O Livro do Zohar foi publicado em Português para a próxima Convenção em São Paulo, Brasil.
Eu recomendo o livro Integração: A Estratégia Da Sobrevivência Humana , escrito por meu aluno Mikhail Glizerin.
Do capítulo “Integração Global”: “Nós estamos acostumados a acreditar que existimos num mundo onde existem cerca de 200 países com um governo em cada um deles. Mas a globalização mudou essa realidade. Na verdade, nós vivemos num mundo onde há um país com 200 governos.
“Ou seja, nós estamos numa situação perigosa de poliarquia que precisamos levar em conta. Mas, enquanto isso, o mundo prefere fechar os olhos. Como nós podemos existir num limbo? Como a união pode ser realizada? Afinal, ela não pode ocorrer nem mesmo como a própria evolução (apresentada como globalização) nos obriga a fazê-lo”.
Clique aqui para baixar o livro (em russo).
A Midwest Book Review, um dos cinco principais revisores de livros no mundo de língua inglesa, publicou comentários muito positivos sobre o meu livro ‘Self Interest vs. Altruism in the Global Era: How Society Can Turn Self Interests Into Mutual Benefi’ (Auto Interesse versus Altruísmo na Era Global: Como a sociedade pode transformar interesses próprios em benefício mútuo – tradução livre do título em inglês).
O livro explora a existência da humanidade neste planeta e revela como o nosso egoísmo coletivo tem influenciado o desenvolvimento da nossa sociedade. Pela compreensão do ego e suas origens, o leitor descobre uma nova compreensão da existência global integral como remédio para os males da sociedade. Ele aborda os nossos atuais desafios sociais e políticos e explica como podemos usar nossos egos para resolvê-los, em vez de continuarmos o ciclo de queda em que a humanidade se encontra.
A Midwest Book Review é o maior e principal recurso da Internet para editores, escritores, bibliotecários, livreiros e leitores. Eis um trecho da revisão:
“Afirmando que o futuro da sociedade reside na cooperação das pessoas em trabalhar em conjunto pela sociedade, afirmando que grande parte da degradação da sociedade nas últimas décadas tem sido o resultado do narcisismo e da ganância, “Auto Intersse vs. Altruísmo” é uma leitura curiosa e recomendada para aqueles que acreditam que o otimismo na natureza humana não está totalmente perdido”.
Eu fui convidado a expressar minha opinião sobre o livro de George Friedman, Os Próximos 100 Anos: Uma Previsão para o Século XXI (tradução livre).
Meu comentário: O livro é escrito de forma leve, para o público em geral. O livro inteiro é baseado na suposição de que o mundo não muda e que a natureza não tem qualquer programa ou meta de levar a humanidade à união, pela força ou consciência. É por isso que tudo se resume aos pensamentos “mecânicos” de como manter a superioridade dos EUA neste mundo predatório.
É impossível discutir com isso, porque é baseado na suposição do autor de que o mundo é governado pelo poder do homem. Mas se o nosso mundo se desenvolve de acordo com as leis da equivalência da humanidade com o universo inteiro, em todos os seus níveis, então a lei do desenvolvimento social nos levará a uma sociedade da garantia mútua. Isto acontecerá em um dos dois cenários:
O segundo método é proposto pela Cabalá.
Pergunta: Ao que devo me agarrar durante a leitura do Livro do Zohar, ao grupo, ao Criador ou ao Rabi Shimon?
Resposta: Não há Rabi Shimon, Criador, grupo ou Luz, nada. Há uma impressão interior de uma pessoa que está dividida em tais termos.
Eu não sei o que existe fora de mim. Eu só sei que existe algo chamado “Eu” e eu não sei o que é. Esse “eu” está impressionado com alguma coisa. Eu também não sei o que o impressiona.
Assim, eu estou em certo estado chamado “minha realidade”. Agora, eu preciso investigar essa realidade: quem sou eu e o que eu sinto? A ciência da Cabalá fala sobre isso: como revelar este estado.
Nós começamos a partir daqui. Isso é chamado de “compreender o significado da vida”. Não estamos falando de nossa vida na terra por várias décadas, mas sobre atingir a própria essência da realidade na qual eu e o que eu sinto são, a saber, esta presença em minha primeira realização: “Eu” e “sinto”.
Toda a ciência da Cabalá é destinada à pessoa revelar a verdadeira realidade – o que acontece a você quando você tem uma noção do que ela é, o que este mundo imaginário que você vê apresenta e, em geral, toda a realidade, a vida e a morte, impressões boas e ruins.
Por que eles surgem? Para que você comece a formar a si mesmo: quem você é, o que você sente, como, e assim por diante, até você começar a descobrir o ponto de estabilidade, a partir do qual você será capaz de ver e começar a organizar toda a realidade. Isto é o que significa a ciência da Cabalá.
Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/01/12, O Zohar
Pergunta: Como Abraão foi capaz de unir uma nação em sua época se ainda não havia a Torá que os unisse?
Resposta: A Torá não é um livro ou palavras, mas a Luz que corrige, a força que se revela sob a condição de que executemos ações especiais. Mas todos os objetos físicos e as palavras são apenas símbolos.
A ciência da Cabalá é chamada de Torá verdadeira, a sua parte interna. Mas um livro de Cabalá, por si só ainda não é Cabalá. A pessoa pode usá-lo para obter a noção chamada de sabedoria da Cabalá. Tudo depende da abordagem da pessoa. Se ela quer usar essa sabedoria em seu próprio benefício, para ela esta é uma informação abstrata. Mas se ela quer usá-la para alcançar o amor ao próximo, ela é chamada de Torá.
Isso nem depende tanto do livro. Outros livros, como o Talmude, a Torá e os Salmos também contêm a Luz que corrige. Mas a Luz contida nos livros Cabalísticos está mais perto de nós, se destaca mais, e é muito mais fácil de extrair. É por isso que nós devemos usar exatamente esses livros.
Em virtude destes livros, mesmo pessoas modernas como nós, que são pequenas e confusas, sem entender nada, podem imaginar que estão se aproximando de outro estado, de um mundo novo e diferente. O autor intencionalmente colocou no livro a Luz que está perto de nós.
Em contraste, a Luz contida em outros livros, como a Torá e o Talmude, está contida profundamente. Mas nos livros Cabalísticos ela brilha como que a partir da superfície, pois está muito mais próxima de você.
Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/11/11, “O Amor pelo Criador e o Amor pelos Seres Criados “
Queridos amigos,
Nós precisamos de seus pensamentos para o sucesso do nosso esforço de disseminação na próxima Feira do Livro de Frankfurt. A feira ocorre de 12 a 16 outubro, e mais de dez amigos de toda a Europa estão chegando para ajudar. No evento do ano passado nós assinamos 10 contratos relativos a direitos no exterior, e em 2011 nós assinamos mais de 20.
Foram publicados em 2011: Na Itália, três livros; na Espanha, dois livros; na Noruega, um livro; no Brasil, um livro; na França, um livro; na Alemanha, dois livros; na Macedônia, um livro; na China, um livro; na Suécia, dois livros; na Coréia do Sul, um livro; na Eslovénia, um livro, e na Turquia, cinco livros.
Por favor, vejam algumas capas de livro abaixo.
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Pergunta: Eu fiquei chocado com a sua afirmação de que os judeus americanos são contra Israel e sua existência como nação. No que se baseiam as suas palavras?
Resposta: Há um efeito puramente psicológico: quando uma pessoa vive em um determinado ambiente, ela quer justificar sua existência nele. Mas se ela tem um ambiente adicional, isso significa que ela não é totalmente fiel àquele na qual ela existe e, portanto, o ambiente a percebe como “não um de nós”.
Por exemplo, isso é evidente na reação das pessoas em relação ao caso Pollard, e no meu contato com muitos judeus americanos. Eles são muito críticos de Israel, porque seria mais confortável para eles se fosse diferente, mais atraente para os americanos. A opinião predominante entre eles é, “Israel não está agindo certo!”. Sem mencionar seu amor e apoio de Obama … E o que dizer de seus conselheiros judeus, que se incomodam com a própria existência de Israel no contexto de seus planos globais…
De modo geral, eu sugiro que você olhe para a história, a forma como a América se fechou à emigração dos judeus europeus, indiretamente enviando-os para as câmaras de gás. No entanto, o presidente Roosevelt era conhecido como “Presidente Rosenfeld” por causa do grande número de judeus em sua administração, e Bernard Baruch, financista e conselheiro de Roosevelt, era conhecido como o “presidente não-oficial”.
Um tempo atrás houve um documentário sobre a história da televisão, chamado “O Presidente dos Judeus”, que mostrou um conflito completo entre Bernard Baruch, do Departamento de Estado, e os judeus no Departamento do Tesouro e nos tribunais. Finalmente, o Departamento de Estado criou obstáculos burocráticos adicionais, tais como a exigência de apresentar um certificado de bom comportamento da polícia alemã.
Veja também: American refugee policy and European Jewry, 1933-1945, Richard Breitman, Alan M. Kraut, 1987
Página 102: O chamado “plano Baruch” propôs a criação de uma comunidade para a confissão de refugiados nos EUA.
Página 233: Baruch aparentemente planejou assentar os judeus (organizar colônias judaicas) em alguns territórios selvagens e abandonados, em vez da Palestina.