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A Dualidade Do Trabalho Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se cada um de nós está se esforçando e tira para fora seu ponto, em que momento ocorre a adesão destes pontos entre nós?

Resposta: Estejam sempre preparados para a dualidade. Se eu intencionalmente procuro medir e sentir alguma coisa, por um lado eu vou ser empurrado para longe disso, e, por outro lado, tenho que construir uma atração em mim. Por um lado, eu não vou entender, e por outro lado, eu poderia entender alguma coisa. Tudo isso vai existir em mim em igual proporção. Se eu trabalho para o grupo, por um lado tenho que olhar para ele como algo absoluto, uma unidade que está em perfeição, no mundo do Infinito. Cada um dos amigos é um anjo que completou todas as suas correções. Todos os amigos estão unidos. Há um ideal na minha frente, e o Criador está dentro dele.

É assim que eu imagino tudo o que está fora de mim. Eu vou ter algo pelo qual me esforçar, pela unidade com os amigos, para ser incluído neles. Eu os vejo como ótimos, eu desenvolvo a inveja, o ciúme e o desejo de me integrar a eles.

Por outro lado, este grupo me influencia, e eu tenho que ver e sentir como normalmente acontece neste mundo. Neste caso, eu tenho que me comunicar com eles como com iguais e, às vezes, como um professor para com os alunos, e é assim que cada um de nós faz. Eu tenho que excitar, organizar e motivá-los à meta, fazer comentários sobre o trabalho compartilhado, sobre a unidade, etc.

Assim, existe um tipo de “tesoura”. Por um lado, eu me refiro aos amigos como grandes, perfeitos e conectados uns aos outros. Por outro lado, eu me identifico com eles como àqueles a quem posso apontar, torcer; eu tenho que organizar alguém a quem possa influenciar.

Eu devo estar preparado para tratar o grupo de duas maneiras, e isso não deveria me incomodar. No trabalho espiritual a dualidade sempre emerge. De qualquer forma, um não anula o outro; há tempo para um e para o outro. Devido a isso, você precisa aprender a se bifurcar, a olhar para coisas mais “inclinadas”, e depois, entre essas duas direções oblíquas, você vai descobrir como ver o sistema superior.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição, 5

No Calor Da Batalha Com Moinhos De Vento

Dr. Michael LaitmanEm vez de se agarrar ao princípio “não há outro além Dele”, o meu pensamento depende de diferentes fatores que eu vejo diante de mim. Ao invés de olhar para frente para ver além das pessoas, além do mecanismo, além de todos os fenômenos naturais, e para ver apenas o Criador e eu, eu, como um míope, olho para os objetos que estão perto de mim e os vejo como os fatores de que depende a minha liberdade. Assim como Dom Quixote, eu luto com moinhos de vento, “cenários” sem vida.

Como resultado, o Criador tem que intensificar o mal e os sofrimentos, de modo que eu  tenha que dar uma olhada melhor no que depende a minha vida. Ele faz isso para que eu não seja capaz de parar esta busca.

Nós vemos isso no exemplo do estado de Israel: Ahmadinejad, Hamas, ameaças, mísseis, Mubarak em vez de Sadat, Mursi em vez de Mubarak… o Criador constantemente endurece o coração do Faraó. Por que isso? Porque o povo judeu não quer ver a verdadeira razão do que está acontecendo. Enquanto isso, todas as razões insignificantes significaram só uma coisa: levar Israel ao Criador, de modo que temos que ser gratos a elas por isso. Elas são apenas o meio.

Assim, as pessoas são obrigadas a ser um pouco mais inteligentes, a fim de ver com quem estão lidando e quem está gerindo o mundo. Os problemas só nos lembram do objetivo, e é fácil nos livrar deles se nos dirigirmos ao Criador. Mas nós não nos dirigimos a Ele para receber “recompensas”, mas para corrigir a nós mesmos, a fim de nos aderir a Ele e dar-Lhe satisfação. Então, os atuais “lembretes” serão anulados, e o “anjo da morte” vai se transformar num “anjo santo”.

Pergunta: Portanto, com quem estamos trabalhando, com o grupo ou com o mundo externo?

Resposta: Toda a realidade, incluindo o mundo externo, incluindo eu e o grupo, está no Criador. O mundo externo me dá um impulso negativo (1), constantemente evocando-me a me dirigir ao Criador (2). Mas eu sei que não posso me dirigir a Ele diretamente. Primeiro eu tenho que me dirigir ao grupo, e depois, junto com ele ao Criador. Só então é que eu tenho um vaso, um desejo por isso, enquanto que nada vai me ajudar se eu trabalhar individualmente.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/12/12, Escritos do Rabash

Um Burro Que Não Suportou Uma Carga Pesada

Dr. Michael LaitmanPergunta: Um dos nossos amigos do grupo virtual viria para o Congresso, mas na última hora ele devolveu sua passagem. Como devemos apoiar os amigos em tais grupos?

Resposta: Isso deve ser considerado de forma simples: O Criador quer mostrar a ele se ele escolheu ou não o caminho certo. Deixe-o verificar.

Vocês devem tratá-lo como um amigo: há subidas bem como descidas, e ambas vêm do Criador. Vocês devem ser realmente úteis e solidários com um amigo e o resto é com ele.

Diz-se que a pessoa deve ser levantada duas vezes. Se você vê o seu amigo com o seu “burro” (egoísmo) e este “burro” não suporta sua carga, o que significa que o desejo egoísta de um amigo não suporta a carga e cai, você deve ajudar o “burro” a se libertar desta carga, levantá-lo e carrega-lo novamente. Se o “burro” cair de novo, você deve repetir esta ação. No entanto, se ele cair pela terceira vez seguida, você pode deixá-lo.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Vida Significa Aproximar-se Do Amor

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot” : “Os ímpios, em suas vidas, são chamados de “mortos”. “Isto é porque a morte é melhor do que a vida, como a dor e o sofrimento que suportam para o seu sustento são muitas vezes maior do que o pouco prazer que sentem nesta vida.

Se nós não avançamos no sentido de alcançar a fonte da vida, a vida se transforma numa fuga do sofrimento. Todos os nossos pensamentos são apenas sobre como evitar o mal e o aborrecimento. Portanto, nós não imaginamos o bem como satisfação, já que não podemos nos satisfazer, mas simplesmente tentamos encontrar alguma paz entre os momentos ruins.

Como resultado, todos os prazeres que sentimos não duram mais do que um curto espaço de tempo, e por isso somos chamados de “mortos”, mesmo estando vivos, uma vez que não recebemos satisfação da fonte real da vida da qual toda a realidade e toda a criação se sustentam.

Claro, todo mundo tem suas próprias contas, e se a pessoa vê quanta dor e sofrimento ela sente, o quanto ela sofreu e que esforços fez em comparação com os poucos momentos de prazer que lhe deixou feliz e lhe trouxe alegria, então ela descobre que não valia a pena viver. Toda essa vida só pode ser justificada como uma preparação para a ascensão espiritual. Mas se ela examina a vida como é, percebe que não há qualquer nexo nela.

Agora, quando somos recompensados com Torá e Mitzvot (mandamentos), somos recompensados com a vida real feliz e alegre, ao mantê-los, como se diz: “Prove e veja que o Criador é bom”. Isto é o que aqueles que a alcançaram sentem. Então, nós podemos escolher entre o bem e o mal. Depois que recebemos a Torá, o caminho, os princípios espirituais, nós começamos a trabalhar com as duas linhas.

Isto é o que os escritos dizem com: “e você deve escolher a vida para que você e seus descendentes vivam”. Na verdade, é uma repetição: “e você deve escolher a vida, de modo que você viva”. Mas isso se refere a viver cumprindo a Torá e Mitzvot. Então, a pessoa realmente vive. “Mas a vida sem a Torá e Mitzvot é mais difícil do que a morte”.

Esta é a forma como a pessoa percebe a diferença entre a vida e a morte: a vida significa avanço espiritual, e a morte significa falta de avanço. A pessoa gradualmente entende que o avanço significa se aproximar do amor, da doação, da auto-anulação, subir acima do ego. Só isso é chamado de “vida”, sem qualquer consideração ao que sentimos em nossos desejos egoístas.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/12/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“

As Ciências Exatas São Realmente Tão Exatas?

Dr. Michael LaitmanA sabedoria da Cabalá nos fala sobre sua investigação a partir de suas descobertas, a partir do que realmente acontece. Os Cabalistas descobrem a realidade à medida que mudam seus vasos, seus desejos e suas percepções, e, portanto, não há vozes ou opiniões diferentes.

Trata-se de fatos. É o mesmo na física e na química – todo cientista pode repetir certo experimento ou outro e descobrir que, sob certas condições, uma determinada lei natural funciona de certa maneira. É o mesmo na Cabalá: diferentes pessoas observam os mesmos fenômenos naturais.

Na filosofia, no entanto, todos estabelecem conceitos com base em suas próprias suposições, de fato, reivindicam o que quer que eles sentem. Portanto, hoje está claro que você não pode contar com a filosofia.

Por outro lado, no mundo moderno integral, a Cabalá se revela como uma verdadeira ciência. As mais recentes abordagens como a física quântica e a nanotecnologia estão chegando ao que a Cabalá descobriu há séculos.

Mas a ciência comum está enfrentando um grande problema. Se por um lado os filósofos podem publicar abertamente suas fantasias, nós descobrimos dados científicos em vasos, que são nossos desejos, como um fato inquestionável.

Nós temos certeza que o mundo é como o vemos. Mas, ao mesmo tempo, não levamos em conta nossos cinco sentidos: é como se eles não existissem, como se não distorcessem a imagem de nossa realidade. A ciência neste mundo é limitada, uma vez que se baseia na percepção “animal” e dados de estudos que vêm através de seus cinco canais.

A sabedoria da Cabalá, no entanto, usa uma abordagem muito mais rígida. Ela não se baseia no homem com seus cinco sentidos “animais” corporais, mas permite-lhe abrir um novo sentido, que é externo ao nosso corpo, para sair e se elevar acima de si mesmo.

Este órgão sensorial é de fato “fora do nosso corpo”, o que significa fora de nossos desejos egoístas. É feito de uma Masach (tela) e Luz de Retorno. Nele, a pessoa percebe a realidade externa e descobre que é a Luz ou o Criador.

No todo, como os Cabalistas descobriram, toda a realidade é feita de “Luz” e “vaso”, ou em outras palavras, de um desejo que responde ao preenchimento da Luz. Os Cabalistas são muito precisos em suas definições. Eles dizem que nós não sabemos o que está acontecendo fora do nosso desejo. Por isso, trata-se apenas do próprio desejo e suas reações e impressões. O que é que as evoca? Nós não sabemos, nós só estudamos as reações do desejo e chamamos isso de “Luz”. Assim, a “Luz” é uma reação no desejo e, mais precisamente, uma reação no “vaso”.

Depois de tudo, o desejo em si ainda não é um vaso. O “vaso” é um desejo que é corrigido pela intenção altruísta que se destina a responder à Luz.

Este desejo já passou por uma “restrição”, adquiriu uma Masach e a Luz de Retorno e já está ajustado corretamente. Em seguida, ele descobre uma resposta adicional dentro dele: uma impressão a partir do ato de doação, desde o preenchimento. Nós chamamos os detalhes dessa percepção de “Luz”.

De uma forma ou de outra, tudo ocorre no desejo de receber que desenvolve a capacidade de trabalhar, como se fora a Masach e a Luz de Retorno. Todas as impressões e os contornos, ou como quer que possamos chamar-lhes, permanecem no desejo. No desejo nós conduzimos nossa pesquisa, nós a mudamos, e de acordo com essas mudanças, descobrimos a realidade.

Eu não sei de nada que está no exterior. Eu estou fechado dentro do meu vaso até o fim da correção. Quanto ao que vem depois, nós não falamos sobre isso no momento.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/12/12, “A Sabedoria da Cabalá e a Filosofia”

Por Que Os Nossos Desejos Atrasam A Vida?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que é nós falamos sobre o fim da sociedade consumista? Por que a era do consumismo tem que chegar ao fim?

Resposta: Há duas razões:

1. A primeira razão é externa: nós estamos ficando sem recursos naturais.

2. A segunda razão é interna e é a principal razão: nosso desejo está mudando – a base da natureza humana.

Nós podemos analisar as teorias econômicas, propaganda e publicidade, podemos inventar truques e tecnologias diferentes, como os filmes tridimensionais, mas tudo isso não vai ajudar. A pessoa vai simplesmente perder o interesse nisso, como um gato que não se preocupa com a TV onde está deitado. Em vez disso, vamos simplesmente dar mais atenção à sociedade, para aqueles que nos rodeiam. Tudo isto é porque o desejo está mudando. Não há nada que possamos fazer sobre isso, já que são os desejos que motivam uma pessoa.

Isto, é claro, não irá acontecer de uma só vez. Hoje ainda é possível promover o consumismo por diferentes “ofertas especiais”. Ainda assim, em comparação com o passado, as coisas estão mudando. A taxa de suicídio e divórcio está aumentando, e a decepção e o desespero estão se espalhando. É, de fato, o início de uma nova tendência. Uma pessoa, é claro, ainda vai precisar de alimentos e outras necessidades básicas, mas o problema não está nessas coisas, mas nos desejos que estamos usando incorretamente.

De uma forma ou de outra, o desejo está mudando muito lentamente. A questão é porque ele atrasa as mudanças externas paralelas? Por que encontramos problemas como a crise se em vez disso podemos saltar para um novo nível através de uma rápida mudança no nosso desejo? Não é melhor para as pessoas mudar do consumismo para atividades mais sociais pelo seu próprio livre arbítrio? Por que elas ainda querem comprar como antes, embora o sistema anterior esteja entrando em colapso?

A razão é que é assim que elas vão reconhecer o mal, de modo que a situação atual vai deixar um gosto ruim. Caso contrário, elas vão encontrar um vaso, o desejo, por outra coisa. Elas têm que sentir que estão em desespero, que o mundo está cheio e, ao mesmo tempo, está vazio. Se os desejos anteriores simplesmente desaparecerem, a pessoa não vai aprender a lição com o passado e não vai entender o problema.

Portanto, o desejo está mudando muito mais lentamente do que as condições externas. Estas condições devem nos pressionar e gradualmente evocar a resposta certa.

Então, surge a educação integral, que explica que os desejos em excesso do nível animal, ou seja, as necessidades básicas e racionais, só podem ser atendidas no contexto das relações humanas. A atual crise é para mostrar à pessoa que ela só pode satisfazer as suas necessidades de uma nova forma integral. Por isso, seus desejos não são restritos, mas eles realmente melhoram, tornam-se atualizados, e sobem para um nível qualitativo mais elevado. Então, ela não vai se contentar com algo transitório e efémero, mas apenas com algo que seja mais emocionalmente significativo. A pessoa se desenvolve, torna-se sensível e quer desfrutar outras experiências, que estão mais perto da espiritualidade.

Por isso, é realmente nas relações pessoais, na família e na educação das crianças que a atual crise se revela mais intensamente.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/12/12, “A Sabedoria da Cabalá e a Filosofia”

Tirando Todas As Centelhas Da Espessura Dos Desejos

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa: “conectar-se às centelhas dos amigos”?

Resposta: Significa conectar nossos desejos ao Criador. Afinal, os amigos vieram aqui porque há uma centelha em seu grande desejo que anseia pela espiritualidade, por equivalência de forma e conexão com o Criador. Eu também estou aqui por causa desse desejo; ele que nos trouxe ao grupo.

Nós temos que nos conectar nesses desejos, conectar-nos apenas pelas razões que nos trouxeram aqui. Vamos tirar apenas aqueles que nos trouxeram aqui de toda a espessura dos nossos desejos e descartar todo o resto como um saco cheio de lixo líquido, e conectar as centelhas de onde o nosso vaso espiritual será criado.

Será apenas a sua parte superior, e tudo o resto é formado do lixo que descartamos quando anulamos esses desejos. Não é fácil descartá-los, uma vez que temos que anular cada um desses desejos, um por um.

Quando tentamos conectar e queremos amar, o ódio é subitamente revelado, a fim de nos mostrar que não há amor natural em nós. Enquanto isso, parece que você ama a todos naturalmente, e que trata todos muito bem, como é aceito em nosso mundo: eles não trabalham no amor e portanto não descobrem o ódio.

Para alcançar o amor, precisamos primeiro descobrir o oposto, o ódio. Mas nós não trabalhamos no ódio. Nós aspiramos ao amor. Quanto mais você anseia por amor e realmente trabalha nele, mais rápido você descobre que odeia e que não ama. Você recebe a verdade do Alto.

Descobrir o amor significa ver o amigo como o maior em nossa geração, e olhar apenas para os seus atributos positivos, tentar sentir que os desejos dele são mais importantes que os seus desejos, como uma mãe sente por seu filho.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/12/12, O Zohar

O Assassinato Em Connecticut

Dr. Michael LaitmanEu lamento todas as vítimas, e mais do que ninguém, porque me sinto como um cúmplice, culpado do que aconteceu. Afinal, este ato é uma conseqüência de nossa indiferença a forma como os nossos filhos crescem e ao fato deles se tornarem violentos assassinos… Nós somos os culpados; o sistema de educação, a falta de educação é culpada. Quando vamos entender que as crianças devem não apenas aprender a ler e escrever, mas que devemos extrair pessoas delas, criá-las? A falta de educação integral se manifestará mais e mais, mas quantos casos semelhantes devem acontecer antes de começarmos a agir!

Se Estamos Numa “Matrix”, Como Podemos Contactar Seu Criador?

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do news.com.au): “Os cientistas da Universidade de Washington estão conduzindo experimentos para descobrir se o universo existe dentro de uma simulação de computador no estilo Matrix criada por supercomputadores do futuro.

“O experimento pode provar que somos apenas peões em algum tipo de jogo de computador maior.

“Portanto, quem criou estes supercomputadores que podem, hipoteticamente, fortalecer a nossa existência?

“O professor Martin Savage, um dos físicos que trabalham no projeto, diz que isso é incerto.

“‘Imagine a situação onde temos um computador grande o suficiente para simular o nosso universo, e começamos como uma simulação em nossos computadores. Se essa simulação é executada por muito tempo, e tem as mesmas leis que o nosso universo, algo como o nosso universo vai surgir dentro dessas simulações, e a situação vai se repetir dentro de cada simulação’, disse ele. …

“Professor Martin Savage, one of the physicists working on the project says it’s unclear.

“Em resumo, os físicos estarão olhando para a distribuição dos raios cósmicos de mais alta energia, a fim de tentar detectar padrões que possam sugerir que o universo é a criação de alguma tecnologia de computador futurista.

“Acontece que se formos coadjuvantes em algum tipo de programa de computador, o físico sugere que pode haver uma maneira de mexer com o programa, e brincar com as mentes de nossos criadores – tudo em nome da ciência, você entende”.

Meu Comentário: A Cabalá revela o programa da criação do nosso mundo; nós temos que dominá-lo e mudar a nós mesmos de acordo com ele, para revelar o criador do programa: para compreender a sua intenção, os motivos e objetivos. Então, após a correção, ou seja, do domínio completo das propriedades do criador do programa, se desenvolver fora da “matriz” – no mundo do infinito, isto é, em possibilidades ilimitadas.

Convenção Mundial Sem Fim

Dr. Michael LaitmanEu espero estreitar tanto as nossas conexões de modo a atingirmos o nível em que realmente sentimos um do outro. Hoje nós temos um par de milhões de pessoas ao redor do mundo, mas muitas delas não conhecemos. Se pudéssemos ver todos aqueles que nos vêem ou ouvem…

Quando começarmos a sentir mutuamente um ao outro como uma mãe sente seu filho à distância, e até mesmo muito mais do que isso, então será simplesmente uma Convenção permanente em todo o mundo.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4