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Por Que Eu Me Levanto Para A Lição?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Três ou quatro vezes por semana eu me levanto e vou à lição, e realmente não entendo o porquê. O que está acontecendo aqui? Por que eu faço isso?

Resposta: Você recebe um exemplo de Cima: o Criador te tira do sono, e você vem para a lição. Isso serve para mostrar que você é capaz de se levantar e vir para a lição, mas apenas três vezes por semana, quando o Criador lhe desperta. O resto Ele deixa para você. Agora, vamos ver o que você faz quando não tem esse impulso.

Se você não entende porque está aqui, você deve analisar a situação. Parece que você vem aqui porque se não o fizer, você se sentirá mal. Disso resulta que você vem para escapar do mal.

Pergunta cont:. Portanto, o que eu posso fazer para começar a vir todos os dias e sozinho?

Resposta: Para isso você precisa de outro tipo de combustível. Você precisa vir aqui não para fugir do mal, mas para perceber a importância da meta. Você precisa se levantar não porque se não o fizer coisas ruim acontecerão, mas porque uma grande meta está esperando por você.

Pergunta cont:. Como eu faço para exaltar a meta aos meus olhos?

Resposta: Você é incapaz de fazer isso sozinho. A meta não pode ser alcançada individualmente. Aqui você precisa ver o seu verdadeiro estado: existe um sistema único de almas, semelhantes ao Criador, dentro do qual a Luz Interior da vida (NRNHY) é revelada. Este é o Criador. Nós estamos separados deste estado por 125 “filtros” que enfraquecem a Luz. Eu quero receber a força para voltar a esse estado.

Olhando para o sistema de almas eu percebo que ele une a todos em um único conjunto, e graças a esta Luz, os preenche e lhes dá vida. Conseqüentemente, a fim de ascender, eu devo estabelecer uma conexão mais forte com os amigos.

O Criador não se relaciona com nenhum indivíduo sozinho. Qualquer passo em direção à correção deve ser considerado como um nível ainda maior de unificação no grupo.

Disso resulta que se você tivesse se unido com os amigos antecipadamente, você poderia receber deles a inspiração e o combustível para vir à lição diária. Considerando que agora você está isolado, e até mesmo no nível corpóreo, a chama acesa dentro deles não é transmitida a você.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 26/10/10: “Todo Israel Tem Uma Parte no Mundo Vindouro”

Um Ato Singular Da Natureza

Dr. Michael LaitmanA participação mútua é a única ação que nós realizamos constantemente, quer queiramos ou não. No nosso mundo tudo é baseado no compromisso mútuo: os processos de consumo, absorção e secreção que ocorrem em um organismo, bem como várias reações químicas, atração ou rejeição de objetos, o seu comportamento em um campo magnético ou elétrico, e assim por diante. Estes são exemplos de participação mútua, baseadas nas ações do vaso espiritual e da Luz.

Quando nós buscamos uma forma de medir a qualidade de nossas ações, devemos sempre avaliar a extensão da nossa participação em outros. Em outras palavras, é pela forma como eu participo no maior número de almas: não em crianças ou adultos, e não nas ações dos níveis inanimado, vegetal, animal, ou falante, mas nas almas.

As almas são pontos nos corações. Portanto, quando eu chego a uma Convenção tão grande, a um encontro de milhares de pontos no coração, com os quais eu pretendo me conectar, então isso se torna a ação mais eficaz para o meu desenvolvimento espiritual. Este é o ato mais poderoso que pode ocorrer na realidade, em todos os mundos.

Do Programa de TV Cabala para Principiantes 27/10/10

Quando Os Laços Não Se Quebram Mais

Dr. Michael LaitmanIndependentemente do fato de existirmos no sistema unificado, a conexão entre nós está quebrada. A pessoa recebe a oportunidade de sentir o ponto inicial de sua conexão com todos os outros, e essa sensação é a vida em nosso mundo.

Assim, eu recebo a oportunidade de renovar e reforçar essa conexão com base no princípio da doação, a fim de viver uma vida espiritual. Se eu não conseguir fazer isso, a centelha espiritual em mim expira.

Além disso, eu recebo um novo desejo, uma nova centelha. Em outras palavras, eu experimento um Gilgul (reencarnação ou um novo ciclo de vida) e chego a uma nova realidade. Aqui, eu descobro uma conexão diferente com o sistema de Adam HaRishon, e sinto que estou vivendo neste novo mundo, em um ou outro ponto na linha do tempo, e dentro de uma determinada estrutura de relações entre as pessoas. Esta é a minha outra chance, em outro nível de desejo e de conexão mútua.

Se eu deixar de aproveitar essa situação novamente, eu serei mais uma vez transferido a um outro nível de conexão mútua. Em outras palavras, eu experimento um Gilgul a fim de surgir em outra geração, outra linha do tempo, e receber mais uma chance de unificar.

A cada momento, me é mostrado um nível específico de interconexão com os outros, para que eu possa encontrar uma maneira de unir-me a eles por laços de amor. No mundo corpóreo, eu sou forçado a um nível mínimo de conexão. Se eu obter por minha própria conta certo nível de relação baseada no amor, então, em vez do nosso mundo corpóreo, eu sinto uma forma de existência muito mais exaltada e intensa: a vida espiritual e eterna.

Agora, em vez da cadeia de Reshimot (registros espirituais, genes) que cria em minha percepção a revolução constante da vida e da morte, eu me mantenho impacientemente renovando a conexão com os outros, elevando-me acima da cadeia de “reboots” (reinicializações). A conexão não quebra mais; a vida não pára com a perda do corpo.

Não importa como olhamos para ele, tudo está dentro desse sistema unificado, onde a lei da interação correta das partes governa. Esta lei é o Criador ou o amor.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 29/10/10, “Klalut Adam”

O Encanamento Da Vida

Dr. Michael LaitmanNós existimos em um sistema geral. Se nós realizarmos a conexão correta entre todas as partes deste sistema, criaremos uma teia que conectará os nossos desejos de forma correta.

É como se nós corrigíssemos o “encanamento” entre nós, por aonde a Força Superior (o Criador) chega e começa a ativar a Luz da vida através desses “tubos”. Tudo depende de como nós estabelecemos nossa conexão, ou seja, do diâmetro do “tubo”, de que forma é ele o tipo correto de conexão. Então, a Luz de Nefesh, Ruach, Neshamah, Haya, e Yechida (NRNHY) flui através dele.

Assim, nós avançamos ao longo dos 125 níveis de conexão entre nós, até que revelamos toda a Luz de NRNHY, o que significa que existimos no Mundo do Infinito.

Da 2 ª parte da Lição Diária de Cabala 29/10/10, O Zohar

Você Recebeu, Então Passe Adiante!

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como nós podemos nos tornar como o Criador, cuja qualidade é doar, mesmo tendo sido criados com o desejo de receber e permanecido sempre com ele?

Resposta: Se você começar a doar aos outros através do seu desejo de receber, você só aumentará a sua doação.

Existem duas naturezas:
1. A Luz = a Fonte de Luz =  o Criador = o Doador,
2. O desejo = o receptor =  a criatura.

A criatura sempre recebe, nunca pode dar. Quando nós lemos que a criatura torna-se como o Criador, isto se refere à “recepção em prol da doação”, ou seja, receber e passá-la adiante!

Mas eu não posso passar a Luz do mesmo modo que um elemento pode ser passado no nosso mundo de uma pessoa para outra. Então, como isso funciona? Como eu posso dar-lhe alguma coisa? Eu recebo do Criador e não pode ser de outra maneira, porque eu sou o desejo de receber prazer.

O desejo de receber não pode doar; isso não existe na natureza. A nossa natureza funciona apenas para consumir e absorver. Esta é uma lei da natureza que não pode ser quebrada. Então, como é que eu posso doar a você, um estranho? Uma ação especial ocorre aqui.

A Luz Circundante vem desse mesmo Criador, e essa Luz Corrige. Esta Luz faz uma correção e conecta-nos juntos. Assim, eu não dôo a você, eu recebo, mas recebo em seus desejos. É isso o que significa eu doar a você.

Eu conecto o “corpo” inteiro da alma coletiva a mim, tudo isso se torna meu, e então eu recebo por ele, mas isso é referido como a minha doação a este “corpo”. Esse é o truque maravilhoso que acontece aqui. Quando eu percebo outra pessoa como parte minha, eu recebo por ela, e é como eu estivesse doando. Você pode questionar: Que tipo de doação é essa, é a mesma recepção!

Digamos que exista alguém para quem eu não queira dar nada, e, de repente, eu descubro que ele é meu filho. Então, eu estou pronto a dar-lhe tudo, porque o percebo como parte minha. No entanto, nós realmente podemos chamar isso de doação? Por exemplo, se eu tivesse dado a ele antes que soubesse alguma coisa sobre ele, então certamente que sim. Mas agora, que tipo de doação é esta, quando este é o meu próprio filho? É o mesmo que dar para si mesmo.

Tudo isso seria verdade se eu revelasse que outras pessoas são sem dúvida partes de mim. Mas o problema é que o ódio permanece entre nós. Este é um grande trunfo, e nós devemos amá-lo. A outra pessoa continua sendo estranha a mim, mas a Luz Circundante vem e cria uma atitude de amor sobre o meu ódio. Amor e ódio permanecem como duas linhas: direita e esquerda, comigo no meio delas. É por isso que isso é ainda chamado de “doação”.

Na linha da direita, eu percebo o outro como alguém próximo a mim, como parte minha, como alguém por quem estou pronto a sacrificar tudo, porque ele pode muito bem ser eu. Na linha da esquerda, eu o odeio e estou pronto para destruir cada pedaço dele. E essas duas linhas existem simultaneamente e se unem na linha média.

Isso continua até o fim da correção, o Gmar Tikun. E ninguém sabe o que virá depois.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 29/10/10, “A Liberdade”

A Tela Da Minha Realidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que a percepção da realidade depende do ambiente?

Resposta: Se eu quiser ver uma realidade diferente e mais avançada, em comparação com a realidade corpórea deste mundo, eu só posso vê-la na tela que construo a partir da nossa conexão mútua. Ao desejar construir uma realidade diferente, eu devo conectar-me com os pontos no coração dos amigos e criar uma rede entre nós, à semelhança do que era antes da quebra da alma coletiva. Essa rede de comunicação entre nós é a tela sobre a qual eu vejo a imagem do mundo.

De Cabalá para Principiantes, “Percepção da Realidade”, 20/10/10

A Verdadeira E A Falsa Liberdade

Dr. Michael LaitmanNeste mundo, nós temos uma única ação livre em nossa vida, e o restante se desenrola de forma totalmente inevitável, sob as ordens do Alto. Mas não é fácil encontrar essa liberdade que nos foi deixada, visto que somos estritamente governados pelo Alto através da dor e do prazer, estando amarrados por milhares de cordas que controlam nosso desejo, pensamento, corpo, palavras e atos.

Nós somos fantoches obedientes que estão sendo puxados por essas cordas a partir do Alto. Nós somos escravos completos em relação à nossa natureza, desde o momento em que somos células de um embrião em desenvolvimento no útero da mãe, até a idade em que pensamos que estamos finalmente em condições de agir e viver de forma independente.

O homem é governado pelas forças da Natureza; por isso, se tudo é Natureza, como pode surgir algo novo nele? Portanto, não há livre-arbítrio neste mundo. A pessoa sempre escolhe o que lhe agrada mais e foge do sofrimento como qualquer outra criatura, seja ela vegetal ou animal.

Apesar desta liberdade ilusória com a qual o homem foi inicialmente agraciado (visto que pensamos que podemos fazer o que quisermos!), ela ainda é uma ilusão. A verdadeira liberdade consiste em sair e elevar-se acima da nossa natureza, o que significa sair fora e elevar-se acima do egoísmo.

Está escrito na Torá que esta é a “liberdade do anjo da morte”. Ninguém pode ignorar tais palavras! Liberdade da morte não significa que o nosso corpo animal viverá para sempre, definhando infinitamente nessa vida corpórea cheia de dor e com tão pouco prazer de desfrutar.

A liberdade do anjo da morte substitui essa vida com a realização da existência mais confortável e perfeita, que é eterna e completa ao mesmo tempo! E isso pode ser alcançado por aquilo que chamamos de “livre-arbítrio”.

Essa liberdade torna-se verdadeiramente atraente e desejável, pois na vida cotidiana, nós geralmente não precisamos de qualquer liberdade, e ficamos muito satisfeitos quando a vida se mantém firme como um relógio bem afinado: casa, família e trabalho. Quanto menor a liberdade, menor a dor de cabeça. Mas se pudermos alcançar a vida eterna e a perfeição, tendo nos libertado do anjo da morte, o que pode ser melhor?

Além disso, é preciso compreender que o anjo da morte é o nosso próprio ego, que está escavando nossa sepultura. Isso nos dá um sentimento horrível de que é impossível satisfazer-se e que a vida é limitada e transitória.

A liberdade do anjo da morte significa a realização da doação, sua satisfação infinita e a participação no fluxo da vida eterna. Sabendo disso, vamos tentar esclarecer a partir dos escritos dos Cabalistas: Como podemos alcançar essa liberdade?

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 15/1o/10, “A Liberdade”

Como Aceitar O Governo Do Criador

Dr. Michael LaitmanNenhuma alteração ocorre do lado do Criador. Tudo muda em nós, gradualmente, através das Reshimot (registros espirituais, genes) que se intensificam das mais leves às mais pesadas. Desta forma, passo a passo, nós aprendemos a tratar de forma correta tudo que sentimos. Todas as lições da vida são lições sobre a correta atitude em relação ao Governo Superior.

Toda a natureza se desenvolve através dos níveis “inanimado”, “vegetal”, “animal”, e “falante” (humano). Cada nível tem os mesmos quatro níveis de desenvolvimento. Nos três primeiros graus do nível “humano”, nós não estamos prontos a aceitar a idéia do desenvolvimento causal. Este nível é caracterizado pela ausência de perguntas, e por isso, o Governo Superior só existe sob a forma de religião.

No entanto, existe um quarto nível de desenvolvimento em nós, quando as Reshimot em relação à Fonte, ao Criador, despertam na pessoa. Obviamente, de vez em quando, a pessoa se desconecta disso e “esquece” ou “cai” sob a influência de preocupações ou prazeres.

No entanto, com a ajuda do ambiente, lhe é dada a oportunidade de conectar-se ao Governo Superior, independentemente de quaisquer influências ou interferências acidentais. Então, a pessoa correlaciona as interferências com o Criador, a quem ela também pode pedir a correção, ao invés da bondade e do cancelamento dos obstáculos.

Se a pessoa imagina que há uma causa no mundo, o destino, alguém que faça mal e alguém que possa enviar-lhe bem, então ela adora dois “ídolos”. Ela tem medo do mal e pede pela bondade. Isso geralmente acontece com as pessoas, tanto laica quanto religiosa.

Todas estas fases de desenvolvimento de uma atitude em relação à Força Superior devem levar a pessoa a um estado de “Não há ninguém além do Criador”. Isso cria uma abordagem completamente diferente em relação o Governo. Acontece que ambas as forças, a má e a boa, vêm de uma Fonte única. E isso significa que nós precisamos justificar de alguma forma o sofrimento, pois como algo ruim pode vir de um tipo de Deus?

Isso leva a pessoa à conclusão e à realização do fato de que não há uma separação em duas forças, uma boa e uma má. O Criador simplesmente a trata como um pai trata um filho e lhe ensina através de cada passo.

Desta forma, o Governo Superior – a educação que a pessoa recebe do Criador – é revelado em sua vida. E ela é assistida pelo ambiente, os outros “filhos” da mesma “escola maternal”, sendo cuidado pelo mesmo instrutor.

Todos nós nos ajudamos mutuamente e cultivamos a atitude certa em relação à Força Superior, que controla e nos ensina a nos tornarmos grandes, a fim de alcançá-la.

Da 1ª primeira parte da Lição Diária de Cabala 14/10/10, “E Jacó Sentou na Terra Onde Seu Pai Morava”

O Caminho Para A Luz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a nossa inclusão mútua se manifestará na convenção?

Resposta: A nossa inclusão mútua não ocorre apenas na convenção, mas também em nossas vidas diárias. A lição diária é essencialmente a nossa inclusão mútua em uma forma concentrada.

Milhares de pessoas em todo o mundo vêm estudar conosco. Nós estudamos as mesmas fontes, o mesmo material; todos nós lemos o blog, respondemos perguntas no sistema do estimulador espiritual, cantamos as mesmas canções, essencialmente vivemos o mesmo tema. Graças a tudo isso nós nos tornamos incluídos um no outro.

E a cada dia essa inclusão mútua entre nós cresce e se aprofunda, até que cheguemos ao estado da garantia mútua. O que é a garantia mútua? É o grau mínimo de inclusão mútua entre nós, que corresponde ao primeiro nível espiritual, quando a Luz Superior pode brilhar em nosso vaso espiritual.

Do Programa de TV Cabala para Principiantes 27/10/10

O Que É O Compromisso Mútuo?

Dr. Michael LaitmanEm essência, o compromisso mútuo (penetração mútua – Hitkalelut) é o ato mais profundo; e não há nada que se compare com seu valor. Isso deriva do Plano da Criação. O Criador, a Luz Superior, cria o desejo de receber prazer, que visa unicamente preencher-se com absolutamente tudo que a Luz contém. Ele é literalmente um escravo da Luz, pois a experimenta como o prazer, a própria vida.

De tal forma, esse desejo ainda não pode ser chamado de criatura, pois ele ainda não tem autonomia e é totalmente dependente da Luz. Assim, como uma criatura, ele não existe, semelhante a uma sombra que não pode existir separadamente de uma pessoa ou de algum objeto que a molda.

Mas o Criador deseja que a criatura se torne autônoma, como Ele. Para isso, a criatura precisa trilhar um caminho muito longo, muito maior do que a gota de sêmen atravessa antes de se transformar em um organismo vivo. Afinal, a criatura é criada como a sombra da Luz, como a sua marca, o seu oposto. Mas, gradualmente, sob a influência da Luz, ela começa a evoluir.

E o restante do seu desenvolvimento no processo das quatro fases de expansão da Luz Direta e do surgimento dos mundos de Adam Kadmon, Atzilut, Beria, Yetzirah, Assiya, o nosso mundo, a descida das almas no mundo corporal e sua ascensão à fonte, ocorre com base no compromisso mútuo do desejo e da Luz. Ao mesmo tempo, a criatura absorve todas as qualidades do Criador e se torna como Ele.

Além disso, devido ao fato de que ela adquire uma estrutura interior mais complexa, ela tem a oportunidade de aprender todos os detalhes da criação em toda a sua profundidade. Dessa forma, a criatura começa a conhecer o que o Criador fez nela. A aprendizagem em si é uma descendência da Luz Superior e a criatura passa a conhecer o Criador. Isso é descrita como “De Suas ações Eu te Conhecerei”. E tudo isso graças ao ato considerado como um compromisso mútuo.

Do Programa de TV Cabala para Principiantes 27/10/10