Textos na Categoria 'Educação'

Está Tudo Em Nossas Mãos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Pode acontecer que uma pessoa que participa da vida de uma sociedade integral por algum tempo, de repente perca o interesse nela. A perda de interesse é temporária; mas a pessoa não pode não sobreviver a isso, e vamos perdê-la permanentemente. Como é possível ajudá-la neste estado?

Resposta: Eu acho que uma sociedade integral gradualmente se transformará em uma sociedade eficaz, não só a nível espiritual, mas também a nível físico. A pessoa deve receber de lá não apenas calor, estimulação, inspiração e emoções positivas, mas também suporte físico. Para fazer isso, temos que nos unir em ajuda mútua, e cada um deve sentir que realmente ela lhe dá a união com os outros na prática.

Afinal, ainda vivemos neste mundo. Nós entendemos que em uma sociedade integral, será mais fácil para nós. Vamos nos tornar mais saudáveis, menos suscetíveis a doenças e tolerar melhor todos os tipos de problemas, os golpes do destino. No entanto, é possível adicionar uma atitude mental através de um arranjo material como esse?

Aqui, chegamos na próxima fase: podemos criar sociedades como estas que realmente vão ajudar umas às outras? Para fazer isso, existem várias possibilidades, dependendo das condições.

Cada um de nós trabalha onde é especialista em alguma área específica — vamos ajudar uns aos outros pela prestação de cuidados especializados.

Pergunta: Pode haver um estado como este onde as pessoas se tornarão dependentes umas das outras no nível físico, e então isto poderia mantê-las em uma sociedade integral?

Resposta: Não, o que deve mantê-las é o sentimento de criação de uma sociedade completamente nova que está edificada acima do nosso ego, não numa base competitiva, mas com base na conexão.

Pergunta: Onde está a linha entre a ajuda mútua integral e o protecionismo como era na União Soviética? Se você tiver conexão, você é um homem. Você tem um dentista, pessoas em uma loja, uma comunidade mútua não pública.

Resposta: Em uma sociedade integral, nós não estamos trancados dentro de nós mesmos. Queremos que todos sejam assim. Quanto maior nossos números, mais seremos capazes de prestar atenção uns nos outros, ajudar uns aos outros.

Nós somos uma organização sem qualquer benefício para si mesma, completamente voluntária, compreendendo como educar as crianças de hoje, como manter a estrutura familiar, como estar em um bom humor e não se deteriorar em alcoolismo e drogas e como nos manter no espírito correto. Já que você está vivo, viva mais confortavelmente, em um bom ambiente. Isso pode ser feito sem qualquer investimento material, mesmo com o que existe hoje. Podemos atingir estados como estes quando, em nossa união, de repente vemos um benefício material nela.

Se nos unirmos e nos declararmos como um único organismo (temos poder de compra comum, necessidades comuns, reservas comuns para compras), então podemos economizar nisso. Para círculos particulares na população, isto é muito importante. Você pode estabelecer um armazém de coisas desnecessárias que podem ser para uso mútuo. Isso é muito eficaz. É possível organizar grupos para os nossos filhos de graça. Sem investimentos especiais, é possível fazer coisas como estas que de outra forma custaria muito dos nossos recursos. Está tudo em nossas mãos.

De KabTV “Através do Tempo” 15/09/13

Sinta A Amargura Da Doença Enquanto Recebe Um Remédio Doce

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se as pessoas se sentem bem em seu coletivo, é possível entrar lá e dizer: “Amigos, vocês têm um monte de contradições e diferenças”?

Resposta: Você não precisa dizer nada “diretamente dentro”. As pessoas precisam encontrar o problema sozinhas, e chegar a um diagnóstico, onde as contradições, diferenças, falta de confiança e outras deficiências, existem entre elas.

De forma alguma você deve dizer algo negativo para elas. Em vez disso, simplesmente sugira que se deem as mãos, cantem uma música, troquem opiniões, e se completem, não se provoquem. Então, ao lidar aparentemente com a questão de fora, as pessoas acabarão se conectando entre si. Especificamente, a partir do ponto de conexão, depois que você as eleva um pouco, desta forma você as limpa de todos os tipos de Klipot. De repente, elas vão começar a se sentir com defeito, inferiores. No entanto, você não precisa dizer isso a elas.

Quando elas chegam a conclusões particulares de forma independe, você expressa espanto: “Vocês são realmente assim”. E sobre o que elas dizem: “Olhe o que esclarecemos! Essas relações existem entre nós!”, você responde: “Isso não pode ser. Vejam, vocês disseram que estavam bem. E agora?”.

Portanto, se você diz algo negativo, você o faz apenas com uma pequena dica e só depois de ter explicado tudo o que é positivo, como um médico diz a alguém que está doente, “Aqui está um remédio para o vírus da raiva. Encontramos este vírus em você. Tome este remédio e fique bem”.

Mas ainda assim é preferível que ao receber o remédio num invólucro doce, elas cheguem ao diagnóstico por si mesmas e descubram a amargura da doença através de um remédio doce – ou seja, descobram suas deficiências através do amor, do bem, de uma nova conexão entre elas.

De Kab TV “Através do Tempo” 20/10/13

Se Não Há Uma Meta, Não Há Alegria Na Vida

Dr. Michael LaitmanPergunta: Agora, é absolutamente claro para os médicos que o ser humano não é apenas composto por sistemas fisiológicos do corpo e da mente, mas também do desejo por um propósito. Mas sabemos que este é o nível espiritual de uma pessoa. Portanto, ela é obrigada a construir relações entre ele e a meta, o seu ambiente, e também para o seu corpo.

Recentemente, nos deparamos com o fato de que as pessoas têm se relacionado com seus corpos de forma negligente ou mesmo desprezo, e, consequentemente, estão sujeitas à doença. Assim, como a pessoa deve se relacionar com o corpo?

Resposta: Como resultado de milhares de anos de desenvolvimento, a pessoa chegou a um estado em que não está feliz por estar viva. Inconscientemente não queremos viver. Tudo é em vão: a angústia, o sofrimento; a vida, o que é tudo isso? Será que eu preciso sentir que sou alegre, feliz? Mas eu não sou.

Se eu consigo algum tipo de satisfação, ela é alcançada através de um esforço não justificado, e, assim, ele passa muito rapidamente, ou em qualquer momento se transforma no oposto. Então, as pessoas realmente não querem viver. Portanto, desprezo pelo corpo é apenas uma pequena consequência da condição atual. A pessoa secretamente sente que seria mais feliz se não existisse.

No passado, não havia nada disso, porque ainda não tínhamos evoluído para essa consciência. Hoje nós temos uma abordagem consciente da vida, da futilidade de nossa existência, da falta de fecundidade, da degradação. Nós entendemos a nossa natureza, o nosso nada. Ninguém nos perguntou se queríamos nascer, ser educados nesta sociedade ou em outra sociedade. Nós não entendemos o que, onde e como.

Houve um tempo em que tínhamos metas definidas. Não estávamos ainda desenvolvidos e por isso perseguíamos o que parecia permanente, construindo algo, ansiando por alguma coisa. Um ansiava pelo capitalismo, alguns pelo comunismo, e outros ansiavam por explorar o espaço. Queríamos provar algo, lutar, e alcançar algum tipo de autoafirmação. Hoje nada disso existe, tudo simplesmente desapareceu e uma “pia vazia” permanece, de onde toda a água foi drenada. Não temos mais nada para nos satisfazer.

Portanto, até mesmo olhamos para os nossos corpos com desprezo. Isso explica a atração por drogas, antidepressivos e suicídio. Além disso, isso não é visto apenas em países desenvolvidos, mas em toda parte, na América Latina, e até mesmo na África, naqueles lugares onde as pessoas eram suficientemente felizes no passado, apesar de sua existência miserável. Hoje, isso já não existe. Deve haver algum tipo de propósito para uma pessoa, para ela se envolver em si mesma, em sua aparência, esportes, etc.

De KabTV “Através do Tempo” 20/10/13

Portadores Do Vírus Integral

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a diferença entre discussão, implementação ou decisão “redonda” e “linear”? O que significam as interações entre os esforços lineares e a integração circular no método integral?

Resposta: Significa que todos nós nos encontramos em interações lineares para o bem da conexão em um círculo. Eu me esforço em direção ao centro do círculo de modo a me tornar redondo, a desaparecer e fundir-me com ele. Com isso eu adquiro uma ideia, um pensamento e um desejo comum geral.

Não há nada integral em mim agora. A integralidade é criada numa conexão entre nós. Portanto, meus esforços são lineares.

Comentário: Nós temos pessoas que estão acostumadas a tomar a iniciativa por si mesmas e implementar ações individualmente.

Resposta: A implementação não pode ser individual! A equipe que foi reunida acumulou uma conexão integral, poder e calor do grupo. Ela vai e transmite esse sentimento de conexão mútua para outro lugar, querendo que essa gota de unidade compartilhada, que eles criam através de seus desejos e pensamentos, flua gradualmente para outros.

Qual é a ideia de um indivíduo aqui? O que ele pode fazer sozinho? Ele precisa ser um portador do nosso vírus integral e nada mais.

Imagine como carrapatos viajam com a ajuda de cães. Cada um de nós, em geral, precisa ser como um cão sobre o qual repousam “carrapatos” de “vírus integrais”, os quais são transferidos do nosso grupo para outro grupo.

Pergunta: Mas não há nada integral em mim…

Resposta: Como não poderia haver? Você está incluído num grupo, veja! Se não houvesse nada integral em você, seria impossível para você ir a qualquer lugar. Você seria um fracasso! E o que será de nós, o que acontecerá com aqueles a quem você se dirige? Será que vai haver uma falha coletiva global?

Pergunta: Suponha que nos reunimos, que está tudo bem. Como podemos sair aos 99% da população e transmitir esses maravilhosos “carrapatos” a eles?

Resposta: É necessário concordar e estabelecer desde o início como e o que estamos fazendo, criar um plano de ação antes de sair para disseminar, discuti-lo, aprová-lo e implementá-lo.

Por exemplo, antes de uma ação desse tipo, você precisa organizar um pequeno workshop prático para nós. Por exemplo, você nos fala sobre fatos que já conhecemos; não importa, você simplesmente pratica o seu primeiro workshop em nós como um aprendiz, em treinamento. Depois, nós damos sugestões e solicitações, rimos de você, o corrigimos, e você leva alguns amigos com você e vai disseminar.

Saia para disseminar com pelo menos duas pessoas, mas de preferência três, e ainda melhor quatro, dependendo da sociedade que você vai. Todos vocês têm a mesma responsabilidade, ou seja, cada um dos amigos pode substituí-los a qualquer momento. Então vocês não têm nada a temer, e nós também, em geral, não temos nada a temer, porque três ou quatro dos nossos amigos podem preencher qualquer lacuna.

De KabTV “Através do Tempo” 17/09/13

O Corpo Físico É Um Mecanismo Para A Satisfação Interior

Dr. Michael LaitmanPergunta: No âmbito da educação integral é possível a criação de um curso que ensine a se comportar corretamente em nossos corpos, com nós mesmos, de modo que com base num comportamento correto, a pessoa possa avançar?

Resposta: Só se ela começar a sentir a felicidade através de uma conexão mútua com os outros. Entretanto, de uma forma natural, nós só podemos estar conectados fisicamente, porque ainda não encontramos outro nível virtual de comunicação fora de nós mesmos, ainda que a ciência já fale de uma possibilidade como esta, especialmente a física e a psicologia.

Uma vez que existimos de uma forma real dentro do corpo, nós estamos conectados uns com os outros através de suas sensações e nos compreendemos desta maneira. Se sentirmos que o nosso corpo torna-se um instrumento através do qual chegamos a satisfação interior, então isso vai ser compreendido por nós como uma ferramenta positiva pois vai se tornar uma fonte de felicidade, nos dará satisfação.

Assim, estar vivo é necessário, para vivificar, estar saudável e apto. Nós só alcançamos isso através do envolvimento com a unificação integral ao mudar o ponto de vista de uma pessoa sobre si mesma.

De KabTV “Através do Tempo” 20/10/13

O Contato Correto

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa o contato correto entre as pessoas?

Resposta: O contato correto é o surgimento de um desejo geral compartilhado no coração e na mente. Quando algo compartilhado é criado entre você e eu, não em você a partir de mim e nem em mim a partir de você, e sim entre nós, um terceiro componente muito interessante surge que é chamado de “alegria”. Este sentimento está num nível superior a nós.

De KabTV “Através do Tempo” 20/10/13

A Descoberta Inesperada

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que precisamos dizer às pessoas nas palestras sobre educação integral que elas são elementos não corrigidos da natureza e que todos os problemas da vida são trazidos por elas? Será que isso não deprime as pessoas?

Resposta: Isso não vai acontecer em dois casos: primeiro, se as pessoas chegarem a esta conclusão por si mesmas no curso de um workshop, como resultado das próprias perguntas pré-concebidas feitas na sequência correta, isso se tornará a sua descoberta pessoal. Ocorre que você não está provando algo para elas, mas elas mesmas tiram conclusões definitivas; dê-lhes a sua metodologia. Elas vão “dar a luz” a isso o tempo todo.

Em segundo lugar, se você falar a partir da perspectiva de um médico, informando ao paciente sobre sua doença e fazendo-o entender que há uma cura, então, torna-se uma descoberta agradável para ele, porque ele vai entender de uma vez que ao se livrar da doença, ele vai subir para um nível completamente diferente de saúde.

Somente nestes dois casos você pode dizer às pessoas que elas são elementos não corrigidos da natureza.

Em geral, nós nunca começamos com isso. Eu acredito que não devemos dizer nada desagradável a uma pessoa, ou mesmo agradável, porque ela deve descobrir tudo sozinha. Esta será sua realização, seu sentimento. Afinal, não é o pensamento de alguém que passou zunindo por sua orelha e desapareceu no ar, mas o seu próprio, que ela encontrou dentro de si. Ela irá possuí-lo e não vai se separar dele.

De Kab TV “Através do Tempo” 20/10/13

Tudo É Construído Em Equilíbrio

Comentário: Se dizemos às pessoas que o egoísmo é a nossa natureza, somos confrontados com uma forte oposição.

Resposta: Verdade. Por isso, a divulgação da doença deve ser sempre precedida pelo seu remédio. Vamos dizer que você está vai bater em alguém. Bata se for necessário, mas primeiro explique o porquê, para quê, e qual resultado positivo virá disto.

É a mesma coisa quando damos uma palmada em uma criança.  Ela deve saber que você faz isso com amor, para benefício dela, claramente perseguindo o objetivo definido de lutar contra o egoísmo dela e não porque você está chateado.

Pergunta: Então, eu posso dizer ao paciente que ele terá uma operação difícil, mas, sem dúvida, que vai levá-lo a um melhor estado?

Resposta: Não, primeiro, é preciso descrever o melhor estado, mostrá-lo, e fazê-lo sentir. Então, a pessoa vai ver o seu próximo estado na sua frente. Seu diagnóstico será revelado a ela muito mais claro e corretamente. Ela vai entender tudo corretamente. Caso contrário, não vai querer aceitá-lo. Isto realmente vai ser terrível para ela. Ela vai querer esquecer, livrar-se disto, apagar isto de sua memória o mais rápido possível. [Leia mais →]

Diferentes Pessoas São Necessárias, Pessoas Diferentes São Importantes

Pergunta: No que diz respeito à igualdade de salários numa empresa envolvida na divulgação do método integral, vamos pensar num instrutor e em um zelador como exemplo. Os seus trabalhos requerem esforços completamente diferentes e são diferentes no que diz respeito ao stress emocional envolvido no trabalho. Um zelador leva um esfregão e limpa o chão, enquanto o instrutor tem que estudar e ler do amanhecer ao pôr- do- sol. Ele tem de fazer constantemente cursos de formação contínua, etc Qual seria a abordagem correta?

Resposta: Eu não entendo porque é que um zelador deve receber menos dinheiro do que um instrutor. Vamos supor que eu queria ser um cientista, porque eu senti um desejo para isso. Afinal de contas, fui feito desta forma, pela natureza, e eu atendi a esta chamada. Da mesma forma, uma garota veio de algum lugar rural e trabalha como zeladora. Ela participa da nossa empresa e deve frequentar os nossos cursos e deve estar connosco no trabalho coletivo de um todo comum, em uma equipa saudável, como uma unidade independente. Portanto, eu não vejo nada nela para que seja menor do que eu.

Além disso, nada vai funcionar sem ela. Se ela se torna incluída na equipa, então tudo depende dela também. Se este sistema é parte integrante e analógico, em seguida, cada parte é como um todo. Portanto, não devemos quebrar esse princípio espiritual.

A partir do programa “Através do Tempo” 17/09/13

Educação Integral Para Professores E Psicólogos

Dr. Michael LaitmanComentário: No Congresso em Estocolmo, você disse que os profissionais mais próximos de nós são os professores e psicólogos. Imediatamente, um professor com 35 anos de experiência disse: “Finalmente, minha experiência é exigida, e eu vou lhe dizer como ensinar sua metodologia de educação integral”.

Além disso, uma psicóloga disse: “Você faz isso da maneira errada. Você não pode fazer nada. Você deve ser treinado por três anos, precisa completar os cursos de psicologia”. No entanto, ela não terminou nosso treinamento, constantemente retrocede em sua profissão, e é incapaz de compreender a metodologia integral. Mas quando ela ouviu seu depoimento, ela decidiu que era o seu melhor momento.

Resposta: Claro que não! Eu quis dizer que talvez fosse mais fácil para uma pessoa que está acostumada ao trabalho metódico e conheça os princípios da organização desenvolver a nossa metodologia. Mas nem os professores nem os psicólogos podem estar acima de todos os outros. Além disso, para desenvolver a metodologia, é melhor não envolver os professores, mas desenvolvedores de currículo vez, porque eles sabem como explicá-lo.

Como é normalmente criado um plano de aula na escola? Primeiro, eles falam sobre uma coisa, depois outra, a representação correspondente é desenhada, um exemplo específico é dado. Da mesma forma, temos que descrever numa palestra, seguida de um workshop, depois perguntas e respostas, etc. Você precisa de um especialista que esteja familiarizado com a apresentação correta do material para isso, alguém que viva isso, não um professor, mas um desenvolvedor de currículo.

Eu mencionei professores e psicólogos, porque eles têm uma abordagem, a experiência da interação com o público, mas nada mais. Eles devem estar totalmente integrados com a gente em tudo o mais. Deixando sua forma anterior, eles devem renascer; a sua mensagem interna deve ser nossa.

Portanto, eu não acho que os professores e psicólogos sejam os únicos que possam imediatamente sair ao público, e de forma alguma devem nos dizer o que fazer. Se a psicóloga diz o contrário, então ela não tem lugar entre nós.

De KabTV “Através do Tempo” 17/09/13