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“Não Nos Esqueceremos Do Holocausto, Nem Porque Estamos Aqui” (The Times Of Israel)


O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Não Nos Esqueceremos Do Holocausto, Nem Porque Estamos Aqui

O Holocausto foi exagerado. Esta é uma crença contundente e preocupante expressa por um terço dos americanos de acordo com um novo estudo divulgado por uma organização judaica antes do Dia em Memória do Holocausto no próximo mês. Minimizar o impacto de tal atrocidade não é apenas atribuído às massas, mas também a alguns líderes, como o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que disse recentemente sobre esse assunto: “Podemos perdoar, mas não podemos esquecer”. Além das manchetes, a situação atual nos lembra que, se quisermos evitar que a história se repita, não devemos esquecer nosso papel: unir e difundir esse exemplo de unidade ao resto do mundo.

A falta de consciência sobre o assassinato de seis milhões de judeus sob o Terceiro Reich está crescendo. Sessenta e seis por cento dos millennials dos EUA não fazem ideia do que Auschwitz foi e representa com base neste relatório. A humanidade tem uma memória de curto prazo. Consequentemente, o antissemitismo continua reaparecendo, constantemente em mutação na Europa e na América, da direita e da esquerda. Ele se manifesta não apenas por meio de discursos de ódio, mas também por ataques físicos, suásticas traçadas em lares judaicos e vandalismo em cemitérios e lojas judaicas. A violência contra os judeus está em alta em todas as grandes cidades como Nova York, Berlim e Paris. É apenas uma questão de tempo até o próximo incidente doloroso irromper.

De acordo com a Cabalá, o antissemitismo é uma lei da natureza. Quando nós, os judeus, estamos separados e distantes um do outro, criamos uma força negativa no mundo, que se transforma em expressões e ações antissemitas. Por outro lado, quando nos unimos sobre conflitos e diferenças de opinião, uma força positiva se espalha no mundo que pode fazer maravilhas.

Portanto, o ódio irracional que está ficando mais forte hoje nos lembra da maneira mais difícil que temos um papel que não podemos ignorar: unir e espalhar esse exemplo de unidade para o resto do mundo. Mesmo que fiquemos felizes em evitar essa tarefa, é impossível. É o nosso destino; fomos escolhidos para iluminar a unidade entre as nações através da nossa unidade como povo. Como está escrito: “Se uma pessoa pega um feixe de juncos, não pode quebrá-los todos de uma só vez. Mas, tomado um de cada vez, até um bebê os quebrará. Assim, Israel não será redimido até que sejam todos um feixe” (Midrash Tanhuma, Nitzavim, Capítulo 1).

Portanto, não é coincidência que tenhamos sucesso contra todas as probabilidades de cumprir um papel específico. Somos uma nação que carrega dentro de si o ideal de amor por todos os povos do mundo. Nós nos tornamos uma nação baseada na regra do “ame seu próximo como a si mesmo”, e somente o retorno à realização desse princípio pode erradicar o fanatismo e o ódio contra nós. Como Rav Yehuda Ashlag (Baal HaSulam) escreveu, “a nação de Israel deveria ser uma ‘transição’… eles passam seu poder ao resto das nações” (“O Amor pelo Criador e Amor pelos Seres Criados”). Alcançar a unidade e transmiti-la à humanidade é o que os líderes mundiais e as pessoas em todos os lugares esperam e exigem de nós. Não devemos esquecer.

Eu Virei E Ensinarei

laitman_961.2Pergunta: Como alunos “cegos” podem trabalhar sem um professor com visão, se não tiverem tempo para atingir uma visão espiritual durante sua vida?

Resposta: Não importa. O Ari escreve sobre isso de uma maneira muito interessante. Enquanto ele estava morrendo, um de seus alunos perguntou: “O que vai acontecer conosco?” O Ari respondeu: “Vocês devem continuar a aprender, e eu irei ensiná-los”.

“Como você vai nos ensinar se está morrendo agora?”

“Não é da sua conta, você não entende nada disso”. E ele morreu.

Portanto, eu posso dizer que não é da sua conta. Não se preocupe. Eu virei e ensinarei.

Da Lição de Cabalá em Russo, 02/12/18

 

O Que Pedir Ao Criador

laitman_625.02Baal HaSulam, Carta nº 27: Mas eu oro ao Criador para levá-lo no caminho da verdade, que você será salvo de todos os obstáculos ao longo do caminho, e que o Criador lhe traga sucesso a tudo o que você faz.

Quanto a você, você deve seguir meticulosamente os caminhos que defini para você em relação a mente e coração, saudade e orações, e o Criador certamente nos trará sucesso e logo nos uniremos em corpo e alma, neste e no mundo vindouro.

Cada professor prepara seus alunos para o que Baal HaSulam escreve. Do nosso lado, deve haver um pedido. Um pedido é uma oração.

Eu constantemente peço para estar conectado com o Criador, para sentir Suas ações dentro de mim, e que todos nós sintamos a Ele e Suas ações com relação à dezena, com respeito ao grupo.

Eu peço a Ele que me mostre um lugar nesta dezena, neste grupo, e deixe-me sentir minha inclusão neles para que Ele se revele entre nós como preenchendo todas as distâncias entre nós.

O objetivo final do meu pedido é que Ele se conecte completamente e nos preencha. Isto é de importância primordial. Assim, gradualmente, a pessoa estabelece uma conexão com o grupo e com o Criador até chegar ao estado: “Eu, o grupo e o Criador somos um”.

Da Lição de Cabalá em Russo 11/02/19

Nova Vida # 216 – Rivalidade Entre Irmãos, Parte 1

Nova Vida # 216 – Rivalidade Entre Irmãos, Parte 1
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo:

Como os pais podem gentil e gradualmente construir um relacionamento caloroso entre os filhos e organizar toda a família como um ambiente que promove uma conexão integral com a sociedade como um todo? Os pais revelam calor e inspiração aos seus filhos quando se comportam como irmãos. Mostre aos filhos exemplos de conexão positiva no mundo.

De KabTV, “Nova Vida # 216 – Rivalidade Entre Irmãos, Parte 1”, 28/07/13

Meus Pensamentos No Twitter 21/04/19

Dr Michael Laitman Twitter

Tudo acontece para o benefício das criaturas. O crescente egoísmo, o Faraó, não nos permite fazer nada em prol do Criador. Somos obrigados a pedir ao Criador que as forças doem. Assim, uma pessoa entra em guerra com o ego.
Em resposta aos seus esforços para pedir ao Criador, ela recebe forças de doação, a Alma. Assim, o Criador sobrecarrega o coração para que ela deseje a Alma.

O homem não tem desejo de doar. Pois ele existe no egoísmo animado. Mas o Criador dá o desejo e o preenchimento. Isso acontece no exílio. Lá nós recebemos egoísmo e o desejo de sair dele. Mas somente o Criador pode libertá-los. Por isso eles terão que pedir a Ele.
É assim que eles vão sair do egoísmo.

Se uma pessoa sente a necessidade de agradar o Criador, ela entende que o único desejo do Criador é que as criaturas recebam prazer Dele. Ela então pede ao Criador que lhe dê prazer. Pois o Criador só desfruta quando as criaturas sentem prazer.

O crescimento do egoísmo e das dificuldades é para criar a necessidade de receber ajuda na forma de luz superior, para lutar contra o egoísmo maior. Acontece que precisamente a realização da escravidão no egoísmo traz a necessidade de adquirir luz superior.
Por isso, está escrito que o Faraó nos aproxima do Criador!

No princípio, estamos no egoísmo, no governo do Faraó, mas não sentimos que somos escravizados. Então o Criador nos aproxima Dele, e sentimos nossa diferença com Ele, sentimos que estamos no domínio do egoísmo. Pois deve haver a realização do mal do egoísmo e, então, sua correção.

Como a serpente que convenceu Eva a mudar a intenção de dar para a intenção de receber, também no Egito – o trabalho no exílio é na superação do egoísmo, persuadindo docemente a pessoa: “faça, mas para si mesma, não em prol da doação, o Criador, acima da razão” – e tudo ficará claro e fácil para você!

O trabalho no “Egito” é chamado PAREH ou PE-RAH – boca doce. Assim, os egoístas persuadem Israe-El, aqueles que aspiram ao Criador, de que é possível estar apenas em ações de doação sem intenções de doar.
Por isso, o trabalho de Isra-El na intenção é difícil, contra o egoísmo, e parece ser uma regressão.

O egoísmo resiste ao movimento rumo à doação, não deixando energia para atos em prol da doação. Quando o homem vê o quanto está imerso no egoísmo, no mal, e que não tem força para resistir ao egoísmo, tudo o que ele pode fazer é clamar ao Criador.
Em resposta a esse clamor, ele recebe a alma – a qualidade de doação.

Os egípcios os persuadiram de que a intenção de doar não é necessária. Já que os esforços no egoísmo trazem alegria da recompensa vindoura, devido a isso, é difícil estar na intenção “em prol do Criador”, sem recompensa. Isso trouxe problemas para Isra-El, aqueles que aspiram ao Criador ao invés da recompensa.

E eles clamaram pelo trabalho na escravidão, pelo trabalho de alcançar a qualidade de doação, uma vez que o egoísmo (egípcios e Faraó) despertavam pensamentos contra doação, como recompensa. Para eles trabalharem no egoísmo.
E foi difícil para eles se oporem porque é assim que todo o nosso mundo é construído – o religioso e o secular.

“Matsa” vem das palavras “Mar” e “Meriva“, briga. O homem briga com o Criador. As queixas do homem ao Criador: por que é tão difícil atingir a qualidade de doação?
Além disso, quanto mais esforços ele faz para atingir a qualidade de doação, mais se afasta dela.
Daí ele sente amargura (Mar) em seus esforços.

Se fosse fácil para o homem atingir a qualidade de doação, ele não desejaria avançar mais, sentindo que está em doação, em adesão. Mas o Criador deseja revelar todo o sistema de seu relacionamento conosco. Portanto, o egoísmo só pode ser derrotado com a ajuda do Criador.

Os egípcios, enquanto desenvolviam o egoísmo no homem, não permitiam que ele realizasse atos de doação, levando à adesão com o Criador. Por isso eles demonstrativamente o escravizaram, deixando-o sentir o exílio no egoísmo, a impossibilidade de resistir ao domínio dos egípcios, de sair da escravidão, do exílio.

O trabalho espiritual (Avodat HaShem) é trabalho, esforços, pelo amor do Criador. O resultado deste trabalho é a adesão da pessoa que realiza este trabalho com o Criador. No processo de doação, recebemos a luz que corrige no desejo de doar e, então – a luz que preecnhe.

Se nenhuma pergunta surgir em uma pessoa sobre suas intenções, para quem ela age, então ela existe como todo mundo.
Mas se surgirem questões, “para que”, de seu ego, com isso o próprio egoísmo a obriga a ir contra ele – e, portanto, traz à sua própria morte.
Isso é “ajuda contra si mesma”.

Para a questão do filho maligno (a qualidade do egoísmo em uma pessoa), ela responde que deseja estar na qualidade de doação acima dos cálculos sobre si mesma – na fé acima da razão.
Mas, graças às suas perguntas, eu revelo a compreensão de que o caminho do Criador está na fé (doação) acima do conhecimento (cálculo egoísta).

Moisés é a qualidade da fé, doação, no homem, OH. Esta é a qualidade de um líder, o pastor, a intenção de doar sobre todas as ações do homem. Essa é a única qualidade que precisamos para estar na espiritualidade, em equivalência com o Criador.
O grau de Moisés, fé, doação no homem determina seu grau.

A parte principal de toda a correção é o êxodo do egoísmo, o Egito, para a qualidade de doação. Outros graus são apenas avanços. Em cada grau devemos despertar a alegria da redenção dos desejos egoístas. Nesta medida, revelamos alegria e gratidão

O egoísmo não pode suportar o sofrimento de ser menosprezado, pois é baseado no orgulho. Assim, quando ele vê que os amigos do grupo são mais bem-sucedidos do que ele, isso provoca forças de crescimento e ascensão. Essa natureza egoísta deve ser utilizada de maneira inteligente!

O egoísmo é inerentemente orgulhoso e invejoso. Ele deseja não por suas necessidades, mas pelo que vê que os outros têm. Por isso, ele pode se desenvolver infinitamente. Tudo depende apenas do uso das qualidades que o Criador nos deu, precisamente para a Sua revelação.

A condição de redenção do egoísmo é que todas as nações conhecerão a Cabalá: “E a Terra será preenchida com conhecimento do Criador”. Esta foi a condição para o êxodo do Egito, quando o Faraó alcançou o Criador e permitiu o êxodo, Ele chamou Moisés e ordenou-lhe que saísse para trabalhar para o Criador.
(Torá, Shemot 12:31, Baal HaSulam, “O Shofar do Messias”)
Desde então deve haver a realização da necessidade e, em seguida, a realização do desejado.

Nós precisamos atingir um estado em que descobriremos que o próprio ego nos afasta de si mesmo, já que percebeu que somos leais ao nosso objetivo. Ele chama Moisés e Arão à noite e os acompanha fora do Egito. Portanto, há uma porção inteira da Torá, “Vaishlah” sobre isso, que “O Faraó os enviou”.
#Zohar para o Povo, Shemot 129

Dois caminhos levam ao objetivo: um forçado, longo ou um curto, preferido com a nossa participação. A escolha é nossa. O objetivo é alcançado por um pedido completo (em qualidade e quantidade) para se libertar do egoísmo. Portanto, a qualidade da conexão no grupo determina a salvação.
Todo o trabalho no Egito está em um grupo!

A liberdade só é possível quando a pessoa se sente na escravidão, no exílio. Na incapacidade de libertar-se.
No clamor por ajuda em completo desespero para libertar-se.
Então a ajuda do Criador vem a ela.
Verifique: em que estado você está?

O egoísmo não permite fazer nada sem benefício próprio e há o sentimento de exílio da doação e sofrimento na medida do desejo de trabalhar para o Criador.
Com esforços crescentes, a pessoa começa a gritar pela salvação do egoísmo.
Pois a libertação é contra a natureza e, portanto, somente o Criador liberta.

Malchut (ponto) é a 4ª etapa da 4ª etapa da Luz Direta, concorda com o que está acontecendo e quer usar as qualidades precedentes recebidas do Criador para que, analisando todos os estados, mesmo opostos ao Criador, confirmem que não é nada melhor do que ser equivalente a Ele.

A quebra significa que toda qualidade que o Criador relaciona à criação (nove Sefirot – nove qualidades) muda para seu oposto na criação, torna-se negativa, como se procedesse não do Criador, mas do oposto do Criador.

Uma pessoa deve constantemente explicar a si mesma que não há outras mudanças além da interna, não há mundo diferente, mas apenas uma nova percepção dentro de si, de acordo com as novas qualidades que adquiriu.

Do Twitter, 21/04/19

Meus Pensamentos No Twitter 19/04/19

Dr Michael Laitman Twitter

O trabalho escravo é uma constante oposição aos pensamentos recorrentes contra a unidade e a doação, juntamente com sentimentos de amargura e morte no egoísmo (Maror), pensamentos que visam manter uma pessoa na escravidão do egoísmo, o que deve ser constantemente combatido. Até que uma oração pela liberdade surja …
#Pessach

Quando você não pode fazer nada sozinho, até mesmo implorar ajuda ao Criador, tudo o que você pode fazer é confiar na ajuda do grupo: você deve se anular completamente ao grupo, sem todos os seus pensamentos e sentimentos – e receberá um novo estado espiritual do grupo!

Se, enquanto estiver no caminho, você se sentir completamente indiferente a se aproximar do Criador e não conseguir sair desse estado de exílio, como se estivesse inconsciente do Criador, sem sentir a separação – tudo o que você pode fazer é orar para sentir a separação – isso vai trazer você de volta à vida …

Na medida em que compreende que a proximidade com o Criador ocorre na medida da equivalência com Ele, doando a Ele e não tomando nada para si mesma a fim de agradá-Lo – a pessoa precisa adquirir a qualidade de doação, fé na grandeza do Criador, anulando a si mesma, e começando a perceber a necessidade das descidas para apreciar as subidas.

A ocultação do Criador é necessária para o desenvolvimento da alma. Sensações de dor, separação, confusão, ocultação, rancor contra o Criador – é proibido se ofender e amaldiçoar o Criador por isso.
A pessoa preciso acreditar, apesar disso, que estas são sensações dentro do egoísmo e são para o nosso bem. Porque o Criador poderia ter eliminado pensamentos e sentimentos negativos …

A necessidade de nosso desenvolvimento pela fé acima da razão, doação, é para que nossos desejos se tornem ilimitados e sejamos capazes de alcançar a adesão com o Criador. Nos desejos que são restringidos pelo egoísmo, não podemos nos tornar nem mesmo um embrião, incluídos no Criador, e certamente não podemos alcançar a plena adesão – equivalência com o Criador.

A Árvore do Conhecimento é uma exigência para revelar o Criador no ego, conhecimento, e não na doação – fé. Mas seus frutos são proibidos. No entanto, se a realização do Criador acontecesse a céu aberto, no conhecimento – egoísmo, todos seriam Cabalistas, realizando os desejos do Criador.
Mas o problema está em restringir as conquistas do conhecimento …

Uma pessoa está pronta para ir em direção à doação, mas vê que continua involuntariamente no caminho egoísta. Depois de atingir o desespero muitas vezes, está pronta para deixar o caminho. Ela não pode ir pela fé – doação acima – contra o conhecimento, apesar dos estados.
Mas se ela não abandonar o caminho, como um escravo acorrentado, os esforços se acumulam e ela sai para a liberdade.

Lei: em estado de ascensão, ao sentir a grandeza do Criador, nos anulamos a Ele sem qualquer razão, em completo acordo. Mas não podemos desfrutar da adesão com Ele e do fato de que Ele nos aproximou Dele.
Por isso, precisamos de rejeições, a fim de apreciar a proximidade, para encontrar vida e prazer nelas.

#Abraão: como uma pessoa alcança o mundo superior, a qualidade de doação?
Criador: através do exílio no mundo do egoísmo, oposto a ele.
Lá, ela adquire o desejo de doar ao Criador e pede a Luz que Reforma.
Ela toma desejos egoístas do Egito e recebe intenções altruístas do Criador.
#Pessach

As descidas são dadas para apreciar as subidas, mas as descidas só podem ser apreciadas quando se está em ascensão. Elas são dadas pelo Criador para apreciar uma a partir da outra, a força da luz a partir das trevas.
Portanto, não há redenção do egoísmo, Geula, sem alcançar a amargura do exílio, Galut. A diferença entre elas está na revelação do Criador.
#Pessach2019

Aquele que deseja agir pela grandeza do Criador, corrigindo-se para alcançar equivalência com o Criador, precisa de Sua grandeza aumentada. A grandeza é dada pelo Criador para aproximar a pessoa, enquanto a própria pessoa só pode agir egoisticamente.
Por isso, anular-se é a salvação do exílio, e isso é feito pelo Criador!

Ir pela razão significa estar no pecado da Árvore do Conhecimento. Isto é revelado como dificuldade de ir contra a razão e a questão de por que eu deveria doar ao Criador em vez de a mim mesmo?
#Rabash, Por que Fazemos 4 Perguntas Precisamente na Véspera de #Pessach?

A ocultação é necessária para que possamos receber do Criador sem vergonha. Mas isso só é possível quando recebemos em prol do Criador, da doação.
A Cabalá (Torat Emet – a verdadeira Torá) é dada para que possamos nos elevar acima do egoísmo, o qual nos separa do Criador, e obter equivalência com Ele, dar enquanto se recebe.

Todos os esforços para sair do #egoismo: para quê, por quê? Para nós mesmos – são egoístas. Para o Criador, então a pessoa deve aumentar a importância do Criador para que todos os esforços sejam para Ele – isso é o que nos tira do exílio.

Todo o trabalho espiritual está na oração (MAN). Para fazer isso, o esforço (trabalho) deve ser contra o ego, livre de seu poder. Percebendo que não pode deixar o poder do egoísmo através de seus próprios esforços, o desejo de doar ao Criador nasce, a futilidade disso é realizada e a oração nasce.

Todo o sofrimento do exílio no egoísmo (Egito) foi a partir do sentimento da incapacidade de deixar o poder do egoísmo (Faraó) para a liberdade, para estar na intenção de fazer tudo em prol do Criador. Então, no exílio, o desejo verdadeiro (Kli) foi revelado – oração pela ajuda do Criador.

É na ascensão, na saída da escravidão do egoísmo que a pessoa experimenta o Maror (verduras amargas), porque especialmente na ascensão ela pode provar a amargura – o gosto da queda.
Afinal, a luz sai da escuridão.
Acontece que a amargura é adoçada com uma ascensão. A luz é realçada pela escuridão – esta é a correção das trevas.
#Pessach

Até que o egoísmo seja completamente revelado, ele não pode ser erradicado – é impossível receber a força para erradicá-lo de cima. Portanto, todos os esforços contra o egoísmo revelam-no ainda mais – até que toda a força do egoísmo seja revelada e o desejo total de erradicá-lo – então o Criador o destrói!

Com a manifestação da intenção “em prol do Criador”, o egoísmo se afasta. A pessoa discerne até que ponto ele a governa e até onde ela está distante do Criador. Essa mudança parece uma separação do Criador, mas ela está se aproximando já que começa a sentir a necessidade da ajuda do Criador.

Até que a pessoa tente agir com a intenção “em prol da doação”, ela não revela a resistência do egoísmo. Mas quando percebe o significado de doação, “não para o próprio bem”, a expressão do desejo de erradicar o egoísmo, a intenção “pelo próprio bem “, a resistência total do egoísmo é expressa para não se permitir ser erradicada.

No início do exílio, sentimos o domínio do egoísmo, seguido pela impossibilidade de sair dele. Nós discernimos o significado de doar “não para o seu próprio bem”. Embora a pessoa deseje agir pelo amor do Criador, ela vê que não pode, mas justifica sua falta de intenção, e não se sente muito distante do Criador. Esse é o começo…

Do Twitter, 19/04/19

Infográfico De Pessach


Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 18/4/19

Desejo a todos Feliz Pessach!

Por favor, compartilhe o infográfico e veja uma explicação mais detalhada do significado de Pessach aqui: >>>>>>>>>>>>>>

Oito Dicas Para Educar Os Filhos

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 18/4/19

‘Nós amamos você como você é”, “Olhe para os outros e veja como eles são bem-sucedidos”, “Você não tem nada a temer, vá em frente”- qual conselho é certo e qual é prejudicial? Oito frases que usamos e a posição correta da sabedoria da Cabalá em relação a eles.

“Ativando” A Garantia Mútua

laitman_943Pergunta: Nós deveríamos cultivar constantemente a importância do princípio “Não há outro além Dele”?

Resposta: Se os amigos do grupo pensarem em como nenhum deles deve se esquecer de identificar o Criador como a causa básica de seus estados, então vocês realmente ajudarão um ao outro.

Este estágio é chamado garantia mútua; ele começa pelo fato de que simplesmente queremos mecanicamente ajudar-nos mutuamente a manter-nos no pensamento de que “Não há outro além Dele”. Ao mesmo tempo, cada um de nós pensa no outro.

Quando todos pensamos assim um sobre o outro, juntos, nós “ativamos” a garantia mútua e ela age. Neste caso, cada membro do grupo lembra mais frequentemente que o Criador é a fonte de seus pensamentos e sentimentos, e eles começam a se formar, a se conectar uns aos outros em uma rede.

Ajudando constantemente os amigos a se lembrarem de que estamos mutuamente incluídos uns nos outros e conectados ao Criador, tentamos identificar o Criador como nossa fonte comum. Cada um de nós se conecta com os outros de tal maneira que o sinal do Criador passa através de cada um para todos os outros. Este é outro nível de conexão.

Da Lição de Cabalá em Russo 11/02/19

A Fonte De Todas As Forças Da Natureza

laitman_753Pergunta: Quem é o Criador?

Resposta: O Criador é a força superior que inclui em si todas as outras forças do mundo.

Pergunta: Está escrito nas fontes originais: “É impossível entender o Criador sem tê-Lo experimentado”. Isto é correto?

Resposta: Sim, porque tudo o que entendemos, nós aprendemos com as sensações – como uma criança que põe tudo na boca para tocar, sentir. Para ela, o paladar é o receptor mais importante, o órgão mais importante da sensação. Da mesma forma, devemos experimentar tudo em nossos cinco sentidos, incluindo visão, audição, olfato, tato e paladar.

Quando sentimos algo neles, tudo se reúne em um sistema preciso e todas as nossas ciências se originam dele. Além disso, complementamos nossos sentidos com ferramentas que ampliam o alcance de nossos órgãos sensoriais naturais: binóculos, microscópios, telescópios etc.

No entanto, existem forças no universo que nossos sentidos não percebem. A ciência da Cabalá nos permite desenvolver um órgão adicional de sensação que inclui os mesmos cinco sentidos, mas em um nível diferente.

Explorando sua natureza, revelamos sua fonte comum, chamada “Criador”, e começamos a perceber como eles nos afetam, como determinam todas as condições, forças e circunstâncias em que existimos. Então, já estudamos o sistema de forças que determina nossa vida.

Assim começa a existência consciente do homem, quando já sabemos o que foi, o que será, por que foi e por que será, se podemos mudar alguma coisa no futuro, etc. Isto é, a vida se torna não apenas consciente, mas também gerenciável. Este é o assunto e o propósito da ciência da Cabalá.

De KabTV, “A Essência Da Ciência Da Cabalá, Parte 3”, 12/11/18