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Força Feminina E Fraqueza Masculina

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que deve ser feito em relação ao fato dos homens terem medo de mulheres fortes, fugindo da responsabilidade e da iniciativa?

Resposta: Nós mesmos provocamos isso. Nenhuma mulher quer ser forte. Nenhuma mulher quer ser especialista, a fim de ganhar bem e criar os filhos sozinha. Por natureza, a mulher aspira a casa. Ela quer filhos e que tudo exista de acordo com a natureza. Mas se os homens não cumprem suas obrigações,as mulheres nos dias de hoje,  por não ter outra solução, são forçadas a agir com suas próprias forças. Por isso, eu tiro o meu chapéu para elas.

Como resultado, vemos que as mulheres são mais independentes e se adaptam melhor em nosso mundo. Além disso, têm uma resistência natural que supera a dos homens. Elas têm poder e força de espírito, porque, no fim das contas, elas estão mais perto da natureza.

Por outro lado, um homem simplesmente flutua nas nuvens. Ele é como uma criança grande que encontrou uma profissão em computadores ou tecnologia e brinca com seus brinquedos, assim como fez na infância. Ele sente prazer em fazer isso. Afinal, a sociedade moderna respeita esses jogos, como o mercado acionário, trabalho, ou sair com os amigos depois do trabalho, e é assim que a vida passa. E se o homem precisa de apoio, ele volta para sua mãe.

Infelizmente, quanto mais avançamos, mais amplo e socialmente aceitável se torna esse fenômeno, tornando-se de fato uma norma e uma tendência da moda.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 7/3/11 sobre as Mulheres

O Caminho Para A Unidade Superior

Dr. Michael Laitman“Introdução ao Livro do Zohar”, Artigo “Explicação da Divisão dos Quatorze Mandamentos em Dez Enunciados”:  Quarto enunciado: “E Deus disse: ‘Que as águas se reúnam’”. O terceiro mandamento é para saber que existe um grande Deus que reina sobre o mundo inteiro,  para uní-lo diariamente com a unificação adequada, a unificação do “Ouve, Ó Israel”, chamada “a unificação superior”. Esta é uma extensão de VAK dos três enunciados anteriores em ZA, VAK de Gadlut, Vav de HaVaYaH.

Tudo existe em um estado imutável, e todas as mudanças ocorrem apenas na percepção do homem.  Através da correção de suas qualidades, a pessoa alcança grau por grau, e os “enunciados”, “mandamentos”, ou “dias do início da criação” mudam para ela. Tudo isso foi dividido e agora muda a seus olhos, uma vez que a pessoa em si, em seu desejo interior, é corrigida.

O desejo dentro de nós sofre transformações. Elas ocorrem gradualmente, camada por camada, passando por todos os níveis de sua Aviut  (espessura, aspereza): Shoresh (raiz), Aleph (1), Bet (2), Gimel (3), e Dalet (4) em cada grau.

À medida que corrigimos o nosso desejo, começamos a revelar as Luzes, as fontes: de onde esta influência vem, qual a correção que ela realiza na minha alma, qual Luz se revela, de onde ela se origina, com Quem eu me conecto, quem é O Ser Superior que eu revelo.

Esta é uma correção gradual da alma realizada pela pessoa. Paralelo a isso, O Zohar descreve quais desejos (Kelim) sofrem correção, quais Luzes são reveladas de um conjunto  de dez enunciados, 14 mandamentos, ou sete dias do início da criação, isto é, sete níveis de Zeir Anpin (ZA), até que Nukva e ZA alcançem o estado das duas grandes luzes, a correção total (Gmar Tikun). Em última análise, nós estamos falando sobre as etapas do nosso progresso.

A Torá descreve todo o processo da nossa correção. No início do capítulo “Beresheet”  (Gênesis), todos esses enunciados são apresentados como um resumo de tudo o que ocorre posteriormente na Torá. Então, a partir deste capítulo, do mesmo modo que a partir do ponto inicial da letra “Yod“, todas as outras partes com respeito ao HaVaYaH pleno evoluem, até que toda a narrativa da Torá termina com a palavra “Israel”.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 03/03/11, “Introdução ao Livro do Zohar“

Um Cão Que Segue A Pessoa

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é a confiança na minha vida?

Resposta: A confiança na minha vida é a sensação de que estou tão conectado ao grupo que dentro desta união eu revelo o Criador. Eu mesmo conquistei esta conexão. Ela está registrada na minha conta e, portanto, não desaparece. E se ela desaparecer de repente, é apenas para eu restaurá-la em um novo nível, de modo a atingir uma conexão mais forte. E eu também tenho confiança nisso – que no futuro eu serei sempre capaz de manter essa conexão e, portanto, eu avançarei.

A confiança na minha vida é a sensação de que, em virtude de meus próprios esforços, eu alcancei uma conexão com o Criador e fui preenchido pela Luz da doação, Hassadim. Apenas a Luz de Hassadim (doação) nos eleva acima do egoísmo e do temor de nós mesmos, dando-nos confiança. Ou você se preocupará consigo ou com os outros – um dos dois.

Existe apenas uma barreira psicológica aqui; se você for além desse limite (barreira ou Machsom), ao invés de si mesmo você começará a experimentar os outros, e receberá a sensação de confiança total em sua vida. Esta lhe é dada apenas pela força da Luz. Obviamente, você não consegue mudar sua própria natureza. Quando isso acontece, você sentirá que não lhe falta nada e que nunca faltou. Você estará na Luz do Criador, no Seu poder. E que problemas você poderia ter no castelo do Rei, que contém tudo o que você poderia desejar?

Apenas a Luz Superior pode livrá-lo do temor da morte, porque ela lhe dá a sensação da vida eterna. Você começa a viver em todos e perde a sensação de viver dentro do seu egoísmo, seu corpo animal.

Agora, você está com medo de perder esta vida dentro do corpo, porque você não tem outra vida! No momento em que começamos a viver os outros, a vida espiritual, e a subir para seu nível, aí você perceberá este nível terrestre, este corpo, como um cão ou um burro que está ao seu lado.

É assim que você sentirá esta vida terrena, como algo que apenas o acompanha , até abandoná-lo. Mas você não se sentirá triste ou assustado com isso.

Não se preocupe, nós ainda temos que alcançar a vida eterna que a Cabalá nos oferece!

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 3/3/11 sobre a Confiança

Um Poço Com Água Viva

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que é muito mais fácil superar a repulsa um do outro nas grandes Convenções?

Resposta: 1. Na Convenção a pessoa não está em seu grupo. Ela se dissolve em um oceano de pessoas com quem não teve contato próximo e, por isso, não revela sua maldade a elas.

2. Nas Convenções nós não trabalhamos para revelar o mal em nós mesmos, ao invés disso, nós despertamos a bondade. No entanto, essa bondade vem, apesar do mal que já foi revelado e para que nós conquistemos forças para o futuro.

Portanto, as pessoas que não trabalham em si mesmas no grupo não sentem um impulso para ir à Convenção. Elas não vêem isso como uma oportunidade para avançar. “O que vou fazer lá? Pular? Cantar? Eu posso assistir isso na televisão ou na internet, quando for confortável para mim!”.

Na realidade, existe uma grande diferença entre a participação virtual e a participação física na Convenção, pois neste último caso, a pessoa emprega energia, dinheiro e um grande esforço para participar dela. Além disso, antes de entrar na sensação do Mundo Superior, nós não podemos dispensar a importância do contato material. Portanto, a Convenção é destinada as pessoas que desejam ir lá com a percepção do mal que acumularam anteriormente, assim como aquelas que desejam receber as forças para superar o mal no futuro.

A Torá fala muito sobre como nos tempos antigos as pessoas se encontravam em um poço para comunicar e estabelecer conexões. É assim que devemos nos sentir na Convenção: como pessoas que se congregam ao redor de um poço vivificante no deserto, e deste poço podemos receber as forças vitais de Bina (a água é a qualidade de doação, a qualidade de Bina) .

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá  7/3/11, O Zohar

Momentos De Cabalá – O ARI

Momentos De Cabalá – Pão E Circo

Desejo Feminino e Intenção Masculina

Praticamente todos os materiais na ciência da Cabala são dedicados às mulheres, porque nós aprendemos como corrígir o nosso desejo de receber, chamado de “mulher”, com o ajuda do Criador, a “força” masculina.
Existem duas forças na realidade: o Criador e a criação, a força masculina que doa e a força feminina que recebe. Dito de outra forma, esses dois desejos, a doação e o recebimento, unem-se em nós, formando duas metades, feminino e masculino.

Um homem (Gever – גבר) significa a capacidade de superar (Hitgabrut – התגברות), uma tela. Dividimos o Kli no masculino, o lado doaor (superação, telas, intenções) e receber, parte fraca que é incapaz de doação, que é descrito pelo verso, “A sua força diminuiu a qualidade do sexo feminino.”

Nas nossas vidas a projeção da espiritualidade também cria uma divisão do masculino e feminino. Na espiritualidade essas duas partes dos vasos se unem e dentro de sua unidade, o desejo (Aviut) é a parte do sexo feminino, enquanto a tela e Luz refletida é a parte masculina. Sua unidade dá à luz a um Kli, e como resultado um novo Partzuf nasce, a recepção da Luz por causa da doação, ou em outras palavras, o nascimento dos filhos e da compreensão( Avanot – הבנות). Isso porque junto com os filhos há sempre filhas (A Banot – בנות).

Na divisão de papéis no nosso mundo nós vemos claramente ao que o homem está destinado e ao que uma mulher se destina. Uma mulher é a “casa”. Seu objetivo é mantê-la, para dar à luz aos filhos e cuidar da casa e da família. A finalidade de um homem, por outro lado, é sair da casa, a fim de trazer de volta o salário. Esta é uma cópia exata da espiritualidade, onde o desejo de receber é uma qualidade feminina, enquanto a tela de cima é a qualidade do sexo masculino. Quando eles agem de comum acordo, eles atingem a unidade com a Luz Superior, com o Criador, e como resultado novos Partzufim surgem que recebem em prol da doação, “filhos”.

Está escrito: “Marido e mulher, e a Shechiná está entre eles. “Isto é falando sobre o mundo espiritual, onde a Shechiná, ou seja, a Luz Superior define, precisamente entre o desejo de receber e a força da tela.
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Da  4 ª parte da Lição Diária de Cabala de 6/3/11, sobre a Mulher

Um Salário da Luz Superior

Se nós honestamente analisassemos nós mesmos, o que se passa conosco neste mundo, para que estamos vivendo, sob que forma, como nós desperdiçamos as nossas vidas e para que fim, reduziríamos o nosso consumo de recursos naturais para as necessidades básicas. Gostaríamos de re-distribuir todo o excedente, de modo a fornecê-lo para toda a população da Terra. No entanto, a participação de todos nisto deve ser obrigatória.

Se não tiver nada para fazer para cada uma destes sete bilhões, eles têm que ir à escola. Vai significar que eles estão ganhando “a vida.” Quem disse que é necessário trabalhar 15 horas por dia? Veja como algumas vidas na tribo primitiva, quanto tempo gastam em preparar a comida e descansar. Mas tudo o que fazemos é trabalhar, toda a nossa vida.

Realizamos ações desnecessárias. A vida não se destina a preencher todas as 24 horas dormindo-comendo-trabalhando. Qual é o valor da vida? A todos aqueles que não podem ser dados um trabalho a fazer tem que estar sentados lendo livros Cabalísticos. Isto seria “receber” a Luz que Reforma para todos. [Leia mais →]

Momentos De Cabalá – Oração

Momentos De Cabalá – O Homem É Um Pequeno Mundo