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Nova Vida # 172 – O Livro Dos Salmos

Nova Vida # 172 – O Livro Dos Salmos
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O Livro dos Salmos fornece um programa especial, sincero, que nos conecta à força geral do amor encontrada na natureza. Ele desperta nosso interior e nos ilumina com a luz da força superior que age diretamente contra a inclinação ao mal. O rei Davi foi um grande Cabalista. “Rei” significa servir a todos, trazendo todos para a conexão. Suas guerras simbolizam nosso trabalho de nos conectarmos uns com os outros acima da rejeição e do ódio. Ele representa uma força que nos atrai para cima, um passo de cada vez, até o clímax da conexão, do amor e da redenção final.

De KabTV, “Nova Vida # 172 – O Livro Dos Salmos”, 23/04/13

Sempre Com Você – Meu Professor O Rabash E Eu

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 15/3/19

Meu professor, Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (O Rabash), foi único em sua geração; um Cabalista oculto cujo único objetivo era educar uma nova geração de Cabalistas, desenvolvendo um método espiritual que servisse a cada pessoa em nossa geração. Eu o segui aonde quer que ele fosse e o auxiliei de todas as formas possíveis.

Após sua morte em 1991, eu continuei o caminho único do meu professor. Eu estabeleci um grupo de Cabalistas e dei-lhe o nome – “Bnei Baruch” (os filhos do Baruch). Ao longo dos anos, o Bnei Baruch tornou-se um movimento internacional composto por centenas de milhares de estudantes em Israel e em todo o mundo, que estudam as autênticas fontes da Cabalá e a compartilham com o mundo.

Ao implementar o método do Rabash, podemos descobrir a realidade completa e eterna que foi revelada aos Cabalistas de todas as gerações.

Dê uma olhada nas fotos que estou publicando pela primeira vez, desde meus primeiros dias de estudo da sabedoria da Cabalá.

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Meus Pensamentos No Twitter 15/03/19

Dr Michael Laitman Twitter

O espiritual vem não apenas aproximando-se da espiritualidade, mas também se distanciando dela, quando o egoísmo se revela e exige sua realização.
E nos esforços para superá-lo, relacionando tudo ao Criador, a pessoa alcança, com alegria, a qualidade de doação e submissão – o grau de Moisés.

A condição para receber a #Torah: estar na humildade de sensação e compreensão.
E se você concorda em permanecer nela, esforçando-se na alegria, como se não houvesse nada maior do que esse estado – esse estado é chamado pequeno (Katnut) e deve ser permanente.
Enquanto o estado grande (Gadlut) é temporário, adicional.

Querendo andar na doação, a pessoa sente o vazio e a necessidade de preenchê-lo com a grandeza do Criador, de ultrapassar a si mesma, sem qualquer realização, apenas pela subjugação incondicional de si mesma e só pede ajuda para preencher o vazio com a grandeza do Criador.

Sentindo apenas a luz no caminho, a pessoa não pode determinar se está nos estados em prol do Criador ou do seu próprio. Portanto, um estado de escuridão vem de cima, e se ela continua a trabalhar para o Criador com alegria, isso significa que está no estado de doação.

Sobre meu #Professor
Quanto mais tempo passou após a morte de Rabash, mais perto eu me sentia dele.
Rabash deu tudo de si. Nunca houve um momento em que ele faria qualquer coisa para si mesmo. Tudo estava fluindo apenas em uma direção: de si mesmo para os outros.
E ele me infectou com esse fluxo.
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Sobre meu #Professor
Eu sentia o RABASH me empurrando para frente. Eu não tinha escolha senão avançar como ele sem se desviar ou ceder à tentação, eu tinha que fazer tudo para passar para o mundo o que ele queria que eu fizesse, e o que ele me deu. Eu senti essa responsabilidade em mim.

Acredita-se que as pessoas de Sodoma tiveram relacionamentos terríveis.
Mas a única condição que elas tinham era obedecer estrita e invariavelmente à regra de que “o meu é meu, o seu é seu”, o que é absolutamente oposto ao amor dos amigos.
Mas nem roube, nem prejudique, nem tire proveito do outro – todos dentro de si!

Nenhuma educação no mundo pode mudar a natureza do homem, do egoísmo ao altruísmo. Somente a educação Cabalística, uma vez que ela realça a qualidade de amor e doação da Natureza Superior, o Criador, ela é capaz de corrigir o nosso #egoismo na sua qualidade oposta, #altruismo.

Baal HaSulam, A Última Geração: O sistema egoísta é baseado na inveja e no ódio. As pessoas nunca se livrarão deles. Se os capitalistas não estão assumindo a culpa, o ódio se voltará para #Israel. Nada irá curar as nações do seu ódio contra Israel, exceto o sistema altruísta.

Baal HaSulam. A última geração: O povo do Israel é odiado por todas as nações. Este #ódio é primário, concernente a todos os argumentos, cada um motiva seu ódio de acordo com sua própria psicologia.
A única solução é praticar relações altruístas morais interétnicas.
#Antissemitismo #ódio #relações internacionais

Baal HaSulam. A Última Geração: A liberdade do indivíduo deve ser mantida, a menos que seja prejudicial à sociedade. Mas se alguém quiser sair e entrar em uma sociedade diferente, não deve ser impedido, mesmo que isso prejudique o ambiente. A menos que leve à destruição da sociedade como um todo.

Os físicos começaram a falar novamente sobre a realidade do mundo – existe um objetivo para a realidade? Como ela pode ser observada se o observador não é objetivo? Existe liberdade de escolha?
Cabalá: não há realidade. Nós descrevemos o mundo dentro de nós.
A sintonia com a realidade ocorre na medida em que você se livra do seu egoísmo.

As pessoas estão vivendo mais, tornando-se ainda mais preocupadas em prover sua longa velhice. Se elas podem trabalhar em sua velhice. Economizar para a velhice. Claramente, a vida longa não nos faz felizes. Tal é o mundo que criamos para nós mesmos. É para isso que o nosso ego nos levou.
#velhice #Felicidade #aposentadoria

No processo de construir um Kli, eu começo a sentir como o Superior começa a ajudar! Ele me transforma e me ajuda, como uma mãe brincando com uma criança, ajudando-a a construir uma casa com blocos. Quando tento fazer isso e não consigo, sinto que Ele me ajuda a entender corretamente …

A única forma que o espiritual tem é a que construímos com nossos desejos. Nós recebemos apenas o registro informativo de cima (Reshimo), nós mesmos construímos a forma. Do grau superior nos é dada força e inteligência para sua realização, a nosso pedido.
Eu construo o mundo com esforços, eu o desenho no fundo da luz.

O Criador é revelado apenas através dos meus esforços para permanecer conectado a Ele.
Ele me deixa apenas um ponto livre dele para minha resposta. Nele, meu “eu” pode se manifestar. Este ponto é revelado em mim se eu puder me apegar ao Criador me controlando de cima, em pensamentos e desejos.

Toda a nossa vida é construir um quebra-cabeça. Este quebra-cabeça contém a intenção do Criador que o fez. Portanto, construindo esse quebra-cabeça, com um desejo consciente de conhecer seu criador, chegamos a alcançá-Lo. Inicialmente, somos feitos de tal maneira que, ao encontrarmos o Criador do mundo em nosso estado atual, chegamos a revelá-Lo.

O povo #judaico é a fonte de todo o bem e mal no mundo. Portanto, não é por acaso que o #Antissemitismo existe em todo lugar.
Todo bem e mal no mundo dependem apenas das conexões entre as pessoas. Se estabelecermos as conexões certas entre o povo de #Israel, o mundo estabelecerá boas relações mútuas.

Do Twitter, 15/03/19

Quebre A Casca Entre Nós

laitman_962.2Subjugar-me não significa me submeter como um burro para que todos possam montar em mim. Eu me subjugo em relação ao Criador e desfruto deste estado, que vem precisamente após a mais forte erupção do egoísmo.1

Chegamos à conexão a partir de um estado desesperado, de nos sentirmos perdidos e impotentes, quando estamos chorando e exigindo ajuda do Criador. Caso contrário, seríamos incapazes de sentir a conexão no lugar certo – no coração, no desejo.

A conexão é um sentimento no meu coração, da vida que acontece no coração de um amigo. Meu coração só sente, mas vive a vida de um amigo. Para isso, devo me convencer de que o Criador está no coração de um amigo e, se eu quiser alcançar o Criador, devo aproximar-me de um amigo.

A conexão é um sentimento de dependência mútua, quando sinto que dependo totalmente dos outros: no seu sucesso, conquistas, saúde, em tudo. É por isso que estamos ligados à nossa família, porque entendemos que dependemos disso. Se os membros da família são saudáveis, é bom para mim; se são bem-sucedidos, isso também me beneficia. É assim que nosso desejo de receber funciona em sua forma mais primitiva: prazer/sofrimento, desapego/conexão, dor/ausência de dor.2

A medida completa (Seah), após a qual uma mudança qualitativa acontece em nós, é composta pela quantidade e qualidade de mudanças que inclui o número de ações, o número de anos e o total de esforços investidos. Esses são indicadores quantitativos, mas da quantidade vem uma nova qualidade.

Todos os nossos esforços visam apenas suavizar nossos corações. A medida completa significa que a casca do nosso coração está quebrada. O coração está coberto por uma casca e esta deve ser quebrada “para chegar à resposta”. Até mesmo uma fenda é suficiente para começar a sentir algum contato com a espiritualidade e com a nossa quebra. Antes disso, a pessoa nem sequer sente a quebra, seu coração é apenas surdo.

É impossível quebrar a casca com um golpe. Isso é semelhante à forma como um pintinho sai de um ovo: ele bate e bate na casca até que ela se rompa e permita que ele saia. No entanto, no nosso caso, é ainda mais difícil, porque a casca não quebra só com um golpe, também é impossível quebrá-la sozinho, mas apenas em conjunto com os amigos! Isso exigirá muitos ataques feitos juntos.

Então de quem eu estou quebrando a casca: a minha ou a de um amigo? A casca não é minha nem sua, mas está entre nós. Como está escrito: “Eles ajudaram a todos os seus amigos”. O amigo bate de lado e eu bato no meu lado, e só juntos poderemos quebrar essa casca entre nós.3

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá, Baal HaSulam, Introdução ao Estudo das Dez Sefirot, item 74
1 Minuto 0:59:45
2 Minuto 0:60:00
3 Minuto 1:43:40

Um Lugar Para Todos Na Dezena

Laitman_631.4Pergunta: Há amigos ativos e passivos em nossa dezena. Às vezes surge um desejo de formar um núcleo a partir dos amigos ativos, mas, por outro lado, parece que há uma dezena dentro de uma dezena. Devemos distribuir a nossa atenção uniformemente e focar em absolutamente todos, para não desmoronarmos?

Resposta: Na minha opinião, a forma como a dezena é formada, deixe-a assim. Não há necessidade de embaralhá-los. A dezena é uma unidade espiritual. Deve ter tudo: o núcleo, os retardatários, os empreendedores. Portanto, não é necessário alterar algo nela à força. Deve ser levado em consideração que existe um lugar para todos.

Da Lição de Cabalá em Russo 06/02/19

Nova Vida # 171 – O Sabbath

Nova Vida # 171 – O Sabbath
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O que o Sabbath (Sábado) simboliza para nós, no qual toda a família se reúne para uma refeição comunitária? Qual é a ideia de descansar no Sabbath e qual é o poder da conexão entre nós?

O Sabbath simboliza o fim da correção do egoísmo humano e está acima da natureza. O poder integral da conexão humana é descoberto no Sabbath. É um dia de cura e descanso. É amor, conexão e reconciliação.

De KabTV “Nova Vida # 171 – O Sabbath”, 23/04/13

Entre Os Amigos

laitman_962.5Se eu quiser me conectar com um amigo, descubro que preciso da ajuda do Criador. Quanto mais peço ajuda ao Criador, mais sinto minha dependência Dele. Na medida em que o Criador fortalece minha conexão com os amigos, eu estabeleço uma conexão com o Criador, começo a entendê-Lo e senti-Lo. Tudo isso é revelado dentro da minha conexão com meus amigos, dentro das relações humanas, não em algum sentimento abstrato do Criador.

Eu sinto o Criador, eu apelo a Ele porque preciso Dele como um mediador entre eu e meu amigo. Eu revelo diferentes tipos de conexão com um amigo, eu atribuo tudo isso ao Criador. Entre eu e meu amigo há uma diferença de potenciais, que a Luz superior, o Criador, preenche, como uma corrente fluindo entre dois polos.

Desta forma, eu alcanço o Criador, isto é, não Ele mesmo, mas Suas ações, como está escrito: “Por Suas ações, nós Te conhecemos”. O Criador constrói e destrói as relações entre nós, rompe-as, levando-nos por todos os estados possíveis, através da escuridão e do mal, fazendo-me chorar e amaldiçoá-Lo. Mas daí vem a percepção, a sensação, a Luz vem, e eu entendo que uma pessoa não pode existir sem a outra porque “… a vantagem da Luz de dentro da escuridão” é revelada. Como resultado de todos esses estados, eu começo a alcançar o Criador. Embora Ele esteja se escondendo, eu começo a distinguir Sua presença julgando pela diferença entre os estados.1

O 613º mandamento é o amor pelo Criador. Podemos cumprir 612 mandamentos, mas não o 613o. O último mandamento vem de cima.

Os 612 mandamentos são a correção da conexão entre as partes da alma quebrada. 612 Luzes colam e fixam os fragmentos quebrados do vaso. O 613º mandamento é um acréscimo ao Kli pleno e completo – a Luz de Yechida – vindo do próprio Criador. Nós mesmos somos incapazes de qualquer ação em relação a este mandamento.

O mandamento espiritual é o ama ao próximo como a si mesmo. Se fizermos isso, chegaremos ao amor pelo Criador. Eu não negligencio os mandamentos físicos, mas o principal é saber o que queremos alcançar com isso. Por exemplo, lavar as mãos significa liberação de receber, após o que toda a nossa vida deve ser somente na doação.2

O Criador está entre todos os amigos. Além disso, é a sensação de uma lacuna, de uma distância entre nós – esse é o sentimento do Criador. Eu olho para um amigo e vejo como ele é diferente de mim, que discrepância existe entre nós, que omissões – este é o Criador entre nós. E se trabalharmos corretamente, vemos que o Criador começa a nos unir, como está escrito: “Um homem e uma mulher, se forem recompensados, a Shechiná [Divindade] está entre eles”.3

Em Adam HaRishon, antes da quebra, não havia inclusão mútua de desejos um no outro. Mas após a quebra da alma comum, todas as suas partes foram misturadas e penetraram uma na outra em um número infinito de variações, o que permite que uma pessoa compreenda profundamente e sinta o Criador.

Antes disso, a sensação do Criador por Adão era “circuncidada”, como se fosse uma criança pequena. Ele não tinha as ferramentas para penetrar profundamente no Criador. E devido à quebra e interpenetração de todas as partes que requerem trabalho em sua correção e pedindo a ajuda do Criador, um homem se familiariza com o mundo interior do Criador e penetra profundamente dentro Dele.

Antes da quebra, Adão recebeu a Luz somente no corpo do Partzuf no nível de Nefesh-Ruach. Mas graças à quebra, podemos elevar a Luz refletida da tela para a cabeça (Peh de Rosh) para cima, como se estivéssemos entrando no Criador. Então a Luz se espalha de cima para baixo até esta altura da Luz refletida, até a altura de atingir o Criador, e nós O alcançamos em nós mesmos. Isto determina a medida de nossa inclusão mútua, fundindo-se com o Criador: na medida em que alcançamos o Criador na cabeça, a este ponto nos unimos com Ele através do corpo do Partzuf espiritual.

E tudo isso começa e termina na conexão entre os amigos. Este é o nosso único objetivo, caso contrário, não será o objetivo da criação, mas algum tipo de substituto. Isso determina nossa atitude em relação à criação e mostra se temos o direito de sermos chamados de última geração.4

A solução está apenas em se conectar nas dezenas. Enquanto isso, não podemos superar a separação entre nós, nossa rejeição mútua. Queremos receber todas as respostas da nossa conexão na dezena. O que quer que aconteça no mundo, eu olho para a dezena e de lá recebo todas as respostas. Eu me organizo dessa maneira e, de repente, sinto que realmente existe um sistema que pode responder a qualquer uma das minhas perguntas.

Tudo o que acontece no mundo e comigo pessoalmente é uma consequência do que está acontecendo na dezena. Essa é uma causa interna, que causa todas as consequências em minha família, no trabalho e em todo o mundo. É necessário apenas olhar dentro da dezena: até que ponto estamos unidos ou nos falta unidade – do que depende o acontece em todos os cantos, como um ramo que vem da raiz.5

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá, 06/03/19, Escritos do Baal HaSulam, Introdução ao Estudo das Dez Sefirot, item 64
1 Minuto 47:55
2 Minuto 54:07
3 Minuto 59:40
4 Minuto 1:11:00
5 Minuto 1:45:40

Ataque No Grupo

laitman_943Pergunta: Nós podemos criar um ataque no grupo e como podemos fazê-lo corretamente?

Resposta: Um ataque no grupo só é possível quando vocês estão se reunindo com um objetivo, um desejo, uma intenção. Tentem se concentrar o máximo possível entre si para discernir claramente seus desejos e, então, começar a orar e pedir.

Pensem no que devemos pedir e de que maneira. Tentem formular juntos. De repente vocês vão ver como começam a se entender mais, como seus corações se tornam mais próximos, como quem vocês são se torna mais claro, o que vocês querem e o que devem pedir.

Falem um com o outro, falem sobre isso e cheguem a uma única conclusão. Tentem ficar com esta conclusão pelo máximo de tempo possível e vocês sentirão como ela os muda.

Isto é, vocês não apenas enviam um telegrama para algum lugar e obtêm uma resposta. Vocês estão no sistema do Criador, e no processo deste trabalho, começam a sentir como um relacionamento correto com o Criador, ou um desejo de um relacionamento correto com Ele, mudam vocês. Vocês vão conseguir!

Da Lição de Cabalá em Russo, 04/11/18

Nova Vida # 170 – O Que É Um Funeral Na Espiritualidade?

Nova Vida # 170 – O Que É Um Funeral Na Espiritualidade?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo:

Quando um homem morre, um grupo de pessoas o acompanha em sua última jornada. Por que é importante acompanhar os mortos, o que é a morte na espiritualidade e o que significa estar enterrado no pó?

Se uma pessoa investiu na totalidade da sociedade, ela tem uma parte eterna nela. Apenas o corpo morre.

De KabTV, “Nova Vida # 170 – O Que É Um Funeral Na Espiritualidade?”, 21/04/13

Meus Pensamentos No Twitter 14/03/19

Dr Michael Laitman TwitterO Criador nos leva à independência, que surge como resultado de nossa transição da qualidade de recepção para a qualidade de doação. Em outras palavras, usamos nosso desejo de desfrutar, mas na ação de doação, para o contentamento do Criador, e não para a auto-gratificação.

À medida que se desenvolve, a criatura aprecia a luz para seu cuidado e tutela, assim como a criança gradualmente começa a apreciar o amor e o cuidado dos pais.

Para elevar a criatura a um novo grau de doação, o Criador tira prazeres diretos e concede a habilidade…. a ser cumprida pela doação e não pela recepção.

A reação direta do desejo à luz – o prazer é natural e conhecido de antemão. É por isso que não há criação nela desde a criação (Beria – bar) significa uma nova qualidade externa.

A criatura nasce com uma reação antinatural pelo desejo não ser preenchida com a luz

… mas sim tornar-se como a luz.

Do Twitter, 14/03/19