como trabalhar com isso debaixo; além disso, você pode dar uma olhada a partir do Seu ponto de vista e visualizar como Ele lhe manda certas condições e como elas descem até formar a exata situação em que você se encontra.

E o que eu devo fazer agora? Você deve recorrer a Ele de baixo para cima, dar-Lhe crédito para tudo, e começar a estudar pacientemente enquanto discerne a forma de organizar as coisas, de modo a reforçar internamente a consciência de dois princípios:

1. Não há outro além Dele.

2. O bom que faz o bem.

Esta é a chave. Afinal, não importa o que o Criador está me dando, cada caso se resume a isso, e isso é o que eu devo almejar o tempo todo. Como resultado, cada vez, a minha resposta deve ser a seguinte: carregar estes dois princípios (1, 2) de estado para estado, aumentando-os cada vez mais. Este é o único propósito de tudo o que acontece.

Certamente, para implantar isso, eu preciso de uma garantia, suporte, a Luz que Reforma (Luz Circundante, Ohr Makif – O”M), e, em geral, do método Cabalístico. Mas de um jeito ou de outro, tudo ocorre só para me dar a chance de chegar mais perto da revelação do Criador, de que não há outro além Dele, que é O bom que faz o bem.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/12/12, “A Paz”

No Calor Da Batalha Com Moinhos De Vento

Dr. Michael LaitmanEm vez de se agarrar ao princípio “não há outro além Dele”, o meu pensamento depende de diferentes fatores que eu vejo diante de mim. Ao invés de olhar para frente para ver além das pessoas, além do mecanismo, além de todos os fenômenos naturais, e para ver apenas o Criador e eu, eu, como um míope, olho para os objetos que estão perto de mim e os vejo como os fatores de que depende a minha liberdade. Assim como Dom Quixote, eu luto com moinhos de vento, “cenários” sem vida.

Como resultado, o Criador tem que intensificar o mal e os sofrimentos, de modo que eu  tenha que dar uma olhada melhor no que depende a minha vida. Ele faz isso para que eu não seja capaz de parar esta busca.

Nós vemos isso no exemplo do estado de Israel: Ahmadinejad, Hamas, ameaças, mísseis, Mubarak em vez de Sadat, Mursi em vez de Mubarak… o Criador constantemente endurece o coração do Faraó. Por que isso? Porque o povo judeu não quer ver a verdadeira razão do que está acontecendo. Enquanto isso, todas as razões insignificantes significaram só uma coisa: levar Israel ao Criador, de modo que temos que ser gratos a elas por isso. Elas são apenas o meio.

Assim, as pessoas são obrigadas a ser um pouco mais inteligentes, a fim de ver com quem estão lidando e quem está gerindo o mundo. Os problemas só nos lembram do objetivo, e é fácil nos livrar deles se nos dirigirmos ao Criador. Mas nós não nos dirigimos a Ele para receber “recompensas”, mas para corrigir a nós mesmos, a fim de nos aderir a Ele e dar-Lhe satisfação. Então, os atuais “lembretes” serão anulados, e o “anjo da morte” vai se transformar num “anjo santo”.

Pergunta: Portanto, com quem estamos trabalhando, com o grupo ou com o mundo externo?

Resposta: Toda a realidade, incluindo o mundo externo, incluindo eu e o grupo, está no Criador. O mundo externo me dá um impulso negativo (1), constantemente evocando-me a me dirigir ao Criador (2). Mas eu sei que não posso me dirigir a Ele diretamente. Primeiro eu tenho que me dirigir ao grupo, e depois, junto com ele ao Criador. Só então é que eu tenho um vaso, um desejo por isso, enquanto que nada vai me ajudar se eu trabalhar individualmente.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/12/12, Escritos do Rabash

Um Burro Que Não Suportou Uma Carga Pesada

Dr. Michael LaitmanPergunta: Um dos nossos amigos do grupo virtual viria para o Congresso, mas na última hora ele devolveu sua passagem. Como devemos apoiar os amigos em tais grupos?

Resposta: Isso deve ser considerado de forma simples: O Criador quer mostrar a ele se ele escolheu ou não o caminho certo. Deixe-o verificar.

Vocês devem tratá-lo como um amigo: há subidas bem como descidas, e ambas vêm do Criador. Vocês devem ser realmente úteis e solidários com um amigo e o resto é com ele.

Diz-se que a pessoa deve ser levantada duas vezes. Se você vê o seu amigo com o seu “burro” (egoísmo) e este “burro” não suporta sua carga, o que significa que o desejo egoísta de um amigo não suporta a carga e cai, você deve ajudar o “burro” a se libertar desta carga, levantá-lo e carrega-lo novamente. Se o “burro” cair de novo, você deve repetir esta ação. No entanto, se ele cair pela terceira vez seguida, você pode deixá-lo.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

O Sopro Do Próximo Nível

Dr. Michael LaitmanPor que o nosso mundo é especial? Por um lado, é o último e o pior de todos os mundos. Por outro lado, é necessário uma vez que aqui estamos num estado totalmente inerte, o que significa sem fôlego, e podemos começar a avançar à medida que “brincamos” um com o outro, com os corpos e não com as forças, que ainda sabemos manejar.

É por isso que o nosso mundo é chamado de “mundo imaginário”. Ele na verdade não existe, mas só é sentido assim em nossos desejos egoístas. No momento em que subimos acima dele, começamos a sentir que ele é uma réplica absoluta oposta ao nível superior, e que simplesmente perde o seu significado para nós. Isto é o que temos que alcançar.

Primeiro temos que interiorizar o fato de que a alma é o vaso geral, a única coisa que foi criada e que está constantemente em contato e em adesão com a Luz. Nós estamos nesse estado, nesse vaso, nesse desejo. Imagine que ele tem camadas: nós estamos na camada mais “grossa”, mais escura, e acima de nós existem 125 camadas até o estado verdadeiro. Nós temos que passar por essas 125 camadas gradualmente, rejeitando nosso ego, que está dentro de nós, na conexão gradual e constante entre nós.

Será que as plantas, os animais e a natureza inanimada têm uma alma? Cada pequeno desejo que existe na natureza já faz parte da alma geral, mas sem livre arbítrio. Ele depende totalmente de nós, daqueles que realizam a correção da alma.

Há diferentes níveis na alma. Há pessoas que estão no nível humano, que começaram sua correção gerações antes de nós, que alcançaram onde realmente estão, e viram que tudo é uma alma, uma Luz. Há pessoas que realizaram esta missão, e há pessoas como nós, que estão alcançando esse nível agora.

Mas nós somos especiais. O desenvolvimento do mundo é o desenvolvimento do mesmo ego no nível mais inferior. Ao longo das gerações ele se desenvolveu egoisticamente e, no final, atingiu uma forma “redonda”, o seu tamanho máximo, e, ao mesmo tempo, é global e integral (∫) na sua qualidade.

Agora, esse ego também é o estado em que nos encontramos. Ele não pode crescer mais e tornou-se global e fechado. Portanto, nós não entendemos o que está acontecendo conosco. Sendo egoístas e individualistas, não podemos entender este estado “redondo”.

Nós sempre crescíamos e aspirávamos avançar. Cada um de nós foi impulsionado por uma força egoísta e tentávamos realizá-la. Nós nos sentíamos bem. Mesmo 50-60 anos atrás, costumávamos louvar a sociedade consumista, o benefício da competição, e chamávamos isso de “democracia geral”.

Agora, o mesmo ego, que atingiu enormes dimensões no último nível de sua existência, “explodiu”. Ele não funciona como antes e nós estamos presos. A única saída é se entendêssemos como age o sistema integral da alma geral.

O que a humanidade sente hoje no sistema geral que está se tornando evidente? Ela realmente sente o primeiro nível da alma geral, que ainda não foi revelado e que deve nos iluminar aqui, o nível no qual temos que reconhecer o fato de que estamos conectados.

No todo, há 125 níveis nesta ascensão e agora o primeiro nível parece iluminar sobre nós à distância. Esta é a razão de sentirmos que o mundo é global e integral e não podermos fazer nada sobre isso.

Nós estudamos sobre isso na sabedoria da Cabalá: quando dois Partzufim são feitos de dez Sefirot, de Keter (K) a Malchut (M), e estão um sob o outro, esta iluminação flui de um para o outro. Quando um Partzuf “se veste” no outro que está ao seu lado, ele ilumina através dele.

Por um lado, nós recebemos dados reais sobre o nosso mundo que hoje está numa crise e não pode fazer nada sobre isso. Afinal, é um nível superior que ilumina sobre nós, o primeiro nível da minha alma, ou seja, do vaso geral.

Por outro lado, de repente nos encontramos amarrados um ao outro, conectados por todo o mundo: o que as pessoas pensam num lugar, outras pessoas também sabem num segundo e terceiro lugar e assim por diante. Nós estamos mutuamente interdependentes. De repente descobrimos que não conseguimos nos livrar de qualquer parte da cadeia, quer queiramos ou não. No seu conjunto, esta rede mútua é expressa nos estados dispostos um em cima do outro ou um abaixo do outro.

De qualquer forma, é um estado especial: agora nós estamos experimentando a fase de solução da alma geral.

Da Convenção em Novosibirsk 07/12/12, Lição 2

Intenção Correta

Pergunta: Como podemos ter a intenção correta em relação ao grupo? Como é expressa? Como alguém pode entender que está na correta intenção?

Resposta: A intenção em relação ao grupo deve ser muito simples: Eu vim para o grupo para me livrar do meu egoísmo, me elevar acima dele, a aderir ao Criador, revelar meu próximo nível, tornar-me um ser humano. É assim que eu deveria ver o grupo e fazer tudo o que me leva a esse objetivo.

Precisamos nos lembrar disso e de aderir a esta regra. Além disso, eu não olho para os rostos, personagens, qualquer coisa; Eu não me importo, pois eles podem dizer o que quiser. Antes de tudo, eu quero eliminar o meu “eu”, eu só quero ir junto com eles. E então, vamos seguir em frente.

Posso participar ativamente no trabalho do grupo acima do fato de eu ter me anulado mesmo só depois de eu ter conseguido o elevar. Normalmente, as pessoas começam a forçar tudo com o seu egoísmo, começa a mudar tudo pela força, como é habitual no nosso mundo. Isso não pode acontecer no grupo.

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Da Convenção de Novosibirsk de 8/12/12,Lição 4

Por Que Temos Todas Estas Dificuldades?

Pergunta: Porque, de acordo com todo o processo histórico, o resgate vem como resultado de uma grande pressão, no momento mais difícil, depois de muito tempo de estarmos impedidos de ouvir sobre isto? Com que finalidade são todas essas dificuldades?

Por que é necessário revelar o Criador, a conexão entre nós, no meio de tormentos e tensão, em que nos vemos em um beco sem saída e só no último momento, de repente, a resposta é revelada? Porque não começamos todos nós a ocupar-nos na educação integral, da sabedoria da Cabala, e a caminhar confortavelmente em direção ao objetivo tendo esta solução na mão?

Resposta: Você próprio sabe que o nosso ego está trabalhando como “ajuda contra nós.” E somente sob tremenda pressão é que estamos de acordo em nos separar deste. E também não é de imediato, mas só depois de muitos golpes – as dez pragas do Egito, na escuridão, sob tensão terrível, e com pressa – estamos finalmente dispostos a escapar. Caso contrário, não.

E isso não é porque somos assim tão fracos, mas porque o ego é muito forte. Este ego nos ajuda mais tarde a revelar todo o mundo espiritual eterno. Uma vez conectados, imediatamente começamos a revelar e a senti-lo. Mesmo aqui nesta vida revelamos o mundo superior; sobre isto é dito: “O Seu mundo você vai vê-lo na sua vida.” Eu espero que possamos alcançá-lo.

Se nós agora percebermos toda essa pressão como a força que nos é dada precisamente para nos ajudar, então vamos ver se funciona a nosso favor. Basta apenas recebê-la com esta compreensão e vamos conseguir.

Da porção semanal da Torá 04/12/12, O Zohar

Cada Lição Deve Ser O Próximo Passo

Dr. Michael LaitmanPergunta: A responsabilidade do grupo é cuidar constantemente da grandeza do Criador e da importância da meta. Da prática, vemos que quando experimentamos uma subida geral, como por exemplo, a preparação para uma Convenção, este trabalho é feito com entusiasmo; todo mundo está pronto, todo mundo está de acordo e está tudo bem. Mas logo o egoísmo cresce e todo mundo é perturbado com desculpas, coisas importantes, só para não se ocupar disso. Como podemos superar isso?

Resposta: Cada lição deve ser o próximo passo. Se eu não sentisse isso, não teria a força para vir à lição todos os dias.

Cada dia eu tenho que ver pessoas renovadas, ou seja, as mesmas caras, mas diferentes no conteúdo; podem estar em descida, em subida, mas diferentes.

Estas não são apenas caras, mas uma enorme massa de pessoas. Afinal, não me lembro da cara de ninguém, não me lembro dos nomes porque sinto apenas suas mudanças qualitativas. Eu sinto aqueles que estão na tela e fora da tela, aqueles que estão presentes, junto com a gente na lição: existem centenas de milhares de pessoas.

Recentemente, nós realizamos uma pesquisa em Israel de quem assiste ao nosso canal de TV. Temos figuras incríveis. Descobriu-se que centenas de milhares de pessoas nos assistem. Eu sinto toda essa massa. Mas isso deve mudar, e isso me leva a um estado de prontidão.

Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4