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O Senso de Direção no Reino Espiritual

Como é que podemos ficar no caminho do desenvolvimento correto? É muito simples: A pessoa deve sempre ver-se como oposta ao plano da criação.

De fato, nossa natureza é egoísta e, portanto, é muito fácil eu me testar: Basta eu ver se a cada momento os meus pensamentos e desejos estão em desacordo com o objetivo oposto a ele, são falsos e incorretos?

Na realidade, racionalmente e praticamente, estou procurando os meios que miram meus pensamentos e desejos corretamente no objetivo: diagnóstico preciso, a análise, a força superior, os estudos, as relações com os amigos e o grupo. No entanto, antes de tudo, tenho de reconhecer que a minha situação atual é incorreta, desde o início e em cada momento. Tudo que eu quero, penso, e pretendo não é válido.

Obviamente, tal fato não deve me deixar deprimido. Pelo contrário, eu uso essa abordagem eficaz para trabalhar sobre este problema: imediatamente eu tento definir a direção correta.

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A partir da 4 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 04/05/2011,”Paz no Mundo”.

Aceite-nos Em Sua Assembléia

Pergunta: A rede de conexão entre os grandes cabalistas do passado também trabalharam sobre as almas que ainda não despertaram espiritualmente?

Resposta: Não, essas pessoas não recorreram a eles para pedir por ajuda. Você pode estudar a Torá, ler milhares de livros, e isso não vai mudar nada em você. Além disso, mesmo se você ler os textos dos cabalistas, com a intenção de avançar, a questão é se você está no grupo, se você deseja criar juntamente com outros a mesma forma de conexão que existe entre os cabalistas.

Queremos criar um vínculo entre nós mesmos uma rede de conexão que existe como entre esses cabalistas? Queremos mudar a partir da conexão entre as almas quebradas que só pensam em como aproveitar todos os tipos de prazeres terrenos para a ligação que nos une aos nossos santos Pais, os grandes cabalistas de todas as gerações? Queremos passar de um sistema quebrado de ligação entre as almas para a correção? Pedimos que nos ajudem a nos tornar semelhante a eles para que nos aceitem em sua assembléia.

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A partir da segunda parte da Liçção diária de Cabala, 17/05/11, O Livro do Zohar

A Simples Lei da Garantia Mútua

A fim de acelerar o nosso desenvolvimento, é dado para nós todos os tipos de obstáculos, que podem afastar, e nos confundir; pensando que não é necessário exercer a nós mesmos e podemos simplesmente esperar até que tudo mude por si só. Ou começaremos a pensar que já colocamos bastante esforço, mas ainda não descobrimos a revelação espiritual. Talvez, o Criador tenha deixado suas criaturas, ou isto não, supostamente, é para nós agora, e devemos esperar por outra oportunidade, possivelmente na próxima vida. Uma pessoa encontra várias desculpas para remover apenas a obrigação de exercer a si mesma.

No entanto, é dito: “A lei é dada e não pode ser transgredida.” A Luz superior permanece em repouso absoluto, e nós estamos dentro dela. Nossos desejos só podem ser desenvolvidos através dos nossos esforços. A extensão da correção do nosso desejo e, conseqüentemente, a Luz revelada na qual dependem da extensão do nosso esforço. É uma lei simples. [Leia mais →]

Até a Última Gota de Veneno

Pergunta: Nossa raça egoísta está se transformando em uma bola de neve rolando ladeira abaixo. É claro que pode estourar em algum momento, mas ninguém pode parar o seu movimento.

Resposta: É verdade. O egoísmo é a nossa natureza única. Se tivéssemos uma força a mais em frente dele, poderíamos parar. No entanto, não temos outra força.

Está claro. Somos todos egoístas. O “Ilimitado” amor próprio faz as pessoas beberem do cálice do veneno até o fundo, até a última gota. Mesmo no momento antes da morte, não será capaz de parar.

É impossível convencer alguém de algo. Todo mundo vai ficar com seus pensamentos e não ouvir as advertências. Eu posso fazer um discurso perante o mundo inteiro, trazer todos os dados, escrever todos os fatos, convidar cientistas de renome e prestígio figuras públicas, e juntos vamos gritar: “Amigos! Irmãos! Estamos caminhando para a morte! “A resposta será: Sério? O que você está falando?” E o público vai regressar – isso é – ignorar o restante.

Todo mundo é egoísta, cada um de nós é uma máquina que não pode agir diferente. Alguém gira, pula, se move para trás e para frente. Somos criados dessa maneira e não somos capazes de qualquer outra coisa. As pessoas não ouvem as chamadas provenientes de um nível mais elevado e existentes acima da natureza humana.

Somente através da união entre nós iremos ajudá-las a reconhecer o problema. Só então, depois de ter entendido a situação e perceber a ameaça que ela carrega, as pessoas estarão prontas a ouvir-nos ao menos um pouco. E unidos a elas internamente, vamos dar-lhes a Luz que Reforma.

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Da quarta parte da Lição Diária de Cabala de 18/05/2011, O Problema Mundial de Super População.

Cabalistas Sobre a Torá e Seus Mandamentos, Parte 50

Caros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

Trabalhadores do Criador Que Tornam a Torá acida.

Essa é a questão relativa ao declínio do mérito das gerações até chegarem a restrição final na nossa geração e, portanto, ninguém sente a necessidade de corrigir sua natureza. …Mesmo os que estão engajados no trabalho, não têm sede de revelar a sabedoria superior. E mesmo que eles vêem como uma oportunidade, eles preferem manter-se no nível da execução simples. – Baal HaSulam, “O Recurso de Memória”

Alerte o povo da desgraça que afronta a Torá. Sem dúvida, quando eles se envolvem apenas no sentido literal e em suas histórias, eles usam o seu vestuário de viúva, e coberto com um saco. E todas as nações devem dizer a Israel: “O Que é o teu amado mais do que o outro amado? Por que a sua lei é mais do que a nossa lei? Afinal, o seu direito é também sobre histórias e de coisas mundanas. “Não há maior afronta à Torá do que isso. Por isso, ai do povo que afronta a Torá. Eles não se envolvem na sabedoria da Cabala, que homenageia a Torá, pois prolonga o exílio e todas as aflições que estão prestes a entrar para o mundo. – Escritos do Ari, A Árvore da Vida,Parte 1, “Introdução de Chaim Vital, “11-12

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Descansando Nas Mãos dos Grandes Cabalistas

Pergunta: Quais as correções que os cabalistas do passado realizaram por nós?

Resposta: Baal HaSulam escreveu na “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot,” Item 11: Os sábios do Talmud tornaram o caminho da Torá mais fácil para nós do que os sábios da Mishná. Isto é porque … eles nos forneceram um novo meio, em vez da penitência apresentados na Mishnah referida acima, Avot: É a Luz da Torá “. Tem poder suficiente para reformar uma pessoa ….”

“Porque os sábios da Talmud substituiram o caminho do ascetismo (“viver a pão e água, dormir no chão, levar uma vida pobre, e exercer na Torah”) apenas com o estudo da Torá? É porque eles corrigiram a rede de conexão entre eles. Este regime geral de almas já contém as almas que atuam sobre eles, e nós podemos nos valer de sua ajuda. [Leia mais →]

Lag B’Omer: O Feriado da Luz

O feriado de Lag B’Omer (o dia 33 de Omer) é celebrado em honra ao Rabi Shimon Bar Yochai, o autor do Livro do Zohar, que morreu naquele dia. No capítulo”Idra Zuta,”artigo “Azinu,” O Livro do Zohar descreve a morte do Rav Shimon desta forma: Porquê o Senhor deu benção, até mesmo a vida eterna sobre ele (Salmo 133).

Rabi Abba disse: A santa Luz não terminou de proclamar a vida até que seus discursos fossem concluídos. Eu os gravei e pensei em gravar um pouco mais, mas não escutei. E eu não levantei minha cabeça, porque havia uma Luz muito grande para a qual eu não podia olhar.
Rabi Eleazar levantou Rabi Abba e o levou longe do seu lugar. E a casa encheu-se de um aroma perfumado. Eles o colocaram na cama e ninguém tocou além de Rabi Eleazar, e Rabi Abba. Quando eles levaram para fora da casa a cama, ouviram uma voz. Então, todo mundo entrou e se reuniu para a celebração para honrar Rabi Shimon.

O Zohar usa essas descrições coloridas, porque está escrito na língua do Midrash (contar histórias). Mas, claro, ele não está falando sobre sua morte física, mas a passagem da alma, que vai para o estado do fim da correção. É por isso que este é um evento tão importante e, por isso, todo o sistema, que inclui os seus alunos, recebe como uma grande Luz.

Isto não fala sobre a morte de uma pessoa, mas sobre o afinamento de um Partzuf espiritual. Primeiro, a Luz vem e veste-se em um Partzuf, formando em seu interior Taamim, Nekudot,Tagine e Otiyot. A roupa da Luz em um Partzuf e seu desaparecimento fazem o ajuste de Luz para ser utilizado, e é assim que a alma de Rabi Shimon atinge a sua verdadeira ação do último nível, o fim geral de correção. Isto é o que o Zohar descreveu.

Todos os outros amigos, todas as almas que dependiam dele e que resultaram de seu Partzuf, que se encheram de Luz e agora estão livres, recebem através dele toda a luz que restou. São aqueles que estavam unidos a ele, conectados a ele, e participaram na atração da Luz quando ele faleceu.

A morte de um cabalista significa a Luz que ele absorveu toda dentro de sua alma, juntamente com seus alunos, acumulando-a com a ajuda deles para toda a humanidade, agora é liberada por ele transmite a todas as outras almas. Agora, esta Luz se torna como uma iluminação, como a Luz circundante que ele dá aos outros. Sua passagem simboliza a passagem da Luz.

É por isso que nós celebramos este dia, desta forma e estamos felizes em receber essa Luz superior, que é chamada de “O Zohar,” capaz de corrigir todas as almas, na conexão e elevando cada pessoa ao nível do Criador. É por isso que esse feriado é chamado de o feriado da Luz – da Luz que reforma, a Luz da correção. Cada pessoa tem que se perguntar: Será que ele realmente usou essa Luz

corretamente? Essa Luz tem sido dada a nós, mas nós estamos usando, estamos realizando a nós mesmos? Isso é chamado de participar no feriado de Lag B’Oomer.

A Partir do programa exibido em Lag Baomer. 17/05/11

Momentos De Cabalá – No Palco

Momentos De Cabalá – Esforço

Para Que e Para Quem Serve A Minha Singularidade?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Com base na minha experiência de ensino, vejo que a Cabalá revela a singularidade de um indivíduo, mas ela faz isso a sua própria maneira. Qual é o segredo aqui?

Resposta: O meu desejo de exclusividade vem do Criador, mas de uma forma corrompida. Eu percebo isso através de exemplos: eu aprendo com o mundo como ser exclusivo. Por exemplo, eu quero ser um jogador de futebol famoso, seguir as últimas tendências da moda, sou atraído para a riqueza, o poder, a desilusão, ou sonho com uma carreira como mafioso ou reitor de universidade.

De qualquer forma, eu aprendo com o ambiente, o qual me impõe certos valores. Eles puxam para o que me satisfaz mais, de acordo com minha natureza. Cada um fica impressionado com alguma coisa; o mais importante é demonstrar a singularidade da pessoa.

Assim, durante o meu desenvolvimento, a sociedade dita princípio para mim, e eu tenho que expressar minha singularidade de acordo com eles. Eu não posso decidir nada sozinho. Por exemplo, se eu tivesse nascido na Colômbia e me encontrasse no meio de traficantes de drogas, eu os seguiria, sonhando com a emocionante carreira de um barão da droga, porque eu não veria outros exemplos.

Acontece que neste mundo, eu jogo a minha singularidade à mercê da sociedade. Parece-me que eu subi acima de todos, mas, na realidade, eu os servi. Finalmente, eu faço o que eles querem.

Por outro lado, ao me desenvolver espiritualmente, eu recebo do ambiente a realização da grandeza do Criador, a grandeza da vontade de doar. Esta é uma idéia abstrata, e eu não sei o que ela é. Através do estudo, eu recebo a Luz que Corrige. Novamente, não tenho idéia do que é e sinto apenas o resultado de sua influência.

O que evolui em mim? É o ponto no coração com a seus “genes espirituais”. Assim, eu me desenvolvo e percebo minha exclusividade apenas na espiritualidade. Aqui, tudo é decidido pela Luz que Corrige. Eu corrijo minha forma externa, e o meu “eu” se desenvolve dentro.

Se pudéssemos reconhecer nossos “genes espirituais”, cada um veria a si próprio no estado final, do jeito que ele deve ser. No entanto, surge uma pergunta: Qual é a minha singularidade? Se ela já está incorporado em mim, onde eu estou?

Eu me expresso na realização da minha própria exclusividade. Eu atraio a Luz para desenvolver um ser humano a partir da minha “semente espiritual” e, assim, adquirir um complemento aos meus estudos, o coeficiente de desenvolvimento: a adesão com o Criador, a Sua forma, a capacidade de estar em Seu lugar.

Assim, cada um de nós realmente compreende sua excepcionalidade, a fim de se tornar como o Criador, para chegar à adesão. Eu não estou crescendo apenas em tamanho; ao longo do caminho, eu posso obter tudo o que Ele tem, vestir-me com Suas vestimentas.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/05/11, Escritos do Rabash