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Nova Vida # 863 – Sabedoria Da Cabalá: Como Sabemos Que Existe Um Deus?

Nova Vida # 863 – Sabedoria Da Cabalá: Como Sabemos Que Existe Um Deus?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Por que a força superior está escondida de nós? Qual é a realidade que um Cabalista descobre e como podemos explorar essa realidade?

Deus é a força superior da natureza e pode ser revelado através da sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Nova Vida # 863″ – Sabedoria da Cabalá: Como Sabemos Que Existe Um Deus?” 06/06/17

Método Para A Vida De Uma Nova Sociedade

laitman_555Pergunta: Como nós que estudamos Cabalá podemos alcançar o mesmo comprimento de onda que Baal HaSulam e ouvir o que ele diz sobre a sociedade do futuro?

Resposta: Devemos imaginar as leis e as regras da sociedade do futuro. Isso é doação absoluta e amor, interação mútua e ajuda, quando a pessoa pensa apenas nos outros e se vê apenas nisso.

A espiritualidade começa com o fato de que eu faço um Tzimtzum (restrição) em mim. Essa é a restrição de todos os pensamentos em mim. Isso significa que os meus desejos de uma pessoa no mundo material por comida, sexo e família, eu devo satisfazer para o meu próprio bem, tanto quanto necessário, e os desejos de riqueza, fama e conhecimento eu devo usar para o benefício da sociedade.

Há coisas que não devem ser discutidas porque somos criados desta forma. Alguém quer comer duas porções de jantar porque seu corpo exige, e para outros, algo muito simples é suficiente. Alguém precisa dormir dez horas para estar saudável, e para outra pessoa, duas horas de sono são suficientes, a fim de estar pronta para agir. Nisso, não podemos tratar as pessoas como máquinas.

Mesmo com relação à riqueza, fama e conhecimento, existem certas qualidades de uma pessoa que precisam ser levadas em conta e satisfeitas. Mas isso já depende do nível de correção da pessoa e da sociedade.

Em princípio, a sociedade do futuro é construída sobre a necessidade de cuidado e preocupação apenas no quanto o sistema de nossos relacionamentos será perfeito, eterno, infinito e estará constantemente se desenvolvendo e se complementando. O quanto eu vou pensar sempre em como fortalecer a conexão entre as pessoas: de mim para outras pessoas e entre elas.

Essa é a metodologia para a vida da nova sociedade: criar, tanto quanto possível, uma rede de conexões mútuas entre nós, onde todo o nosso antigo egoísmo será realizado, tornando-se gradualmente corrigido em altruísmo.

Isso ainda não se refere ao último estágio de correção, quando o trabalho for concluído e todo o nosso mundo subirá para o nível diferente. Agora estamos no processo de nossa correção, no processo de criação de conexões totalmente boas entre nós.

Nós temos que analisar constantemente nossas capacidades para agir de acordo com essas conexões, de modo que as pessoas se sintam cobertas por um cuidado comum, uma atitude comum em relação a si mesmas e a todos os níveis da natureza circundante: inanimado, vegetal e animal. Como uma mãe se preocupa com seu filho, cada um de nós deve ter a mesma atitude em relação à natureza e à sociedade.

De KabTV “A Última Geração” 22/05/17

Nova Vida # 862 – A Sabedoria Da Cabalá: Ateísmo

Nova Vida # 862 – A Sabedoria Da Cabalá: Ateísmo

Dr. Michael Laitman, em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

 

Resumo

Em que acredita um ateu? Por que a falta de fé é influenciada pelas circunstâncias ambientais? O ateísmo fornece provas da independência do pensamento?

Ninguém pode provar cientificamente se existe um poder superior ou não, portanto, “Não há poder superior” é também um tipo de fé.

De KabTV “Nova Vida # 862- A Sabedoria da Cabalá: Ateísmo,” 06/06/17

Meus Pensamentos No Twitter, 02/08/17

twitterO #Time (tempo) é subjetivo. Observamos causas e consequências do que acontece em nós. A sequência deles é o que dá a sensação de tempo.

O que vemos não é real, mas uma projeção de nossas qualidades sobre uma luz branca. Nós vemos nossas próprias qualidades. Mude-as para mudar o #world (mundo)!

Cabalá: não precisamos construir o Terceiro Templo, mas apenas revelá-lo na harmoniosa #connection (conexão) entre nós.

De Twitter, 02/08/17

O Livro Do Zohar: O Coração Entende

laitman_527.07Pergunta: Um dos princípios de se estudar O Livro do Zohar é que o coração entende. O que isso significa?

Resposta: Quando lemos O Livro do Zohar aceitamos a condição de que O Livro age apenas em nossos sentimentos, mas não em nossa mente, que é um produto puro do nosso mundo.

Os sentimentos podem se assemelhar ao mundo superior em algum sentido, e nós estamos esperando o momento em que eles despertem em nós. Isto se chama “o coração entende”.

Da Lição de Cabalá em Russo 12/02/17

Em Uma Convenção, Esqueçam De Si Mesmos

laitman_939.01Pergunta: Que distúrbios espirituais podem ocorrer durante a Convenção e como podemos superá-los?

Resposta: Durante a Convenção, não pensamos em nenhum distúrbio ou problema espiritual.

Eu sugiro apenas uma coisa a vocês: participem com toda a sua energia e esqueçam de si mesmos. Essa é a principal coisa. Concentrem sua atenção acima do corpo e tentem estar juntos com todos e com o Criador que será revelado nos outros.

Se vocês se tornarem integrados com seus amigos, vão parar de senti-los e começarão a sentir o Criador. Isso é o que deve ser feito. E deve ser sem nenhum cálculo.

Da Lição de Cabalá em Russo 19/02/17

Respostas Às Suas Perguntas, Parte 177

Laitman_093Pergunta: No passado, você disse que a intenção do conceito de mudar o destino refere-se ao destino espiritual, não ao destino material.

Se uma pessoa em um nível espiritual não pode mudar seu destino material (saúde, bem-estar, dia da morte, etc.), isso significa que o mundo físico é mais forte que o mundo espiritual?

Resposta: A entrada no mundo espiritual muda tudo!

Pergunta: Como o Criador perfeito pode gerar o mal?

Resposta: O mal é descoberto dentro do seu ego em vez do bem que foi enviado pelo Criador.

Jornal Russo 24 Horas: “Dinheiro ‘Por Nada’”


Em São Francisco, o jornal russo 24 Horas publicou meu artigo “Dinheiro ‘Por Nada’”.


Superheroína

laitman_272Nas Notícias (Fusion Media Network) : “Cerca de 351 pessoas sofreram uma overdose fatal em opiáceos no ano passado em New Hampshire, de acordo com os dados fornecidos à Fusion pelo médico legista do estado. Vinte e oito dessas vítimas foram submetidas a uma pequena dose de heroína; o fentanil foi a causa em 253 das mortes.

“O fentanil é 50 vezes mais forte que a heroína. É tão potente que uma quantidade do tamanho de três grãos de açúcar é letal para um adulto. Sintetizado pela primeira vez na década de 1960 pela Janssen Pharmaceuticals, o fentanil foi inicialmente usado como anestésico geral em cirurgias. Seu uso apenas aceitável, “em rótulo”, é para reduzir a dor intensa em pacientes com câncer”.

Pergunta: Esta tendência continuará no futuro?

Resposta: No futuro, a Terra se limpará de pessoas supérfluas dessa maneira. Você não pode fazer nada sobre isso. Esse é o programa da criação que irá purificar tudo.

Hoje, a população do planeta atinge quase oito bilhões de pessoas, enquanto há 100 anos tínhamos dois bilhões. Um aumento tão acentuado foi devido ao desenvolvimento dos medicamentos, acesso gratuito a alimentos, água e medicamentos.

Do ponto de vista da Cabalá, isso se deve à divisão das almas em uma multidão de almas menores para que seja possível corrigir a alma comum de forma mais rápida e fácil.

Eu não me importo se houver mais vinte e cinco bilhões de pessoas na Terra, mas sou a favor delas desempenharem seu papel corretamente em vez de chegar a esse mundo para sofrer tormentos e com isso se corrigirem. Afinal, você pode se corrigir de uma maneira gentil, fácil, agradável e bonita.

Pergunta: Portanto, o que devem fazer as pessoas infelizes que não vêem nenhum futuro e têm um vazio interno?

Resposta: Não há nada a fazer. Essa é a influência geral da humanidade em suas diferentes partes. Há muitas pessoas que estão famintas na África agora. Vinte milhões de pessoas morreram lá, e a ONU não pode fazer nada.

Por um lado, este é um grande problema. Por outro lado, o que você fará com a humanidade? Ela não tem nada com que se ocupar. Hoje, a robótica está sendo usada cada vez mais, as máquinas vão substituir as pessoas em todos os lugares, então o que uma pessoa fará? Ela terá que “jogar” futebol na TV de manhã até a noite.

Pergunta: Como você sai desse estado?

Resposta: É impossível tirar as pessoas de drogas pesadas, não existe tal reabilitação. Somente a educação pode mudar um indivíduo! Nós devemos cercá-lo com uma sociedade correta, e esta o defenderá.

Pergunta: Você investiria apenas nisso?

Resposta: Apenas nisso. Não há mais nada. Os centros de reabilitação não ajudam. Eles devem se tornar centros educacionais.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 13/03/17

Jpost: “A UNESCO Não Reflete O Antissemitismo Das Nações, Mas Nosso Próprio Ódio Pessoal”


O The Jerusalem Post publicou meu novo artigo “A UNESCO Não Reflete O Antissemitismo Das Nações, Mas Nosso Próprio Ódio Pessoal“.

É bastante simbólico que a UNESCO, a organização responsável pelo patrimônio mundial, esteja negando o nosso direito histórico a Israel. Sem um presente que justifique nossa reivindicação, nossa história não tem sentido.

Em abril de 2016, quando a UNESCO aprovou uma resolução negando a história judaica no Monte do Templo, eu escrevi que esse era apenas o início de uma campanha para negar a história do povo judeu na Terra de Israel, uma campanha cujo propósito final é a eliminação do Estado Judeu. Em dezembro do ano passado, a campanha acelerou quando o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução que abriu as portas para sanções indiscriminadas e boicotes contra Israel em relação à sua política de assentamento na Cisjordânia e Jerusalém. Alguns dias atrás, a UNESCO deu mais um passo na campanha para negar os direitos judeus a Israel, negando a história de quase 4.000 anos da Caverna dos Patriarcas.

Todos, inclusive aqueles que votaram a favor da resolução, sabem que não há motivos históricos ou científicos para a reivindicação palestina de conexão com o local. Mas fatos, todos nós sabemos, são o fator menos importante nessa história. Tudo o que importa é que a campanha para eliminar o Estado de Israel e revogar a Resolução 181 da ONU – que justificou o estabelecimento de um Estado judeu em Israel – está ganhando impulso.

Esta última resolução é um sinal de alerta para todo o povo judeu, especialmente para aqueles que vivem em Israel. Ela nos diz que devemos reavaliar quem somos como nação, o que atualmente defendemos, o que gostaríamos de defender e como podemos conseguir isso.

Um Fosso de Ódio

Há cerca de duas semanas, em seu primeiro discurso público, o embaixador dos EUA em Israel, o Sr. David Friedman, disse: “Eu tenho um excelente discurso preparado sobre a amplitude e a profundidade da relação entre os Estados Unidos e o Estado de Israel. Mas não vou fazer isso hoje à noite”. Em vez disso, o embaixador Friedman dedicou todo o seu discurso à unidade judaica, ou mais para aquestão da sua falta.

No entanto, nós observamo isso, que o nível atual de divisão entre os judeus é insustentável. Nós estamos envenenando nossos relacionamentos com tanto ódio que o mundo nunca vê nada de bom emergindo do povo judeu. Nós estamos disputando as áreas de oração do Muro Ocidental e a lista negra de decisões dos rabinos certificados para determinar o judaísmo do povo que precisa de seu judaísmo confirmado. Nós estamos fazendo campanha contra o nosso próprio país através da ONU, BDS, da academia e de várias outras maneiras. Nós segregamos judeus baseados em origens étnicas e cultura, e nos associamos apenas a pessoas com mesmas posições políticas e religiosas.

Israel, que deveria ser um modelo a seguir, tornou-se um fosso que emite apenas ódio aos nossos coreligionistas. Isso é exatamente o oposto da essência da nossa fé, e contradiz o que devemos projetar para o mundo. Por que a incessante perseguição aos judeus?

Ao longo das gerações, os líderes do povo judeu – dos mais ortodoxos aos mais seculares – enfatizaram que a nossa redenção, salvação e até sobrevivência dependem apenas de nossa unidade.

“Todos de Israel são responsáveis ​​uns pelos outros … apenas onde há pessoas que são responsáveis ​​umas pelas outras há Israel”, escreveu o pensador sionista AD Gordon. “Nós somos chamados a unir o mundo. Mas antes de unir o mundo material, somos chamados a revelar a unidade espiritual. Esse é o nosso segredo mais íntimo”, afirmou o Rav Kook (Cartas do Raiah), o primeiro rabino-chefe de Israel. “Tudo depende dos filhos de Israel. Ao se corrigirem, toda a Criação os segue”, afirmou o livro Sefat Emet. “Nós ainda não abrimos nossos olhos e vemos que somente a unidade pode nos salvar. Somente se todos nos unirmos … para trabalhar em favor de toda a nação, nosso trabalho não será em vão”, ressaltou Eliezer Ben Yehuda, vivificador da língua hebraica. “Ama ao próximo como a ti mesmo” (Levítico, 19:18) é o mandamento superior no judaísmo. Com essas poucas palavras, a eterna lei humana do judaísmo foi formada … O Estado de Israel merecerá seu nome apenas se sua estrutura social, econômica, política e judicial for baseada nessas três palavras eternas”, concluiu David Ben Gurion, o primeiro primeiro-ministro de Israel.

Pouco depois do estabelecimento do Estado de Israel, Rav Yehuda Ashlag, autor do comentário Sulam (Escada) sobre O Livro do Zohar, escreveu em sua composição, Os Escritos da Última Geração: “O judaísmo deve apresentar algo novo às nações. Isto é o que eles esperam do retorno de Israel à terra!” Na verdade, continuou Ashlag,” É a sabedoria da doação, justiça e paz”.

Apesar dessas declarações frequentemente repetidas, nós não ouvimos. Desde a ruína do Templo e do exílio nós infligimos a nós mesmos por meio de nosso ódio infundado, não aprendemos a superar nossa repugnância e a nos unir. Como resultado, a perseguição da nossa nação não parou desde então. “Quando Israel é ‘como um homem com um só coração’, eles são como um muro fortificado contra as forças do mal”, afirmou o livro Shem MiShmuel. Mas quando foi a última vez que fomos “como um homem com um coração”?

Nós Subimos e Caímos pelo Poder de Nossa Unidade

De acordo com o Rav Kook, “O propósito de Israel é unir o mundo inteiro em uma única família” (Sussurre para Mim o Segredo da Existência). Quando um homem perguntou ao Velho Hillel para ensinar-lhe a Torá, o sábio respondeu: “O que você odeia, não faça ao seu próximo; essa é a totalidade da Torá” (Talmude Babilônico, Shabat, 31a). Assim como explicitamente afirmou o rabino Akiva: “Ama o próximo como a ti é a grande regra da Torá” (Talmude de Jerusalém, Nedarim, Capítulo 9, p. 30b).

Semelhante a esses gigantes, o livro Shem MiShmuel escreve: “A intenção da Criação era que todos se tornassem um feixe …. mas por causa do pecado [inclinação ao mal/egoísmo], a matéria foi corrompida até o ponto em que mesmo os melhores dessas gerações não conseguiram se unir. A correção dessa matéria começou na geração da Babilônia, quando Abraão e seus descendentes reuniram pessoas em uma assembleia conjunta. …. Assim, a matéria continuou e cresceu até a congregação de Israel ter sido criada. Mas o fim da correção virá quando todos se tornarem um feixe”.

Israel se tornou uma nação quando todos os seus membros se comprometeram a se unir “como um homem com um só coração”. Imediatamente depois disso, Israel foi ordenado a ser “uma luz para as nações”, para transmitir essa unidade sólida. Por essa razão, quando estamos unidos, há mérito para nossa existência como nação. Quando estamos separados, não há justificativa para a nossa existência como nação porque não podemos ser “uma luz para as nações”. Em consequência, as nações reclamam a terra e dispersam os judeus, que não são fieis à sua vocação. É por isso que o livro Maor VaShemesh afirma: “A principal defesa contra a calamidade é o amor e a unidade. Quando há amor, unidade e amizade dentro de Israel, nenhuma calamidade pode vir sobre eles”.

Nosso Destino Está em Nossas Mãos

Em seu livro A Arte de Amar, o famoso psicanalista e sociólogo, Erich Fromm, escreveu: “O homem – de todas as idades e culturas – é confrontado com a solução de uma única questão: a questão de como superar a separação, como alcançar a união”. Além disso, diz Fromm, quanto mais a humanidade “se separa do mundo natural, mais intensa se torna a necessidade de encontrar novas maneiras de escapar da separação”.

Na verdade, a sociedade de hoje é tão narcisista que dezenas de milhares de pessoas sofrem overdose a cada ano, simplesmente por solidão. O neurocientista Marc Lewis resumiu facilmente a perdição da humanidade com o título de sua peça solene: “Por que tantas pessoas morrem de overdoses de opiáceos? É a nossa sociedade quebrada”.

O Livro do Zohar escreve muito claramente no famoso Tikkun n.° 30 que, quando Israel não está unido, “traz pobreza, ruína, roubo, saque, matança e destruição ao mundo”. Em outras palavras, não devemos ficar surpresos quando a humanidade culpa os judeus por seus problemas. Em seu ensaio seminal, “Garantia Mútua”, Rav Ashlag escreveu: “Cabe à nação israelense qualificar a si e todas as pessoas do mundo a se desenvolver até que tomem para si mesmas o sublime trabalho de amor ao próximo, que é a escada para o propósito da Criação”. Por quê? Porque, continua Ashlag, a nação israelense foi formada como “uma espécie de portal pelo qual as centelhas de amor ao próximo brilhariam sobre toda a raça humana em todo o mundo”.

Mesmo que as pessoas não estejam conscientes de que os judeus foram formados como uma porta de entrada para o futuro melhor da humanidade, essa intenção determina seus pensamentos e ações. Essa expectativa latente faz com que acadêmicos, como o jornalista e historiador britânico Paul Johnson, escrevessem: “Em uma fase muito precoce em sua existência coletiva, os judeus acreditavam ter detectado um esquema divino para a raça humana, da qual sua própria sociedade seria um piloto”. Essa expectativa também faz com que os antissemitas cubram os sítios memoriais do Holocausto com folhas que carregam a inscrição, “Heebs [Hebreus] não nos dividirão”.

Na verdade, nós nos levantamos e caímos por nossa vontade de ser uma luz de unidade para as nações. Como resultado, somos a única nação cujo destino está em suas próprias mãos. Se decidirmos “tomar sobre nós aquele sublime trabalho de amor ao próximo” e assim se tornar “uma luz para as nações”, nossa soberania, prosperidade e paz em Israel serão garantidos. Mas se entregarmos as rédeas aos nossos egos egoístas, como fizemos nos últimos dois milênios, é provável que veremos mais uma rodada de ruínas na Terra de Israel. A menos que despertemos em breve para nossa tarefa, nos levantemos acima de nossos egos e nos unamos, talvez seja tarde demais.