Textos na Categoria 'Crise'

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 6

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Pascal Lamy, Director Geral da Organização Mundial do Comércio, conselheiro político francês): “‘O verdadeiro desafio hoje é mudar a nossa forma de pensar – não apenas nossos sistemas, instituições ou políticas. Precisamos da imaginação para perceber a imensa promessa – e o desafio – do mundo interligado que criámos. O futuro reside em mais globalização, e não menos – mais cooperação, mais interacção entre pessoas e culturas, uma partilha ainda maior de responsabilidades e interesses. É a “união em nossa diversidade global’”.

Meu Comentário: É isso mesmo, a “união em nossa diversidade global”, isto é, a ascensão acima de tudo o que nos divide, e a unificação acima das nossas diferenças, não as anulando, mas acima delas. Por outras palavras, o egoísmo não é destruído; a reciprocidade, até mesmo o amor, é construída acima dele. A alegoria é a subida ao Monte Sinai – acima do ódio, como é dito: “O amor cobrirá todos os pecados”.

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 5

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Ex-primeiro-ministro britânico James Gordon Brown): “‘Não haverá acordo sobre as alterações climáticas, apesar das preocupações nucleares estarem aumentando e os investimentos que implicam baixos teores de carbono se tornarem mais evidentes a cada dia. Nem haverá apoio global suficiente para os desempregados do Oriente Médio, Norte da África e África Subsaariana (que, juntos, constituem 30 por cento dos jovens do mundo), com todos os problemas de imigração e insegurança que tal negligência desencadeará. O crescimento global será muito inferior ao que deve ser, a menos que o mundo comece a entender que não há solução para a instabilidade financeira, a diminuição do comércio e o desemprego em massa, sem um acordo global por emprego e justiça.

“Este é um desafio que a cúpula do G20 pode e deve tomar para si para pôr em prática”.

Meu comentário: Isso só é possível através da influência ampla e maciça dos meios de comunicação sobre as massas e do processo de educação continuada baseado no espírito da “garantia mútua”. Enquanto isso, o G20 está surdo às ações deste tipo, e não podemos culpar seus membros por isso; isso é o que eles são.

FMI: A Economia Mundial Precisa De Uma Ação Coletiva Agora

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da BBC News): “A chefe do FMI, Christine Lagarde, pediu aos países para ‘agirem agora e agirem juntos’, para continuar o caminho da recuperação econômica.

“‘Nós não somos de forma alguma estranhos e estamos ligados por um destino comum’, disse ela durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial em Washington. ‘E estes tempos turbulentos devem nos unir cada vez mais’.

“A Sra. Lagarde disse: ‘Há um caminho para a recuperação. Ele é mais limitado do que era há três anos, mas há um caminho e temos opções”.

“… Vamos remover as nuvens e a incerteza. Falar é fácil, e isso exige obviamente uma ação coletiva.

“‘Nós estamos todos juntos nisso e ninguém deve estar sob qualquer ilusão de que possa haver uma dissociação’.

“A queda do mercado finaceiro de quinta-feira estimulou o G20 a anunciar um compromisso: “tomar todas as medidas necessárias para preservar a estabilidade dos sistemas bancários e dos mercados financeiros, conforme solicitado’.

“Os analistas dizem que os investidores não se impressionaram com o anúncio. ‘A declaração do G20 na noite passada abrandou o atual sentimento amargo do mercado, mas as garantias do ministros de economia carecem de substância’, disse Jane Foley no Rabobank.

“‘Os mercados funcionam na base do segundo a segundo, enquanto os políticos parecem estar trabalhando para um calendário mensal’, disse Esticar Jeremy, da CIBC, a BBC”.

Meu comentário: Mas eles ainda precisam entender que a crise está nas nossas cabeças, na nossa abordagem do mundo e da sociedade, e não na própria sociedade ou mundo: a crise está em nós. Eles devem chegar ao ponto em que tomarão nota das nossas sugestões, e não só isso, mas perceberão que o que propomos é a única forma de salvação, que, em outras palavras, é a auto-correção, e não a correção da natureza ou de alguém mais.

A humanidade tem que entender que o tempo de mudar a natureza para atender às nossas necessidades terminou (quando nós seguimos o princípio de “Não vamos esperar pela misericórdia da natureza, vamos tirar dela o que precisamos”). Agora é nossa vez de nos adaptar a ela!

As pessoas que se perguntam sobre o sentido da vida e querem saber a resposta de forma plena e precisa encontram a Cabalá. Da mesma forma, os economistas e outros nos descobrirão, apesar de terem passado por sofrimentos e perda de tempo.

Há Apenas Um Caminho: Em Direção A Uma Sociedade De Crescimento Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você tem uma renda igual, pois cada um recebe (relativamente) uma porção (salário) igual (equivalente) a de todos os outros. Isso tira o estímulo das pessoas para trabalhar e se desenvolver, porque o egoísmo individual ainda é a base da nossa natureza. Somente quando estivermos (se formos) corrigidos, conseguiremos, provavelmente, lutar pela igualdade de forma natural.

Então, não é melhor deixar as pessoas mais desiguais em suas aspirações por riqueza e desigualdade, para que elas se orgulhem de sua vantagem sobre os outros (próximos), porém, uma vez que elas recebam a riqueza ganha de forma justa, de  acordo com o trabalho investido e as habilidades, doem aos outros tudo que for além do necessário  e recebam a recompensa espiritual do Alto e a gratidão da sociedade?

Resposta: É exatamente isso que estamos propondo. A transição do individualismo egoísta para o coletivismo, onde nós atuamos como células no corpo, deve ser gradual; porém,no final, a sociedade deve trabalhar e receber o que precisa para sua existência, enquanto tudo que está acima disso é “ganho” no nível espiritual.

Em outras palavras, você está dizendo que ainda é necessário continuar a desenvolver as indústrias e todas as estruturas capitalistas “desnecessárias”. E nós dizemos desde o início, que não há lugar para elas no nosso mundo, que desta forma nós estamos destruindo nosso planeta, esgotando seus recursos e contaminando-o com  produções “desnecessárias”, a fim de transformar bens e produtos “desnecessários” em dinheiro e assim começar a doá-los aos pobres.

Isso não destrói a pobreza e a pressão social, não obriga a ensinar a todos a conexão global, como a natureza (crise) exige hoje.

A solução da crise em desenvolvimento é simples: a Natureza só nos deixa uma opção: abandonar a sociedade de consumo excessivo e, de forma gradual e consciente, formar uma sociedade de consumo razoável e de crescimento espiritual.

Todos os trabalhadores e os desempregados devem estudar a nova estrutura do mundo (a natureza), seu sistema único, global e analógico, semelhante ao de um corpo vivo, e construir suas relações de acordo com este modelo. Isto é o que todos nós devemos fazer, além de adquirir o que for necessário para a existência. Os meios de comunicação, a arte e a educação devem encontrar seu lugar aqui, de modo que o ambiente circundante criado dessa forma nos influencie e nos molde em direção à equivalência com a natureza.

A União Européia Não Tem Futuro Em Seu Estado Atual

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Michael Khazin, economista, do km.ru ): “A observação mais interessante parece ter sido apresentada por  Jacek Rostowski, ministro financeiro da Polônia: “As elites européias, incluindo as elites alemãs, devem decidir se querem que o euro sobreviva – mesmo que a um preço elevado – ou não. Se não, nós devemos nos preparar para um desmantelamento controlado da zona do euro’. Ele acrescentou: ‘Nós temos uma escolha simples: a solidariedade ou o colapso da Europa’. A escolha é simples: ou a solidariedade ou o colapso do bloco do euro”.

“Ou a Alemanha (e apenas ela!) assume a responsabilidade pessoal de pagar todas as dívidas de todos os países da União Européia e mantém um padrão de vida em todos os países da União, ou o sistema começará a se desintegrar.

“A tentativa de anexar a Alemanha Oriental indica que não há recursos suficientes para elevar todos eles ao nível da Alemanha. Isso significa que o padrão de vida na Alemanha deve ser reduzido a fim de elevar o padrão de vida na periferia. Como tal decisão pode ser “vendida” para os cidadãos alemães, que terão que votar a favor disto?

“Obviamente, as histórias sobre ‘valores Europeus’  não cabem aqui: muito provavelmente, o fascismo ressuscitará na sombra do padrão de vida mais baixo, e substituirá a tolerância e o multiculturalismo. O interesse da Alemanha em expandir a União Européia protegeu o mercado. As leis internas da União Européia limitaram muito os mercados na união e os fechou à importação estrangeira. O principal fornecedor interno era a Alemanha.

“Nas condições atuais, é impossível produzir uma decisão sobre a unidade do bloco do euro, tanto pela política inter-alemã (…) quanto por razões financeiras. A Alemanha simplesmente não tem dinheiro suficiente para implementar este plano. Isso significa que a União Européia terá que abdicar do cenário político”.

Meu comentário: A União Européia (UE) tem uma saída, que pode parecer irrealista: continuar com as atividades normais, tal como agora, mas para a sobrevivência da União Européia, aplicar em todos os níveis o movimento pela unidade interna, a garantia mútua, a participação e a proximidade, e assemelhar-se às condições globais e integrais da natureza.

De fato, de qualquer modo nós somos obrigados, de acordo com o plano evolutivo, a adquirir essa forma. Então, vamos fazê-lo conscientemente, como resultado de nossa própria vontade, sem resistir à pressão, mas sim como resultado da constatação de que é o próximo estágio do nosso desenvolvimento. E se nós interiorizarmos isso, alcançaremos algo muito mais perfeito de uma forma fácil e rápida, e não sob pressã, através da miséria.

Todos os países do mundo enfrentam este desafio, embora na Europa isso seja particularmente relevante, pois todas as condições econômicas e sociais adequadas já existem na União Européia. Particularmente, a ligação interna entre as pessoas, removendo as barreiras entre todo e qualquer cidadão da União Européia, levará a Europa ao pleno florescer. Caso contrário, ela entrará em colapso, arrastando o mundo inteiro consigo. O ponto decisivo não tem a ver com a questão “se a UE deve ser desmantelada”, mas se “haverá paz ou guerra”.

O Acordo É A Chave

Dr. Michael LaitmanPergunta: O senhor afirma que se nós chegarmos a um acordo, nós seremos contemplados com todas as necessidades, e todos terão o suficiente. Mas onde é que nós vamos conseguir o que falta para as pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza?

Resposta: Por exemplo, deixe-me citar algumas informações do “Calcalist“: “Nos dias de protestos causados ​​pela escassez de moradias, 46855 apartamentos estavam vagos.

“Em Israel, há 46855 apartamentos vagos (4700 em Tel Aviv, 3400 em Haifa, 6% dos apartamentos vazios estão em Jerusalém, 1423 em Petach Tikva, 1122 em Ramat Gan, 1114 em Holon, 902 em Rishon Le Zion)”.

Se quiséssemos, nós poderíamos obter o consentimento dos proprietários dos apartamentos para alugá-los a preços reduzidos e receber um grande reconhecimento público.

A Economia Deixou De Ser Uma Ciência

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Joseph Stiglitz, economista, professor da Universidade de Columbia, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2001, do calcalist.co.il): “‘Os modelos econômicos utilizados pelos bancos centrais causaram a crise”.

“‘Há três anos, em agosto de 2008, nós nos reunimos aqui em Lindau e, surpreendentemente, não houve uma única discussão antes que a gigantesca crise surgisse, um mês depois. Como poderia um grupo de economistas, que deveria pensar com cuidado nos principais problemas da economia mundial, ter perdido a maior crise financeira em 75 anos?’

“De acordo com Stiglitz, ‘há uma grave crise não só na economia, mas também na ciência da economia’.

“Os modelos macro-econômicos, que foram utilizados pelos bancos centrais até agora, têm criado métodos de trabalho e raciocínio que estão no centro da crise, e o principal deles é a desregulamentação e a afirmação de que se a política monetária só se preocupasse com inflação baixa, seria suficiente para manter um crescimento estável. Se olharmos para trás, essas idéias parecem quase absurdas”.

Meu comentário: A economia reflete nossas conexões egoístas. Nós criamos essa “ciência”, e ela muda de acordo com o crescimento e a expansão do nosso egoísmo. A economia é o seu reflexo, a cópia.

Portanto, hoje, quando o nosso ego terminou seu desenvolvimento e formou um sistema global e integral fechado, diferentes relações, típicas de sistemas fechados, ao invés de sistemas individuais, se manifestam nele. Mas, como os economistas mantiveram-se egoístas e individualistas, eles não podem criar uma nova economia: a economia de uma comunidade global e integral.

Assim, suas antigas ferramentas não são adequadas para o nosso tempo. Isso é o que a crise é: a crise do nosso pensamento econômico ultrapassado. Nós devemos nos reconstruir “desde dentro”, nos tornar diferentes, e coincidir com o novo sistema de comunicação entre nós, que se manifestou hoje.

Para fazer isso, nós devemos criar o ambiente à nossa volta que nos forçará a uma nova relação global e integral de interdependência através da educação, mídia e assim por diante. Caso contrário, não seremos capazes de ver a crise, mesmo com um mês de antecedência!

O Caminho Para Garantia Mútua

Dr. Michael LaitmanÉ importante explicar em nossa mesa redonda de discussões que a garantia mútua não é alcançada por si só, mas sim como resultado de um estudo sério do sistema de dependência mútua da natureza, de modo a introduzir o homem nele como um componente integral. Somente uma conexão entre a natureza e todas as pessoas, quando todos estão em perfeito equilíbrio, isto é, quando a pessoa dá e recebe na sociedade humana em perfeita harmonia, como é feito entre as células do corpo, apenas tal conexão é chamada de garantia mútua.

Mas primeiro, nós temos que estudar os elementos da garantia mútua, do interesse mútuo e da conexão, acima de todas as diferenças que nos separam, que o ego propositadamente nos apresenta. Nós devemos ver as diferenças entre nós como exercícios, acima dos quais temos que subir e, assim, crescer do mesmo modo que as crianças crescem como resultado dos jogos que elas jogam. Esta é a essência do nosso progresso em direção ao estado da garantia mútua: a conexão completa e mútua, como num corpo saudável.

Este é o propósito de toda criação. Portanto, na medida em que chegamos a essa conexão, nós sentimos a doação mútua, o amor, a participação, a fusão dos nossos desejos, a união de tudo o que costumava ficar no nosso caminho. Nada desaparece. Todas as diferenças permanecem, e é sobre elas que construímos nossos relacionamentos.

Nós temos que explicar pacientemente este método de conexão, apesar de todas as contradições. Então, a consciência das pessoas evoluirá gradualmente, na medida em que elas dominarem a conexão mútua geral acima das contradições que se manifestam.

É um longo caminho de restauração dos laços quebrados entre nós. Nós avançamos neste caminho e chegamos ao final da correção da humanidade e sua conexão com a natureza em um só.

É assim que chegamos à Malchut do mundo do Infinito, onde todas as diferenças e contradições se unem: o egoísmo extremo e, acima dele, o altruísmo primordial – e o reconhecimento do Pensamento da Criação é revelado em nós.

Um Velho Amigo Perdido No Novo Mundo

Dr. Michael LaitmanO problema todo está na abordagem. Se eu estou tentando corrigir essa crise usando meus métodos antigos, procurando soluções e tentando consertar os sistemas econômicos que eu construí, isso é chamado de Amaleque (o maior e mais feroz desejo de receber em nós), o nosso principal inimigo.

Mas eu tenho que perceber que esta revelação vem até mim da natureza. Não há nada que possa ser feito usando os velhos métodos, visto que esta mudança está acontecendo dentro da natureza humana. Esta mudança não é em cada um de nós individualmente, mas em nossas relações, nas conexões entre as pessoas. Eu não queria que isso acontecesse, mas deve acontecer.

Nós começamos a perceber isso e a entender que cada um de nós é um egoísta e continuará a ser um egoísta. Ao mesmo tempo, a conexão entre nós se tornou mais forte e é diferente de antes. Eu não serei capaz de estabelecer esta conexão de acordo com as exigências do meu ego.

Por enquanto, todos nós somos como bolinhas de gude dentro de um sistema, e cada bolinha de gude é um egoísta. No entanto, as conexões entre nós não são mais egoístas. Elas não são da maneira que nós as construímos no antigo sistema econômico, que foi uma marca direta de nosso velho ego, uma demonstração exata das relações egoístas.

Mas, hoje em dia, um diferente tipo de conexão está se revelando, e é por isso que somos incapazes de controlar a rede que construímos. Isso é chamado de revelação do Criador, e nós não estamos tratando-a adequadamente. Nós não entendemos que devemos nos inserir na nova natureza.

Nós somos egoístas, mas as conexões entre nós não são egoístas, elas estão mudando. Nós temos que ser mais sensíveis a essas mudanças e sempre nos adaptar a elas, concordar com esta nova conexão. Ao fazer isso, vamos “apagar a memória de Amaleque”, o nosso pior inimigo.

Desta forma, nós apagamos a nossa indiferença, descaso e negligência. Nós superamos a nossa atitude negligente para com as mudanças e começamos a examinar o que está acontecendo aqui. Então, nós precisaremos da sabedoria da Cabalá, porque senão podemos lançar todas as forças que temos, todos os cientistas e todos os meios no mundo para uma análise e ainda assim não chegar a uma única conclusão correta.

É porque nós permaneceríamos como bolas de gude impenetráveis, todas dentro de seus velhos egoísmos. Agora, nós temos que receber a instrução (a palavra “Torá” vem da palavra “Oraa” ou manual de instruções) que nos ensinará a agir corretamente, a fim de realizar tais ações aqui em baixo, e isso causará alterações Acima.

O próprio Criador revela a nova rede, a nova conexão entre todos nós. Para nós, no entanto, isso significa uma crise, porque nós construímos determinado sistema, e Ele está imprimindo um sistema diferente sobre o nosso sistema.

Não há nada que possamos fazer com este novo sistema. Tudo o que podemos fazer é mudar a nós mesmos de acordo com este sistema recém revelado, para ajustar essas bolas de gude a esta nova conexão entre nós. Isto significa que eu devo elevar uma oração, ou seja, que eu tenho que pedir uma mudança em mim mesmo, pedir algo que está faltando em mim, que me impede de me conectar corretamente com esta nova rede.

Esta nova rede continuará se revelando cada vez mais; essa nuvem continuará a descer cada vez mais. Nosso trabalho é tentar reconhecer esta rede e desejar nos ajustar a ela através de nossas ações práticas. Assim, nós atrairemos uma influência de Cima que realizará isso dentro de nós.

A mudança não será no sistema, mas em nós. Nós mudaremos em conformidade com ele.

Da Lição Diária de Cabalá 02/09/11, artigo do Rabash

Alemanha: O Plano de Resgate da União Européia

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Spiegel Online International): “O chefe de fiscalização dos bancos Europeus tem exigido um fundo de resgate de euros para fornecer ajuda direta aos bancos em dificuldades, a fim de ajudar a acalmar os mercados.

“A Autoridade Bancária Européia, organismo de fiscalização dos bancos na União Européia, quer um Fundo Europeu de Estabilidade Financeira de 440 bilhões de euros (635 bilhões de dólares) para fornecer capital direto para bancos em dificuldade”.

Meu comentário: Isso não vai ajudar! Em breve nós vamos testemunhar o colapso da União Européia, a menos que eles tomem medidas de emergência para a verdadeira unificação. Nós não devemos tratar a conseqüência, mas a causa que aponta para a meta: nós devemos nos tornar integralmente interconectados pela garantia mútua em todo o mundo.

Esta é a direção do nosso desenvolvimento, e se os nossos passos corresponderem a ela, nos daremos bem na vida e nos desenvolveremos confortavelmente. Mas se nós não evoluirmos na direção de nossa evolução, a força do nosso desenvolvimento vai continuar a agir em nós e nos mover em direção à meta, enquanto nós vamos nos sentir como uma fonte contínua de sofrimento e problemas no ambiente, na sociedade e em cada um de nós. Depois de muito sofrimento, nós seremos mais sábios e concordaremos em nos unir!