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Trazer O Mundo À Harmonia

Dr. Michael LaitmanPergunta: O problema é que a humanidade pensa que é dona desta terra e se esforça para tirar o máximo proveito dela, arruinando-a. As pessoas não parecem entender que elas receberam a terra apenas para utilizá-la, não para possuí-la. Isso conduz a humanidade à guerras, lutas por territórios e recursos.

Como o estudo da sabedoria da Cabalá pode harmonizar os diferentes pontos de vista das pessoas, fazendo-as compreender que usando a terra de maneira egoísta elas, acima de tudo, prejudicam a si mesmas?

Resposta: Isso só pode ser feito se a pessoa vê o outro lado da moeda! Se nós não aprendermos a ver este mundo como transparente e a detectar as forças que agem na realidade circundante, não mudaremos. O nosso ego só pode quebrar se perceber claramente como as suas ações estão trazendo-lhe dor: “Vai me doer”.

Nós devemos alcançar o estado que nos revelará a integridade da natureza. Então, eu simplesmente não serei capaz de cometer o mal, pois verei como me machuco com isso. Esse é o único caminho! Não há nenhum outro. As pessoas não aprenderão de outra forma.

Mas nós só podemos revelar esse tipo de conexão mútua entre nós por meio de um trabalho no ambiente, nos esforços para nos unificar, enquanto tentamos os elevar acima do nosso ego. Então, nós começamos a sentir o quanto isso é difícil e começamos a estudar a nós mesmos, nossa natureza, todas as nossas qualidades egoístas; nós discernimos se somos ou não capazes de nos unificar com os outros contra o desejo, e elevá-los aos nossos olhos.

Este é um tremendo trabalho psicológico interno, que continua até que comecemos a descobrir as forças internas. Basicamente, isso ocorre quando colocamos revelamos a força geral, o poder da união, que transforma cada um de nós.

No entanto, nós não temos escolha. Hoje, a humanidade se encontra em um estado muito perigoso. Nós podemos ver claramente que em mais 10 a 15 anos todos os recursos energéticos estarão esgotados. A exploração de todas as principais fontes de energia, como petróleo, gás, carvão ou a água, está sendo reduzida drasticamente. Nós precisamos alcançar o equilíbrio com a Natureza.

Da Palestra em Roma , 20/05/11

Cabalistas Sobre O Amor Ao Próximo E O Amor Ao Criador, Parte 5

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

Amor ao Próximo é o Meio para Alcançar o Amor ao Criador

No que diz respeito à pessoa que ainda está dentro do egoísmo, não há diferença entre o amor ao Criador e o amor ao próximo. Isso ocorre porque qualquer coisa que está além dos interesses egoístas é irreal para ela. … Assim, o objetivo do amor ao próximo está mais perto e se revela mais rápido, pois é a prova de erros e gerenciável.
– Baal HaSulam, Matan Torah (A Entrega da Torá), item 15

O homem sente que existe de forma independente. Mas, na verdade, isso é uma ilusão, porque tudo o que existe é apenas Ele. Assim, quando está mentindo ou entristecendo o próximo, a pessoa está mentindo ou entristecendo o Criador, pois além dela existe somente o Criador. Por esta razão, se a pessoa está habituada a falar a verdade, isso a ajudará com respeito ao Criador.
– Baal HaSulam, Shamati (Eu Escutei), artigo nº 67, “Desviar-se do Mal”

Acima Da Matéria Do Egoísmo

Dr. Michael LaitmanÀ medida que nós superamos o egoísmo, apesar de tudo o resto, fazemos uma descoberta maravilhosa: nós começamos a perceber que, em essência, o mundo inteiro existe dentro e não fora de nós. E isso é lógico, porque eu realmente não sei o que existe fora.

A pessoa só percebe o que entra em seus sentidos e, através do sistema nervoso, atinge o seu cérebro, que processa a “imagem” final. Esta é a maneira como percebemos o mundo. Basta cortar um nervo para fazer parte da nossa realidade desaparecer dos nossos sentidos.

Assim, à medida que a pessoa se eleva acima de si mesma, vê que sua percepção não está de modo algum no exterior, mas que depende totalmente de seus sentidos, desejos, pensamentos, sensações e mente. E quando nós sabemos como alterar esses parâmetros, podemos expandir a nossa percepção e elevar-nos acima dos limites dos cinco sentidos.

É daí que vem o nome “sabedoria da Cabalá”, que literalmente significa “recepção”. A pessoa que a utiliza, gradualmente sai dos sentidos físicos do corpo animal e expande as sensações até o infinito. Enquanto vive em nosso mundo, ela avança até o nível onde não se associa mais com o corpo físico, uma vez que percebe uma realidade muito maior acima dela.

Agora, ela não conduz mais a sua vida com a percepção dos cinco sentidos. Mesmo depois que o corpo morre, a pessoa permanece na realidade que adquiriu acima dele. Ela não sente a morte, uma vez que uma nova dimensão entrou em sua percepção antes da morte do corpo.

Desta forma, a pessoa vive em dois níveis: o nível material, como todos nós, e o nível “imaterial” que se eleva acima do egoísmo.

Da Palestra em Roma , 20/05/11

Revelar A Conexão Entre Tudo

Dr. Michael LaitmanBasicamente, a Cabalá é o método de correção do homem, da sua natureza. Assim, no âmbito dos nossos estudos, nós estamos envolvidos em uma ampla disseminação.

Nós temos cerca de dois milhões de estudantes em todo o mundo; nós ensinamos em 26 idiomas em vários países. Nós vemos que diferentes tipos de pessoas, representantes de diferentes nações, expressam sua necessidade dessa sabedoria e começam a compreender que o mundo não tem futuro sem ela.

Além disso, nós ensinamos as crianças e vemos o quanto elas se tornam mais desenvolvidas, como ela as desenvolve. Nós publicamos livros, transmitimos pela televisão, trabalhamos ativamente na Internet. Nós defendemos o desenvolvimento.

Nós estudamos a sabedoria da Cabalá em grupos. Não se trata de crescer separado dos outros; pelo contrário, a pessoa se desenvolve individualmente quando está no grupo, no ambiente, e muda constantemente através da dinâmica do grupo. Essencialmente, a pessoa se adapta ao ambiente, que deve mostrar-lhe, repetidamente, a necessidade de elevar-se acima do egoísmo, sair de si mesma para amor aos outros. A pessoa pratica isso no grupo.

Ao estabelecer contato com o ambiente, a pessoa sente a necessidade de unir-se com ele. Então, revela-se uma rede de conexão entre todos; ela está acima do egoísmo pessoal, e a pessoa sente laços comuns e a força comum que habita entre eles. Como resultado, é como se todos saíssem e começassem a se conectar com essa força coletiva.

Graças a isso, nós descobrimos que, acima da realidade que temos consciência, existe uma realidade mais elevada. Nós percebemos nossa realidade atual interiormente, no nosso vaso, e, portanto, somos limitados. Nós queremos receber prazer, e quando o prazer penetra o desejo, eles se anulam devido à sua oposição mútua.

Acontece que cada vez que nós conseguimos algo, o apreciamos por um momento e o prazer desaparece imediatamente. Nós corremos atrás do próximo prazer, o tocamos, e ele também desaparece. Assim que o prazer entra no desejo, neutraliza-o imediatamente: um curto-circuito entre o positivo e o negativo leva à aniquilação.

Por outro lado, quando a pessoa sai de si mesma e, acima de seu egoísmo, começa a se unir com o grupo, com outras pessoas, ela cria um vaso acima de si, um desejo externo. Agora, ela sente fora de si tanto o desejo quanto o prazer, e eles não desaparecem. Pelo contrário, a realidade se transforma no fluxo da vida infinita acima do tempo.

O prazer que entra e desaparece várias vezes cria em nós a sensação de tempo. Mas se o prazer não se extingue, se sentimos que ele flui sem parar, então nos elevamos acima da sensação de tempo e começamos a perceber a força geral da natureza, que nos envolve e organiza.

Nós começamos a perceber as conexões entre todas as partes da realidade, semelhante aos fios entrelaçados no verso do bordado. Lá fora, vemos um “padrão” do nosso mundo, mas se olharmos por trás de sua superfície, veremos os fios amarrando as partes da imagem. Isto é o que descobrimos com a ajuda da ciência da Cabalá: a conexão e a influência mútua entre nós.

Isso produz um grande impacto nas pessoas e elas mudam. Tendo em vista esta realidade, elas entendem que não teremos êxito sem a a conexão e a compreensão mútua, porque elas percebem o dano que podem causar aos demais.

Assim, nós não precisamos da fé, mas da realização. Desta forma, a pessoa torna-se livre e começa a ver o mundo de forma clara. Então, de acordo com seu grau, ela determina o curso correto das ações para si mesma.

Da Palestra em Roma , 20/05/11

Eu Não Posso Viver Com Ou Sem Eles

Dr. Michael LaitmanA ciência da Cabalá diz que toda a realidade consiste do desejo, o qual está em constante evolução. A partir do nível inanimado, cresce o nível vegetal, seguido pelos níveis animal e humano.

O desejo continua o seu desenvolvimento implacável nos seres humanos, e é por isso que cada geração é diferente da anterior, e até mesmo uma pessoa durante sua vida continua a mudar o seu desejo, seu ego, e está em constante desenvolvimento.

Assim, nós crescemos acima do nível animal, construimos a sociedade, a indústria, a tecnologia, a ciência, e assim por diante. No entanto, a saciedade é inerente a este desenvolvimento. Ela manifestou-se primeiramente na antiga Babilônia, quando uma situação especial foi criada: por um lado, as pessoas alcançaram um egoísmo maior, querendo “construir uma torre que chegasse até o céu”; por outro lado, elas mergulharam no ódio recíproco, de tal forma que já não se entendiam.

Estas duas forças opostas as levou a um estado insuportável. O mesmo processo acontece na família antes do divórcio: os cônjuges estão ligados por laços fortes, como as crianças, a casa comum, a vida domética, a vida e, ao mesmo tempo, experimentam um ódio intransponível; eles não conseguem se suportar. Sob tais circunstâncias, a ciência da Cabalá foi revelada na Babilônia.

A Cabalá ensina a pessoa a se elevar acima do egoísmo até a conexão mútua, a harmonia em uma sociedade integrante. Assim, nós nos tornamos semelhantes à natureza, que também é “redonda” em sua essência, ou seja, integral, global e inseparavelmente interconectada em todas as suas partes.

Se tivéssemos nos unido dessa forma à natureza, teríamos chegado ao equilíbrio e revelado todas as forças que estão presentes nela e a governam. Então, teríamos nos conectado à força geral que governa tudo. No entanto, naqueles dias a humanidade preferiu rejeitar o caminho da correção e dispersou-se, como no exemplo dos cônjuges divorciados.

Como é dito na ciência da Cabalá, nós voltaríamos a esse estado 3.700 anos depois; porém, desta vez, não teríamos para onde fugir uns dos outros. Nós estaríamos totalmente interconectados em todo o mundo, odiando-nos mutuamente, e não teríamos a capacidade de governar sozinhos. O nosso egoísmo está crescendo à escala das maiores e múltiplas crises, e, como os Cabalistas escrevem, isso deveria acontecer no final do século 20.

Quando eu comecei a estudar a sabedoria da Cabalá, em 1975, eu não acreditava que tudo aconteceria desta forma. Isso era algo distante e inatingível. Poderia o mundo alcançar uma crise em áreas como educação, família, cultura, drogas, terrorismo, tecnologia ou ciência? Será que as pessoas ao redor do mundo sentiam-se interconectadas? Nada disso podia ser sentido.

No entanto, isso aconteceu dentro de poucos anos. Hoje, nós estamos no mesmo estado descrito na história da Babilônia; por essa razão, desde então a ciência da Cabalá está aberta ao mundo pela primeira vez.

Ao ser revelada ao mundo, ela convida a todos a se familiarizar com as leis gerais da realidade, para que possamos superar nosso egoísmo e viver em interconexão mútua, como faz uma grande família. Na verdade, a força global da natureza nos rodeia cada vez mais perto, comprimindo-nos tanto que pode levar à destruição da humanidade.

Da Palestra em Roma , 20/05/11

O Mundo Não Vai Sobreviver Sem Fé Acima Da Razão

Dr. Michael LaitmanPergunta: Anular-se a si mesmo parece algo tão artificial para uma pessoa secular; toda nossa natureza é contra isto. O que pode forçar a humanidade a se sentar no banco escolar e estudar a Cabalá?

Resposta: Eu não entendo por que a auto-anulação parece tão artificial para você. Eu costumava estudar em uma universidade e havia um professor que eu considerava um grande especialista em sua área. Eu queria absorver todo o seu conhecimento e, portanto, anulava-me diante dele. Isto também é chamado de auto-anulação.

Se eu leio um livro ou um artigo e quero entender o que está escrito nele, eu penetro no pensamento e na emoção do autor. É uma espécie de auto-anulação. Eu não conseguiria fazer nada sem anular-me! Anular-se significa se abrir à recepção dos conhecimentos, das informações, das sensações externas.

Existe uma expressão: “Os sábios vieram e disseram”. Desta forma, pessoas inteligentes vieram – cientistas políticos, psicólogos, economistas, professores – os 10 por cento da nata da sociedade, os mais inteligentes, a parte inteligente da humanidade, preocupada com o nosso futuro, e disseram aos remanescentes, os restantes 90 por cento: “Senhores, nós estamos enfrentando um enorme problema!”.

“Se nós continuarmos desta forma por mais dez anos, e uma guerra mundial não ocorrer antes disso, ficaremos sem recursos naturais. Nós não seremos capazes de produzir nada. Nós precisamos de algo para comer e energia para aquecimento e refrigeração. Mas temos que reduzir nosso consumo a um nível razoável”.

Se os cientistas, pessoas inteligentes, dizem isso, então por que você não acredita neles? Quando eu vejo um médico que olha para o meu raio-X e prescreve um tratamento para mim, eu confio nele e aceito o tratamento. Embora eu não tenha nenhuma maneira de verificar o que aconteceu nesse quadro (afinal, ele é meu? Pode ser o raio-X de mais alguém), eu tenho que acreditar no meu médico e no seu remédio; eu não tenho escolha.

A fim de tomar a medicação, eu tenho que acreditar, neste nível, naquele que a dá para mim, que ela é algo bom e irá me curar. Isto também é chamado de auto-anulação. Isso acontece em toda parte: quando eu vou a um professor, a um médico, em qualquer lugar onde eu gostaria de receber alguma coisa. Eu tenho que estar preparado para pagar por isso (Leshalem em hebraico), ou seja, para completar (Leashlim em hebraico) a mim mesmo.

Quando todos os meios de comunicação, muitas pessoas importantes, cientistas, professores, políticos, economistas falarem disso, eles serão capazes de convencer as pessoas. Isto é melhor do que uma guerra mundial, quando você não sabe o que pode acontecer com você em um instante.

Nós não temos escolha. Você não pode ditar as suas próprias condições à natureza, se ela impõe tais condições. Quer você queira ou não, você tem que concordar. Ou você pára esta crise com sua própria participação interna ou perece. Isto não é como com a sua mãe, quando você pode ser caprichoso por um tempo e fazer o seu próprio caminho. Estas são as leis da natureza.

Essas leis são explicadas a você por pessoas sérias, respeitadas, que as entendem. Não pense que elas se beneficiam com isso: elas estão na mesma situação que você. Este é o nosso problema comum.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 29/05/11, Shamati #40

Imortalidade Real

Pergunta: Quando uma pessoa se eleva sobre todos os seus interesses materiais e se conecta com a natureza superior, o criador, a morte física já não tem significado para ela, não é?

Resposta: Isso é verdade. Quando eu perguntei ao meu professor sobre isso no início do meu caminho, ele disse que uma pessoa que estuda a Cabala tem que alcançar um estado no qual ela começa a tratar a vida de seu corpo material como uma camisa: É como se ela trocasse de roupa suja fora no final do dia, a joga na lavanderia e amanhã coloca uma nova. Nosso corpo é exatamente assim.

Essas coisas são reais. Elas vêm do estudo de “Sí mesmo”, quando eu saio da percepção da minha vida dentro dos meu desejos corporais. Agora, vivemos para o nosso corpo material! Mas se eu sair desta sensação e ter contato com a realidade superior, acima disso, eu imediatamente começo a sentir o fluxo eterno da vida.

[44674]

Do Congresso de Roma de 20/05/2011

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Sentir O Sopro De Eternidade
Liberdade: Alcançar a Eternidade

Qualquer Coisa é Possível na Convenção!

Pergunta: Quanto mais eu quero unir com os meus amigos, mais eu sou repelido por eles. Não tenho nada para dar aos amigos, a não ser emoções negativas. Estou sentindo um intenso sentimento de desarmonia. A convenção está se tornando um grande obstáculo para mim. O que eu faço?

Resposta: Muito bom! Isso é precisamente o tipo de pessoa de que precisamos! Porque a medida do seu desejo é expresso precisamente em seus esforços para estabelecer uma conexão com os outros, apesar desta repulsão. Graças à força deste esforço que você vai adquirir a força da qualidade de doação, que pode ajudá-lo a subir imediatamente para o primeiro nível.

Pergunta: Eu tenho este sentimento que todos à nossa volta estão prontos para nos ouvir, mas também estamos lutando para transmitir a Luz para todos. A convenção pode nos ajudar a mudar a partir deste ponto?

Resposta: Tudo é possível em uma convenção. Alguns podem agarrar-se à qualidade da unificação e da doação pela primeira vez. Outras pessoas podem participar ativamente na formação de uma qualidade coletiva de doação. Outras ainda, que já receberam esta qualidade de doação e existem nela, e percebem o mundo superior, podem ajudar os amigos no presente. Há todo um espectro de pessoas em uma convenção: as que querem espiritualidade, aquelas que não sabem o que querem e ainda aquelas que já estão na realização, conscientes daquilo que estão atingindo.

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Da Lição Virtual de 29/05/2011, Da Série Fundamentos da Cabala

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Eu Vou À Convenção!
União De Corações

Entrevistas Na Espanha


Em 02 de junho de 2011, o noticiário da manhã de um canal de televisão do estado central da Espanha rodou uma entrevista comigo de 13 minutos. Após isso, fomos “bombardeados” com pedidos de entrevista por outros canais de TV e mídia.

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“O Orgulho do Homen o Abaterá”

Pergunta: Ultimamente, você tem dito repetidamente que o grupo, para uma pessoa, é como um útero para o embrião, e que temos que nos anular perante o grupo a fim de manter as paredes do útero. O que isso significa?

Resposta: “Três dias após a fixação dos espermatozóides no útero” significa que uma pessoa se une ao seu ambiente: o professor, o grupo, e os livros. Estes três componentes carregam uma certa idéia, a fonte e a força para que a pessoa se conecte. Renuncia-se às linhas da direita e da esquerda utilizando as duas forças; da direita e da esquerda, construindo uma linha média e fundindo com ela, assim.

A linha da direita é a da doação, ao longo da qual uma pessoa se move “de olhos vendados”. A linha da esquerda, a pessoa anexa a espessura grossa do seu desejo egoísta (Aviut), enquanto ela mesma está disposta a agarrar-se à linha da direita. E a linha do meio vem no jogo quando a pessoa adquire um certo nível de ligação permanente com o seu ambiente e não caí abaixo dele.

E não importa o que pode ocorrer, ele não tem mais os pensamentos e desejos que o desligue completamente da doação , que “não há outro além Dele”, de “o bem que faz o bem.” Isto significa que ele se anexou dentro do “ventre”, o seu meio ambiente.

Este é o momento mais complexo. E a chave do sucesso da realização deste ato é diminuir-se a si mesmo diante do meio ambiente. Está escrito: “E o orgulho do homem o abaterá.”

Pergunta: O que significa “diminuir-se”?

Resposta: Diminuir a si mesmo significa que, sem ser de sua própria maneira, você está tentando ouvir e absorver o máximo possível do que o professor está dizendo e exalta os amigos, abrie-se para receber a grandeza do objetivo deles. Isto acelera consideravelmente o crescimento espiritual.

E se um deles obtiver sucesso (o que não é fácil), é como se ele finalmente chegasse em uma estrada reta, encurtando assim a sua viagem. Isto literalmente salva anos de trabalho.

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Da Lição Diária de Cabalá de 25/03/2011, Escritos do Rabash