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“Por Que As Vidas Dos Americanos Estão Diminuindo, Ao Contrário Do Resto Do Mundo” (Thrive Global)


Thrive Global publicou meu novo artigo: “Por Que As Vidas Dos Americanos Estão Diminuindo, Ao Contrário Do Resto Do Mundo”

Pode ser que a América tenha ultrapassado o ponto sem volta e as divisões na sociedade estejam além do reparo neste ponto.

O site Our World in Data, da Universidade de Oxford, para fornecer estatísticas confiáveis, publicou recentemente alguns números perturbadores sobre a América. Em praticamente todos os países do mundo, a expectativa de vida está crescendo. A única exceção notável são os Estados Unidos. Lá, a expectativa de vida tem diminuído consistentemente desde 2014.

Pode ser necessária outra guerra civil para que os americanos reconheçam que apenas a aceitação, valorização e abraçar a diversidade podem formar uma sociedade sustentável, mas o fato de que um novo governo começará em janeiro próximo, independentemente da identidade do presidente, exige que eu faça mais um esforço para expressar minha opinião de que a educação para abraçar a diversidade é a base da sobrevivência da América, antes que o líder do mundo livre desapareça em chamas.
Michael Laitman

Os pesquisadores atônitos, que perceberam que o declínio na expectativa de vida dos americanos é uma tendência, e não um “erro estatístico”, examinaram as razões dessa estranheza e encontraram alguns fatos inquietantes. Os motivos pelos quais os americanos vivem cada vez menos são sociais, e não médicos, econômicos ou ambientais. Os americanos matam uns aos outros e a si próprios, morrem de overdoses de opioides, obesidade, bem como outras esquisitices, como mortalidade infantil prevalente e falta de acesso a medicamentos que salvam vidas, como a insulina. Estes dois últimos, por sua vez, também apontam para problemas sociais estruturais mais do que médicos ou ambientais, pois não há razão para que o país com o sistema de saúde mais desenvolvido do mundo não consiga eliminar praticamente a mortalidade infantil ou fornecer insulina para quem realmente precisa.

Eu acho que esses dados refletem muito bem a crise social que está se desenrolando na América. A América negligenciou seu trabalho social – o trabalho sobre as relações humanas. Devemos entender que não há país no mundo como os Estados Unidos. A população dos Estados Unidos consiste em tamanha diversidade de povos e raças que a torna uma assembleia eclética de pessoas que não têm nada em comum e muitas vezes abrigam antigas hostilidades entre si. É por isso que na América, mais do que em qualquer outro lugar, a educação para a unidade é vital para sua sobrevivência. Eu chegaria ao ponto de dizer que, sem formar uma identidade americana uniforme, que falta aos americanos por causa de suas origens diversas, a América não sobreviverá.

Como a América não fez isso de forma significativa desde o fim da guerra civil, os mesmos problemas que causaram a eclosão da guerra civil ainda existem hoje, junto com vários outros problemas que se acumularam em cima deles. Agora, esses problemas estão levando o país à beira de uma segunda guerra civil.

A América proclama ser “a terra dos livres”, mas o que você faz se a liberdade de uma pessoa é a sujeição de outra? “A inclinação do coração do homem é má desde a sua juventude” (Gênesis 8:21), nós sabemos. Se deixarmos nossa inclinação solta sem restrições, ela explorará, abusará e matará indiscriminadamente. O liberalismo é uma ótima idéia, contanto que você libere as pessoas na medida em que foram ensinadas a preservar e respeitar a liberdade de expressão e segurança de outras pessoas, tanto quanto respeitam e preservam a sua própria.

A Primeira Emenda, que determina a liberdade de expressão para todos, é frequentemente implementada mais ao longo das linhas de liberdade para expressar ódio aos outros e liberdade para silenciar pontos de vista que eu acho que estejam errados. Este é o resultado direto da libertação do ego antes que ele aprendesse que o liberalismo e a liberdade de expressão significam que todos têm o direito de se expressar, não apenas eu.

Assim como você não pode deixar um cachorro não treinado na rua, não devemos deixar o “cachorro não treinado” dentro de nós correr solto, ou ele está fadado a morder e mutilar outras pessoas. Primeiro, devemos aprender a aceitar, depois apreciar e, por fim, valorizar as diferenças entre nós. Precisamos ver como nossa diversidade pode inicialmente criar mal-entendidos e antipatia, mas quando trabalhamos corretamente com ela, ela nos enriquece e contribui para nossa sabedoria como indivíduos e para nossa força como sociedade.

Pode ser que a América tenha ultrapassado o ponto sem volta e as divisões na sociedade estejam além do reparo neste ponto. Pode ser necessária outra guerra civil para que os americanos reconheçam que apenas a aceitação, valorização e abraçar a diversidade podem formar uma sociedade sustentável, mas o fato de que um novo governo começará em janeiro próximo, independentemente da identidade do presidente, exige que eu faça mais um esforço para expressar minha opinião de que a educação para abraçar a diversidade é a base da sobrevivência da América, antes que o líder do mundo livre desapareça em chamas.

– Publicado em 23 de novembro de 2020

“Por Que Os Braceletes De Cabalá São Usados Para Afastar O ‘Mau Olhado’?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “Por Que Os Braceletes De Cabalá São Usados ​​Para Afastar O ‘Mau Olhado’?”

A Cabalá autêntica ensina como sentir a qualidade de doação, que não está em nós, na qual o “outro mundo” se manifesta – sentido na qualidade de doação.

Ayin ra, o mau-olhado, é a inveja, a principal qualidade do egoísmo.

Uma ilusão popular sobre a Cabalá hoje em dia é que ela pode afastar o mau olhado com pulseiras. A sabedoria da Cabalá tem uma explicação de como lidar com o mau olhado, o que obviamente não requer pulseiras, mas primeiro exige uma compreensão do que é o mau olhado.

Então, o que é mau olhado de acordo com a Cabalá?

Para entender a definição Cabalística de mau olhado, precisamos entender como a Cabalá define a natureza humana – como um desejo egoísta de desfrutar às custas de outras pessoas e da natureza. Como está escrito no Talmude, o Criador disse: “Eu criei a inclinação ao mal [egoísmo] e criei para ela a Torá como uma especiaria” (Kiddushin 30b).

O mal é o que foi criado, que é o ego, um desejo que prioriza o benefício próprio ao invés de beneficiar os outros. Se vivermos pelo princípio de que quanto melhor estamos individualmente, e quanto melhor nos sentimos em comparação com outras pessoas, e ainda mais, quanto pior elas se sentem, melhor nos sentimos, então é considerado como viver de acordo com os ditames da “inclinação ao mal” egoísta. Toda a nossa natureza humana, que fundamenta todos os nossos desejos, pensamentos e ações, é, portanto, má. Essa é a razão do mundo mergulhar em crises crescentes à medida que nos desenvolvemos, não importa quão boas consideremos nossas intenções e ações.

A Cabalá, portanto, define “mau olhado” como nossas intenções egoístas em relação uns aos outros, onde vemos ou pensamos sobre os outros em termos do que podemos colher deles, e não em termos de como podemos beneficiá-los.

A sabedoria da Cabalá é um método para transformar nossa intenção egoísta inata em sua forma altruísta oposta, ou em outras palavras, de desejar beneficiar apenas a nós mesmos, para querer beneficiar os outros e a natureza. Realizar tal transformação de nossa natureza egoísta em sua forma de doação oposta é chamada de “correção” (Heb. Tikkun).

Estamos atualmente em uma era de transição muito significativa. Por um lado, experimentamos uma série de efeitos negativos do mau olhado, ou seja, da nossa natureza humana egoísta que busca explorar os outros e a natureza tanto quanto possível para benefício próprio. Por outro lado, o sofrimento que acumulamos ao tentar nos satisfazer individualmente às custas dos outros está gradualmente nos levando a um estado de desamparo e desespero. Quando alcançarmos tal estado, ficaremos mais maduros para passar pela transformação fatal de nossa natureza egoísta em seu oposto altruísta.

A sabedoria da Cabalá é um método que pode ajudar a acelerar essa transição, de modo que a experimentemos de maneira mais suave, com mais compreensão, consciência e, finalmente, com alegria.

Onde Obter A Energia Para Doar?

610.2Pergunta: No artigo “A Paz”, o Baal HaSulam escreve que “Sua Providência nos ordenou que observássemos com toda a nossa força a Mitzva de doar aos outros com absoluta precisão, de tal forma que nenhum membro de nós trabalharia menos do que a medida necessária para garantir a felicidade da sociedade e seu sucesso. Enquanto estivermos ociosos realizando isso ao máximo, a natureza não irá parar de nos punir e se vingar”.

Onde uma pessoa pode encontrar a energia para cumprir a lei de doação?

Resposta: Apenas na sociedade.

Pergunta: Acontece que existe um plano superior que controla o quanto eu dou e quanto eu recebo, não apenas fisicamente, mas na comunicação com outras pessoas. De que forma eu posso adicionar?

Resposta: Em sua atitude para com os outros. Uma pessoa tem o que é necessário e suficiente. A natureza nos forneceu tudo, muito mais do que animais que passam horas todos os dias em busca de alimento. Precisamos apenas da interação certa entre nós e os outros para atingir o objetivo mais elevado.

Pergunta: Então, dar para a sociedade significa correr e fazer algo por ela?

Resposta: Não. O homem é o elemento mais infeliz da natureza. Ele deve sempre cuidar de como se sustentar. Nenhum dos animais trabalha tanto por sua toca, comida ou por causa da prole. Tudo é muito mais simples para eles. O homem é uma criatura escravizada pela natureza.

Veja como vivemos. Uma pessoa está crescendo até a idade de 20 anos. Ela é sempre obrigada, obrigada e obrigada. Ela não faz nada por si mesma. Apenas parece que sim.

Mesmo quando ela adquire algumas habilidades e pensa que se desenvolve visitando museus, teatros, discotecas e tudo o mais, isso é imposto a ela pela sociedade. Estes não são seus desejos interiores pessoais, mas o que ela recebeu de outros e é obrigada a cumprir.

Pergunta: O que as pessoas farão na sociedade integrada sobre a qual você tanto escreve?

Resposta: Nesta sociedade futura, uma pessoa, por meio de sua conexão integral correta com os outros, experimentará o próximo nível de natureza e se elevará a ele o tempo todo.

Para ela, a cada dia, a cada minuto, será a realização da harmonia superior, a perfeição máxima. Em princípio, é isso que deve nos preencher. É assim que fomos criados, mas ainda não sentimos isso.

Uma pessoa explorará o que lhe falta para obter a felicidade completa e a receberá.

De KabTV, “Habilidades de Comunicação”, 21/08/20

Métodos Cabalísticos Para Aumentar A Motivação

632.3Pergunta: Existe algum método Cabalístico especial para aumentar a motivação?

Resposta: Precisamos colocar a pessoa em um ambiente que valorize o objetivo que queremos incutir nela e fazer com que nesta equipe ela esteja cercada de pessoas que ela respeita. Então, os membros dessa equipe vão aumentar sua motivação.

Em princípio, se uma pessoa está em um ambiente que ela não respeita particularmente, nós podemos aumentar artificialmente a importância dos membros da equipe, e eles ainda a afetarão.

De KabTV, “Habilidades de Gestão”, 28/08/20

Pesquisar Pessoas É Eficaz Para A Tomada De Decisão?

552.03Pergunta: Vale a pena usar pesquisas públicas para tomar certas decisões em nível de governo?

Resposta: Não. Não chegaremos a nenhuma decisão dessa forma. A opinião de uma multidão comum, não coletada de acordo com certas leis, não dará nada. Sua opinião geral não pode ser maior do que a opinião de cada um deles. Já passamos por tudo isso.

Se realmente quisermos chegar à opinião superior, devemos nos elevar acima de nosso egoísmo e nos conectar de forma que nossos desejos antiegoístas se tornem um. Então, podemos resolver o problema neste novo nível, que é superior ao humano.

De KabTV, “Habilidades de Comunicação”, 25/09/20

“Unidade Judaica E Antisemitismo: Moisés E O Estabelecimento Do Povo De Israel” (Times Of Israel)

O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Unidade Judaica E Antissemitismo: Moisés E O Estabelecimento Do Povo De Israel“

(Artigo No. 3 de uma série) No artigo anterior, nós descrevemos o tempo de Israel no Egito, como eles prosperaram enquanto estavam unidos sob a liderança de José e como foram assimilados após sua morte, o que então virou os egípcios contra eles. Neste artigo, exploraremos os esforços de Moisés para reunir o povo atormentado e escravizado e, assim, redimi-los de seus opressores e tirá-los do Egito. Mostraremos também que, uma vez que eles se uniram e foram redimidos, eles receberam a tarefa de ser “uma luz para as nações”, ou seja, de transmitir sua unidade ao resto do mundo.

Apesar de sua situação piorar no Egito, Israel não se uniu até a chegada de Moisés. Quando ele chegou, ele começou a reunir Israel até que, finalmente, eles puderam escapar do governo de Faraó.

Uma vez fora do Egito, ao pé do Monte Sinai, o povo de Israel solidificou sua unidade a ponto de se tornar um. É por isso que o grande comentarista do século XI, o RASHI, os descreveu como sendo “como um homem com um coração”. Esse nível de unidade era o requisito para que o agregado de estranhos que subscreveram a mensagem de Abraão fosse “oficialmente” declarado uma nação. Lá, ao pé da montanha, foi o nascimento da nação de Israel. O exemplo de desunião e escravidão versus unidade e redenção que os hebreus experimentaram no Egito deveria ser uma lição para eles manterem sua unidade, não importa o quão intenso seu egoísmo cresça. Como veremos ao longo desta série, o elo entre desunião e adversidade não foi quebrado desde então. Lamentavelmente, nenhuma lição foi aprendida.

Quando Moisés uniu o povo de Israel, ele não pretendia unir Israel apenas para o seu próprio bem. Assim como Abraão queria unir todos os babilônios, mas tinha a ver com aqueles que o seguiram, Moisés queria ajudar o mundo inteiro a encontrar a unidade, não apenas os israelitas.

Para acomodar o desejo de Moisés de espalhar a ideologia da unidade para toda a humanidade, imediatamente após o povo de Israel ser declarado uma nação, eles foram incumbidos de ser “uma luz para as nações” (Isaías 42:5, Isaías 49:6), a saber, para espalhar essa unidade. No Comentário do Ramchal sobre a Torá, o grande Cabalista do século XVIII escreveu: “Moisés desejava completar a correção do mundo naquela época. É por isso que ele pegou a multidão mista, pois pensava que assim seria a correção do mundo… No entanto, ele não teve sucesso por causa das corrupções que ocorreram ao longo do caminho”.

Semelhante ao Ramchal, no século XIX, Isaac Hever Wildman escreveu em seu livro Beit Olamim: “Essa foi a oração e bênção de Moisés para a geração do deserto, que eles seriam o início da correção do mundo”.

Palavras ainda mais surpreendentes a respeito do propósito de estabelecer o povo de Israel foram escritas no livro Maor VaShemesh: “’Para que Ele possa te estabelecer hoje como Seu povo’ significa que por isso você terá avivamento, você será salvo de todas as calamidades. Posteriormente, Ele disse a eles: ‘Agora, não só com vocês eu estou fazendo esta aliança’, ou seja, que ser salvo de qualquer dano pela ligação não foi prometido apenas à geração de Moisés. Em vez disso, ‘Mas com aqueles que estão aqui conosco hoje … e com aqueles que não estão aqui hoje’, ou seja, que todas as gerações futuras receberam a promessa de passar por todos os porretes do pacto e que não serão prejudicadas, através da união e vínculo que haverá entre elas”.

Nós, portanto, vemos que o nível de unidade em Israel, o destino das pessoas e o destino do mundo estão ligados desde o início da nação. Esse elo ininterrupto está na raiz de todos os nossos problemas, como veremos no restante desta série.

O próximo artigo analisará os eventos que levaram à divisão dentro do povo de Israel entre o Reino de Israel, o Reino de Judá e a corrupção que levou à ruína do Primeiro Templo.

“O Que É Uma Oração? ”(Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “O Que É Uma Oração?”

Nós nascemos e crescemos em uma percepção e sensação autocentrada do mundo, que leva ao acúmulo de problemas em nossas vidas. Nosso encontro com todos os tipos de problemas é para nos dar o desejo de nos elevarmos acima de nossa percepção e sensação atuais e descobrir um novo mundo, um mundo de amor, cuidado e conexão positiva entre todos.

A transformação de nossa percepção e sensação egoísta inata para uma nova percepção altruísta é realizada por meio de um ato chamado “oração”.

O que é oração?

Oração não significa recitar palavras de um livro, não importa o quão sagrado o livro seja, nem significa pedir a um poder superior para mudar algo no mundo, ou para se beneficiar individualmente. Em vez disso, uma vez que toda a nossa percepção da realidade é egocêntrica, onde pretendemos obter satisfação dentro de nós mesmos a cada momento, a oração é um pedido sincero para transformar nossa abordagem egocêntrica da realidade e nos tornarmos benéficos para todos e tudo que nos rodeia.

Em outras palavras, a oração é um pedido de autotransformação, onde em vez de desejar egoisticamente absorver, receber e explorar os outros para ganho pessoal, como fazemos por padrão, desenvolvemos uma vontade genuína de pensar e desejar em uma direção oposta: para dar, doar e usar a nós mesmos para o benefício dos outros.

O resultado de uma oração honesta pela autotransformação do fundo de nossos corações é escrito pelos sábios no mandamento: “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Ou seja, nossa oração deve nos levar a um estado em que sentimos os outros como sentimos a nós mesmos, invertendo e corrigindo a intenção no nosso ego para uma de dar.

Portanto, oração significa alcançar um desejo verdadeiro de amar os outros como amamos a nós mesmos, bem como uma revelação de até que ponto realmente amamos a nós mesmos. Se nosso desejo for verdadeiro, do fundo de nossos corações, então seremos premiados com a ajuda de um poder superior que corrige nosso ego, concedendo-nos a capacidade de amar os outros na medida de nosso próprio amor-próprio.

Aprenda A Se Amar

600.04Pergunta: Não é segredo que as pessoas estão cansadas. Quase todos os dias há uma nova descoberta: o vírus vive até 28 dias em smartphones, cartões de crédito, vistos e dinheiro; as pessoas podem ser reinfectadas pelo coronavírus e que a reinfecção é muito mais forte do que a original.

O vírus foi descoberto na água. Animais também podem ser infectados. Você pode se infectar mesmo sem ter contato com o doente. Outro vírus está surgindo, que é mais “maligno”.

Listei apenas 1% do que é divulgado pela mídia, por qualquer pessoa. Nessa situação, para onde o homem pode ir? Para onde ele está sendo levado? É assim que se deve viver – dentro de um metro quadrado e sem se mover?

Resposta: Não há nada que se possa fazer.

Observação: Neste caso, a reação de uma pessoa comum é oposta. Ela diz: “Sendo assim, estou saindo de casa. Bem, não posso continuar vivendo?” E ela sai. Nós mesmos a conduzimos a esta decisão.

Meu Comentário: Não. Acho que isso ainda está errado. Devemos compreender que uma pessoa não deve agir de acordo com seus nervos ou crenças. Ele deva agir da maneira que deve agir.

Pergunta: O que você quer dizer com “deve”? O que é isso?

Resposta: Devemos, porque esse vírus veio para nos educar. Educar! E nós meio que o ignoramos e dizemos: “Faremos isso de qualquer maneira!” Como uma criança batendo o pé.

Comentário: Mas o homem não pensa em educação. Ele pensa: “Tenho que limpar meu cartão de crédito o tempo todo, tenho que limpar o espaço ao meu redor o tempo todo, e não deixar ninguém chegar perto de mim. Ele não acha que o vírus veio para nos educar.

Meu Comentário: E nós temos que explicar isso a ele. Esse é o nosso problema. É o nosso problema – o problema daqueles de nós que entendem de onde o vírus veio e por quê.

Curiosamente, ele veio para nos aproximar. Mas para nos aproximar internamente, não externamente. Para que não limpemos o espaço um após o outro, mas “nos limpemos” para não infectarmos uns aos outros, para que nos preocupemos: “Eu infectarei o outro” – e não que serei infectado pelo outro. Quando pensamos nos outros em vez de nós mesmos, tudo irá embora e o vírus irá desaparecer, derreter como fumaça.

Pergunta: Todo o problema é que estou preso em mim mesmo, no fato do que devo fazer, para onde devo ir?

Resposta: Não, eu devo fazer as duas coisas. Mas tenho que fazer isso não para me proteger dos outros, mas como se eu fosse a única pessoa doente no mundo, e quero proteger os outros de mim mesmo.

Pergunta: Então, não “o que acontecerá comigo”, mas “o que acontecerá com os outros?”

Resposta: “O que acontecerá com todos nós”. O vírus nos traz, finalmente, o reconhecimento de nossa conexão mútua, que é ruim, egoísta e prejudicial. Este vírus e os outros vírus que estão por vir nos levarão a um estado em que pensaremos nos outros e não em nós mesmos, porque essa é a única maneira de manter todos seguros.

Nós entramos em um estado em que não temos outra escolha. No final, devemos entender que o mundo deve chegar ao seu estado corrigido, e devemos seguir não o caminho do nosso egoísmo, mas, apesar dele, o caminho para a nossa conexão.

Pergunta: Com base em suas palavras, a ciência médica não será capaz de criar uma vacina, ou será, mas virá outro vírus?

Resposta: Sim, claro.

Pergunta: É melhor não trabalhar nessa direção?

Resposta: Não. Nós entramos no século XXI. Esta é uma nova era, este é um novo estado da humanidade. São vírus novos, espirituais ou, poderíamos dizer, psicológicos, vírus que nos indicam que nossa conexão é um fator crucial. Se for bom, é bom para todos nós. Se for ruim, será ruim para todos nós.

Pergunta: Quais devem ser os pensamentos de cura de uma pessoa?

Resposta: É quando penso nos outros: como não infectá-los, como ter certeza de que estão vivos e bem. É simples. É isso aí. Não penso em mim, mas nos outros. E é assim que eu me salvo e me descontamino. Não afasto os outros de mim para não contagiar, afasto-os de mim para não os infectar.

Comentário: Mas eu não estou doente …

Meu Comentário: Estamos todos doentes. Todos nós temos vírus dentro de nós. Vírus egoístas e selvagens, quando pensamos apenas em nós mesmos e não nos outros. A natureza agora, no século XXI, estará nos mudando. E isso é muito, muito desagradável, incompreensível e um tanto inesperado.

Pergunta: Existe essa consciência de que sou um vírus maligno?

Resposta: Sim. É o único em todo o mundo procurando alguém para machucar – e sou eu.

Pergunta: Eu sou o vírus que pode infectar outras pessoas e não quero fazer isso. Eu preciso estar isolado das pessoas. Devo ser impedido de me aproximar delas e assim por diante?

Resposta: Sim. Todos os meus pensamentos, meus planos, minhas várias ideias, são todos egoístas. Eu tenho que fazer algo sobre eles. Como faço para bloqueá-los dentro de mim? Como escondê-los dentro de mim? Isso é chamado de restrição.

Pergunta: Na prática, eu pergunto: “Restrinja-me, separe-me das pessoas porque eu as mato, as infecto”?

Resposta: Sim. Se eu não fizer isso, então um vírus externo aparece e me restringe com esses efeitos colaterais. Mas, na verdade, o vírus não é o da Covid-19 ou outro vírus contra o qual lutamos hoje. Não, o vírus são precisamente nossos pensamentos egoístas sobre os outros.

Pergunta: Uma pessoa aceitará isso?

Resposta: Ela não terá escolha. A natureza gradualmente nos forçará. Ela nos criou dessa maneira e está nos levando a mudar, de modo que pedimos à própria natureza que mude o que ela criou em nós. Vai ser lindo. Em geral, eu espero uma transformação interessante da humanidade nos próximos anos.

Pergunta: Então, você está esperando este pedido: “Mude-nos”?

Resposta: Sim. E precisamos escrever livros, fazer filmes, tudo o que pudermos sobre esse assunto sobre como isso pode acontecer, como a natureza vai nos mudar.

Pergunta: A natureza nos forçará e nós mudaremos de qualquer maneira, então é melhor não resistir?

Resposta: Claro. A quem você vai resistir? Como você pode? Você mesmo é a natureza. A natureza faz dentro de você tudo o que precisa ser feito.

Pergunta: Por que a natureza então inscreveu em nós: “o rei da natureza” com “poder sobre a natureza”?

Resposta: Para que você, no grau de humano que existe dentro de você, perceba que pode mudar sua natureza animalesca. É isso aí.

Pergunta: É isso que chamamos de “o rei da natureza”? O fato de que posso pedir para mudar minha natureza?

Resposta: Sim, para se elevar acima de sua natureza egoísta animalesca e escalar até o pico de uma natureza altruísta. Devemos ajudar uns aos outros nisso, fazer tudo o que pudermos. Do contrário, ainda chegaremos a isso, mas, é claro, com grande sofrimento, perda, por um longo período de tempo e dolorosamente. Eu espero que as pessoas ouçam. E devemos falar sobre isso o tempo todo.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 15/10/20

O Maior Valor Da Conexão

261Comentário: A unidade é um dos princípios mais básicos da comunicação. Ela inspira as pessoas a se conectar, mas contra outra pessoa.

Minha Resposta: Naturalmente, caso contrário, as pessoas não têm motivo para se conectar com ninguém. Essa é uma falsa unidade que planeja com antecedência destruir alguém para se elevar.

Pergunta: Eu sei por experiência própria que é muito difícil explicar o propósito da conexão às pessoas se não for contra alguém. Mas para quem?

Resposta: Para a própria conexão, pois representa o valor mais alto. Na própria conexão está o valor mais alto.

De KabTV, “Habilidades de Comunicação”, 11/09/20

Movimento Rumo À Espiritualidade

283.01Pergunta: Em princípio, nós trabalhamos constantemente em dezenas. O que nos falta agora, algum tipo de esforço impulsivo, um ataque através do nosso trabalho interno na unidade externa? O que precisamos adicionar em nosso trabalho de dezenas para ter sucesso?

Resposta: Estamos mudando gradualmente. Posso ver isso pelo material que apresento a vocês e como ele flui. Este não é um material aleatório. Nós o preparamos antes de cada lição, conforme passamos de uma fase para outra. Então eu formato meus pensamentos no Twitter.

Eu vejo que estamos avançando, as dezenas estão bem estruturadas e os amigos não ficam indiferentes em participar delas. No início eles foram obrigados a trabalhar em dezenas, depois perceberam que não tinham escolha porque realmente devia ser assim.

Agora, eles não estão na dezena apenas porque têm que estar, mas mesmo em um sentido egoísta eles sentem que começam a perceber algo por meio dela. Eles entendem que por meio da dezena, eles revelarão a força da redenção, a força da revelação, inspiração, todos os desejos, toda a luz e toda a espiritualidade. Eu vejo que eles se relacionam com a espiritualidade como algo precioso, pelo menos como algo essencial.

Ao menos ninguém pode ficar indiferente à dezena, e é por isso que sentimos este movimento, e é muito bom.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 05/02/19