Textos na Categoria 'Crise'

Empréstimos E Crédito – Inconformidade Com As Leis Da Natureza

547.06Pergunta: Um dos tipos de relações econômicas é o empréstimo e crédito, quando uma parte recebe dinheiro da outra e depois de algum tempo tem que devolvê-lo com juros. Isso está de acordo com as leis da natureza ou não?

Resposta: Não. Em nenhum caso, nenhum juro. Você quer emprestar para outra pessoa? Por favor, ajude-a e ela ajudará você mais tarde. Você não está fazendo isso para ganhar dinheiro; você está fazendo isso para ajudá-la.

Todos nós vivemos no mesmo pequeno globo e devemos ajudar uns aos outros. Pessoas que trocam objetos ou mercadorias, pelo resultado de seu trabalho, não devem buscar lucro; é apenas uma troca natural.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavírus”, 04/06/20

As Pessoas Perderão O Desejo De Ser Ricas?

547.01Comentário: A mídia está nas mãos de pessoas ricas e, portanto, elas mudam a opinião pública. Se hoje vendem bens e serviços domésticos, no futuro venderão produtos e serviços de natureza social e ainda lucrarão com isso.

Minha Resposta: Por que elas precisam lucrar? Elas não sentirão nenhuma satisfação com isso. Bem, que tipo de coisas necessárias elas podem comprar?

Se dermos a elas um desenvolvimento normal, elas não terão esses ganhos. Digamos que uma pessoa compre um castelo. O que ela vai fazer lá? Andar por aí e caçar fantasmas?

Tudo depende do desenvolvimento de uma pessoa. Se você lhe der a educação correta, ela não terá tais necessidades. Ela precisará de uma comunicação normal em uma sociedade normal. Nada mais.

Pergunta: Mas antes de chegarmos ao estágio de educação adequada, alguém precisa começar a implementar essa educação. Quem?

Resposta: Nós, os Cabalistas.

Comentário: Mas, por enquanto, todos os fundos estão nas mãos de pessoas ricas. Não acho que elas perderam o desejo de ser ricas.

Minha Resposta: Não se preocupe, isso passará gradualmente. É inevitável. Essa é a lei da natureza. De acordo com o plano da natureza, devemos chegar a um estado de completa conexão harmoniosa com ela, isto é, nos tornarmos uma comunidade integral.

Pergunta: O que é igualdade relativa na sociedade e como não chegar à equalização?

Resposta: Não deveria haver igualdade na sociedade como sob o regime soviético, quando todos eram levados a essa felicidade com um pedaço de pau.

Pergunta: Na verdade, todos têm suas próprias necessidades. Como isso pode ser determinado?

Resposta: Você precisa dar a uma pessoa o que ela precisa. Assim ela vai reduzir suas necessidades ao nível necessário devido à educação que recebe.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavírus”, 06/04/20

Blitz De Dicas De Cabalá – 07/05/20

294.3Pergunta: Se uma pessoa para de obedecer às leis da natureza no nível dos pensamentos e sentimentos, isso significa que ela realmente tem que mudar a si mesma nesse nível?

Resposta: Não precisamos de mais nada. Pensamentos e sentimentos são o que temos. Assim que percebermos que não operamos corretamente – e isso acontece em nossos pensamentos e sentimentos – começaremos a mudar. Não precisamos de nenhum movimento. Nosso futuro está finalmente além do mundo físico.

Comentário: De acordo com o que você diz, a unidade entre as pessoas é o remédio contra os vírus, pois o vírus teme a unidade entre nós. Mas vemos que é o contrário, que o remédio contra a propagação do vírus é manter distância e isolamento.

Meu Comentário: Este é o caso agora porque ainda somos egoístas. Se não quisermos impactar um ao outro negativamente e abrir espaço para o vírus entre nós, precisamos nos afastar um do outro.

Pergunta: Precisamos mudar nossa percepção dos outros e, então, diferentes ações práticas serão desenvolvidas como resultado. Isso significa que você não nos aconselha a fazer nada, exceto mudar nossa atitude. Mas isso é possível sem ações práticas?

Resposta: Não, precisamos realizar ações práticas e precisamos ajudar uns aos outros para que cada um de nós mude constantemente nossa perspectiva dos outros para melhor.

Pergunta: Se, sob a ameaça de destruição, a humanidade compreender que a solução para o problema é apenas a luta com o nosso ego, e as pessoas começarem a se relacionar artificialmente umas com as outras aparentemente com amor, o que ganharemos com isso?

Resposta: Isso nos permitirá atrair a força positiva da natureza que pode nos elevar acima do nosso ego e nos dar a força para usá-la corretamente.

De KabTV,  “A Era Pós-Coronavírus”, 07/05/20

O Fim Da Era Do Consumo

961.1Pergunta:  A economia é o reflexo das relações sociais entre as pessoas. Portanto, a crise econômica pode ser chamada de crise de nossas relações, crise de confiança.

A economia moderna é construída com base na premissa do “máximo de benefícios com o mínimo de esforço”. Assim, o ganho de uma pessoa se transforma em perda de outra pessoa.

Em um mundo integral em que todos estão interconectados e inicialmente desiguais, causa uma desigualdade ainda maior. É possível alterar essa fórmula de alguma forma?

Resposta: Somente por meio da educação. Tudo pode mudar se mostrarmos e criarmos condições para que as pessoas trabalhem pelo bem da sociedade, mesmo que isso contradiga sua natureza. Pelo bem da sociedade!

Assim, parte do pagamento pelo seu trabalho que elas não recebem fisicamente, elas receberiam moralmente. Ou seja, a sociedade recompensaria as pessoas que trabalham para o bem da sociedade com sua atitude especial para com elas.

Observação: A economia atual é baseada em um aumento constante do consumo. Antes, operários e camponeses eram obrigados a trabalhar de 10 a 12 horas, e então seus exploradores tiveram uma ideia: “Por que deveriam? Deixe-os trabalhar 8 horas e nós pagaremos para que eles vão e comprem”. Foi assim que surgiu uma sociedade de consumo em que as pessoas ganham umas com as outras.

Mas esta sociedade está desmoronando hoje. Algo aconteceu, e se eu não comprar de você e você não comprar de mim, a economia vai cair.

Meu Comentário: Como a economia atual não se baseia na produção do necessário, mas nos ganhos uns dos outros, mudamos para um nível de comunicação completamente diferente: dinheiro – bens – dinheiro.

Pergunta: O que pode servir de combustível ou motivação para trabalhar em uma sociedade em que as pessoas param de comprar e trocar serviços?

Resposta: Elas não precisam deles. Elas vão parar de comprar de forma instintiva e automática, porque não adianta comprar o que já têm. O mundo está cheio de mercadorias completamente desnecessárias.

Pergunta: Ou seja, apenas as necessidades permanecerão?

Resposta: Depende da educação das pessoas, mas, em princípio, sim. E se não, outro vírus virá. A natureza nos corrigirá. Não poderemos mais ir de férias a ilhas distantes, voar ao redor do mundo em aviões e viajar.

De alguma forma, começamos a nos afastar disso. Nasce uma nova geração com necessidades diferentes. Eles não querem correr ao redor do mundo como seus pais fizeram. Eles não estão interessados ​​em viajar pelas cidades do mundo, visitar templos, passear.

A geração jovem não precisa disso. Eu olho para eles e fico surpreso com sua calma interior. Quando visito várias cidades do mundo, sento-me ao lado deles nos degraus de edifícios antigos, converso com eles, e vejo que não importa para eles quem construiu aquelas pedras, aquelas paredes, quem pintou aquelas pinturas. E não é que eles não saibam ou não queiram saber, simplesmente não cabe em seus interesses.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavírus”, 04/06/20

Uma Doença Que Cura

294.2Há algum tempo, vivemos uma crise em grande escala que afeta todas as áreas de nossas vidas. Todos os modos de vida habituais desmoronaram diante de nossos olhos e agora precisamos construir uma nova realidade.

Ainda não somos capazes de parar esta crise e transformá-la em mudanças positivas. Não podemos retornar ao antigo estado nem avançar para um novo futuro bom. Não temos nenhum controle sobre esta situação e, portanto, é muito cedo para falar sobre o fim desta crise.

Até agora, não temos consciência do que estamos passando. Embora toda a humanidade esteja vivendo nas condições da pandemia do coronavírus há seis meses, ainda não entendemos por que aconteceu, de onde veio ou como esse golpe pode ser amenizado ou mesmo eliminado. Ainda não está claro como será o novo mundo da era pós-coronavírus.

É muito cedo para falar do futuro se não compreendermos o presente, que não traz alegria, mas constantemente traz novas restrições e golpes. Se pudéssemos entendê-los, veríamos uma luz no fim do túnel. No entanto, não há sinal de luz ainda. Nós nem mesmo entendemos a escuridão em que estamos.

Mesmo antes do coronavírus, o mundo estava em crise, e falava-se de uma guerra mundial iminente ou desastres ambientais. A situação era muito problemática, afinal a gente não sabia o que fazer com a geração jovem, com os desempregados. Eram muitos problemas, e não ficou claro para onde ia tudo, como uma pessoa que não sabe qual a doença que tem, mas consegue injetar analgésicos e existir de alguma forma.

Portanto, ainda não reconhecemos o mal de nossa situação o suficiente para sermos capazes de sair dela. Somos como uma pessoa que sofre de dores, mas ainda não sabe o que há de errado com ela, qual é a causa de sua doença e como pode ser curada.

Precisamos coletar todos os dados disponíveis, analisar tudo o que a humanidade vem fazendo há milhares de anos e tentar entender o que está acontecendo com a sociedade, com as pessoas, com o país e com toda a Terra em geral. Onde podemos encontrar, se não uma solução, pelo menos uma explicação do que está acontecendo?

O vírus nos atinge no nível biológico e também no nível da sociedade e da família. Portanto, devemos tentar entender a tendência: por que a natureza nos trata assim e o que podemos fazer para não nos escondermos desse tratamento, mas para nos curarmos.

Qual é o propósito do coronavírus que atingiu nossa sociedade, famílias, crianças e todos os nossos sistemas com tanta força e paralisou metade do mundo? Para encontrar uma solução, você precisa saber de onde veio o vírus, para que finalidade e o que fazer para mitigar esse golpe e curar suas consequências.

Em toda doença, há a parte da recuperação, toda doença cura. Precisamos ver para onde o coronavírus está nos levando e tentar chegar a esse estado saudável. No entanto, para fazer isso, precisamos entender esse golpe em toda a sua profundidade em todas as escalas. Há uma força por trás disso que não quer apenas nos vencer, mas nos curar de uma doença grave.

Afinal, mesmo antes do coronavírus, o mundo estava aos poucos caindo no abismo e não estava claro quanto tempo ainda lhe restava. Era óbvio que a natureza estava preparando um golpe sério para nós. Eu só não esperava que fosse um vírus, mas esperava algum tipo de convulsão social, desastres nacionais ou ambientais, ou um terremoto que sacudisse toda a Terra. Ou o globo pode se desviar ligeiramente de sua trajetória no espaço e colocar em perigo toda a vida.

A situação poderia ter sido muito pior do que uma epidemia de coronavírus. Comparado ao que poderia ter acontecido, o coronavírus é como um leve resfriado. Felizmente, a natureza e o Criador não usaram métodos mais rígidos. Afinal, a natureza tem um objetivo – levar-nos à conexão correta. Vivemos em uma época em que a Torá deve ser claramente implementada diante dos olhos de todas as pessoas.

O coronavírus é o menor golpe que vem do amor e da misericórdia para as pessoas que não entendem suas vidas. Precisamos entender por que chegamos a tais golpes. Por que não ouvimos o primeiro aviso de um pai, como bons filhos, para mudar nosso comportamento e viver bem, para receber presentes em vez de punição?

Não ouvimos os avisos da natureza de que devemos ser mais integrais e tratar bem uns aos outros. Por meio de nosso comportamento, determinamos o comportamento de toda a natureza, evitando que ela se torne um sistema global e entre em equilíbrio. Desequilibramos a natureza e, portanto, é claro que o homem está destinado a sofrer mais do que qualquer outra pessoa. Na verdade, o golpe está chegando; este ainda não é o fim da pandemia, e nem mesmo é o seu início.

A natureza não vai recuar. Estamos vivendo em uma nova era de correção geral. Assim, não teremos permissão para viver em paz por várias dezenas de milhares de anos. Dia após dia, estaremos revelando que estamos continuamente rolando para baixo. A natureza nos mostra o quanto nos opomos, nos odiamos e nos repelimos. Todos pensam apenas em si mesmos e não podemos continuar assim!

Em primeiro lugar, devemos entender esse requisito da natureza. Devemos nos educar para nos aproximarmos uns dos outros até chegarmos à unidade completa: no campo, na família, entre pais e filhos. Precisamos aprender a nos conectar e, se não fizermos isso, a natureza não vai parar de nos golpear.

De KabTV, “Mulheres no Novo Mundo”, 30/08/20

“Estamos Todos Lutando Contra O Mesmo Inimigo”

Dr. Michael Laitman

Da minha página do Facebook Michael Laitman 07/09/20

Está ficando mais claro a cada dia que estamos lutando contra o mesmo inimigo. Esse inimigo convence alguns de nós de que os democratas são maus e convence outros de que os republicanos são desumanos. Sussurra nos ouvidos de alguns que não há coronavírus e não há necessidade de usar máscaras, e sussurra nos ouvidos de outros que aqueles que não usam máscaras são irresponsáveis ​​e egoístas e colocam a vida de outras pessoas em risco. Este inimigo nos diz que os negros são anarquistas e uma série de outros “elogios”, e ainda diz a outros que os brancos são racistas imorais. Mas, acima de tudo, diz a todos nós: “Sou seu amigo, estou do seu lado”.

Não é. É contra todos nós como sociedade e contra cada um de nós como indivíduos. Ele se preocupa apenas consigo mesmo e não deseja nada além de nossa servidão. É o nosso ego e ele dominou a técnica de “dividir para conquistar”. É hora de nos unirmos e destroná-lo, antes que todos nós nos matememos uns aos outros.

O ego nos cega para nossa dependência mútua. Ele nos faz pensar que estaríamos muito melhor se o outro lado não existisse. Mas um sem o outro, sem nossos opostos, nós mesmos não existiríamos. Somos os dois lados da mesma moeda; você não pode remover um lado da moeda, mas deixar o outro lado. Se você tentar, não sobrará nada.

Assim como não existe um único sistema em todos os níveis da realidade que não dependa de seu oposto, o mesmo ocorre com as pessoas. Não seríamos capazes nem de pensar na vida se não houvesse morte. Não saberíamos o significado da luz se não houvesse escuridão, sentiríamos amor se não houvesse ódio ou sentiríamos compaixão se não sentíssemos crueldade.

Além disso, não conheceríamos nossas opiniões, qualidades e gostos e desgostos se não tivéssemos outras pessoas com quem pudéssemos nos comparar. Os opostos em nosso mundo não apenas o sustentam, mas também o tornam tão rico e belo quanto ele é. Amamos a diversidade e as contradições na natureza, então por que as odiamos em nossa própria sociedade? Porque desfrutar e apreciar nossas diferenças vai contra nosso ego, que nos diz que só nós importamos, e ninguém mais.

Como resultado, nosso ego nos faz interpretar a oposição de pontos de vista, aparência e fé como negativa. É assim que ele destrói nosso mundo. Se não tomarmos cuidado, ele logo nos destruirá, colocando-nos uns contra os outros em uma guerra que ninguém vai vencer, exceto o ego.

Me Dói Saber Que O Mundo Inteiro Está Sofrendo

523O mais importante é sentir que a crise atual é o problema comum que nos une e nos ajuda a entender que estamos conectados uns com os outros.

Vamos todos jurar que a partir deste momento, quando pensarmos no coronavírus em relação à nossa família, nossa cidade, a escola que nosso filho vai, e nosso trabalho, vamos nos preocupar com toda a humanidade.

Desejaremos que toda a humanidade seja curada do coronavírus, que é causado pelo nosso egoísmo que se revela mais e mais a cada dia. Se nos sentirmos próximos uns dos outros e formos capazes de nos conectar e abraçar, todos os vírus desaparecerão.

Assim que pensarmos em nosso infortúnio pessoal, vamos expandi-lo um pouco e pensar sobre nosso problema global comum.

Os egoístas geralmente ficam felizes porque o mundo inteiro está sofrendo, porque seu próprio problema não parece mais tão terrível, como se diz: “Um problema compartilhado é um problema dividido pela metade”. Mas aqui é exatamente o contrário: eu sofro pelo mundo inteiro. Meu sofrimento é muito maior se eu ver que não estou apenas sofrendo por meus filhos, família, parentes, conhecidos, mas toda a humanidade está sofrendo.

Precisamos começar a tratá-la de forma diferente. O fato de todos estarem sofrendo comigo não me faz sentir melhor, pelo contrário, dói muito mais porque o mundo inteiro está sofrendo.

Da Lição para Mulheres, 29/08/20

Rachaduras No Coração

527.01Por que o coronavírus apareceu? Devido ao fato de que não há conexão correta entre todos os elementos da criação, em todos os níveis: inanimado, vegetativo, animal e humano.

Onde já deveria aparecer uma conexão, de acordo com o programa geral de desenvolvimento, que nos move para o fim da correção, mas ainda não existe, a partir desses lugares de ruptura, como de rachaduras nas paredes, os vírus rastejam.

Os vírus são o desejo de receber que já deveria ter sido corrigido, mas que ainda não corrigimos. É por isso que esses vírus aparecem. Tentamos combatê-los em todos os níveis, em todas as formas, mas, na realidade, temos que tratá-los no mais alto grau onde se manifestam, ou seja, no grau humano.

Além do coronavírus fazer mal à saúde, pior ainda, leva ao distanciamento uns dos outros, fecha locais de trabalho, creches, escolas, etc. Nos lugares onde o vírus tem um impacto negativo na sociedade humana, precisamos fazer uma correção por meio de nossa conexão correta.

Não podemos deter a epidemia colocando máscaras, nos escondendo em nossas casas, fechando escolas, creches e cinemas – tudo isso não é obrigatório. Só precisamos fazer uma correção no mais alto grau, ou seja, nas relações entre as pessoas. Vamos começar a nos corrigir fazendo a conexão correta um com o outro e, assim, neutralizaremos o coronavírus. Está escrito: “O amor cobrirá todos os crimes (isto é, todos os vírus no nível humano)”.

Então veremos como, com a ajuda das armas mais poderosas, começamos a ordenar toda a criação de cima para baixo, cada vez mais, até que esses vírus desapareçam dos níveis inferiores: dos corpos humanos, dos animais, de absolutamente tudo. Este deve ser o nível de nosso impacto sobre todos os problemas que revelamos na natureza hoje; toda correção é somente por meio de nossa unidade.

Por meio de nossa conexão, vedaremos todas as rachaduras das quais os vírus, essas pequenas víboras, sairão, e a epidemia irá parar. A doença está cada vez mais aguda, mas tem cura!

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/08/20, Escritos do Baal HaSulam, “ O Arvut (Garantia Mútua)”

Razões Para O Fim Da Sociedade De Consumo

laitman_540Comentário: Alguns economistas afirmam que a sociedade de consumo está chegando ao fim. A primeira razão é a falta de confiança, que inibe seriamente as relações comerciais e econômicas.

Minha Resposta: Mas isso pode ser superado.

Comentário: A segunda razão é a poluição ambiental, pois ainda não temos tecnologia suficiente para processar todos os resíduos que produzimos.

Minha Resposta: Quem se importa com isso? Se houver tecnologia suficiente, será possível produzir ainda mais.

Comentário: A terceira razão são os recursos naturais limitados.

Minha Resposta: Ninguém está interessado nisso também. Nós os encontraremos. Vamos voar para a lua e trazê-los de lá.

Comentário: A quarta razão é a crescente desigualdade entre pobres e ricos. Mesmo no período pós-coronavírus, pode-se perceber que os ricos estão ficando mais ricos. E todo mundo tem um enorme egoísmo, e as pessoas provavelmente não o tolerarão.

Minha Resposta: Claro que não. Os ricos terão que pagar uma certa porcentagem de sua enorme renda para amortecer o descontentamento dos pobres.

Comentário: A quinta razão é a incerteza. Eles dizem que existe um termo “efeito riqueza”. Mesmo quem tem dinheiro tem medo de gastá-lo por causa da incerteza de que a economia de consumo está chegando ao fim.

Minha resposta: Não há onde gastar! Ofereça-lhes algo para que possam produzir e ganhar dinheiro com isso.

Comentário: Eles têm medo de gastar dinheiro porque não sabem o que acontecerá com o emprego amanhã. Não há confiança no futuro.

Minha Resposta: Então, essas pessoas não são realmente ricas. Uma pessoa rica é aquela que tem possibilidades praticamente ilimitadas de cobrir mais do que suas necessidades vitais.

Comentário: A sexta razão é o desenvolvimento de tecnologia, que levará a uma divisão ainda maior entre ricos e pobres e, consequentemente, ao desemprego.

Minha Resposta: Claro, já que não há consumo. Portanto, grandes guerras ocorrem periodicamente. Mas hoje elas são muito caras e ninguém sabe como vão acabar.

Em princípio, antes as guerras resolviam os problemas, mas hoje não resolvem porque não há fronteiras: vá onde quiser, viva onde quiser. Você pode comprar qualquer passaporte. Portanto, não há razões objetivas para guerras. Restam apenas guerras religiosas e ideológicas.

Pergunta: A sétima razão é uma mudança nas necessidades internas do homem. Na sua opinião, esse é o principal motivo?

Resposta: Sim. Isso mata todo o resto. Este é o fim da economia de consumo.

Agora o vírus está destruindo uma enorme indústria movida por turismo e viagens. Hotéis em todo o mundo, aviões, navios de cruzeiro, guias e imensas massas de mercadorias associadas a esta indústria, tudo isso já não existe e não existirá mais. As pessoas não querem vagar pelo mundo. Não há nada para atraí-las.

Algo terá que ser feito com milhares de aviões desnecessários. Talvez os leve a algum lugar no deserto. Eles dizem que podem ser mantidos bem lá. E o que vai acontecer aí? Um museu da nossa era? Mas você não pode fugir disso. Acabou! Precisamos entender que não podemos construir um novo mundo com ferramentas antigas.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavírus”, 04/06/20

“Fé E Crença Em Tempos De Crise” (Medium)


Medium publicou meu novo artigo “Fé E Crença em Tempos de Crise”

Quando as coisas dão errado, as pessoas olham para o céu em busca de respostas e conforto. Desde os tempos antigos, as pessoas procuram algo em que se agarrar em momentos de crise e angústia, por isso é natural que esta pandemia tenha desencadeado a procura de uma força superior, como confirmam os estudos. Esse clamor vai acelerar nossa descoberta do sentido da vida e nos ajudar a internalizar uma resposta que será encontrada no poder do amor entre nós.

Esse clamor vai acelerar nossa descoberta do sentido da vida e nos ajudar a internalizar uma resposta que será encontrada no poder do amor entre nós.

Um quarto dos americanos afirma que a COVID-19 fortaleceu sua fé religiosa, enquanto apenas 2% afirmam que a enfraqueceu, de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center. Outros estudos confirmam uma ligação direta entre desastres naturais e momentos de crise e uma tendência crescente de recorrer a um poder superior. O número de pesquisas no Google pela palavra “oração” em 75 países quase dobrou desde o início da crise do coronavírus.

As pessoas precisam sentir que têm uma âncora, que há algo em que confiar ou em que se agarrar.

Como uma criança agarra sua mãe e não a solta porque ela é vista como o lugar mais seguro, nós também, adultos como somos, precisamos de uma fonte de segurança. No mundo ao nosso redor, não encontramos essa fonte.

A humanidade uma vez se voltou para as forças inanimadas da natureza, como o sol e a lua, como poderes governantes. Hoje, sem nenhum lugar para se voltar e nada mais em que acreditar, apenas um poder superior permanece. Mas exatamente quem ou o que é, não temos certeza. Existem inúmeras discussões, hipóteses, percepções e crenças em torno dessas questões. Afinal, nossos corações anseiam pela certeza de que algo está administrando e organizando tudo na vida.

No final do dia, podemos perguntar se a natureza exata de um poder supremo importa, contanto que sua própria existência nos ajude a nos sentir mais seguros em nossas curtas vidas neste mundo. Enquanto nossa fé acalma a psique cansada, optamos por nos apegar a ela.

E quando uma pessoa se sente melhor, é bom para as pessoas ao seu redor, porque as pessoas calmas são mais gentis umas com as outras. Elas estão menos dispostas a brigar ou magoar os outros. Embora as especificidades e costumes em torno da crença possam diferir, cada um dos oito bilhões de pessoas no mundo acredita em algo, e essa fé é aceita como normal por quase todas as pessoas.

Essa noção de fé também está relacionada ao conceito de oração. Desde a eclosão da pandemia do coronavírus, as crenças das pessoas as uniram em orações comuns que foram transmitidas ao vivo às massas nas redes sociais. As consequências das orações coletivas também são positivas porque quando as pessoas acreditam que podem acessar uma força poderosa unindo-se em um apelo comum, elas o fazem por meio do processo de conectar-se e pedir como um. E se houver algum problema em nossas vidas, esse problema nos liga uns aos outros. Quando estamos mais unidos, nossa unidade certamente atrai uma resposta.

Quando superamos a distância entre nós e expressamos a disposição de nos reunir para nos unirmos em um pedido comum, transcender acima do ego individual – o único fator que nos mantém separados -, assim melhoramos o destino de todos.

Enquanto pedirmos pelo bem de todos, e não em detrimento de alguém, nossa oração será aceita. No final, não importa em absoluto por que acreditamos, a quem nos voltamos, à religião ou a um método específico que praticamos, ou mesmo em que língua oramos. O que importa é o nosso desejo e pedido comuns.

Como resultado da pandemia, alcançamos um novo estágio em nosso desenvolvimento, que nos levará a um novo nível de vida, uma nova visão de mundo da humanidade como uma família. Os problemas que enfrentamos estão nos empurrando para frente. Eles estão nos ajudando a descobrir que o poder supremo é um e é para todos e que pode ser acessado por meio da conexão entre nós. A humanidade está descobrindo o poder do amor que se revela em nossa unidade.