Textos na Categoria 'Crise'

Quando Os Problemas Não São Resolvidos Um De Cada Vez

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando uma pessoa começa a ouvir-nos, ela de forma natural começa a perguntar: O que devo fazer?

Resposta: Você tem de receber mais e mais informação acerca do facto de que o bem estar do mundo depende da boa conexão entre as pessoas. E depende totalmente disso. O dinheiro, o seu local de trabalho, a aposentadoria, férias, saúde, ecologia, clima, educação, relações conjugais – e qualquer coisa que você possa imaginar – não podem ser construídos ou corrigidos “diretamente”.

Qual o problema afinal? Se temos uma crise financeira, então imprimiremos mais dinheiro e dá-lo-emos para quem quer que tenhamos de dar. Há um problema com a Líbia? Então coloquemos pressão sobre a Líbia. Isto é tolice, mas não do tipo que possamos rir. É uma tolice muito amarga.

Não interessa que problema seja, hoje é impossível resolvê-lo directamente, muito embora era precisamente assim como agíamos no passado. Quão fácil era tudo: algo acontecia aqui e era corrigido aqui, algo acontecia lá e nós resolvíamo-lo lá. Mas isso já não funciona. Agora isto é impossível.

Acabámos num sistema fechado, e enquanto você conserta uma de suas partes, outra parte quebra-se. Hoje você tem de saber o sistema completo. Hoje você tem de incluí-lo dentro de si, pensar a nível global da forma que ele o faz, e senti-lo globalmente. Esta é única forma de você ter êxito.

Por que é que as reuniões do G7, 8 ou 20 são inúteis? Por que é que sequer um programa de governo para sair da crise funciona? Esta é a razão.

Temos de perceber que a garantia mútua é a solução e a abordagem correcta para qualquer problema.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/7/11

Qualquer Um Que Procura A União É Nosso Aliado

Dr. Michael LaitmanPergunta: Além da Luz como a força que corrige, como nós nos diferenciamos de outras organizações que reconhecem a unificação como o único meio de salvar a humanidade?

Resposta: Não nos diferenciamos. Além disso, por que não colaborar com essas organizações? Se elas de fato desejam unir as pessoas, nós podemos entrar em contato com elas.

Se um ou outro grupo, seja ele religioso, secular ou internacional, segue a direção da unificação, mesmo se for por uma meta de curto prazo, e se não for uma manobra de distração da parte dele, mas um verdadeiro objetivo, nos estamos definitivamente com ele. Já é um avanço que eles almejem à unificação. 

Eu não sei se tais organizações existem. Aquelas que eu tenho visto fazem negócios para ganhar dinheiro atrás de uma bela fachada. Mas, se existe alguma, nós ficaremos felizes de cooperar, uma vez que a união sustenta o sucesso do mundo, especialmente durante o tempo de uma crise crescente. Não há problema em unificar nossas forças com aqueles que já percebem qual é a solução.

No seu tempo, o Baal HaSulam foi à Polônia para se juntar ao proletariado que se ergueu numa aspiração em alcançar a união, o socialismo e o comunismo. Através disso, ele queria testar se havia uma chance de corrigí-los, de redirecioná-los um pouco para que assim a solidariedade deles fosse autêntica. Você não pensa realmente que ele levou os trabalhos do Ari consigo para estudar com os trabalhadores das fábricas, pensa? Obviamente, não. Ele também não tentou pedir que eles seguissem a Torá e os mandamentos no nível material.

Então,por que ele foi? O que ele pensou ao encontrar pessoas tão contrárias à imagem de um judeu religioso? Ele queria explicar a eles um pouco mais, dar a eles sua força para que o desejo deles de união tivesse uma forma mais correta, pelo menos num certo grau.

Sua viagem à Polônia desde Jerusalém é um exemplo que nós ainda não compreendemos. Nós vemos o Baal HaSulam como um ingênuo, uma vez que nós não vemos o aspecto espiritual nisso. Havia uma oportunidade lá, sem levar em consideração que ele não conseguiu o que queria. Mas, a força superior faz seus próprios cálculos a esse respeito. Ele foi lá porque havia uma chance real de sucesso.

Solução Da Crise Global: Mudar A Si Mesmo Para Ajustar-se Ao Mundo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu não entendo como é que o futuro difere do passado, tornando-nos incapazes de controlá-lo e encontrar uma solução para a crise e o curso correto de desenvolvimento?

Resposta: O homem sempre passou por mudanças (evoluiu egoisticamente), e com base nessas alterações, ele ajustava o ambiente “para servi-lo”. Mas hoje, ele parou de evoluir egoisticamente: o gradual desenvolvimento egoísta do homem terminou. Por isso, ele vai parar de corrigir o mundo a sua volta.

 Deste ponto em diante, o movimento será “inverso”. Atualmente, a natureza, o ambiente circundante, está mudando: ele se apresenta a nós como um sistema integral, global e nos obriga a nos ajustar a ele, para nos conectarmos com o mundo inteiro como sua parte integrante.

Em outras palavras, a fase em que nós entramos não é a da transformação involuntária do egoísmo humano, que ordena ao homem como modificar a natureza “para servi-lo”. Pelo contrário, é o homem que deve mudar para alinhar-se a uma nova situação onde a natureza muda “diante de seus olhos”. Este lê a mudança de paradigma: se antes nós não participávamos de nossas transformações internas e continuávamos alterando o ambiente para adequá-lo ao nosso egoísmo (nós o fazíamos servir às nossas necessidades), hoje é o mundo circundante que está transformando e forçando-nos a mudar para nos ajustar.

Este movimento é inverso: não do homem para o mundo circundante, mas do mundo circundante para o homem. Isto é, o mundo, o ambiente natural, ao se submeter à mudança, irá fazer com que todos e a humanidade inteira mudem adequadamente.

A humanidade terá de se adequar, ou seja, corrigir-se e estar em sintonia com a natureza. Isso nunca ocorreu antes. O homem nunca levou a natureza em consideração, mas a alterou: “Nosso objetivo é pegar tudo o que precisamos da natureza”, isto é, fazê-la servir ao nosso ego.

Agora, a humanidade terá que mudar, ao invés de mudar a natureza circundante. Assim, o homem deve começar a alcançar a natureza, “ver” primeiramente, e depois pensar como estar em harmonia com ela. A Natureza é, de fato, o Criador. Portanto, nós chegamos à necessidade de alcançar toda a natureza, ou seja, o Criador, através da correção de nós mesmos “para nos equivalermos” a Ele.

Este é o ponto sem volta que chamamos de “crise”. E nós não vamos sair dela até que entendamos o que significa este novo paradigma da nossa existência: não devemos mudar o mundo para que ele se adapte a nós, mas sim mudar a nós mesmos para nos ajustarmos ao mundo.

Se continuarmos tentando alterar a natureza para nos servir, nós iremos nos colocar em oposição a ela. No final, a natureza irá “nos subjugar”, impondo-nos terríveis sofrimentos.

VIII Fórum De Ministros De Desenvolvimento Social Da América Latina

Dr. Michael LaitmanNas notícias (de unesco.org): O VIII Fórum de Ministros de Desenvolvimento Social da América Latina foi inaugurado ontem em El Salvador. “Esta edição do Fórum vai se concentrar em políticas sociais para a juventude e a inclusão social na América Latina. Convocada no âmbito do Programa da UNESCO de Gestão das Transformações Sociais (MOST), o seu principal objetivo é fortalecer os vínculos entre a pesquisa em ciências sociais e políticas públicas, especialmente as que tratam da erradicação da pobreza e do desenvolvimento social….

Organizado pelo Ministério do Trabalho e Segurança Social de El Salvador, em cooperação com a UNESCO, o evento também vai reunir representantes de várias agências das Nações Unidas como a UNICEF, CEPAL, UNDESA, OIT, representantes de várias redes de ciências sociais, tais como a Escola Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) e do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO); representantes da Comunidade Andina de Nações, União das Nações Sul-Americanas (UNASUR) e do Instituto Social do MERCOSUL; e vários académicos especialistas da região”.

Nosso envolvimento: Um representante do Instituto de Pesquisas Ashlag (ARI), a Sra. Norma Livne, foi convidada para participar do Fórum e representar o nosso ponto de vista sobre criação e educação de crianças nas palestras e seminários do Fórum.

As Últimas Convulsões Da Velha Civilização

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Yuriy Yakovets, professor da Academia Russa de Ciências Naturais; Alexander Ageev, presidente da International Futures Research Academy, russiannews.ru): “A crise era previsível, inevitável, e, de fato, necessária para retirar o obsoleto. Este é o nascimento de um novo mundo; este não é o apocalipse, mas o impulso para uma revolução global, que resultará na formação da civilização integral”.

“Nós temos estudado a lei geral da compressão do tempo histórico, descrita por Vladimir Vernadsky, como sendo particularmente sentida durante a mudança de gerações. Nós esperávamos a atual crise; no entanto, antes que a capacidade do sistema antigo não for “gasta”, este não poderá ser substituído por outro sistema. Somente com a formação da imagem do futuro, com a qual queremos viver, seremos capazes de responder aos desafios que enfrentamos”.

Meu comentário: Eu estou ardendo de vontade de oferecer-lhes o conhecimento da Cabalá, mas eles estão em crise e não conseguirão ouvir e prestar atenção a ela, até que a crise os obrigue a abrir os olhos e ouvidos e entender os objetivos, metas e estratégia de implementação mais elevados.

Será Que Nós Estamos À Beira De Um Colapso Ou No Limiar De Uma Nova Etapa?

Dr. Michael LaitmanOpinião: (George Soros, Investidor Bilionário): “Não há nenhuma disposição para qualquer país sair do Euro, o que nas atuais circunstâncias é provavelmente inevitável”. A zona do euro deve desenvolver um mecanismo de escape para as dívidas dos seus membros mais endividados. “Nós estamos à beira de um colapso econômico que se inicia, digamos, na Grécia, mas poderia facilmente se espalhar… O sistema financeiro permanece extremamente vulnerável”.

“Eu acho que a maioria de nós realmente concorda que a crise da Europa está realmente centrada em torno do euro… É uma espécie de crise financeira que está realmente em desenvolvimento. Ela é esperada”.

“Nós estamos à beira do colapso e este é o momento de reconhecermos a necessidade de mudança”. Soros chamou a sobrevivência da União Europeia (UE) de um “interesse vital para todos” e disse que a UE precisa de mudanças estruturais para evitar a desintegração. O Euro teve uma falha básica desde o início, na qual a moeda não era apoiada por uma união política ou um tesouro comum. “O Euro não tinha nenhuma disposição para a correção”.

Comentário: Este foi exatamente o erro de cálculo. Ninguém pensou nisso no começo, e ninguém está pensando nisso agora. O egoísmo deve se desenvolver até a sua exaustão máxima como a força motriz da sociedade humana, da civilização e da vida em geral: até a realização do mal.

Então, devido à realização do mal e conforme a sentirmos, seremos capazes de nos voltar à sua correção , porque sentiremos que o único objetivo vital é precisamente a transformação do egoísmo em altruísmo. Em outras palavras, devemos experimentar a regra do “Eu criei a inclinação ao mal, e criei a Torá como tempero” em sua medida plena.

No entanto, a realização do mal pode ser acelerada e suavizada com sabedoria, pois o conhecimento nos ajuda a prever as consequências de longe, para evitar o desnecessário e prejudicial, e para escolher o caminho correto.

É por isso que nos foi dado a Cabalá: ela nos permite aliviar e acelerar a concretização do objetivo: a transição do egoísmo para o altruísmo. Então, alianças fundamentalmente correta serão formadas, as quais irão considerar objectivos políticos e económicos comuns, ou seja, que eles serão baseados na cooperação plena de toda a humanidade.

Há Trabalho Para Todos

Nos Noticários (A Organização Internacional do Trabalho (OIT)), uma agência especializada das Nações Unidas que lida com questões trabalhistas: A Organização Internacional do Trabalho está preocupada que apesar da recuperação da crise econômica e a melhoria da situação nos mercados financeiros globais, o desemprego continua aumentando.

As estatísticas da OIT mostram um quadro sombrio da situação do emprego global atual, com 210 milhões de pessoas fora do trabalho e a mais alta taxa na história e mais metade da força de trabalho global em empregos vulneráveis. Segundo a OIT, nos próximos 10 anos, mais de 440 milhões de novos empregos serão necessários para absorver novos operadores no mercado de trabalho, e ainda mais para reverter o desemprego provocado pela crise recente. Enquanto o mundo está vendo níveis significativos de crescimento econômico em alguns países, o desemprego, particularmente para os jovens, permanece em níveis baixos recordes em muitos países, o que representa enormes desafios sociais e econômicos a longo prazo incluindo as ameaças à coesão social”.

A falta de trabalho decente expõe os jovens a altos níveis de incerteza económica. … Uma geração sem esperança para um emprego decente pode ser um problema para as famílias, a economia e a sociedade em geral. A incapacidade de encontrar um emprego estável cria um sentimento de frustração e de ociosidade entre os jovens. [Leia mais →]

A União Dos Egoístas É O Mal Do Mundo

Dr. Michael LaitmanOpinião (Steven Staples, Presidente do Instituto Rideau de Assuntos Internacionais, Canadá): “A desigualdade econômica está crescendo: mais conflitos e guerras civis estão surgindo. É importante ver uma conexão entre estas duas situações.

Os defensores da integração econômica global argumentam que a globalização promove a paz e o desenvolvimento econômico no Terceiro Mundo. Eles afirmam que “todos os barcos sobem com a maré”, quando investidores e empresas obtêm lucros mais elevados. No entanto, há pouquíssima evidência de que isto seja verdade, e uma substancial evidência do oposto….

A desigualdade econômica entre as nações do Norte e do Sul piorou, não melhorou. A mídia freqüentemente simplifica demais as causas da guerra, com alegações de que elas estão enraizadas em diferenças religiosas ou étnicas. Embora tais diferenças tirem proveito dos conflitos, um exame mais atento revela que a fonte básica da maioria dos conflitos é de natureza económica ….

A globalização está levando à uma guerra econômica global, criando as condições para uma perda de vidas humanas. Muitos escritores e pesquisadores têm documentado o declínio nos direitos humanos, na justiça social, nas normas ambientais e na democracia, causado pela globalização”.

Comentário: A globalização em si não é um avanço, mas uma demonstração da união em nosso mundo, da sua completa dependência mútua. Mas uma união de ladrões (países-egoístas) é ruim, tanto para eles quanto para o mundo inteiro. É por isso que a crise continua. A globalização mostra que há apenas uma solução: a mudança de nossa natureza, educando-se o ser humano integral. Isto trará mudanças na economia global e em toda a ordem social.

Práticas “Espirituais”: A Revisão Final

Dr. Michael LaitmanPergunta: O egoísmo, com sagacidade e inventividade, descreve vários quadros diante de mim. Como eu posso discriminar a mentira neles, que parece amor pelos outros? Afinal, todos os tipos de religiões e métodos também falam de amor.

Resposta: No nosso mundo, o “amor ao próximo” é um jogo simples e primitivo de pequenos egoístas. Será que você realmente consegue encontrar o verdadeiro e sublime amor ao próximo em qualquer lugar, que seja realmente praticado de forma contínua?

Na verdade, as pessoas criam diversos assentamentos para viver em amor umas com as outras: existe uma vila assim na Itália, uma na Índia, e uma cidade inteira na Ásia. Mas, se você olhar um pouco mais de perto, você verá que elas ainda são as mesmas egoístas, que só decidiram introduzir costumes sociais mais confortáveis. Isso é mais confortável e prazeroso para elas, e assim elas se uniram para tornar suas vidas mais agradáveis.

Anteriormente, os Kibbutzim (plural de Kibbutz) floresceram em Israel – assentamentos agrícolas de propriedade coletiva, semelhante a uma fazenda coletiva. As pessoas decidiram que era compensador para elas viver juntas, porque isso lhes trazia mais benefício. “Vamos abrir mão de certo egoísmo e, então, nos sentiremos bem”. Tudo está claro sobre isso, mas será que isso é realmente altruísmo?

A humanidade supõe que dar ao próximo torna a pessoa uma altruísta. Porém, as pessoas que são um pouco mais informadas sobre a natureza humana, ou que estudam a ciência da Cabalá, sabem que qualquer doação tem que vir com um lucro. Não importa ao que a pessoa esteja renunciando, você consegue descobrir o que ela está ganhando com isso. Mesmo que o lucro esteja oculto, ele está definitivamente presente.

Por exemplo: eu quero viver em um Kibutz porque isso remove minhas preocupações sobre como organizar a minha vida. Isso não é um benefício? Eu não tenho preocupações. Eu simplesmente faço o que me dizem para fazer. Mas, o desenvolvimento segue seu curso e com o tempo os Kibbutzim se tornaram superados. Como um todo, esses tipos de comunidades não têm futuro.

Nós já percebemos que todas as formas de interconexão entre as pessoas devem mudar, devido ao egoísmo que cresce nelas. Mudanças continuam acontecendo, e essa dinâmica interna tem que acontecer de alguma forma ou então haverá uma explosão.

Isso aconteceu durante o curso da história com várias religiões, crenças e métodos. Hoje, eles estão passando por uma explosão mundial porque o homem começou a buscar novamente. Ele está conduzindo a revisão final: será que esses métodos podem oferecer algo real?

Depois dessa análise essas práticas cairão pela última vez. Afinal, hoje nós as verificamos em relação ao mecanismo integral que a natureza coloca diante de nós. Nós nunca tivemos esse critério. As pessoas estão mais uma vez virando a página de toda sorte de práticas, confissões, e ensinamentos místicos, tentando entender: será que eles podem nos ajudar no novo mundo integral?

Esse processo vai levar pouco tempo e chegará rapidamente ao final com todas as expectativas se estraçalhando. Todos verão que não tem sentido esperar ajuda deles. Qualquer assunto que for checado irá persistir por alguns anos no máximo, quando então irá revelar sua inadequação.

Afinal, se você não muda a natureza do homem, para que ela se integre nele como a própria natureza, então nenhuma receita irá ajudá-lo. O único método que torna o homem global, integral e unido com os outros é o método de atrair a Luz que corrige, a ciência da Cabalá. Cada pessoa só precisa receber a oportunidade de perceber seu mal. Então, todos os meios e suas combinações se tornarão impotentes, e todo esse negócio de truques “espirituais” acabarão não existindo.

O homem não será capaz de se acalmar, porque o mundo mudou e o problema não é mais como se acalmar, mas um ”conflito de interesses”. Ninguém será capaz de sobreviver no sistema integral sem se tornar adequado a ele.

Da 5a parte da Lição Diária de Cabalá 07/07/11, Matan Torah

O Calendário Maia: 2012 Não É O Fim do Mundo

Dr. Michael LaitmanOpinião (Alfonso Morales, arqueólogo chefe do Instituto de Arte e Pesquisa Pré-colombiana em Palenque, especialista do mundo Maia): A sensação sobre o fim do mundo em 2012, como predito pelo calendário Maia, carece de base científica. Os Maias seguiam a teoria do processo histórico cíclico, ao invés da do processo linear.

A civilização Maia não previu o apocalipse em 2012. Os Maias estavam prevendo um “fenômeno estritamente cíclico”, não uma catástrofe planetária. Nos livros “Chilam Balam”, que relatam a historia do povo Maia, são mencionadas profecias referentes ao final da primeira era da humanidade, e foi a partir dessas referências que certos acadêmicos tiraram suas conclusões sobre as “sete pressupostas predições”.

Esses acadêmicos insistem que os Maias estavam profetizando uma série de catástrofes naturais que irão causar a completa destruição do planeta, e da espécie humana junto com ele. 

As profecias, supostamente derivadas do “Chilam Balam”, alegam que “o mundo de ódio e materialismos irá acabar… a humanidade terá que escolher entre desaparecer como uma espécie consciente que ameaça destruir o planeta ou evoluir para uma integração harmoniosa com todo o universo”.

Meu comentário: Todos estão esperando por mudança, mas não haverá mudança para melhor se o homem não começar a mudar a si mesmo para se assemelhar ao Criador. Todas as outras mudanças são para o pior, porque elas revelam a discrepância entre nós e o Criador e fazem isso somente para obrigar as pessoas a alcançar as qualidades do Criador.