Textos na Categoria 'Percepção'

O Mundo Espiritual – O mundo das qualidades

O Criador não é uma personalidade. É proibido imaginar o imaterial mundo espiritual, É um mundo de qualidades, nem mesmo de forças em nossa compreensão atual da palavra.

Hoje, quando pensamos em uma força, imaginamos forças físicas. E, por enquanto, eu não discuto isso. Eu não quero corrigir esse grau em relação com a espiritualidade, porque pelo menos ele nos dá certa sensação do campo.

Nós envisionamos um campo, sua intensidade, características pela diminuição ou acréscimo em sua força proporcionalmente ao quadrado da distância. É assim que os campos físicos se expandem. Isso nos dá a oportunidade de operar com, pelo menos, algo que existe ao nosso redor na natureza e na tecnologia. Portanto, por enquanto, podemos imaginar as forças espirituais e o campo espiritual dessa maneira. [Leia mais →]

Completando O Quebra-Cabeça: Qual É A Mensagem Original?

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Prefácio ao Livro do Zohar,” Item 33: Esta é a questão diante de nós: Todas essas imagens e mudanças começam e terminam apenas com a impressão das almas. No entanto, pela vontade de Deus, elas aparecem como se estivessem em si próprio. Ele faz isso para melhorar e expandir o alcance das almas ao máximo, de acordo com o Pensamento da Criação, para deleitar as Suas criaturas. ”

A diferença entre eu e a imagem desejada, que eu imagino, deve ser preenchida com o conhecimento. Devemos fazer esforços para compreender e esclarecer e, assim, expandir os nossos vasos.

No final, nós atingimos uma realidade que é 620 vezes maior do que a realidade inicial, e esta adição vem da cabeça (Rosh) do Partzuf. O desejo que foi criado pelo Criador permanece o mesmo, mas recebe um entendimento e reconhecimento adicional, e através disso cresce qualitativamente. Assim, eu não alcanço o que recebi do Criador, mas o próprio Criador.

Pergunta: Se eu preencher esta lacuna com conhecimento, qual é o papel do sentimento?

Resposta: O Criador quer apenas uma coisa de nós, que construamos uma mente acima do sentimento para que possamos entender, atingir e revelá-Lo. Com isso, nossos vasos de sentimento se expandem também, porque a mente opera em sentimento; se eu sei de quem eu recebo prazer, então isso é 620 vezes maior.

Antes, foi-me oferecido um doce, mas eu não queria prová-lo. De repente, eu descubro que foi alguém que eu respeito quem me deu e assim o doce imediatamente tem um gosto diferente.

Tudo depende da nossa avaliação. Suponha que lhe foi servido um vinho de alta qualidade, de reservas especiais, e lhe contaram a história dele, etc. É claro que você vai servi-lo e desfrutar cada gole. Mas e se de repente se constata um erro, que o vinho era realmente de um barril que estava destinado a um supermercado comum?

Nossos gostos e preferências dependem dos nossos valores; tudo depende da nossa avaliação. Se eu valorizo algo, eu sinto o seu sabor. Em seguida, de acordo com este gosto, avalio outras coisas. No entanto, sem qualquer avaliação inicial, eu sou como um computador sem software, apenas um pedaço de metal. Claro que existem discernimentos genéticos de gostos, mas a satisfação do meu desejo é o que determina o conjunto de valores.

Portanto, a adição de 620 vezes me dá uma avaliação mental, o reconhecimento de quem me traz o prazer.

Pergunta: Como devo estabelecer a avaliação correta se vejo diante de mim uma imagem que é totalmente oposta à ordem correta de prioridades?

Resposta: Esta imagem foi dada a você de propósito para que você a corrija. Eu tenho que ver a importância daquele que me enviou esta forma corrupta que me permite ser corrigido. Sem o quebra-cabeça quebrado eu não juntaria as partes separadas e não adquiriria a mente do artista através deste processo.

Eu me esforço a fim de juntar as peças e, no final, através da conclusão do quadro original, descubro sua mensagem: ” Eu te amo”. Além disso, agora eu sei quem está dizendo isso para mim e o que Suas palavras significam.

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá 29/05/12, Baal HaSulam “600,000 Almas”

Uma Sombra Sobre O Mundo

Dr. Michael LaitmanA escada, que divide os mundos em níveis e a Luz em porções, desce do Alto (do estado completo) até o nosso mundo, até a ocultação total. As ocultações foram criadas para que pudéssemos crescer e preenchê-las com o nosso reconhecimento, o nosso trabalho, com o nosso empenho e esforços.

Em vez de trabalhar com os vasos de recepção, devemos começar a trabalhar com os vasos de doação, o que significa com o desejo de receber na intenção de doar e não com a intenção de receber. Graças a isso, a pessoa adquire liberdade e independência, o conhecimento e o sentimento de que está no mundo do Criador, no mundo superior.

A fim de levar a pessoa a este estado, lhe é mostrado ocultações a partir de certo ponto de seu desenvolvimento, o que está acontecendo em nossos tempos. Para indivíduos escolhidos isso já aconteceu em séculos anteriores, mas hoje o mundo inteiro sente a ocultação, uma espécie de obscuridade, confusão, impotência e desorientação. Há uma sensação de que já não podemos mais avançar com os atributos antigos e com as forças para calcular o nosso esforço e os nossos desejos de fazer planos e alcançar resultados.

Não há nada pelo qual ansiar uma vez que o mundo está coberto por uma sombra. Mas essa sombra é a mesma ocultação, que temos que equilibrar e preencher com o nosso esforço. Nós sabemos que essa ocultação nos foi dada de propósito, para não nos desviar da boa meta, mas, pelo contrário, a fim de levar-nos ao bem, mas conscientemente, entendendo e sentindo como os adultos.

Assim, nós temos que determinar o caminho correto para avançar, esclarecendo o que é exigido de nós e como organizar todos os meios que temos e o nosso vaso, de modo que eles vão nos elevar acima da ocultação. Nós não anulamos a ocultação, mas subimos acima dela.

Tudo depende de como a pessoa aceita estes estados. Diz-se: “e cada homem deve ajudar seu amigo”, o grupo tem de dar a cada um os poderes, bem como constantemente lembrar-lhe que “não há outro além Dele”, e que devemos subir aos níveis de doação em “fé acima da razão”.

Então, todas as ocultações vão se transformar em uma sombra de Santidade pela qual nós adquirimos vasos de doação, que são chamados “sagrados”. Se nos esquecemos disso, tanto nós como o grupo, é um problema sério porque já não nos esforçamos para subir acima da ocultação; não somos gratos pela ocultação e não a aceitamos como algo desejável, como um trampolim para a ascensão. Em vez disso, ficamos revoltados com a ocultação e pedimos que ela e todos os dissabores na vida sejam removidos.

A ocultação pode ser muito forte, mas a pessoa deve se lembrar que não há outro além Dele. À pessoa só é solicitado determinar corretamente a sua relação com o grupo, a fim de fazer um pedido e atrair a Luz que Reforma. Assim, ela irá atingir a adesão acima da ocultação. É assim que ela vai avançar.

Caso contrário, ela vai se transformar em uma sombra de Sitra Achra, das forças egoístas, o que a levará a uma queda maior, o que não lhe permitirá realizar-se corretamente. Não importa o que aconteça, ela deve subir novamente e começar tudo de novo. A principal coisa é determinar um quadro de si mesma: uma agenda para estudar e trabalhar no grupo, que vai lembrá-la em todos os estados que sua obrigação é diferenciar-se entre a sombra de Santidade e a sombra de Sitra Achra.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 28/05/12, Shamati #8

A Altura Da União

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa “falar a partir do centro do grupo”? O que é isso?

Resposta: Quando eu paro de sentir o “eu” e começo a sentir somente “nós”.

Esse sentimento deve ser manifestado em nós durante a discussão, como se estivéssemos inseparavelmente unidos em um todo único, em um só corpo. Eu deveria sair do workshop com esse sentimento.

Pergunta: É esta a “altura da união”?

Resposta: Sim, eu já não posso olhar para as coisas de forma diferente. É assim que eu vejo o mundo, a mim mesmo e tudo ao meu redor.

Da  Lição Virtual 20/05/12, “Fundamentos da Cabalá”

Não Em Quantidade, Mas Em Intensidade

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “600.000 almas”: Na minha opinião, existe de fato apenas uma alma no mundo… Todavia, dizer que há 600.000 almas e centelhas de almas parece como se ela fosse dividida pela força do corpo de cada pessoa. Em outras palavras, primeiro, o corpo se divide e completamente nega a si o brilho da alma, e pela força da Torá e da Mitzva, o corpo é purificado, e conforme a sua purificação, a alma comum brilha sobre ele.

Você tem que fazer um esforço para reunir todas as partes quebradas. O número das partículas é 600.000, mas na verdade eu não as reúno pela quantidade, mas pela sua intensidade. Não se trata de números, mas de quão firmem nós nos “agarramos” uns aos outros – este nível de realização é chamado de 600.000, visto que pela conexão e poder da união nós subimos desde o nível de ZON ao nível de Arich Anpin.

Hoje, não podemos imaginar esse estado na Luz verdadeira, e assim o descrevemos de diferentes maneiras. Na verdade, o Baal HaSulam escreve sobre o assunto para nos dirigir corretamente de várias maneiras. Eu sinto 600.000 almas porque estou quebrado, mas se eu não estivesse quebrado, tudo o pareceria para mim como uma formação integral. Eu sinto a intensidade da minha atual existência neste mundo e não na vida eterna, porque eu não alcanço o nível das 600.000 almas, eu não evoco ZON para alcançar o meu Gmar Tikkun (o fim da correção), o nível de Arich Anpin.

Por um lado, eu sigo o caminho correto da correcção, e por outro lado, ainda não percebo a realidade em que existe apenas uma alma com a intensidade de 600.000, o que significa que ela é atingida 620 vezes mais do que o Criador tem dado. Se a critura sente que está doando ao Criador ao receber, a intensidade da satisfação, sua inteligência e sentimento crescem: “Quanto eu recebo, de quem estou recebendo, quão grande é o amor entre nós”. Assim, o vaso é evocado na criatura, o qual é 600.000 vezes maior do que o anterior e onde a intensidade da Luz é 620 vezes maior do que antes.

Assim, a fim de alcançar o discernimento correto da realidade em Gmar Tikkun, nós temos que ver o nosso estado atual como dividido em 600.000 partes e sob 6.000 anos – níveis, na intensidade de uma “vela muito fina” em vez da Luz plena de NRNHY, que é 620 vezes maior do que o estado inicial.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/05/12, Baal HaSulam “600.000 almas”

Centrando-Se No Mundo Da Verdade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a pessoa deve usar o workshop, a fim de ver o mundo através do prisma do grupo?

Resposta: Isso vai acontecer quando você criar um ponto de conexão. Isto significa que a força que é criada entre nós chegará a tal intensidade que não nos deixará desconectar. Eu quero estar constantemente nisso. Eu vou entender que só a partir daí posso julgar tudo dentro da Luz da verdade e não ser enganado.

Só o que vejo através do foco comum do grupo, o ponto central do círculo, constitui o mundo real. Desta forma, eu posso julgar e nunca estar errado em meu julgamento.

Tudo isso será revelado à pessoa. Assim, ela não vai querer deixar essa conexão, mas constantemente aspirar apenas a fortalecer esse mesmo ponto de nossa unidade. Deste modo, nós começamos a subir os níveis.

Na medida em que nos unimos e intensificamos nossa conexão, tanto quantitativa como qualitativamente, nós subimos cada vez mais alto na escada espiritual, até descobrirmos o Criador e a conexão entre nós na forma dos Partzufim e Sefirot. Então, nós começamos a ver como tudo o que está descrito nas fontes ocorre entre nós.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/05/12, “Discussão sobre Convenções Passadas”

Conexão Por Meio Da Central De Controle

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que a nossa realidade coletiva existe, ou cada um constrói sua própria realidade individual?

Resposta: A nossa realidade coletiva existe da mesma forma que sentimos a nós mesmos vivendo num só mundo, mas todo mundo sente isso de forma diferente. Não podemos sequer medir de que forma o nosso sentimento de mundo difere. Em nossa superficialidade, não podemos ser incluídos nos desejos dos outros. Eu não posso entrar em seu desejo e você não pode entrar no meu desejo. Cada um tem seu ponto fundamental, que determina a singularidade de sua personalidade, que ele recebeu do Criador.

O Criador é o nosso denominador comum, o fator que nos une. Somente através dele podemos nos conectar. Portanto, o centro do grupo é o ponto de partida daquele lugar, que é chamado de Criador, ou um desejo no qual Ele se revela.

Somente neste ponto central nós podemos entender o outro, e ao mesmo tempo, descobrimos que nunca seremos capazes de sentir o que está realmente acontecendo no desejo do amigo e o que ele sente. Nós nos conectamos uns com os outros somente através do Criador, e até então isso é inconsciente!

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/05/12, “Discussão Sobre o Workshop”

Muitas Estradas Levam Ao Criador

Dr. Michael LaitmanO homem sente os desejos que surgem nele, e com base apenas neles percebe a realidade, sente e vive nela. A percepção do mundo depende dos dados informativos (Reshimot) revelados na pessoa e é por isso que as pessoas não se entendem. Na verdade, cada um vê, sente, percebe e interpreta o que está acontecendo de acordo com suas próprias necessidades.

Além disso, não há dois momentos semelhantes, uma vez que novos desejos surgem em nós o tempo todo e, de acordo com eles, também os pensamentos. Isto é, a percepção da realidade muda constantemente: a pessoa nunca permanece a mesma pessoa. A partir disso, ela precisa entender que não temos possibilidade de julgar a nós mesmos em nossos próprios estados, ou até mais julgar os outros.

Isso ocorre porque cada um é controlado por esse aflorar do desejo que desperta nele naquele momento. A decisão reside apenas em aprender a ter por objetivo a comunhão e união, acima de todos estes desejos. Se todos nós estamos igualmente conectados um no outro, então podemos alcançar o “denominador comum”, que é chamado de centro do grupo, união, ponto de conexão, Malchut, o conjunto de todas as almas, desejando o Criador (Knesset Israel).

É impossível julgar qualidades particulares e as percepções de cada um num determinado momento, uma vez que isso é predeterminado desde Cima. Há pessoas que vêm estudar porque querem receber o conhecimento e automaticamente memorizam o que está escrito. Há aqueles que estão à procura de novas percepções, de possibilidade de descobrir a Luz superior, anjos e espíritos.

Há pessoas que, por natureza estão mais próximas deste método e, instintivamente, anseiam pela união, enquanto que outras, tendo estudado perfeitamente todos os artigos sobre o grupo, não conseguem compreender que isso se relaciona com elas e que elas precisam perceber isso em si. Por outro lado, elas concordam em realizá-lo, mas apenas externamente, como ritos religiosos, em vez de investir o seu coração nisso.

Todas as pessoas são diferentes, e com base nisso, não podemos julgar uma pessoa. Seu comportamento é derivado da raiz da sua alma e há muitas estradas que levam ao Criador. É por isso que apenas o desejo é necessário para cada pessoa estar sob a influência máxima do ambiente correto, que irá ajudá-la a se mover em seu próprio caminho, no seu próprio ritmo, e o que for, será.

Nós precisamos ser mais pacientes e tolerantes com os outros em relação às coisas que têm a ver com o desenvolvimento espiritual. Pois aqui, a pessoa só possui livre arbítrio na escolha do ambiente correto. Isso depende do tipo de Reshimot que serão reveladas em si e que tipo de Luz a estará influenciando. E o ritmo e a ordem do avanço em direção à participação no grupo são muito diferentes de pessoa para pessoa.

Existem pessoas que compreendem estes princípios muito rapidamente e estão prontas para a união. No entanto, isso pode ser porque elas têm um desejo fraco, o qual não encobre o valor da união delas. Enquanto em outras, pode haver um desejo egoísta muito grande e rígido, e é por isso que é tão difícil para elas aceitar que todo o objetivo espiritual é revelado dentro da união com os outros.

Elas não são capazes de atribuir importância à comunhão e é por isso que avançam de outra maneira, a maior parte dele na escuridão, em segredo, com muito sofrimento. No entanto, num momento posterior, de repente, um salto acontece.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 23/05/12

Um Avanço Na Multidimensionalidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: No workshop (seminário) de domingo você disse que o centro do grupo não existia antes da quebra dos vasos, porque as três linhas não existiam, e agora nós estamos formando-o. O que significa isso?

Resposta: Nós temos um conjunto de dados, mas temos que reunir tudo isso num só.

Deixe-me dar um exemplo. Suponha que estamos habituados a ter uma imagem de mosaico representando o sol, nuvens, um prado com vários animais e pessoas sobre ele. É uma imagem bonita. Então esta foto foi dividida em partes e as partes foram misturadas.

Agora você tem que juntar essa imagem novamente, mas ela não vai ser mais a mesma de antes. Isso é porque você está adicionando seu próprio componente a ela, a diferença entre o que foi criado a partir da existência e o que foi criado a partir da ausência. Em outras palavras, a diferença entre o Criador e a criatura está embutida no mosaico, e a imagem se transforma de plana em multidimensional.

Na Cabalá isso é designado como uma adição 620 vezes maior. No entanto, não estamos falando de um acréscimo quantitativo, mas de novos detalhes na percepção da realidade.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/05/12

Milagres Acontecem Todos Os Dias

Dr. Michael LaitmanNós podemos sentir algo novo a cada minuto, e não apenas uma vez por ano. A questão é que muitas vezes recebemos coisas novas, mas não pode senti-las. Não podemos percebê-las já que não temos vasos para eles.

Milagres acontecem para nós todos os dias, e nós nos encontramos diante do “Monte Sinai”. Há inovações infinitas, porque o mundo de Ein Sof (Infinito) está diante de nós.

Tudo depende apenas da nossa capacidade de perceber as coisas, em nossos vasos. Portanto, uma inovação abençoada é quando a pessoa pode sentir. Tudo é medido em relação à pessoa que alcança. Por isso, nós devemos trabalhar em nossa sensibilidade, nos vasos.

As Reshimot (genes informativos) são constantemente evocadas dentro de nós. Nós passamos por muitos estados, mas no momento, nós estamos nos desenvolvendo de forma passiva, no nível animal, incapazes de sentir a essência dessas mudanças, incapazes de alcançar a intensidade do nível, a conexão com o Criador.

A diferença entre os níveis pode ser comparada a comprar algo novo, trazendo-o para casa e colocando-o na sala de estar, seja um vaso de flores ou um cão, ou alguém que veio me visitar. Isto é o que nós sentimos quando somos levados para dentro do palácio do Rei, mas tudo depende da forma que temos quando entramos nele.

Eu sou um objeto, uma planta ou um ser vivo? Eu já preparei minha deficiência para que eu possa conscientemente entrar no palácio e entender onde estou, graças à equivalência de forma, como um ser humano que se assemelha ao Criador, o anfitrião?

Tudo depende da preparação dos nossos vasos. Nós passamos por muitos estados inconscientemente, na forma de um objeto inanimado, uma planta ou algo vivo, de modo que não sentimos nada novo neles. Só a mudança que um ser humano atravessa é considerada uma inovação, quando ele alcança, entende e sente de modo a assemelhar-se ao Criador.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 18/03/12