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Um Saco De Nozes Como Um Presente Para O Criador

Dr. Michael LaitmanUma Mitzva (mandamento) é a correção de nossos desejos para conectá-los em um só, em uma direção e uma intenção. Podemos dividir nossos desejos em 613 partes, 620 partes ou 10 partes e também em outras formas de divisão. No entanto, a Torá e as Mitzvot são, na verdade, uma correção que se chama a correção do desejo quebrado para receber, para receber a fim de doar.

Graças a esta correção, todos os desejos conectam-se a uma intenção geral, a uma fonte. Cada parte não se preocupa mais com seu próprio prazer, mas em deleitar o Criador. Assim, todas as partes se conectam, como está escrito, “Pois Nele nosso coração se alegra”. Nós nos conectamos graças ao nosso anseio por Ele.

Unidade só é possível através da conexão, como “Israel, a Torá e o Criador são um”, o que significa que nós queremos deliciar o Criador. Nós não podemos só nos conectar um ao outro se ela não visar o Criador porque os desejos de receber não podem se conectar por si mesmos. Eles só podem se conectar através de seu objetivo. Se cada um de nós quer deliciar o Criador, nós nos conectamos Nele!

É o mesmo quando se trata das partes privadas dentro de uma pessoa. Uma pessoa é um mundo pequeno que é feito de 620 partes. Cada uma das 620 partes egoístas da minha alma quer desfrutar comida doce ou amarga, ouvir música, descansar ou tomar ar fresco. Se eu quero cada um destes prazeres separadamente, eu sinto o que eu aprecio, e cada um dos prazeres é diferente do outro.

No entanto, se eu quero sentir todos os prazeres para doar no Criador, todos estes múltiplos pequenos prazeres privados se transformam em um grande prazer para mim. Isto é chamado de Luz única e simples de Ein Sof (Infinito) que não é dividida nas Luzes separadas de NRNHY.

Toda nossa unidade é completada apenas no Criador. Não pode haver nenhuma conexão entre nós fora do Criador, já que cada parte está envolvida na casca do seu ego e não pode se conectar com as outras. Nós somos como um saco de nozes que não podem se conectar umas às outras. Somente se nós nos anularmos e quisermos que o saco recolha e reúna todas juntas e seja a única coisa que as une, cada uma anula sua casca e todos se incorporam em um saco.

Portanto, “Israel, a Torá e o Criador são um” não é só um ditado. Não pode haver Israel (uma pessoa que anseia por Yashar El, direto ao Criador) e a Torá se eles não forem preenchidos no Criador. Este é um princípio muito importante.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/10/13, O Zohar

Adaptando Os Escritos Para As Pessoas

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como nós podemos revisar os artigos do Rabash e do Baal HaSulam em uma linguagem diferente para que sejam compreensíveis ao público em geral?

Resposta: Reconte-os com suas próprias palavras! Tome um pequeno artigo, leia-o, crie um plano e comece a reescrevê-lo, palavra por palavra.

Isto é como eu reescrevi O Livro do Zohar, O Estudo das Dez Sefirot e os artigos do Rabash. Por exemplo, eu tomaria um determinado artigo e substituiria as palavras por outras diferentes, usando o vocabulário que está perto de mim, e então eu iria verificar cada parágrafo para ver se parecia correto em comparação com o original, e ele sairia como um texto completamente diferente que pareceria compreensível e não tão arcaico como o original, numa linguagem humana normal e moderna.

Ao escrever isto tudo, você vai ver que não há nada complicado lá. Existem códigos especiais, mas nós já os entendemos. Temos que adaptar todos os textos a nós mesmos e às pessoas, de modo que, ao lê-los, elas vão sentir, por exemplo, que aqui é um pouco de psicologia e isso é filosofia e aqui ele escreve sobre biologia, evolução e assim por diante. Ou seja, elas vão ver uma abordagem saudável, normal para tudo.

Da Conversa sobre Disseminação 17/10/13

O Egoísmo Não Permite A Distribuição De Alimentos

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Reuters): “Um em cada sete americanos tomará um golpe na sexta-feira quando um corte de US $5 bilhões nos vales alimentação, a primeira redução linear na história do programa federal em décadas, entra em vigor.

“Mas se os Republicanos conservadores no Congresso conseguirem o que querem, a retirada desta semana pode ser só um gostinho do que está por vir para alguns dos quase 48 milhões de americanos que recebem benefícios no âmbito do programa de assistência nutricional suplementar.

“SNAP, o maior programa de combate à fome dos EUA, é projetado para ajudar as pessoas pobres – a maioria delas crianças, deficientes ou idosos – a comprar comida. Mas o cadastramento duplicou e o custo do programa quase triplicou desde 2004 e manteve-se em níveis recordes mesmo enquanto a economia melhora e o desemprego declina”.

Para aqueles que querem saber sobre abuso ou fraude no programa, aqui está um relatório recente do departamento de agricultura dos EUA sobre o “tráfico” no programa de assistência alimentar. Entre 2009 e 2011, aproximadamente US $858 milhões de vales refeição, ou apenas 1,3 por cento de todos os benefícios, foram negociados com um desconto em troca de dinheiro”. Fonte: The Washington Post

“De acordo com a ONU, hoje mais de 1 bilhão de pessoas no mundo sofre de fome. Especialistas acreditam que o problema não pode ser resolvido no âmbito do paradigma político-econômico atual. …

“Lappe, Collins e Rosset, em seu livro, derrubaram outro mito sobre a fome. Eles negaram a crença generalizada de que o mundo não produz comida suficiente. Na realidade, o principal problema é a abundância, não o déficit. O planeta produz alimentos suficientes para fornecer a cada pessoa 3.500 calorias por dia, e esse cálculo não inclui carne, legumes, frutas, peixe e outros alimentos. Hoje, o mundo produz tanta comida que todo mundo pode ter cerca de 1,7 kg de comida por dia – aproximadamente 800 gramas de produtos produzidos de cereais (pão, cereais, massas, etc.), aproximadamente 0,5 kg de frutas e legumes e cerca de 400 gramas de carne, ovos, leite e assim por diante. O problema é que as pessoas são pobres demais para comprar comida” Fonte: The Voice of Russia

Meu Comentário: É apenas o nosso egoísmo que não permite que todos possam viver com dignidade, em abundância. A mesma situação existe com todos os outros bens. Até nos corrigirmos, mudarmos nossa natureza de egoísta para altruísta, vai haver fome, doença e desigualdade no mundo. Apenas uma força governa em nós — o egoísmo, e para equilibrá-lo, temos a segunda força, oposta a ele — o altruísmo.

Isso só pode ser obtido pelo método de educação integral (IE). Através desta técnica, uma aplicação prática da sabedoria da Cabalá para a correção do ser humano, podemos realizar a chamada bíblica para “amar o próximo como a si mesmo”. De acordo com o programa de desenvolvimento da natureza nós temos que mudar a nós mesmos à força ou voluntariamente. À força é sob a pressão de grande sofrimento. Voluntariamente é através da educação e formação integral.

Como Meus Dez Dedos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como devemos construir o trabalho nos grupos de dez? Os grupos de dez podem ser formados de acordo com a participação em projetos?

Resposta: A divisão em grupos é muitas vezes útil para discussões, porque discussões em um formato grande são muito difíceis. Discutir significa ouvir outra pessoa, juntar-se a ela, completá-la, e ouvir os outros.

Um grupo de dez é um tipo de encontro que é o ideal para nossa estrutura interna, nossos pensamentos, nosso intelecto e nosso coração. Esta é a quantidade máxima de pessoas que eu posso incluir dentro de mim e posso vê-las todas como se fossem como os meus dez dedos. E se a quantidade for maior, é muito difícil, praticamente impossível. Se houver mais, nós automaticamente contratamos dez pessoas e às vezes apenas cinco ou duas. Depende do desenvolvimento de uma pessoa.

Da Conversa sobre Disseminação 17/10/13

Não Tenha Vergonha De Nossas Promessas

Dr. Michael LaitmanJá tivemos situações em que trabalhamos muito tempo em alguns projetos, e de repente apareceu uma necessidade de desenvolver e implementar um novo projeto. Paramos o trabalho em nossa fábrica e trabalhamos no projeto urgente por um mês ou dois.

Por um lado, esta foi nossa decisão conjunta. Por outro lado, no momento em que a decisão foi tomada, muitas coisas não estavam claras para todos: “Por que estamos fazendo isso? Para quê? Estamos lidando com algum tipo de disseminação conjunta comum, e o que mais?” As pessoas não entendiam o quanto isto poderia consolidá-las, incendiá-las, o quanto elas começariam a sentir umas às outras, o quanto isso iria arder dentro delas. Elas pensavam que não tinham necessidade disso: Por que partir em todas as direções ou, inversamente, entrar em alguma área específica?

Então, eu era obrigado a dar instruções diretamente para que todos estivesssem envolvidos especificamente nisso. Depois disso, as pessoas entendiam que isto tinha sido verdadeiramente imperativo, embora, no início, muitas fossem contrárias e algumas até pensassem que precisavam estar envolvidas somente com a sabedoria da Cabalá.

Nós tivemos um amigo que estudou com a gente por quinze anos. Ele, em última análise, não entendeu que a disseminação tornou-se uma condição necessária para a nossa conexão e unificação e, portanto, foi obrigado a sair, pois se duas pessoas não dão origem a um terceiro componente, não se importam com ele como se fosse seu filho pequeno, e não se unem, isto não é uma família, mas simplesmente duas pessoas vivendo juntos.

Uma família é quando há uma terceira coisa em comum, e agora nós vamos sair para um projeto como este em que estamos envolvidos juntos: este é o nosso filho pequeno e ele nos leva em direção à unidade e à conexão.

Além disso, este projeto nos deu um senso interno de urgência de que precisamos levar às pessoas o que lhes falta. Nós fomos às massas, prometemos-lhes tudo o que podíamos, e depois nos encontramos em um dilema, “E o que mais? Como nós iremos satisfazê-las? Como nós realizaremos o que prometemos ao povo?” Você vê que todas elas se encontram aqui ao nosso lado, e você não pode fugir delas para algum lugar como um circo itinerante.

Em outras palavras, nós intencionalmente lhes prometemos muitas coisas. Segue-se que nós tomamos intencionalmente sobre nós missões grandes e ambiciosas e prometemos às pessoas que as realizaríamos. Nós nos colocamos numa armadilha. E não temos outra escolha, exceto com medo, vergonha, tremor interno, ser infundidos com essa condição que nos obriga a nos unir, pois, caso contrário, nada irá emergir para nós. E o que vamos fazer agora? Onde vamos encontrar esse poder que vai satisfazer tudo que prometemos ao povo?

Segue-se que todas as promessas para os círculos mais amplos da sociedade forçam a pessoa a uma mobilização interna, a estar conectada com os outros, obrigando a busca de uma saída. E só há uma saída: gritar para o Criador. Unir e gritar para o Criador.

Caso contrário, eles vão bater em você. Eles vão te envergonhar. Eles vão se relacionar com você com desprezo. No final, todo o trabalho que temos feito vai se tornar publicidade negativa para você. Você será como todo o resto dos partidos e organizações que apenas fazem promessas e não executam nada e não podem fazer nada.

Portanto, é necessário especificamente sair para os círculos mais amplos da sociedade e fazer promessas, e depois disso esclarecer como você cumprirá essas promessas para não ter vergonha de sair à rua. O Criador irá organizar sentimentos de vergonha como estes para você, que vai obrigá-lo a se unir, a procurar a salvação, e então tudo ficará bem.

Da Conversa sobre Disseminação 17/10/13

Sobre Artes Marciais

Dr. Michael LaitmanPergunta: Muitos dos seus alunos estão envolvidos com esportes, têm títulos e prêmios. Eu ouvi dizer que você também continua envolvido com esportes. Como você se relaciona com o esporte e quais são suas raízes no mundo espiritual, especialmente as artes marciais?

Resposta: Esportes em geral são benéficos até certo ponto. Vou dizer-lhe o que penso sobre as artes marciais. Um verdadeiro lutador que domina essas habilidades supera o medo natural que está presente dentro de cada pessoa, porque cada um de nós é um egoísta. Ao adquirir a arte do combate corpo a corpo, a pessoa sente que não pode ter medo de nada, e, portanto, está pronta para se abrir, abrir seu coração, ser gentil, amigável e solidária para com os outros, já que ela não tem medo de nada. Ela mesma protege o seu ego. Através das artes marciais, ela adquire um escudo, de modo que não tem nenhuma necessidade de uma espada. Esta condição é chamada de “poder da bondade”.

Portanto, quando usado corretamente, todas as artes marciais são nobres. Se nossa natureza não fosse egoísta, não haveria nenhuma necessidade de acalmar o ego ou necessidade das artes marciais. Mas, apesar disso, o nosso ego é nossa única natureza e não temos mais nada. Portanto, ao criar uma “tela” sobre o nosso ego, ao acalmá-lo com a ajuda das artes marciais, podemos nos abrir em relação aos outros, e, portanto, por mais estranho que pareça, o controle e a dignidade das artes marciais levam à bondade e a união.

Produzam As Leis Integrais Juntos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando nós começamos a trabalhar com pessoas na área da educação integral, será que nós enfatizamos o método em si ou no grupo de dez, no qual a força integral é revelada?

Resposta: No grupo de dez, onde as pessoas que recebem treinamento e educação integral começam a descobrir esse método. Afinal, nós sabemos o quanto ele entra e permanece em uma pessoa. Assim, a importância da transmissão conceitual e verbal desaparece.

As pessoas devem sentir tudo e alcançar essas conclusões que queremos ensinar a elas. Portanto, todas as perguntas que nós fazemos no decorrer do workshop devem ser orientadas para isto, pois isto irá produzir o resultado mais confiável.

Elas, de repente, começarão a compreender: “Sim, isto deve ser assim”, e imediatamente lhes perguntamos, “E por que não de outra forma?” E elas mesmas convencerão a si mesmas e a nós com a conclusão integral a que chegaram: é definitivamente necessário concordar com o que outra pessoa diz, e eu apenas a complemento, e quem vem depois de mim me complementa e assim por diante.

Em outras palavras, todos nós devemos chegar a algum tipo de opinião comum que aceitamos, não que ela seja é imposta ou comprimida em nós durante alguns diálogos astutos ou persuações políticas; pelo contrário, torna-se a opinião de todos, sem exceção. Como é possível encontrar uma opinião como esta, em que todos a sentirão especificamente como minha solução? Não é que eu abro mão; eles não me convencem. Em vez disso, ela existe na mesma forma como eu a expresso. Então, esta será a união integral.

Depois disso, todo mundo atinge uma opinião comum de que devemos resolver tudo numa base equitativa, de acordo com aquelas características que a natureza deu a cada um. Isto é, a igualdade das pessoas só pode ser condicional. E assim por diante. Assim, os alunos devem produzir todas as leis comuns integrais por conta própria.

De Kab TV “Através do Tempo” 17/09/2013

Na Vanguarda

Dr. Michael LaitmanPergunta: O nosso grupo central em Petach Tikva está atualmente envolvido num sério esforço de disseminação. O que podemos fazer para fortalecê-los?

Resposta: O grupo central está na vanguarda da luta pela verdade no mundo.

Levar a verdade ao mundo significa revelar a Cabalá como o método de correção da humanidade, porque não há necessidade de corrigir o mundo, mas é necessário corrigir o ser humano. A cada dia que passa, mais e mais pessoas entendem que, se continuarmos a viver dentro de nossa natureza egoísta, vamos perder a possibilidade de uma existência futura na Terra, isto é, vamos enterrar a nós mesmos e não seremos capazes de fazer alguma coisa.

Está escrito no Livro do Zohar que o anjo da morte (o seu desejo egoísta) surge diante de uma pessoa segurando uma espada com uma gota de veneno em sua extremidade. E não sendo capaz de evitar a ganância, a pessoa abre a boca e engole a gota que o anjo da morte coloca em sua boca, e morre.

Nós não podemos corrigir o nosso mundo; nós não podemos nos corrigir por qualquer outro meio, mas através da atração da Luz Superior. Para fazer isso, a sabedoria da Cabalá foi dada.

Além disso, não somos capazes de corrigir a nós mesmos, mesmo com a ajuda da Luz Superior, se não estivermos organizados em um grupo, não estudarmos a estrutura dos mundos superiores, o estado correto da matéria, onde a Força Superior vem e aparentemente irradia sobre nós se buscamos esses estados.

Chegou o momento em que devemos revelar isso ao mundo. Devido a isso, nós vamos subir.

Da Convenção na Bulgária 01/11/13, Lição 2

Não Há Como Voltar Atrás

Dr. Michael LaitmanÀ medida que avançamos, há todos os tipos de temores egoístas, incertezas e hesitações. Naturalmente, não queremos tomar tais medidas drásticas. Parece que seria melhor suavizar tudo, não falar abertamente contra as forças poderosas do mundo.

Isto é semelhante à forma como o Faraó vai contra Moisés. Quem é Moisés? Ele é ninguém e nada porque tem medo o tempo todo, em temor ao Faraó. Mas o Criador o empurra para frente e obriga-o a confrontar o Faraó face a face, ou seja, a se levantar contra a manifestação de todo o egoísmo do nosso mundo.

Moisés (da palavra “Limshoh“- extrair, em hebraico) é a força que nos puxa para fora do egoísmo.

Moisés não é livre. Ele está diante do Faraó, tremendo de medo, mas é o Criador que lhe coloca nestas condições e, portanto, se ele as aceita, ele ganha.

Hoje, nós estamos em um estado que nunca seríamos capazes de planejar por nós mesmos, em um estado de incerteza absoluta, com a ameaça de conflito. E eu estou incrivelmente feliz com isso. Esta alegria é múltipla, multifacetada.

Primeiro de tudo, essa alegria vem do fato de que nós merecemos esses adversários. Baal HaSulam escreveu que queria explodir o muro entre a humanidade e a sabedoria da Cabalá, pois só ela pode salvar a humanidade. Hoje ela se manifesta. Nós merecemos enorme publicidade, o que nós mesmos não conseguimos criar. Se é positivo ou negativo, não importa. Publicidade é publicidade.

Nós estamos fazendo progressos na disseminação. Isto nos obriga a subir, a avaliar tudo de forma diferente. Nós vamos lutar. Tudo isso não é simples, pois envolve um grande risco, e de fato é. Mas a recompensa é enorme, e não há como voltar atrás.

O Criador define essas circunstâncias e faz tudo para que não possamos escapar. A imagem é completamente clara para mim, e nossos amigos começam a ver que não há saída; o Criador nos coloca diante do Faraó, forçando a trabalhar.

Eu estou muito feliz com isso, primeiro porque nós merecemos uma atitude tão forte e dramática do Criador. Em segundo lugar, porque todo o grupo mundial entende este estado, esta batalha crítica, e nós estamos dando o nosso último esforço; nós concordamos em resistir ao ataque e respondemos corretamente a ele; por um lado, nós fazemos com calma, e, por outro lado, sem medo, sem hesitação, sem dúvida.

O período atual me dá confiança de que realmente estamos diante do exílio egípcio. Estas já são batalhas sérias contra o nosso egoísmo, que agora é revelado a nós neste caminho, especialmente na última etapa da nossa luta contra certos círculos.

Diz-se que quando o povo de Israel estava saindo do Egito, houve uma perseguição. Além disso, não é dito que os egípcios os perseguiram, mas Erev Rav (a multidão mista). Quem eram eles? Não havia ninguém para ir atrás dos israelitas, porque o exército do Faraó foi derrotado, e todos os servos supostamente morreram das dez pragas.

Quem ficou para trás no Egito? Aqueles que se agarraram a ele, aqueles que tinham medo do Criador, que trabalhavam para o Faraó. Nós estamos em guerra com eles agora. Se nós chegamos a esse estado, estamos muito perto da saída do Egito. Eu parabenizo a todos nós com isso.

Da Convenção na Bulgária 01/11/13, Lição 2

Um Membro Passivo Não É Um Amigo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como cada membro do grupo pode ser como Moisés que exige que o Faraó deixe o povo de Israel (todo o grupo) sair do Egito?

Resposta: Cada um deve ser como Moisés. Não basta ser um membro passivo, porque assim você faz um furo no barco geral. Você tem que dar o seu melhor, caso contrário, você não é um amigo.

Imagine que todos nós estamos pendurados em um penhasco acima de um abismo, cada um segurando o outro, e você está segurando todos com um quarto de sua força. Como você pode ser chamado de amigo? Você tem que dar 100% de suas forças a cada momento, tanto quanto você puder. Ou você não será capaz de fazê-lo, e você vai sair repetidamente e depois voltar. Mas, a fim de esclarecer as coisas o mais rápido possível, você tem que entender que as coisas podem ser assim.

Claro que o desejado e a realidade nem sempre são compatíveis uns com os outros. Mas, ainda assim, você tem que verificar a si mesmo no que diz respeito ao estado ideal. Só então você pode realmente ser chamado de amigo.

Nossa conexão cria um lugar para a revelação do Criador, e é só por essa razão que nós lhe damos prioridade. Ao nos conectar, nós criamos as condições para a revelação do Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 30/10/13, Escritos do Rabash