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Integre-Se Na Dezena: Crie Um Espaço Para O Pensamento Da Criação

laitman_619O pensamento da criação inclui tudo, até eu, mas eu mesmo aspiro alcançá-lo. O Criador me deu essa oportunidade, como se Ele tivesse criado uma mancha branca em mim chamada “a deficiência do Criador”. Eu desenvolvo essa deficiência e a direciono para o superior.

Eu confirmo que, de fato, não há mais outro do Criador, e eu mesmo estou incluído nesse conceito. De minha parte, não quero mudar nada em toda a realidade; só quero alcançar o Criador, me conectar com o pensamento da criação. Isso significa adesão ao Criador.

Quanto mais esforços realizamos para isso, mais nos desenvolvemos, mudamos de forma e avançamos no eixo do tempo. Todos os tipos de mudanças ocorrerão em nós, e sentiremos que estamos começando a tomar Sua forma. É assim em nosso mundo: ao nos aproximarmos de uma pessoa, adotamos gradualmente seus hábitos e gostos. É assim que começamos a assumir a forma do Criador, a adotar Seu pensamento, e isso se torna nosso. É assim que alcançamos a adesão com Ele.

O Criador criou o pensamento e nós somos parte dele, incluídos nele. Além disso, Ele nos deu a oportunidade de reformar-nos à semelhança desse pensamento e, assim, sermos incluídos no Criador. Esse pensamento entra em nós como se um programa fosse carregado no computador, mas de acordo com nosso próprio desejo e solicitação.

Depois, ela nos reformata e nos organiza, de modo que em tudo que há em nós, em todos os 620 elementos e desejos, começamos a sentir a força superior que opera dentro de nós. Gradualmente, essa força nos preenche como se uma barra de progresso estivesse sendo executada no computador, indicando a porcentagem de download e atingindo cem por cento. Da mesma forma, o pensamento da criação opera sobre nós de acordo com nossos esforços, e entra em nós. Isso significa que estamos sendo preenchidos com o Criador e aderimos a Ele. 1

Os esforços para se aderir ao trabalho do Criador são pessoais ou na dezena? O fato é que todo trabalho pessoal consiste em integrar-se na dezena, embora isso possa levar uma vida inteira ou, às vezes, mais de uma vida. Veja o quanto a humanidade está vagando até finalmente entender que não há escolha e que é necessário trabalhar em conexão. De fato, caso contrário, somos incompatíveis com a natureza da Terra e ela nos apagará do planeta. Quanto tempo, sofrimento e trabalho foram necessários para perceber isso?

Todo o trabalho antes de se integrar no grupo é apenas uma preparação para o trabalho real. Quando começo a me integrar, a barra de progresso como que começa a se mover, indicando a porcentagem do programa carregado. Na medida em que me integro ao grupo, abro espaço para que o pensamento da criação entre e me preencha.

Na medida em que liberto espaço de mim mesmo e me integro na dezena, o pensamento de criação pode preencher minha conexão com o grupo, ou seja, o Kli corrigido. É assim que fico cheio e chego à equivalência e adesão com o Criador. Essa adesão se torna cada vez mais forte o tempo todo.

O trabalho de adesão com o Criador é possível apenas na dezena. No passado, isto é, nos últimos graus de desenvolvimento da humanidade, esse não era o caso, e havia outras maneiras de alcançar a adesão ao Criador. No entanto, em nosso tempo, é o único caminho. 2

Na 1ª parte da Lição Diária de Cabalá, 22/8/19, “Não Há Outro Além Dele”
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Como Se Colocássemos Óculos E Começássemos A Ver

laitman_276.03Dois mil anos atrás, o Templo foi destruído e o povo de Israel começou a perambular pelo mundo. Nós nos acostumamos a viver no exílio entre outras nações e muitas vezes conseguimos fazer isso. Às vezes, pelo contrário, as nações do mundo acertaram as contas conosco. O ódio aos judeus cresceu constantemente, uma onda após a outra emergiu e, recentemente, um tsunami de antissemitismo tem aumentado.

O problema é que não estamos corrigindo a quebra. O antissemitismo é o resultado de nossa negligência da possibilidade de obter correção. O exílio terminou, mas apenas em potencial, não na prática. Muitos sonhariam em deixar a terra de Israel e voltar ao exílio. Afinal, a santidade está apenas na unidade que podemos construir entre nós. Sem unidade, não há santidade, e ainda estamos em destruição.1

De fato, a destruição foi uma correção. Você não pode chamá-la de corrupção, porque ainda não havia nada corrigido que pudesse ser corrompido. Foi a quebra do limite entre os desejos de receber e de doar, o limite entre o Criador e o ser criado, entre as propriedades do Criador e o ser criado. Portanto, foi apenas em prol da correção.

O desejo de desfrutar existia antes da quebra, só que estava oculto. Depois que foi revelado, o ser criado já podia começar a trabalhar nele e ascender ao Criador. Cada vez a criatura revela sua disparidade com o Criador, o que lhe dá a oportunidade de corrigir essa discrepância e se aproximar do Criador.

Essa disparidade já existia antes, mas agora foi revelada. Isto é, há uma revelação com relação ao ser criado, como se colocássemos óculos e começássemos a ver o mau funcionamento que não percebíamos antes. 2

A destruição do Templo representa a fusão de Bina com Malchut. Portanto, houve duas destruições, de acordo com os dois níveis nos Partzufim espirituais: Dalet-Gimel (4/3) e Gimel-Bet (3/2). O primeiro Templo foi destruído no nível de Mochin de Haya e o segundo no nível de Mochin de Neshama. Portanto, a destruição do Primeiro Templo foi muito mais poderosa e significativa. Mas a destruição do Segundo Templo foi mais significativa, pois representou uma saída completa da espiritualidade.

O Primeiro Templo é uma união espiritual na qual todos os desejos são combinados com a intenção de doar ao Criador no nível de Mochin de Haya. Houve uma enorme luta entre as pessoas e cada uma dentro de si, com o objetivo de manter essa unidade e não cair. Mas o egoísmo crescia constantemente e, no final, a destruição ocorreu. O povo de Israel foi para o exílio; isto é, havia uma lacuna entre os níveis – o Partzuf espiritual se exauria. Após o exílio, o povo estava retornando à espiritualidade, construindo um novo Templo. (O Primeiro Templo é como Malchey DHGT [Daat, Hesed, Gevura, Tifferet] e o Segundo Templo é Malchey TNHYM [Tifferet, Netzah, Hod, Yesod, Malchut] no mundo de Nekudim, que foi quebrado.

A destruição do Segundo Templo já era a saída final da espiritualidade – todos entraram em intenção para si mesmos. Desde então, toda a nação, com exceção de algumas pessoas especiais (os Cabalistas), entrou no processo de descida contínua das gerações.

É impossível comparar as gerações que viveram imediatamente após a destruição do Primeiro ou do Segundo Templo com nossos contemporâneos. Eles sentiam uma conexão muito maior um com o outro. A santidade ainda os iluminava de longe e as centelhas da destruição do Templo anterior caíram e causaram impacto. Portanto, ainda havia grandes pessoas nessas gerações, mesmo após a destruição do Segundo Templo. Vemos os grandes livros que eles deixaram para nós: Mishna e Talmud.

Muitos ainda estavam em realização espiritual. A queda não aconteceu instantaneamente. A luz estava saindo gradualmente do Partzuf, até que estávamos quase na escuridão total na época do Ari.

Do tempo de Baal Shem Tov em diante, o despertar de baixo começou. Baal Shem Tov fez um ótimo trabalho revivendo a espiritualidade e foi seguido por Baal HaSulam. Houve outros Cabalistas que viveram no tempo entre eles. O último grande Cabalista de nosso tempo foi o Rabash, que nos deixou todo o método de correção que usamos hoje. 3
Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/07/19, “Dia Nove de Av”
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Singularidade Do Criador, Parte 5

laitman_938.07Como Sentir O Criador

A Cabalá oferece o seguinte a uma pessoa: Se você deseja sentir a força superior, deve entrar em um grupo de pessoas com ideias semelhantes e começar a se dissolver dentro dele. Ao preferir as opiniões e desejos do coletivo aos seus, não importa o quais sejam, mudando claramente suas opiniões e desejos pelos deles, você começará a sentir como está “saindo de si”. Ao mesmo tempo, é claro para você que você entra nos outros, mas não pode agir de outra maneira. Você tem que sair e entrar em algo.

Sair de si mesmo é o primeiro estágio de obtenção do Criador. É chamado de restrição do egoísmo. Eu devo me restringir para começar a sentir os outros em vez de mim mesmo.

Na medida em que faço isso, começo a sentir um mundo completamente diferente, diferentes conexões entre pessoas e objetos. Sinto a existência da força geral de doação e amor que os conecta.

Começo a sentir todas as pessoas como marionetes que são clara e absolutamente operadas pela força superior em relação a mim, e é assim que eu também sou operado em relação a mim mesmo, a elas e à força superior.

Tudo isso continua até que, exatamente dessa maneira (em pequenos passos, com minha própria realização), eu acumulo sensações e conhecimentos sobre essa força superior, que me permeia, me conecta com os outros e me permite agir fora de mim em prol desse desse grupo de pessoas ou mesmo desse poder geral, o Criador, que se manifesta neles. É assim que progrido e estudo esse fenômeno.

Esse sentimento é chamado de “mundo superior”. O poder de doação e amor que existe, governa e mantém tudo isso, inclusive eu, é chamado de “o Criador”.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 10/12/18

Nova Vida # 1146 – Deslegitimando A Nação De Israel

Nova Vida # 1146 – Deslegitimando A Nação De Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Sem uma conexão entre nós, Israel não é um povo ou uma nação, mas uma multidão. Somente Israel tem o problema da deslegitimação porque não se originou como uma nação biológica. Na Babilônia antiga, Abraão reuniu pessoas de todas as etnias e compôs uma nação espiritual em uma base ideológica. Hoje, não há ideologia que conecte o povo de Israel, e as nações do mundo sentem o povo de Israel como um elemento estrangeiro, supérfluo e prejudicial. Cabe à nação israelense deslegitimar o Israel de hoje e construir a verdadeira nação de Israel através da conexão mútua. Israel só será verdadeiramente legitimado e terá simpatia global quando começarmos a trabalhar na conexão e no amor acima da divisão e do ódio.

De KabTV, “Nova Vida # 1146 – Deslegitimando a Nação de Israel”, 30/07/19

Convenção Em Chisinau, Moldova

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 08/09/19

Acabamos de concluir uma enorme Convenção de Cabalá em Chisinau, Moldávia. Mais de 1.200 estudantes de língua russa vieram de diferentes países. Em nossa união, ao nos elevarmos acima do egoísmo, descobrimos a força superior e os atributos do amor e doação.

Meus Pensamentos No Twitter 08/09/19

Dr Michael Laitman Twitter

Reunindo os fragmentos do mosaico de sua Alma em um todo, você os cola, aproxima-se deles e os anexa à força do Criador. O Criador é como cola, o poder da correção. Ela preenche as partes conectadas, uma vez que a circulação de Sua força já é possível entre elas, a força do amor.

Você quer montar sua alma? Você precisa de uma força que o cole aos outros. Essa força não é natural, oposta à sua natureza egoísta. Ao atraí-la, você reúne sua alma e atrai o Criador – você precisa envolvê-Lo. Assim, você consegue se conectar e precisar Dele.

O egoísmo é a força superior, a única coisa que temos. Não podemos revogá-lo porque estaríamos revogando nossa natureza. Nós não erradicamos o egoísmo – nós o usamos! Portanto, apesar dele e acima dele, criaremos uma conexão maior do que a que existia antes da quebra de Adão.

Não fique com raiva do seu egoísmo. Não amaldiçoe-o, nem tente neutralizá-lo, destruí-lo ou anulá-lo. Acima dele, tente criar mais uma camada, como em um sanduíche, cujo egoísmo se tornará a qualidade oposta a ele – altruísmo, conexão entre nós.

Do Twitter, 08/09/19

Vire O Rosto Para A Parede – Descubra Que A Doação Realmente Existe

laitman_962.3“E Ezequias virou o rosto para a parede e orou ao Senhor”. Isso descreve o estado de uma pessoa que trabalhou por muitos anos em sua correção, realizando todas as ações necessárias para finalmente descobrir que estava fazendo tudo em prol de seu egoísmo e que não tem como agir de maneira diferente. Essa percepção chega a ela depois que ela acumula certa medida de sofrimento e decepções e continua apesar de tudo. Como diz o ditado: “Qualquer coisa, exceto partir”.

Ela então começa a sentir que realmente existe algo de doação, que está fora dela, fora de seu desejo de receber. Se ela trabalha com esse novo desejo de doar, revelado dentro dela, sente que possibilidades ilimitadas estão escondidas nela.

Antes disso, é impossível entender o que é doação, por que ela é necessária e por que oferece possibilidades ilimitadas em comparação com a recepção egoísta, que é limitada, escassa e estreita. É impossível receber para mim mesmo algo mais que uma fraca iluminação, “uma pequena vela”. Mas, desenvolvendo o desejo de doar através do trabalho na grandeza do Criador, revelamos essa capacidade até o tamanho do Criador. Podemos então estar em doação ilimitada, e o Criador se conecta com esse desejo e se revela nele.

Por muitos anos, uma pessoa trabalha e age, mas acontece que tudo isso está dentro do egoísmo. Sua frustração e confusão se acumulam até que ela repentinamente revela em golpes subsequentes o que significa sair de si mesma e se tornar uma doadora. Ela sente que não há nada além da anulação e subjugação constantes. Você apenas tem que inclinar a cabeça, aceitar o que quer que aconteça, e nada mais é necessário.

Isso não pode ser feito antecipadamente. Mas quando uma iluminação vem em resposta aos esforços de uma pessoa, ela chega ao grau de Ezequias: finalmente, ela vira o rosto para a parede, sabendo orar, pedir, anular-se diante da Shechina. Ela vê que o grupo, a sociedade, o muro e a Shechina são todos iguais.

É uma transição do desejo de receber em que existimos por natureza, para o reconhecimento de que a subjugação e a anulação são o mais importante. “Virar-se para a parede” significa não deixar partição entre a Shechina e o coração, nenhuma casca ao redor do coração.

Orar, virando-se para a parede, é abrir o coração para a Shechina, a força de doação. Tanto uma pessoa como o Criador agem com a força de doação, e ambos querem remover todas as partições entre si.

Ao descascar a casca do coração, ou seja, remover a intenção egoísta de todos os desejos, revelamos o desejo de doar. Tudo já existe: o Criador e o coração da pessoa, e é preciso apenas remover a armadura, a casca ao seu redor. É por isso que precisamos orar. 1

A transição é que, inicialmente, eu estava totalmente no egoísmo, mas não percebia. Descobri então que agia apenas para o meu próprio prazer, mas queria me doar para remover a armadura egoísta. É como um ovo cozido do qual a casca já é facilmente descascada. Se a pessoa amadureceu, ela começa a descascar sua casca e sente cada vez mais que precisa de ajuda.

A ajuda vem em resposta à oração, e a oração não pode ser para mim, mas apenas para a dezena, para o mundo inteiro. A Shechina está no pó e oramos para elevá-la, aumentar sua importância aos nossos olhos. Caso contrário, não teremos a oportunidade de doar a ela, porque fazemos apenas o que consideramos importante.

Por isso, pedimos que a Shechina, ou seja, a força de doação, seja importante para nós e, em seguida, seremos capazes de doar. Se a doação for importante para mim, eu me engajarei nela e, se não for importante, eu a esquecerei. Portanto, pedimos ao superior que nos dê a sensação da importância da doação para que possamos fazer o trabalho. Sem essa importância, nada acontecerá, seremos incapazes de fazer qualquer coisa.

Certamente, qualquer tolo pode trabalhar em prol de algo importante. No entanto, é necessário ser muito sábio para fazer uma coisa tão estúpida e pedir a importância da qualidade da doação. É por isso que estamos lutando: tornar a doação importante para poder doar. É impossível explicar ao desejo de receber por que isso é necessário – apenas o ponto no coração pode entender isso. 2

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/10/19, “E Ezequias Virou o Rosto para a Parede”
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“Uma Mania Antissemita Na Moda” (Breaking Israel News)


O maior portal de notícias, Breaking Israel News, publicou meu novo artigo: “Uma Mania Antissemita Na Moda

Se o uso do simbolismo nazista na moda se manifestasse em casos isolados, haveria apenas um pequeno motivo de preocupação. Mas quando essa tendência é apoiada ou encoberta por gigantes como a Amazon, a maior plataforma de vendas on-line do mundo, não podemos permanecer indiferentes. Desde decoração de casa a roupas e acessórios, o site popular está infestado de produtos que mostram vítimas do Holocausto indo para as câmaras de gás e imagens que glorificam o Terceiro Reich. Essa tendência vem para nos abalar até a compreensão da urgência e pertinência de unir nossas forças. Ao nos tornarmos um povo unificado, seremos capazes não apenas de evitar banalizar as atrocidades do passado, mas também de impedir que a história se repita.

Todos os tipos de mercadorias com fotos de vítimas de campos de concentração e imagens que exaltam Hitler agora são facilmente encontrados em lojas on-line. Já existe uma tendência da moda chamada “nazista chique” que ganha popularidade em todo o mundo.

Empresas de moda internacionais causaram alvoroço nos últimos tempos por usar imagens antissemitas e símbolos de ódio em seus designs, como roupas listradas, incluindo estrelas amarelas parecidas com as roupas que os judeus foram forçados a usar durante o Holocausto e suásticas.

Minimizando o Holocausto como Tragédia

Antes tabu, a glorificação das manifestações antissemitas e dos símbolos nazistas está se tornando cada vez mais popular no mundo da moda, arte, música, esportes, festivais e até atrações de parques de diversões, como um passeio em forma de suástica recentemente fechado na Alemanha, onde exibições públicas propaganda e lembranças nazistas são ilegais. Apenas no ano passado, essa proibição foi surpreendentemente levantada para jogos de computador.

A Amazon confirmou recentemente que lançará operações em Israel nas próximas semanas, incluindo um site em hebraico para clientes e varejistas locais. Isso acontece durante o período em que o Museu de Auschwitz condenou a publicidade on-line e a venda de produtos com judeus famintos do Holocausto e o simbolismo nazista sendo promovidos como um “presente ideal”. O memorial judaico exigia um sistema de verificação mais rigoroso para os varejistas, “visto que às vezes as coisas ultrapassam o mau gosto e tornam-se desrespeitosas. Especialmente quando há imagens de vítimas”. Os compradores on-line também ficaram chocados com as mercadorias ofensivas e algumas empresas de comércio eletrônico, incluindo a Amazon, concordaram em retirar alguns itens específicos de seus sites em determinados locais, enquanto outros permanecem disponíveis on-line em diferentes países.

A tendência de banalizar o capítulo mais sombrio da história judaica é preocupante porque, como podemos ver, agora é encontrado basicamente em todos os campos humanos. Além disso, pesquisas realizadas na Europa mostram que a memória do Holocausto está começando a desaparecer. Na América, uma em cada três pessoas consultadas sobre o assunto não acredita que 6 milhões de judeus foram assassinados no Holocausto.

Que tal Tornar a Conexão “Na Moda”?

O crescente ódio de hoje pelos judeus e a indiferença das pessoas ao sofrimento histórico dos judeus nos lembram de nossa tarefa. Essa tendência grotesca é uma oportunidade para refletirmos sobre o motivo do antissemitismo e lembrar que temos um método de conexão para impedir que as atrocidades se repitam.

Por muitos séculos, nossos ancestrais lutaram para manter sua unidade acima do crescente egoísmo. Mas 2.000 anos atrás, os judeus sucumbiram ao ódio infundado e foram exilados de suas terras. Desde então, perdemos a capacidade de ser uma luz para as nações porque perdemos nossa unidade. O momento em que perdemos nossa unidade foi o momento em que o antissemitismo, como o conhecemos, começou.

Somente quando reacendermos o amor fraterno que cultivamos séculos atrás e compartilharmos o método para conseguir isso com todos, o mundo deixará de nos odiar e nos culpar por todos os seus problemas. Como isso é possível? É possível porque, gostemos ou não, a unidade judaica determina o estado do mundo e seu destino. Através de nossa conexão, transmitimos uma força positiva e unificadora ao mundo, uma força que o mundo precisa desesperadamente. Por outro lado, nossa separação nega à humanidade esse poder e evoca seu ódio contra os judeus. Essa é a causa da agressão da nação em relação a nós e por que eles nos percebem como a fonte de todo o mal.

Em seu ensaio, “O Arvut (Garantia Mútua)”, Rav Yehuda Ashlag escreve sobre o importante papel do povo judeu: “A nação israelense foi estabelecida como um canal na medida em que eles se purificam [do egoísmo], eles passam adiante seu poder para o resto das nações”.

Agora é a nossa hora de nos tornarmos uma “luz para as nações” através do nosso exemplo, para tornar a unidade, a paz e a calma a única moda da moda no mundo. Não podemos permitir que atrocidades ocorram novamente quando temos um método de prevenção por meio de nossa conexão. É indispensável manter esse objetivo de amor fraterno entre todos os judeus, acima de todos os obstáculos, porque nossas vidas dependem dele e porque o bem-estar do mundo exige de nós.

Evolução Dos Desejos, Parte 13

laitman_600.01Ao Nível Da Interação Absoluta

Pergunta: Uma pessoa consiste em intenção, desejos, sentimentos, emoções, razão e pensamentos. Existem dois tipos de intenções: para si ou para os outros? Existe apenas um desejo – de desfrutar?

Resposta: Sim. Nada mais. Esta é uma qualidade da natureza. Isto é, receber satisfação ou evitar o sofrimento é basicamente o mesmo.

Sentimentos e emoções se manifestam no desejo, na magnitude de seu preenchimento. A mente nos permite perceber com precisão o que queremos.

Observação: Antes eu pensava que a mente é separada, por assim dizer, ou vice-versa, que os desejos servem à mente.

Resposta: A mente nos níveis inanimado, vegetativo e animado pode servir a desejos instintivos. Quando uma pessoa se desenvolve, a mente começa a servir seus desejos humanos.

De fato, precisamos de razão para contornar os desejos inanimados, vegetativos, animais e até humanos, e começar a subir ao nível da interação absoluta, superior à nossa natureza. Essa é a chamada “fé acima da razão”, quando buscamos conexão uns com os outros, apesar de todos os outros desejos e intenções.

Pergunta: Nosso objetivo é corrigir a percepção egoísta natural do mundo, os desejos egoístas – em relação ao próximo?

Resposta: Nem mesmo ao próximo, mas à união: “Ame seu próximo como a si mesmo”. Isto é, devo amar a mim e a meu próximo também. Isso significa unificação absoluta para criar um sistema comum. Portanto, quero ser parte integrante.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá” 19/07/19

Tudo Desde Um Único Pensamento – E Vice-Versa

629.4Não há nada além de um pensamento: o pensamento da criação, que inclui tudo. Somente nós, os seres criados, ainda não o entendemos e sentimos. Mas existimos dentro desse pensamento e somos governados por ele. Todo o nosso trabalho ocorre dentro dele. Esse pensamento é toda a criação, seu plano, e não há nada além dele.

Tudo é resolvido no pensamento, e tudo é criado pelo pensamento. Não há problema; toda a realidade está incluída no pensamento. É interessante que os cientistas modernos, sendo materialistas absolutos, digam que o universo é um pensamento. Pesquisadores do cérebro humano afirmam que todos os nossos pensamentos, desejos e decisões estão fora de uma pessoa e que o cérebro é apenas um dispositivo que captura esse pensamento e o transfere para nós.

Assim, a ciência está gradualmente abordando esse fato que os Cabalistas descobriram há muito tempo: não há nada no universo, exceto o pensamento da criação, e nós existimos dentro dele. Embora dividamos a realidade em forças, matéria, sentimentos e razão, em essência, apenas o pensamento do Criador, dentro do qual existimos, opera.

Precisamos atingir esse pensamento do Criador em relação ao ser criado e, assim, vamos alcançá-Lo – não Ele mesmo, mas Sua atitude em relação ao ser criado. É apenas esse mesmo pensamento que existe. Todas as várias propriedades opostas que sentimos pretendem revelar a profundidade e a singularidade desse pensamento.

Não há outro além Dele, mas alcançamos esse fato pelo contrário, pelas inúmeras ações e manifestações do Criador em relação a nós, que são muito diversas e contraditórias. São precisamente todos esses paradoxos e discrepâncias que estão nos impedindo de perceber o que está acontecendo e de concordar com isso, que nos levam a um desenvolvimento que, combinando todas as contradições acima da razão, alcançamos o Criador. É impossível alcançá-Lo a não ser pelos dois opostos que se combinam e se completam. 1

Do lado do Criador, a ação potencial, chamada pensamento, é suficiente. Para o Criador, o fim da ação está no pensamento inicial, ou seja, os estados não corrigido e corrigido do ser criado existem juntos, criando um ponto preto chamado ser criado. O resto é o desenvolvimento deste ponto e sua autoconsciência, e de sua autoconsciência à consciência do Criador, a fim de entender de onde veio, quem o criou e quem o está desenvolvendo.

É como um filme rodando dentro deste ponto. Todos nós, o universo inteiro, todos os mundos estão nele. A atitude do Criador, a luz superior, é chamada “o pensamento da criação”.

Portanto, existe apenas um pensamento do qual todo o universo emergiu – o pensamento da criação. Ele já define todas as nossas recompensas, nossos esforços e tudo o que experimentamos no caminho.

Do lado do Criador, não há nada maior que esse pensamento. Mas nós, os seres criados, somos capazes de alcançá-lo somente quando nos separamos Dele e começamos a agir independentemente. Dentro desse pensamento, outros pensamentos adicionais aparecem: as quatro Behinot (fases), os Partzufim, os mundos. Estudamos o que na prática sai do ponto preto, que potencialmente inclui todo o pensamento do Criador, todo o processo que foi inicialmente investido lá. 2

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/08/19, “Não há outro além Dele”
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