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Quando os justos se Unem

Assim que os justos [queles que desejam justificar a Criador] se unirem, para lá, imediatamente intensifica-se o ódio mútuo [egoísmo] que causa brigas e discussões. – O livro, Noam Elimelech

Quando dez de Israel [que se esforçam em direção ao Criador] se unem a fim de adquirir a propriedade de amor e doação, através da sua força da unidade, a propriedade do amor e da doação, são atraídas para o mundo -.Yehuda Leib Aryeh Alter, a linguagem da verdade.

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Cabalistas Sobre Cabalistas, Parte 10

Entre o Criador e o Faraó

Na natureza não há liberdade que surgiu do nada. A Natureza é um sistema de leis e não pode estar além da lei. Estamos sendo controlados por duas forças: recepção e doação. Liberdade é quando somos capazes de complementar a ação de uma força com a outra e, estando entre elas, compreender a realidade que unificou ambas.

Eu sempre tenho que escolher sobre qual influência eu irei me colocar, sob o controle de que força estarei. Tem que ser uma coisa ou outra: a força de doação ou a de recepção

Além disso, a fim de ganhar autonomia, eu não quero ser dominado por qualquer uma delas. Por um lado, o Faraó me diz: “Quem é o Criador e porque devo ouvi-lo? “Mas por outro lado, eu tenho que preservar o Faraó intacto, mesmo mantendo-me à distância. Eu fujo dele para que eu possa obter a segunda força também. Antes, eu era escravo do Faraó, e agora eu me tornarei escravo do Criador.

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Momentos De Cabalá – Pedir Com Jeito

Momentos De Cabalá – Resistir À Conexão

Esclarecer Os Princípios Da Educação Global Para Todos

Dr. Michael LaitmanToda a sabedoria da Cabala é somente um método de ensino. Afinal, a pessoa precisa mudar, crescer de um “pequeno selvagem” vivendo neste mundo para um ser humano semelhante  ao Criador. Nós nem podemos sentir isso: a meta é tão elevada, oposta a nós, que faz a nossa percepção falhar.

Nós passamos por mudanças ao longo do caminho para nos tornar cada vez mais semelhantes ao Criador. Ao nos transformarmos, revelamos nossos novos estados no mundo espiritual, nos níveis espirituais. Todos estes estados são essencialmente as etapas da educação. Nós estamos sendo educados pela Luz superior que nos rodeia; nós mudamos e assim passamos pelo processo de educação.

Assim, a Cabalá é o método que permite que a pessoa eduque-se em equivalência com o Criador. Nós fazemos isso com a ajuda de um professor, as fontes, e o grupo ou ambiente. Essa educação exige diferenciação entre crianças e adultos, entre homens e mulheres, ou os vários tipos de pessoas. Devemos procurar uma forma de ajudar que todos recebam a educação correta.

Porque cada pessoa que recebeu o despertar espiritual tem que se corrigir e facilitar a correção geral de todos. Essencialmente, “todos” são ela mesma. Se ela se relaciona com os outros desta forma, ela terá que corrigi-los. No entanto, se ela se separa do resto, ela se torna um “reformador”, que só corrompe a si mesmo e aos outros.

Nós teremos que esclarecer essas questões e formulá-las de uma forma clara e compreensível. Nesta fase, toda a humanidade está se aproximando da realização da sabedoria da Cabalá; ela começa a sentir a necessidade de educar-se ao nível da correspondência com o Criador. Caso contrário, vamos começar a sentir quantas desgraças a nossa oposição a Ele nos traz.

Com este objetivo em mente, estamos preparando uma lista de princípios de educação global. A chave é que eles devem ser compreensíveis a todos. Nós mesmos temos uma idéia relativamente boa sobre onde eles nascem. Não é difícil para nós falar sobre estes princípios na linguagem da Cabalá e na linguagem que o Baal HaSulam os apresenta, principalmente em seus artigos. Mas como podemos torná-los aplicáveis ​​a qualquer pessoa no mundo? Este é o problema que estamos enfrentando hoje. Vamos tentar resolver isso.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/03/11 sobre os Princípios da Educação Global

O Caminho Para A Auto-Realização

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Yitro (Jetro)”, Item 199: Sua testa é grande, mas não tanto, suas linhas são cinco: três que atravessam a testa de um lado para o outro, e duas não estão atravessadas. Tende ao confronto, principalmente em sua casa, todas as suas ações são apressadas, e ainda que pareçam ser benéficas, não o são. Elogia-se com aquilo que não tem. … É indulgente em seu discurso, mas nada mais. Coloca-se onde não lhe pertence, e quem colabora com ele deve ter o cuidado de sua cobiça, mas triunfará com ele.

O Zohar nos fala sobre o quão complicado somos por dentro. Toda vez que revelamos novas qualidades dentro de nós, que podem ser boas ou más, e que constantemente vem substituir uma outra, devemos usá-las para discernir todas as nossas oportunidades de realizar-nos no estado atual, para descobrir todas as nossas fraquezas e limitações. É assim que, continuamente, a pessoa realiza-se mais, e isso significa que ela atinge o Criador, como está escrito: “Eu O conhecerei de Suas ações”.

No final das contas, todo o nosso caminho é o caminho da realização pessoal, a realização de nós mesmos. Em essência, toda a ciência da Cabalá explica à pessoa quem ela é: o feito (ação) do Criador. Portanto, você não precisa de mais nada: na medida em que você entende como o Criador criou você, o que Ele criou em você, porque e de que forma, ou seja, o quanto você irá alcançá-Lo.

Portanto, ao ler as descrições dessas imagens do homem, temos que entender que nem uma delas é apagada. Todas complementam-se através de suas qualidades, que são semelhantes ou opostas às daLuz, e, no final, atingem a imagem do Criador.

Além disso, temos que entender que se está falando da pessoa que avança na espiritualidade e é assim que ela se vê agora, com suas qualidades positivas e negativas em relação à Luz, o Criador. Mas a própria pessoa está julgando a si mesma, e ela compreende essas qualidades. Outra pessoa poderia vê-las de forma diferente, porque “cada pessoa julga conforme seus próprios defeitos”.

Se uma determinada imagem aparece diante dela agora, isso só lhe parece, mas não existe por si mesma na realidade. A única imagem que existe por si só, é a imagem do Criador. Mas essas imagens são representadas dentro da pessoa por suas qualidades internas.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/03/11, O Zohar

A Criação Multidimensional

Dr. Michael LaitmanO Criador criou um único desejo que, inicialmente, estava em total união com a Luz que o concebeu, em uma adesão sustentada pelo poder da Luz. Esse é o primeiro e, da parte do Criador, totalmente perfeito estado; somente a criatura não o sente. Isso é porque esse estado foi criado pelo Criador, e lhe falta a consciência da criatura. Essencialmente, não há criação ainda, há somente algo que foi criado e existe por causa da força que o gerou.

Assim, o ser criado precisa passar por um longo processo para ganhar autoconhecimento, e existem vários estágios nesse caminho. Primeiro, ele parece não existir de forma alguma, como “existência a partir da ausência” (Yesh Mi Ain). Porém, no final, a criatura é preparada para se tornar “existência a partir da existência” (Yesh Mi Yesh), isto é, como o Criador.

A criatura supera essa discrepância, de “Yesh Mi Ain” a “Yesh Mi Yesh”, gradualmente, pelo seu desenvolvimento passo a passo, adquirindo finalmente uma segunda natureza: a natureza do Criador. Porém, para alcançar isso, ela tem que agir independentemente, para alcançar por si mesma: o que a criação, “Yesh Mi Ain”, e o Criador, “Yesh Mi Yesh”, são e como eles diferem.

Ela tem que acessar constantemente esses dois estados ao concordar ou discordar com eles, isto é, ao declarar seus desejos, tendo recebido livre arbítrio. Assim, a criatura se aproxima ainda mais da forma do Criador e a aceita não porque ela seja mais prazerosa e benéfica (isto é, não por causa da sua aspiração egoísta), mas porque, de fato, ela adquire as qualidades do Criador, os atributos da doação pura.

Em geral, a realização só é possível através da equivalência de forma. De outra forma, nada pode ser alcançado. Nem o Criador nem Suas qualidades podem ser compreendidos se a pessoa não os possui. Assim, para que o ser criado alcance o Criador completamente e se torne semelhante a Ele, o Criador divide o estado que Ele partilha com o ser criado em múltiplas partes, estados consecutivos, e vários desejos e pensamentos.

Isso pode ser visualizado como a construção de blocos ou como um quebra-cabeça, mas não como um uni ou tridimensional, mas como a construção de blocos em um sem número de dimensões. Qualquer parte desse quebra-cabeça tem um número infinito de lados com os quais se liga a todos os outros, para que assim ninguém tenha nada de si mesmo, mas sempre sua parte superior se conecte com a superior, e sua parte inferior se conecte com a outra parte abaixo dela.

Todos estão todas conectados de tal maneira que ninguém tem nada que pertença a si mesmo, exceto uma coisa: o ponto central no Tabur (umbigo). É o lugar onde cada um decide o quanto quer participar de forma independente, com sua própria realização e consciência, e alcançar essa interconexão onde, contra sua vontade, encontra a si mesmo para dar toda sua força e desejo para sustentar a ligação.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11, Escritos do Rabash

A Conversa Entre O Criador E Sua Amada Criação

Dr. Michael LaitmanQuando eu começo a corrigir meus relacionamentos com o mundo inteiro, com todas as outras almas, e com os amigos no grupo que estudam comigo, de repente descubro que só existe o Criador e eu, e ninguém mais. Em outras palavras, existem meus amigos, o mundo, a natureza inanimada, vegetal, e animal, pessoas e almas, e tudo isso é, essencialmente, as manifestações do Criador que pertencem a mim.

Afinal, o Criador não pode Se mostrar a mim como a Luz sem o vaso (Kli), uma vez que eu não terei nada com que percebê-Lo. Desta forma, o Criador divide a criação em duas partes: a própria criação, sua alma, e os outros desejos além dessa criação que são qualidades do Criador.

“O Criador” (Boreh) vem das palavras hebraicas “venha” e “veja” (Bo e Reh). Em outras palavras, se o ser criado se conecta com o Kli que está aparentemente fora dele, ele expressa sua atitude para com o Criador, e nesse vaso surge a Luz. Tudo isso dá à criatura a oportunidade de perceber a força superior (relativo a si mesma).

Então, a criatura começa a entender a “linguagem” do Criador, a conversa que o Criador está tendo com ela. Algumas vezes, parece à criatura que esse Kli “externo” está acima dela, e outras vezes que está abaixo dela. De vez em quando ela vê o mundo como um vácuo onde não há nada. Porém, se a criatura entende que é o Criador quem cria esse espaço vazio, para a criatura preencher com seu desejo de doar por si mesma, ela recebe um lugar para trabalhar.

Nesse vazio, existe a falta da Luz da fé, a Lua da doação, Hassadim (Misericórdia). Se a criatura é capaz de preencher essa dimensão vazia com a Luz de Hassadim, consequentemente, ela se une ao Criador e também pode encontrar ali a Luz de Hochma (Sabedoria).

Existem estados opostos quando o Criador permite que a criatura se sinta satisfeita. Primeiro, você sente que está de pé diante de uma enorme Luz que por enquanto está fora de você. Essa sensação nos é dada nas primeiras nove Sefirot (Tet Reshinot). Você tem que fazer uma restrição nisso, elevar seu limite interno, para que assim você possa receber a Luz (no Nikvey Eynaim), e trabalhar nas três linhas para avaliar com sua tela a satisfação que está diante de você, ou discernir em qual medida você pode recebê-la para doar.

Assim, nós avançamos passando por vários estados, mas nem sempre conscientes deles. Porém, eles só se revelam quando nós não esquecemos que só há uma única Luz e um único vaso que está dividido em muitas partes para o nosso bem, e que temos que incorporar gradualmente em nós mesmos com a intenção de doar.

Nesse caminho, há dois estágios para nós. O primeiro é o patamar de Biná (Hafetz Hesed) onde a pessoa não pode realmente se conectar com os outros por agora e somente aprende a resistir a seu egoísmo, eleva-se acima de seus desejos, acima de sua “inclinação ao mal” que está sendo revelada e obtém os Kelim de GE (Galgalta Eynaim).

Depois, a pessoa começa a trabalhar com a “unificação da qualidade da misericórdia e o vaso” quando até mesmo os seus desejos de receber, que estão incluídos nele, são usados somente para doar.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11, Escritos do Rabash

No Limiar De Descobertas Sem Precedentes

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante a aula do O Livro do Zohar, milhões de expectadores olham para estranhas letras, ouvem estranhas palavras, e esperam algo que não podem definir. É isso que o senhor chama de método científico?

Resposta: Em primeiro lugar, uma pessoa normal vive de acordo com seus instintos e entende tudo de forma natural. É assim que ela foi ensinada na casa dos pais.

Segundo, a pessoa que estudou as ciências desse mundo sabe como se relacionar com a natureza baseada no conhecimento científico que obteve. Essa é uma abordagem planejada. Por exemplo: um mecânico, um eletricista, ou um especialista em qualquer outra área que recebe uma educação apropriada, pode fazer trabalho manual ou intelectual, tem um conjunto de ferramentas para o trabalho, e com isso forma sua atitude para com a natureza.

Não lhe é permitido trabalhar com algo que não seja familiar; somente depois que seu conhecimento e experiência foram checados é que ele é aceito num trabalho em um campo específico. Suponha que a pessoa estudou mecânica e agora pode consertar máquinas ou dispositivos mais complexos. Ela usa o conhecimento adquirido em seu trabalho, mas é mais ou menos ciente daquilo que está lidando.

Terceiro, um cientista é uma pessoa que descobre algo que era previamente desconhecido, um fenômeno que não poderia ser adivinhado previamente. Algumas vezes, ele pode sentir, supor, e ser estimulado por algo, mas não tem claras definições internas sobre isso. Isso é o que chamamos descobrimento de um novo fenômeno na natureza.

Nesse ponto, surge uma pergunta: como eu posso descobrir novos fenômenos? Eu preciso me sintonizar com eles, mas o que significa “com eles” se eles são novos? Eu devo antecipar certos resultados, descobertas, e eventos que talvez aconteçam, ou não devo?

Portanto, a ciência tem duas partes. Há a teoria, onde as hipóteses são feitas e depois exploradas através da pesquisa. Assim, novos fenômenos são revelados. Essa é a maior parte da ciência, que é construída no exame de ideias que os cientistas têm a respeito de descobrimentos esperados. Sem isso, é impossível avançar.

Porém, também existem cientistas que pesquisam em completa escuridão. Eles não têm teorias preliminares, hipóteses, e ideias sobre possíveis descobertas. A Cabalá é uma ciência, e nós a utilizamos em todas as formas acima mencionadas: como pessoas comuns, os especialistas que a estudam, e como cientistas que, de algum modo, podem visualizar fenômenos que podem existir.

Aqui está o problema: em todos os nossos estudos, começando com pessoas comuns como em nosso mundo e indo até grandes cientistas que não sabem aonde estão indo e o que encontrarão na natureza, e em todos esses níveis na ciência da Cabalá, existe uma parte imprevisível sobre a qual você não sabe nada.

O que é desconhecido? Você não sabe que qualidade, que fenômeno você realmente irá encontrar dentro, porque você não tem essa qualidade. Você não pode nem mesmo imaginá-la.

Afinal, você irá descobrir nela o Kli (vaso) da percepção que você constrói, enquanto que o fenômeno é o próprio vaso. Você não pode experimentar previamente o que exatamente você irá revelar dentro de você, uma vez que você nunca sentiu isso antes, não possui qualquer intuição, e não pode nem mesmo adivinhar. É um novo Kli. A impressão, a sensação, é totalmente nova.

Assim é como nós avançamos na sabedoria da Cabalá. Mesmo em algo pequeno e simples, não há nada que nós possamos conhecer previamente. Desta forma, nossa abordagem quando lemos O Livro do Zohar é correta. Eu espero que a Luz que Corrige venha e corrija meus Kelim, meus desejos. Por exemplo: eu não posso ver nada sem meus óculos. Existe algo diante de mim, mas eu preciso de um dispositivo para ver isso. Eu coloco meus óculos e vejo algo novo.

Assim, ao lermos O Livro do Zohar e olharmos para as letras “mortas” e para o texto que não faz nenhum sentido para nós, nós precisamos abordá-lo como cientistas do mais alto grau, que estão prestes a descobrir algo sem precedentes para si mesmos.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11, O Livro do Zohar

Um Estado Que Se Estende Sobre O Mundo Todo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Um adulto não pode passar seus pensamentos a uma criança; ele só dá um exemplo pela demonstração. Como nós mostramos um exemplo ao mundo externo?

Resposta: Nos Escritos da Última Geração, o Baal HaSulam escreve que nós precisamos nos tornar tal qual um exemplo vívido da sociedade corrigida, para que todo o mundo possa ser atraído para nós. Nós iremos criar um sistema de educação e o mecanismo correto de relacionamentos para que o mundo possa ver claramente o que ele é. As convenções de Cabalá e os sucessos das crianças também são modelos maravilhosos do que é possível. Iremos demonstrar ao mundo inteiro que isso é bom, e o mundo desejará se juntar a nós.

Nosso exemplo não está num lugar específico. Ele está em todo lugar; ele é virtual. Estamos criando um estado espiritual virtual sem fronteiras e atributos materiais. Nele, tudo é construído e fundado na conexão interna entre as pessoas, e todo o resto é somado com base nos mesmos princípios.

Isso é o que pode atrair as pessoas para nós: uma conexão única onde encontramos um fenômeno espiritual, a Luz, uma vida eterna e perfeita. Isso dá à pessoa segurança e entendimento de onde ela está.

Nosso estado não é como os estados do mundo com suas fronteiras, exércitos, governos, ministros e agências. Não, o nosso é totalmente virtual e espiritual.

Pergunta cont.: No entanto, o que nós demonstramos exteriormente?

Resposta: Não se preocupe. Nós oferecemos uma informação aberta e simples ao mundo, e ela será recebida da forma correta.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11 sobre Um Mundo Integral