Textos na Categoria 'Convenções'

O Propósito Da Vida É A Auto-Realização Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ao estudar Cabalá, nós nos transformamos de “Nações do mundo” em “povo de Israel.” Se eu entendi corretamente, ao alcançar a realização espiritual nós obtemos maior sofrimento do que as “Nações do mundo”? Ou será que entendemos a relação de causa e efeito?

Resposta: Eu tenho muitos amigos da escola, universidade, com quem às vezes mantenho contato. Eles são pessoas normais, desenvolvidas, mas não me entendem. De qualquer forma, eu não negligencio nenhum deles; eu os aprecio e os amo, mas nós somos apenas pessoas diferentes.

Então, nós não podemos avaliar a nós mesmos em relação aos outros. É mais fácil para uns e mais difícil para outros; todo mundo tem seu próprio destino. A única coisa que uma pessoa deve fazer é realizar a si mesma.

Você não deve invejar ninguém, dizendo: este é sortudo, veja como ele é rico; e este aqui é um preguiçoso, mas tudo é mais fácil para ele; um terceiro nasceu “com uma colher de prata na boca”. Isso não vai ajudar. Isto sugere que você apenas não sabe como realizar a si mesma. A pessoa tem que aprender!

Pegue seu desejo mais profundo, mais verdadeiro e nostálgico, e comece a ser você mesmo. Você verá que este é o melhor que pode acontecer. É improvável que você vá ser feliz se trocar de lugar com alguém. Somente ao se realizar, tornando-se semelhante ao Criador, você estará completamente satisfeito.

Quanto mais a pessoa segue adiante, quanto mais avança, maior vazio emerge nela. Mas esses vazios tornam-se repletos de discernimentos, um sentido de eternidade, perfeição, vida eterna, uma sensação de Infinito. A pessoa vê o universo de uma ponta à outra.

Por exemplo, uma pessoa normal neste mundo, um pastor que anda com as vacas no campo, assobiando, sentindo-se bem, vivo, sem preocupações em sua cabeça. Nós podemos ter inveja dele? Sim, é claro. Mas inveja do quê e até que ponto? Afinal, chegará um momento quando ele vai realizar seu programa.

Portanto, não pense no sofrimento. Realize-se! Caso contrário, no fim das contas, você amaldiçoa o Criador por ter criado você. O que poderia ser pior do que isso? Então, vamos ser gratos!

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição 5

Interdependência Crescente

Dr. Michael LaitmanPergunta: Digamos que o Criador desenha uma imagem para nós de alguém incapaz de lidar com uma doença ou sair de algum mau estado. Isto é uma manifestação de fraqueza do grupo? Como reagir a estas situações?

Resposta: Nós não podemos dizer que é uma consequência do trabalho em grupo. Nós estamos amarrados ao mundo inteiro.

O grupo em que estamos atualmente não é um número pequeno de pessoas que costumavam estudar há mil anos, quando o mundo estava “fechado” e se desenvolvia egoisticamente. Por exemplo, os grupos do ARI, Ramchal, Rabbi Shimon ou Rabbi Akiva estavam separados do resto do mundo.

O mundo, a assim chamada parte Babilônica, se desenvolveu egoisticamente, enquanto os grupos Cabalísticos avançaram independentemente. Eles costumavam discutir dentro do grupo apenas o que realmente pertencia ao seu grupo.

Hoje, o mundo avança de forma geral; ele se tornou global. Agora, nós avançamos não porque merecemos ou não merecemos, mas sim, porque temos que seguir em frente para corrigir o mundo inteiro. Assim, não podemos dizer que alguém caiu ou foi elevado como resultado do trabalho interno do grupo dentro um determinado grupo ou quaisquer outros grupos; todos estão intimamente interconectados. Hoje, estes problemas não podem ser resolvidos dessa forma.

Convenção de Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Quando A Meta Não É Importante

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que fazemos se a importância da meta está ausente? Isso acontece o tempo todo: as pessoas vêm para a classe e adormecem. Que método um grupo pode usar para elevar a grandeza do Criador e a importância da meta?

Resposta: Não importa se alguém adormece. Isso acontece às vezes! Ele veio para a classe com sua última força e adormeceu. E daí? O que você pode fazer sobre isso? Como você pode despertá-lo se ele está “morto”?

Neste momento, ele não é um ser humano, mas sim uma “planta”. Você não pode inspirá-lo neste momento. As pessoas têm a necessidade de sono, alimentação e outras necessidades naturais. Você não pode fazer nada sobre isso; você só tem que levar isso em conta. Você não pode exigir nada de seus amigos, a menos que eles durmam pelo menos 5-6 horas e comam duas vezes por dia.

Pergunta: Isso está claro. Embora ainda não esteja claro para mim como o grupo deva cuidar de aumentar a importância da meta.

Resposta: O grupo deve cuidar desta questão regularmente, mas não promovendo slogans tediosos que as pessoas estão cançadas de ouvir. É preciso assegurar que as pessoas “sintam isso em seus ossos”.

Como você faz isso? Apenas tente! Pense nisso o tempo todo. Se você continuar pensando nisso, isso vai causar um impacto.

Este é o nosso trabalho, e nós não podemos fugir dele. Nós somos motivados pelo egoísmo. Nisso somos opostos ao Criador.

Quando nós avançarmos para o próximo nível, estaremos lidando com condições de totalmente diferentes de trabalho espiritual e extremamente difíceis: ódio, dificuldades, decepções.

Todas elas vêm do Criador! Nós temos que concordar com elas, a menos que alguém “faça um buraco no barco”, o que pode prejudicar o nosso trabalho espiritual. Neste caso, temos o direito de tirar esta pessoa do barco e expulsá-la do grupo.

No entanto, se ela adormece, você deve colocar um travesseiro sob sua cabeça, como você faria com o seu filhinho.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Fé E Humildade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quais são as diferenças e semelhanças entre os conceitos de “fé acima da razão” e “humildade”?

Resposta: Fé acima da razão é a doação, que “se pendura” acima do egoísmo, apesar dele. Humildade é um acordo com a direção do alto e a passagem para a fé acima da razão. Ela precede a fé acima da razão.

A fé é chamada de propriedade de doação.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12 , Lição 5

O Que Torna O Nosso Trabalho Eficaz?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que precisamos ter em mente para que o grupo não se transforme num bando de escarnecedores (zombadores)?

Resposta: Cada vez, nós deliberadamente caímos sob a influência do Criador, que zomba de nós e nos sacode como bebês, como se simplesmente “sacudisse tudo para fora” de nós. Hoje somos tão agradáveis e “fofinhos”, prontos para amar tudo e todos. Mas amanhã voltaremos a ser completamente opostos. Como podemos esquecer que o nosso caminho é feito de subidas e descidas? Não podemos nos lembrar disso se nos esquecemos do Criador.

Por que se diz: “Israel, a Torá e o Criador são um”. Israel significa “anseio pelo Criador”. Por isso, o remédio para a correção – os nossos estudos, o grupo – onde tudo isso é compreendido, e o próprio Criador, tem que ser como um só, num só lugar. Há o Criador, o grupo e eu.

Nós temos que constantemente conectar tudo num todo unificado; não pode haver qualquer outra visão do mundo! A fim de me concentrar e devidamente olhar para o que está acontecendo, eu preciso desses três pontos: o olho, a visão e o alvo. Caso contrário, não serei capaz de fazer nada.

Portanto, se quisermos manter o grupo na intenção correta, é nossa responsabilidade ter em mente que a nossa meta é a adesão com o Criador. Caso contrário, o que vai nos motivar, o nosso egoísmo? Hoje eu estou disposto, amanhã não estou.

Aqui o Criador aparece como o definidor, o primeiro a agir, ou o que inicia nossas ações, que cria o grupo e tudo o que está acontecendo conosco, que nos dá tudo. Tudo o que temos em nossos corações e mente agora, tudo o que ouvimos e sentimos, tudo isso é obra Sua.

Como devemos, em conjunto, responder a isso, baseado no fato de que sentimos algo vindo Dele? A partir deste momento, o nosso trabalho começa. Este é exatamente o momento em que todos nós claramente sentimos que foi Ele quem nos uniu agora; Ele conecta todos nós num só desejo, uma intenção, e no mesmo pensamento. É Ele quem preparou tudo para nós, para que todos juntos começassem a subir e lutar por Ele. Portanto, como podemos subir até Ele, para que possamos fortalecer conscientemente entre nós o que Ele criou? O que significa: “Eu agora me ligo ao grupo?”. Eu me ligo aos outros e ao Criador no desejo comum, num objetivo e aspiração comuns. Se o esforço que cada um de nós exerce liga todos os outros e o Criador juntos, esta é precisamente a nossa resposta ativa. É assim que devemos agir. Se imaginarmos que tudo vem do Criador e sabemos como devemos responder a isso, este vai ser um trabalho muito eficaz, uma medida muito eficaz.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Mandamento Do Amor

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa agradar o Criador?

Resposta: Agradar, dar prazer ao Criador, amar o Criador, todas essas palavras são muito bonitas. Mas como podemos amar uma força, mesmo que ela seja eterna e governe tudo o que existe? Todas estas palavras são ditas a uma pessoa para que ela possa se ajustar de alguma forma.

Nós só chegamos a amar o Criador através do amor aos outros. No artigo, “Um Mandamento”, há uma instrução: chegar ao amor pelo Criador. Mas como podemos ser solicitados, obrigados a amar? É possível quando trabalhamos no amor pelo outro (pelo próximo), criando uma massa comum de nossos anseios pelo outro, construindo uma conexão comum acima do nosso egoísmo, e cobrindo-o com amor mútuo. Está escrito: “O amor vai cobrir todas as transgressões”. Quando nós construímos uma propriedade coletiva da conexão mútua comum e ansiamos por todos enquanto cultivamos o amor internamente, então, em nosso egoísmo interno, surge uma estrutura completamente nova: a adesão, a inclusão mútua.

Amor significa que eu assumo todos os seus desejos e cuido deles, pensando unicamente em como satisfazê-los, enquanto você pensa nos meus, e assim por diante. Amor significa satisfazer os desejos do outro, em vez do meu próprio, usando-os para este fim. Se eu organizo tais condições dentro de mim, ao fazê-lo eu desenvolvo um vaso lá que trabalha para o benefício da doação. Este vaso comum, que todos nós estamos criando juntos, contém nosso componente coletivo chamado “amor pelo Criador”.

Nós começamos a experimentar não só o vaso comum, a nossa atitude para com os outros, o amor por eles, doando a eles, mas também o que me preenche ao longo do caminho. Esta sensação é chamada de Criador, Boreh em hebraico (“Bo“- venha, “Reh“- veja). Quando nós criamos um vaso espiritual coletivo, como resultado o Criador é revelado lá.

Assim, a principal Mitzva é muito simples: “Ame ao próximo”. Através do amor pelo outro, no vaso que você criou, você sentirá o amor do Criador e, respectivamente, o amor Dele por você.

Pergunta: Qual é o objetivo final deste trabalho?

Resposta: Está no fato que você chega a uma completa equivalência e adesão com Ele em nosso próprio egoísmo corrigido. É assim que você sobe para o nível do Criador. Este é o objetivo final da criação. Você começa a experimentar a sensação de que está em adesão total com Ele, mas você não se dissolve nele, porque todo o seu vaso com você.

Em outras palavras, a sensação de ser oposto não acaba, visto que a adesão com o Criador ocorre acima dela; caso contrário, poderia ocorrer a aniquilação mútua. Por isso, nós temos de ver o nosso egoísmo como a matéria com a ajuda da qual avançamos. Nós devemos tratá-lo com respeito, pois é a imagem invertida do Criador. Por outro lado, todo o nosso mundo é a Sua imagem inversa no nosso nível.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Sentindo O Criador Dentro De Mim

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que nós atraímos o Criador com ações que visam à revelação da espiritualidade? Em outras palavras, nós elevamos as ações ou abaixamos o Criador?

Resposta: Não há termos como “para cima” ou “para baixo” na espiritualidade, no sentido simples das palavras. Nós podemos dividi-las de acordo com a qualidade: “para cima” significa uma qualidade superior e “para baixo” significa uma qualidade inferior.

Eu quero estar conectado ao Criador em todas as minhas ações, quero sentir como Ele me maneja por dentro, quero sentir que todos os meus pensamentos, sentimentos e decisões derivam Dele. Ele está dentro de mim, como uma mão vestindo a luva do boneco, o titereiro.

Não importa o que eu faça, é Ele, mas tudo depende do quanto eu descubro que “não há outro além Dele”. Por isso, peço e anseio por isso, a fim de descobri-Lo em mim.

Mas eu só posso fazer isso quando estou com o grupo, porque é impossível descobrir sozinho os atributos de doação. Eu sou um egoísta, individualista, o que significa que tenho que estar com um grupo e me aderir a ele.

Eu estou incluído num grupo, conecto-me aos amigos, e tento estar com eles num só desejo, numa inclinação. Através deles, eu peço por todos nós, porque não posso pedir para mim, uma vez que será o egoísmo de novo. Eu peço por toda a humanidade: que o Criador seja revelado em nós e que nós todos O sintamos e sintamos como Ele age em nós. É assim que eu quero ver que alegria e contentamento estamos dando a Ele.

Isso é cumprido pela lei “o resultado final está no pensamento inicial”, já que na espiritualidade não há tempo nem ações sequenciais. Há um estado estático, e é só com relação a nós que ele é revelado desta forma, para que possamos percebê-lo gradualmente.

Nós temos que entender toda a fórmula da criação do início até o final, pois caso contrário não vai funcionar. Nós temos que estar moderadamente envolvidos nisso, uma vez que mesmo a menor participação nossa é feita das mesmas 10 Sefirot de acordo com a lei “o geral e o particular são iguais”. Portanto, nós temos que sentir profundamente a nós mesmos, o grupo, a humanidade e o Criador, juntos num quadro geral e completa-lo.

Pergunta: O que é a alegria do Criador?

Resposta: A alegria do Criador é o estado em que estamos todos conectados, aderidos dentro dele, desfrutando a própria plenitude que na verdade é o próprio Criador.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição, 5

Importar-se Com O Mundo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é demonstrado o temor ao Criador em nosso trabalho com o mundo?

Resposta: O temor ao Criador é expresso no temor perante o mundo, se podemos corrigi-lo. Eu realmente deveria temer se estou fazendo tudo, não apenas para livrar o mundo do sofrimento (ainda que esta seja a fase inicial do temor), mas também para chegar ao Criador de forma fácil. Afinal, o Criador não está interessado em ter alguém sofrendo nem por um instante, e o sofrimento do mundo depende apenas de como eu vou levá-lo ao Criador. Eu sou responsável por ele. Isto irá gradualmente surgir diante de nós como uma grande missão com muita responsabilidade.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição 5

A Dualidade Do Trabalho Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se cada um de nós está se esforçando e tira para fora seu ponto, em que momento ocorre a adesão destes pontos entre nós?

Resposta: Estejam sempre preparados para a dualidade. Se eu intencionalmente procuro medir e sentir alguma coisa, por um lado eu vou ser empurrado para longe disso, e, por outro lado, tenho que construir uma atração em mim. Por um lado, eu não vou entender, e por outro lado, eu poderia entender alguma coisa. Tudo isso vai existir em mim em igual proporção. Se eu trabalho para o grupo, por um lado tenho que olhar para ele como algo absoluto, uma unidade que está em perfeição, no mundo do Infinito. Cada um dos amigos é um anjo que completou todas as suas correções. Todos os amigos estão unidos. Há um ideal na minha frente, e o Criador está dentro dele.

É assim que eu imagino tudo o que está fora de mim. Eu vou ter algo pelo qual me esforçar, pela unidade com os amigos, para ser incluído neles. Eu os vejo como ótimos, eu desenvolvo a inveja, o ciúme e o desejo de me integrar a eles.

Por outro lado, este grupo me influencia, e eu tenho que ver e sentir como normalmente acontece neste mundo. Neste caso, eu tenho que me comunicar com eles como com iguais e, às vezes, como um professor para com os alunos, e é assim que cada um de nós faz. Eu tenho que excitar, organizar e motivá-los à meta, fazer comentários sobre o trabalho compartilhado, sobre a unidade, etc.

Assim, existe um tipo de “tesoura”. Por um lado, eu me refiro aos amigos como grandes, perfeitos e conectados uns aos outros. Por outro lado, eu me identifico com eles como àqueles a quem posso apontar, torcer; eu tenho que organizar alguém a quem possa influenciar.

Eu devo estar preparado para tratar o grupo de duas maneiras, e isso não deveria me incomodar. No trabalho espiritual a dualidade sempre emerge. De qualquer forma, um não anula o outro; há tempo para um e para o outro. Devido a isso, você precisa aprender a se bifurcar, a olhar para coisas mais “inclinadas”, e depois, entre essas duas direções oblíquas, você vai descobrir como ver o sistema superior.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição, 5

Um Burro Que Não Suportou Uma Carga Pesada

Dr. Michael LaitmanPergunta: Um dos nossos amigos do grupo virtual viria para o Congresso, mas na última hora ele devolveu sua passagem. Como devemos apoiar os amigos em tais grupos?

Resposta: Isso deve ser considerado de forma simples: O Criador quer mostrar a ele se ele escolheu ou não o caminho certo. Deixe-o verificar.

Vocês devem tratá-lo como um amigo: há subidas bem como descidas, e ambas vêm do Criador. Vocês devem ser realmente úteis e solidários com um amigo e o resto é com ele.

Diz-se que a pessoa deve ser levantada duas vezes. Se você vê o seu amigo com o seu “burro” (egoísmo) e este “burro” não suporta sua carga, o que significa que o desejo egoísta de um amigo não suporta a carga e cai, você deve ajudar o “burro” a se libertar desta carga, levantá-lo e carrega-lo novamente. Se o “burro” cair de novo, você deve repetir esta ação. No entanto, se ele cair pela terceira vez seguida, você pode deixá-lo.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4