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Nova Vida # 1032 – Harmonia Nos Relacionamentos Entre Casais

Nova Vida # 1032 – Harmonia Nos Relacionamentos Entre Casais
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Muitas famílias não vivem em harmonia e serenidade porque não aprendemos a nos comunicar corretamente. As dificuldades no sistema de relacionamentos provêm de sermos egoístas; cada um quer controlar e é crítico do outro.

O ego se desenvolve o tempo todo, as diferenças entre nós crescem e se multiplicam, e não sabemos como nos comunicar acima dele. Precisamos aprender o que é a natureza humana e como construir um bom relacionamento mútuo, apesar do ego. Não vale a pena falar sobre o que eu não amo no meu parceiro, porque preciso alcançar uma situação em que amo tudo nele. Cada parceiro deve aprender a ver apenas coisas boas um no outro e a aceitar completamente um ao outro. Precisamos aprender a nos comunicar acima de nossas diferenças e sentir o que o outro pensa e deseja, sem palavras.

De KabTV “Nova Vida # 1032 – Harmonia Nos Relacionamentos Entre Casais”, 10/07/18

Meus Pensamentos No Twitter 13/08/18

Dr Michael Laitman TwitterA nação judaica não existe para provocar o ódio do mundo inteiro em relação a ela, mas para viver pelo princípio do amor ao próximo e para ensiná-lo ao mundo inteiro. Aí reside o nosso poder espiritual, que não só pode neutralizar todos os nossos inimigos, mas também transformá-los em amigos.

Uma nação tem o direito de se proteger dentro de seus limites. A liberdade de expressão só pode ser permitida no âmbito deste direito. Declarações clamando a destruição de uma nação são declarações de inimigos.
#Judeu #Israelense

O Criador Existe Em Tudo

laitman_275Pergunta: Faz alguma diferença para o Criador a forma como eu doo a Ele, seja, digamos, doando ao meu filho ou através de um indígena que vive na América do Sul?

Resposta: O Criador é a qualidade geral de doação e amor, que abrange todas as partes da natureza inanimada, vegetativa, animada e humana. Ele existe em todos esses estados. O problema com a nossa percepção é que não podemos experimentá-Lo à parte de toda a criação.

Em outras palavras, essa qualidade existe em todas as partes da criação, em nosso relacionamento com elas e de maneira alguma separada delas. Você não pode separar o Criador delas e dizer: “Aqui está o Criador, e essa é Sua materialização nas pessoas”.

Comentário: Normalmente, uma pessoa que pensa no Criador imagina algum tipo de objeto, implora ou agradece a Ele sem qualquer conexão com a humanidade.

Resposta: O problema é que não podemos imaginar o Criador à parte da humanidade, à parte das pessoas – apenas junto. Por trás de cada pessoa, precisamos ver o Criador. Caso contrário, não vamos experimentá-Lo.

Quando você se relacionar com as pessoas corretamente, dentro delas encontrará essa força unificadora chamada “Criador”.

Pergunta: Se eu tento fazer algo gentil com alguém, isso significa que quero fazer algo gentil para o Criador?

Resposta: Se você tenta fazer algo especificamente para o outro, sem de alguma forma conectá-lo à sua própria imagem pessoal, então, no outro, você descobrirá o Criador.

Da Lição de Cabalá em Russo, 18/03/18

Descontentamento É Um Obstáculo No Caminho Da Plenitude

laitman_239Tudo é medido em relação a uma pessoa. A maneira como ela avalia seu estado é o estado em que ela está. Desejar por algo além do que você já tem é um luxo. Afinal, acontece que você está insatisfeito com o que recebeu do Criador. Este é um enorme obstáculo, interpondo-se no caminho para a perfeição.

Nós estamos em um estado perfeito, no fim da correção, no centro de todos os mundos superiores, no mundo do infinito. Todas as mudanças acontecem apenas dentro de uma pessoa. Portanto, se a pessoa determina o seu estado como perfeito, ela já está na escada espiritual, no estado espiritual.

Portanto, tudo depende apenas de nós. Não devemos esperar que algo venha de cima. Podemos pedir apenas a nossa correção, mas não há mudanças a esperar de cima, de fora de nós. Eu só preciso determinar em cada estado que estou em plenitude e não quero nada para mim, mas apenas dar tudo que puder para fora. Precisamos aspirar a tal estado porque essa é a verdade.

Da Conversa sobre o Assunto “Fé Acima da Razão” 03/08/18

Cabalá Não Envolve Meditação

Laitman_506.5Pergunta: A meditação é também uma contemplação interior. Como ela difere da contemplação Cabalística?

Resposta: Não há meditação na Cabalá. Às vezes, a meditação é chamada de oração, isto é, um pedido, uma aspiração do grau mais baixo ao grau mais alto. Tal pedido obriga o nível superior a ajudar o inferior. Isso é chamado de oração. Não há outra meditação.

Eu ouvi muito sobre meditação. Algumas pessoas até tentaram me ensinar meditação. Mas tudo isso acabou rapidamente porque eu estudo e ensino apenas a Cabalá clássica.

As invenções das pessoas, não importando se elas acreditam ou não, não são provas para mim. Portanto, não entendo como alguém pode meditar. Em outras palavras, como alguém desenvolve a imaginação ao ponto dela começar a afetá-lo? Ele é incluído em um determinado ciclo, onde se excita e supostamente se transfere para outros espaços imaginários. A Cabalá não tolera isso porque a Cabalá é uma ciência.

Da Lição de Cabalá em Russo 01/04/18

Aspirar À Verdade

laitman_231.01Pergunta: Eu conheço algumas pessoas que, através de práticas espirituais e rejeição de desejos, vivem em prol do divino e entram facilmente no reino espiritual. No entanto, nenhuma delas está envolvida com a Cabalá. Por que você insiste que revelar o Criador só é possível com a ajuda da Cabalá?

Resposta: Eu não insisto em nada e não discuto com ninguém. Eu tenho meu próprio entendimento. Se alguém quiser dominá-lo, pode aprender com os materiais que colocamos na Internet. Além disso, não quero debater qual método é melhor para estudar ou como fazê-lo.

Por que eu deveria dissuadir alguém sobre se ele está certo ou não? Na medida em que uma pessoa se esforça pela verdade, ela encontra seu próprio método, aspira mais e avança. O mais importante é não parar. Portanto, o que quer que você faça, eu aconselho apenas uma coisa: continue a aprofundar-se, expanda-se e não tenha medo de nada.

A Torá/Cabalá não aceita a rejeição do egoísmo porque ele é a nossa matéria. Quanto mais o usamos, mais temos a oportunidade de ascender.

Ao contrário das religiões ou da maioria das práticas espirituais, a Cabalá usa o egoísmo com alegria, como um presente do Criador. Afinal, é o egoísmo que separa o ser humano e toda a criação do Criador. E se quisermos destruir o ego ou anular o próprio desejo, o que permanecerá de nós?

Da Lição de Cabalá em Russo, 18/03/18

Nova Vida # 1031 – A Singularidade da Língua Hebraica

Nova Vida # 1031 – A Singularidade Da Língua Hebraica
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A língua hebraica se desenvolveu com o propósito de registrar estados espirituais e é uma fórmula que representa nossa conexão com os outros e através dela com o Criador. O número de letras, sua forma e a conexão entre as letras e as palavras foram determinadas de acordo com as leis espirituais. As letras são Kelim (vasos) que são divididos em cinco grupos correspondentes aos cinco tipos de Luz que os preenchem. Quando os Kelim são preenchidos pela Luz, o interior da língua sagrada é preenchido e a presença do Criador é revelada.

De KabTV “Nova Vida # 1031 – A Singularidade Da Língua Hebraica”, 05/07/18

Meus Pensamentos No Twitter 12/08/18

Dr Michael Laitman TwitterNosso desejo é como um receptor de rádio: deve estar sintonizado na frequência necessária. Então a mesma onda aparecerá dentro dele como a que está lá fora: a luz superior!
#citações #sabedoria #Cabalá #pensamentossabios

Do Twitter, 12/08/18

Mudanças Na China

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 12/08/18

Dr. Michael Laitman“Olhando para trás, minha esposa salvou minha vida”, lembra meu veterano estudante chinês de Pequim. “Na noite de 4 de junho de 1989, fui dormir nos dormitórios estudantis apenas porque minha esposa insistiu para que eu não passasse a noite na Praça Tiananmen novamente. No meio da noite, acordei em pânico com os sons arrebatadores de choro e percebi que o pior aconteceu: o exército começou a atirar nos manifestantes, que queriam melhorar o país”.

“Lágrimas derramaram dos meus olhos como uma cachoeira, enquanto eu estava lutando para acreditar que realmente aconteceu. Eu tive que ir lá e ver por mim mesmo. Minha esposa e eu pulamos em nossas bicicletas e rodamos até a praça o mais rápido que podíamos.

“Quando nos aproximamos da rua Changan, um helicóptero militar circulou acima de nós, usando um alto-falante para alertar os manifestantes a evacuar a praça imediatamente, ou então o exército agiria. Quanto mais perto eu chegava de onde o tiroteio começava, mais sangue via nas ruas, e choros horríveis ensurdeciam meus ouvidos. Eu percebi que nós falhamos. Que eu tinha falhado. Que a nação falhou.

“Meu sonho se foi, pois minha nação perdeu sua melhor oportunidade de mudar para melhor. O céu caiu e a realidade ficou obscura. Este foi o ponto de ruptura e mudança da minha vida. Naquela manhã chorei mais do que choraria na próxima década”.

***
Vinte e seis anos depois, fiquei naquela praça, que pode acomodar até dez milhões de pessoas. Centenas de milhares de chineses me cercaram. Uma quantidade enorme e inimaginável de pessoas, mas eu me senti sozinho. Não porque fosse um estranho em uma cultura estrangeira, mas porque a presença do povo chinês é fundamentalmente diferente da do homem ocidental. No entanto, até isso está mudando hoje.

Nos últimos trinta anos, a China vem se desenvolvendo na velocidade da luz. A iniciativa “Um Cinturão, Uma Estrada” da China incorpora uma aspiração de dominação global. Uma tentativa ambiciosa de conectar o mundo através de uma rede de estradas, ferrovias, vias e portos. Depois de muitos anos em que a China tem sido amplamente absorvida pelo mundo, ela está avançando e enviando seus “agentes” para todos os países e em todos os campos.

Isso também explica a teimosia chinesa contra a guerra comercial de Trump e sua entrada agressiva na economia global. Há, no entanto, uma diferença significativa entre as duas superpotências: a China tem enormes recursos – por exemplo – mas não sabe necessariamente como melhor utilizá-los. A América possui os principais poderes para inovar, enquanto a China é melhor na criação de cópias de alta qualidade e replicações “Made in China”.

Os desenvolvimentos tecnológicos e econômicos na superfície são apenas o efeito colateral do desejo mais profundo que impulsiona a nação chinesa. É a vontade do povo chinês que está realmente saltando para um nível significativamente novo e mais elevado de desenvolvimento.

Depois de milhares de anos de rendição e obediência às antigas filosofias chinesas que mantinham o povo chinês em um relacionamento equilibrado entre si e com a natureza, o ego adormecido do “gigante chinês” está despertando em todo o seu esplendor. Agora, todo chinês tem um forte desejo de se destacar, ficar rico e ser o número um em tudo. Preencher-se o máximo possível e não mais se contentar com uma tigela de arroz.

Em outras palavras, o desenvolvimento da natureza humana, o crescente egoísmo que caracteriza toda a humanidade, não pulou o antigo e fechado império. Se durante os séculos da Idade Média da Europa ocorreu o renascimento da civilização ocidental, uma mudança semelhante está ocorrendo na China dentro de poucas décadas.

De uma perspectiva global, o desenvolvimento acelerado que ocorrerá na China acontecerá ainda mais rapidamente na África e na América do Sul. O desejo em constante evolução de receber prazer é ao mesmo tempo o motor do desenvolvimento humano e o que molda tudo o que vemos nele – cultura, sociedade, governo, economia, tecnologia, moda e todo o resto.

Baal HaSulam, o grande Cabalista do século XX, escreve em sua linguagem científica: “O desejo de receber é toda a substância da Criação, do começo ao fim. Assim, todas as criaturas, todos os seus inumeráveis ​​exemplos e condutas que apareceram e que aparecerão, são apenas medidas e várias denominações do desejo de receber”. (“Prefácio à Sabedoria da Cabalá”).

A antiga filosofia chinesa estava bem ciente do desejo de receber que impulsiona a todos. Também reconhecia a necessidade de colocá-lo em equilíbrio e mútuo acordo entre as pessoas e em sua relação com a natureza. Mas só aplicou esses princípios no nível material. O confucionismo é muito terreno e materialista; é moral, coletivo e simples.

Décadas após o desengajamento em massa das antigas filosofias que estabeleceram o conceito de homem chinês, mudanças adicionais atuais não permitem mais a supressão do desejo dentro da nação chinesa. É um processo necessário, natural e inevitável, para um novo nível espiritual de desenvolvimento.

Tanto a China como o mundo, o Oriente e o Ocidente, todos enfrentam uma mudança de paradigma. O mundo ocidental já deu alguns passos e está mergulhando em uma crise. As pessoas sentem-se vazias, a depressão tornou-se a causa número um da deficiência, a juventude está desorientada pelo mundo virtual, as drogas e a prostituição estão em toda parte, e a lista continua. A China agora está competindo na mesma trilha agridoce.

Num futuro não muito distante, tanto as culturas ocidentais quanto as orientais terão que redescobrir o equilíbrio com a natureza em um nível que não conhecíamos antes. A maneira de equilibrar o desejo crescente não é através da opressão, mas criando uma contra-força: o senso de conexão mútua, completa e harmoniosa entre nós.

A humanidade está prestes a descobrir a força de ligação natural que conecta todos nós a um único organismo humano ao redor do planeta. Somente esta nova consciência permitirá que cada nação e cada pessoa se integre adequadamente com o resto da humanidade. Então, um novo espaço espiritual se abrirá, juntamente com uma compreensão de como equilibrar o desejo humano sem suprimi-lo, e como preenchê-lo com um novo tipo de realização espiritual.

Então, cada nação encontrará seu lugar no mosaico humano, e o povo da China descobrirá uma nova humanidade, conectada e redonda como a Praça Tiananmen, a maior praça de cidade do mundo, chamada de “Portão da Paz Celestial”.

(Imagem da Reuters)

Conhecimento Cabalístico E Valores Corpóreos

Laitman_632.3Pergunta: O conhecimento que recebemos da Cabalá não valoriza os valores humanos universais, tais como filhos, vida, autossacrifício, etc.?

Resposta: Sim. A Cabalá explica que, em nosso mundo, todos os movimentos de uma pessoa para outra, em direção a si mesma e mesmo em direção ao Criador, são completamente egoístas. E daí? Por que devemos permanecer em uma névoa cor de rosa?

Pergunta: A Cabalá afirma que há um valor no mundo: a realização do Criador. Tudo o mais é substancialmente menor em valor?

Resposta: Claro, afinal o Criador é a qualidade de doação e amor.

Pergunta: É possível aplicar essa qualidade aos filhos, sociedade, vida, a todos esses valores?

Resposta: Parcialmente. Se através deles você quer difundir a qualidade de doação e amor a todos, então, em geral, você alcança a raiz dessa qualidade, que é chamada de Criador. Através deles você pode expressar sua atitude para com o Criador.

Da Lição de Cabalá em Russo 18/03/18