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Nova Vida # 1209 – A Raiz Das Divisões Sociais Em Israel

Nova Vida # 1209 – A Raiz Das Divisões Sociais Em Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

A divisão social é mais poderosa em Israel porque cada israelense se sente livre, igual aos outros e tem um desejo crescente de receber, um grande ego. Os israelenses são um povo obstinado e sem medo de punição. Nossos maiores inimigos somos nós mesmos por causa do ódio entre nós. De acordo com nossa raiz, não podemos existir a menos que atinjamos uma tendência à conexão. Se não conseguirmos cuidar da divisão perigosa entre nós, a nação se desintegrará e nos espalharemos em todas as direções.

De KabTV, “Nova Vida # 1209 – A Raiz Das Divisões Sociais Em Israel”, 03/03/20

Meus Pensamentos No Twitter 16/04/20

Dr Michael Laitman Twitter

A pandemia de #coronavírus é uma mudança radical de toda a civilização terrestre, o início da substituição da estrutura egoísta da humanidade por um mundo de interação integral entre todos os habitantes do planeta. Vamos agora testemunhar o colapso gradual do comércio internacional e dos sistemas de negócios.

Do Twitter, 16/04/20

Meus Pensamentos No Twitter 15/04/20

Dr Michael Laitman Twitter

Hoje estamos entrando na fase final do programa de desenvolvimento da humanidade, chamado de “Última geração”. O mundo está se tornando semelhante ao Criador. Pela primeira vez, os humanos não estão em guerra contra outros, mas a própria natureza está atacando os humanos. Não é mais uma luta dos egos, mas do Criador contra o homem.

Não vamos voltar para o mundo antigo. Vamos chegar a um novo mundo e nos tornar novas pessoas. Isso acontecerá em etapas, mas o processo já começou. A natureza tem seu próprio programa que está sendo implementado no momento e sentimos até que ponto estamos em conformidade com ela.

A matzah é chamada de pão da aflição, porque a cozemos na pobreza, na falta de força, de sensações no coração e compreensão na mente. No entanto, com a ajuda dessa nova forma, podemos atravessar a fronteira entre os domínios do Faraó e do Criador, escapando do nosso desejo egoísta de receber para a liberdade.

Quando alcançamos a unidade no grupo, eu sinto que estou disposto a negligenciar tudo em prol da conexão com os amigos, pois com isso posso me conectar ao Criador. Assim, eu saio da autoridade do Faraó e fico sob a autoridade do Criador, vendo a dezena como um meio que me tira da escravidão egoísta.

Do Twitter, 15/04/20

Só Para A Frente!

Laitman_095Pergunta: Se o estado de elevação espiritual experimentado no Congresso é espiritual e nada desaparece na espiritualidade, isso significa que eu sempre posso recorrer a ele e receber forças dele nos meus estados atuais?

Resposta: Não, não nos voltamos para o passado. Nós nos esforçamos apenas para os estados futuros, para que eles nos prendam, nos liguem e nos guiem adiante.

Não há necessidade de se arrepender do passado e tentar voltar a ele novamente. Só para a frente!

Mesmo que lhe pareça que o estado em que você está é pior que o anterior, ele é novo porque, todos os dias, um novo Reshimo, um novo registro informativo, um novo Kli (vaso) quebrado, aparece em nós e precisamos montá-lo. Portanto, cada vez nós trabalhamos em um nível superior.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 01/03/20

Pessoas Egoístas Criam Um Mundo Egoísta

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 14/04/20

Parece haver um consenso geral de que o COVID-19 nos ensinou uma lição de humildade. Nos ensinou que nossa abordagem egocêntrica em relação ao mundo é inaceitável. O coronavírus nos separou, forçou o distanciamento social e nos disse #StayHome (#FiqueEmCasa). Isso foi feito porque construímos um mundo baseado em relacionamentos egocêntricos. Não podemos reclamar dos “presentes” que o mundo nos envia quando criamos o mundo à nossa própria imagem: egoísta ao extremo.

Se quisermos um mundo diferente, primeiro devemos ser diferentes. Já que construímos o mundo à nossa própria imagem, somos nós que devemos mudar, e o mundo que construiremos será igualmente diferente. Quanto melhor nos tornamos, mais solidários e com mais consideração aprendermos a ser, mais cuidado e preocupação se espalharão pelo mundo. Está em nossas mãos e é nossa escolha.

Não Seremos Os Mesmos Novamente

laitman_600.02Neste momento difícil da pandemia de coronavírus, as mulheres podem realizar um trabalho muito maior do que os homens, porque têm mais conexão com a vida, maior senso de vida em relação à família e aos filhos.

Após essa epidemia, as pessoas não serão mais as mesmas. Levará vários meses e todos se acostumarão a esse novo estado. Começaremos a perceber o mundo de uma nova maneira; sentiremos que ele está sob o controle da força superior.

Agora todos têm as mesmas perguntas: de onde veio esse problema? Por quê? O que vai acontecer a seguir? De repente, perdemos nossas forças para buscar os diferentes prazeres deste mundo, o principal é sobreviver e para nós e nossos filhos vivermos pacificamente neste mundo.

Esta é uma etapa muito importante na educação da humanidade. O vírus nos educará para que não sejamos as mesmas pessoas novamente. Imagine que, em quatro, cinco ou seis meses, veremos a epidemia diminuir e o coronavírus parar de circular entre nós, então já seremos diferentes.

Enquanto isso, só precisamos nos apoiar e continuar explicando que esse golpe veio da natureza porque violamos suas leis e violamos sua integralidade e globalidade.

Nós destruímos a natureza e, como resultado, retiramos involuntariamente todos esses vírus e os forçamos a se manifestar. Se continuarmos a tratar a natureza dessa maneira, haverá muito mais novos vírus, muito mais terríveis que o coronavírus. Portanto, não há escolha, devemos mudar os relacionamentos entre nós e nossa atitude em relação à natureza, e tudo se encaixará.

Antes de tudo, devemos entender que o coronavírus é uma consequência do desequilíbrio na natureza causado pelos seres humanos. Esse desequilíbrio decorre da falta de conexões amigáveis ​​entre as pessoas.

Devemos existir em um sistema integral, mas, em vez disso, fazemos o oposto e nos afastamos cada vez mais um do outro. O egoísmo está crescendo o tempo todo e cada vez mais nos colocando um contra o outro. Se não pararmos o processo de separação global, faremos com que vírus ainda mais prejudiciais apareçam.

Todos concordam que há necessidade de conexão entre as pessoas, mas não acreditam que seja possível alcançar e consideram isso um sonho bonito. No entanto, o fato é que não somos obrigados a alcançar a conexão, apenas temos que querer chegar a ela.

Ansiando pela conexão, já estamos investindo nosso esforço na natureza e, como resultado, a natureza é corrigida e melhorada. Então todos os tipos de pragas, incluindo os vírus, deixarão de sair dela.

Da Lição de Cabalá para as Mulheres 04/04/20

Êxodo Do Egito Por Todo O Mundo

laitman_245.12Se os amigos cumprem externamente os requisitos de estudantes, participam nas lições e nas reuniões de amigos, eu não tenho o direito de deixá-los. O Criador me trouxe até eles, e devo trabalhar com eles.

Especialmente agora, em nosso tempo, estar em um grupo Cabalístico é uma feliz oportunidade recebida do alto. O Criador nos puxa para Ele.

Se uma pessoa se relaciona com esse processo pelo menos de alguma forma, eu não faço nenhuma crítica; para mim, o principal é estar conectado com todos em quem existe esse desejo. Acredite, estamos em um estado especial chamado Êxodo do Egito. Este é o resultado não apenas de um pequeno grupo liderado por Abraão, mas de representantes de toda a humanidade, todas as pessoas, todas as esferas da vida.

Todos nós queremos sair do nosso egoísmo, nos elevar e nos unir ao Criador. O Criador nos ajuda nisso, não é por acaso que a epidemia de coronavírus chegou, o que facilita o êxodo do egoísmo.

O Criador quer nos mostrar o como a nossa conexão é errada e, portanto, Ele nos separa um do outro através do coronavírus. Agora precisamos entender como se conectar novamente, mas da forma correta. Assim que estivermos prontos para conectar corretamente, o vírus desaparecerá.

Não voltaremos ao mundo antigo, mas chegaremos a uma nova conexão, a uma nova sociedade, a novas ocupações. A vida não será a mesma de antes do coronavírus. Portanto, é necessário explicar a toda a humanidade o que o Criador exige de nós. É a amizade de um com o outro, é amor, a fim de revelar as propriedades de doação, é a unidade entre nós, e do amor pelas criaturas chega-se ao amor pelo Criador.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/03/20, Os Escritos do Rabash, “A Necessidade do Amor de Amigos”

Respostas Às Suas Perguntas, Parte 238

laitman_962.7Pergunta: Qual é o estado do Criador, pois Ele está em doação – doação em prol de que?

Resposta: Para elevar você a Ele mesmo.

Pergunta: No que diz respeito ao estudo das fontes Cabalísticas, que ocorre pessoalmente (um professor ou um dos alunos se dirige ao grupo e transmite seus conhecimentos e experiências a todos de uma vez), ele não deve ser complementado com diálogos um com o outro?

Resposta: Eu sigo o exemplo do meu professor Rabash.

Por Que Não Gostamos De Estudar?

laitman_962.7Pergunta: Neste mundo, todo mundo gosta de ensinar, mas ninguém gosta de estudar. Qual é a raiz espiritual desse fenômeno?

Resposta: É o ego que gosta de pregar porque controla os outros dessa maneira. Precisamos tentar nos livrar disso.

Pergunta: Então, eu me anulo um pouco quando estudo?

Resposta: Ao estudar, você deve se anular, se subjugar, a fim de aprender alguma coisa.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 12/01/20

A Torre De Babel Como A Essência Das Relações Entre As Pessoas

Laitman_115.05Observação: O livro de Gênesis descreve como as pessoas construíram a torre de Babel: elas a construíram alto. Os que ergueram tijolos levantaram-se do lado leste da torre, e os que desceram, desceram do lado oeste da torre.

E se alguém caísse e morresse, eles não prestariam atenção nele. Mas se um tijolo caísse, eles se sentariam e chorariam: “Quando será que outro surgirá?”

Minha Resposta: Aqui, alegoricamente, fala sobre o egoísmo dos babilônios ter aumentado a tal ponto que eles não respeitavam as vidas humanas, mas apenas valorizavam o trabalho de uma pessoa.

Se uma pessoa não pudesse trazer benefícios e sua produtividade caísse, era melhor que simplesmente morresse, desaparecesse, essas pessoas não seriam necessárias. Isto é, eles eram puramente pragmáticos um com o outro.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 24/06/19