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Nova Vida 1259 – Um Mundo Sem Dinheiro

Nova Vida 1259 – Um Mundo Sem Dinheiro
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi

Se o dinheiro perder seu valor, a própria natureza pagará por qualquer trabalho que contribua para a sociedade com moedas emocionais. As moedas da natureza são as moedas eternas da alma. A alma é o esforço interno que uma pessoa investe em prol da sociedade. Além da satisfação das necessidades da existência física, a pessoa deseja desenvolver a alma por meio de um relacionamento com a sociedade e com a natureza. A natureza mantém um registro de quanto cada cidadão deu e o que recebeu. Mais tarde, um pagamento superior será revelado e a pessoa vai querer dar mais.

A propriedade social será valiosa para uma pessoa e esta a manterá para merecer pertencer à natureza eterna. É impossível encobrir e mentir para a natureza. De acordo com a franqueza do seu coração, temos pela frente a vida no paraíso!

De KabTV, “Nova Vida 1259 – Um Mundo Sem Dinheiro”, 01/07/20

Desconexão Das Comunidades, Parte 6

laitman_571.01Uma Ideia Que Cobre Todas As Contradições

Pergunta: Qual é a ideia mais elevada que pode deixar o comunista, o ultraortodoxo e o reformista em sua opinião e, ao mesmo tempo, uni-los?

Resposta: Devemos entender que temos raízes completamente diferentes porque somos originalmente provenientes das 70 nações da Antiga Babilônia, que se tornou a base das nações modernas.

Se entendermos que somos todos diferentes e que as raízes das nações do mundo não podem ser removidas de nós, pois são a força natural da vida e estão em algum lugar dentro de cada um de nós, tudo que nos resta é o que a sabedoria da Cabalá diz: elevar-se acima dessas raízes em uma aspiração mútua em direção a uma nova base, onde permaneceremos em conexão, amor e respeito mútuo um pelo outro que criamos.

Portanto, a conexão que estamos restaurando entre nós deve prevalecer sobre a nossa desconexão.

Isto é, por um lado estaremos sempre em contradição e em natural distância uns dos outros, vindos de nossas raízes animais, como aquelas que vieram das 70 nações da Antiga Babilônia.

Por outro lado, devemos unir nossos esforços para superar essas contradições para construir uma nova base. Então os dois níveis coexistirão: um – natural, animal, e o segundo – criado artificialmente por nós, espiritual. Um cobrirá o outro, como afirmado: “O amor cobrirá todas as transgressões”.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 12/08/19

Meu Ambiente Hoje Sou Eu Amanhã

laitman_600.01Pergunta: Dizem que meu ambiente hoje sou eu amanhã. Você concorda com esta afirmação?

Resposta: Claro. Vemos como o meio ambiente nos afeta.

O homem nasce um animal totalmente pequeno, indefeso e selvagem. Gradualmente, sob a influência dos pais, e depois de um círculo mais amplo, ele passa por instituições de ensino, escola, rua, bairro e assim por diante.

Ele assiste a muitos programas na televisão, no computador e, finalmente, se torna a maneira como o vemos na sociedade. Se ele não recebesse essa influência do ambiente, não estaria apto para viver em nosso mundo.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavirus”, 07/05/20

Cabalá E A Relação Entre Um Homem E Uma Mulher

laitman_532Pergunta: Quando um homem e uma mulher formam um casal, seu destino se une ou eles estão inicialmente em lados diferentes das barricadas?

Resposta: Não há acidentes. Você não escolhe nada, incluindo seu parceiro. Tudo está predestinado. A única opção que existe é: dê um passo à frente ou espere que todas as circunstâncias o pressionem.

Pergunta: Se uma mulher tem um relacionamento difícil com um homem, a Cabalá pode ajudá-la? Ela ainda tem escolha?

Resposta: Você verá que algo pode ser mudado: ou o homem, as circunstâncias ou você mesma. Mas isso ficará claro mais tarde.

Pergunta: Acontece que, ao estudar Cabalá, uma mulher pode entender isso?

Resposta: Claro. O conhecimento Cabalístico a muda e, portanto, ela sente que está começando a se aproximar ou se afastar cada vez mais de seu parceiro. Então a decisão nasce por si mesma.

Pergunta: Essa decisão nasce por si mesma porque já existe? Apenas surge?

Resposta: Absolutamente correto!

Comentário: Compreender, aceitar e viver isso é simples e difícil.

Minha Resposta: Mas é interessante.

De KabTV, “Juntos Sobre Importantes Coisas”, 14/07/20

Meus Pensamentos No Twitter 09/08/20

Dr Michael Laitman Twitter

Por quanto tempo devemos sofrer antes de chegarmos à conclusão de que só podemos mudar nossas vidas mudando nossas atitudes, tornando-as boas? A natureza continuará nos pressionando até que percebamos isso! A natureza não permite que nos acostumemos com a existência atual. Afinal, nós, humanos, somos o único elemento nocivo nela!

Os golpes sofridos pelo #coronavirus acabarão por forçar toda a humanidade a se submeter e se acalmar, percebendo que isso é obra da força superior que não nos permitirá fazer o que queremos: nem a direita nem a esquerda. Teremos que nos submeter à influência da terceira força: o Criador.

Do Twitter, 09/08/20

“Usar Máscara, Liberdade Versus Amor Aos Outros?” (Medium)


Medium publicou meu novo artigo: “Usar Máscara, Liberdade Versus Amor Aos Outros?”

Salvadora de vidas para alguns e símbolo de tirania para outros – a exigência de usar uma máscara em público para prevenir o contágio da COVID-19 dividiu as sociedades em todo o mundo. Na América, as reações rebeldes e viscerais de um número significativo de clientes em lojas e escritórios, onde o uso de máscara é obrigatório, surpreendeu até mesmo especialistas em saúde mental. A indignação das pessoas foi expressa nas ruas dos Estados Unidos e também em grandes cidades como Berlim e Londres, onde milhares protestaram contra a medida. Mas estamos certos sobre o que a verdadeira liberdade significa? A clareza só pode ser alcançada quando temos consideração uns pelos outros.

A natureza é como um pai amoroso dando a seu filho um remédio amargo, enquanto nos comportamos como a criança que chuta, chora e se recusa a engolir. A natureza tem um propósito claro: trazer toda a humanidade à unidade. Assim, não seremos capazes de escapar da praga até percebermos que estamos em um barco, toda a humanidade.

Apesar do amplo suporte científico para a eficácia do uso de máscara para prevenir uma disseminação mais ampla da pandemia do coronavírus, o debate sobre sua eficácia se recusa a morrer entre aqueles que desafiam as coberturas faciais e o distanciamento social como medidas preventivas. Mas há uma razão mais profunda para sua recusa: a natureza humana. As pessoas estão dispostas a arriscar a vida de outras pessoas e a sua própria para preservar o que consideram suas liberdades pessoais. Elas se perguntam: “Por que uma ordem do governo deveria ser imposta para me restringir? O que é que põe freio na minha boca como um cavalo? Eu sou uma pessoa livre!”

Por Que O Sentimento Antimáscara?

Como alguém que estudou a natureza humana por mais de quarenta anos, posso entendê-las. Elas sentem as máscaras e as limitações que simbolizam como opressivas e degradantes. Algum vírus chega e, de repente, elas são obrigadas a usar máscaras, enquanto os governos parecem impotentes para lidar com a situação. Claro que elas vão gritar nas ruas. Os países que achavam que haviam lidado com a crise da Covid-19 com sucesso encontram-se caindo novamente. O vírus nunca termina; simplesmente não vai embora e nada parece ajudar.

O desafio das pessoas contra a exigência da máscara é uma evidência de nossa incapacidade, fracasso e até indiferença em educar nossas sociedades corretamente. As pessoas não foram educadas sobre como cuidar de si mesmas e ter consideração umas pelas outras. Não há governo no mundo que possa dar o exemplo a quem quer que seja, e também não entre os responsáveis ​​pelo sistema de saúde – todos seguem interesses específicos e particulares. Estamos testemunhando um colapso total do sistema humano. Não há basicamente nada entre as estruturas sociais existentes que possamos apresentar às pessoas como um exemplo a ser respeitado e ouvido – tudo é corrupto.

É o próprio vírus que impõe nossa educação. A natureza é obrigada a se comportar de todas as maneiras para colocar o homem em alinhamento com seu sistema, para o conhecimento de sua “inclinação ao mal”. Até que o homem alcance uma consciência superior, a natureza deve mostrar a ele que a destruição em sua vida provém da destruição em seu relacionamento com os outros.

A natureza é como um pai amoroso dando a seu filho um remédio amargo, enquanto nos comportamos como a criança que chuta, chora e se recusa a engolir. A natureza tem um propósito claro: trazer toda a humanidade à unidade. Assim, não seremos capazes de escapar da praga até percebermos que estamos em um barco, toda a humanidade.

Nós influenciamos e dependemos uns dos outros. Portanto, cada um deve agir de acordo, desenvolvendo a convicção e a intenção de evitar a transmissão do vírus e ferir outras pessoas. Quando virmos nossa situação sob essa perspectiva, não veremos as medidas obrigatórias como o uso de máscara como coerção, mas como um gesto de amor e cuidado pelos outros, implementado com uma bênção.

O mundo é circular e funciona da mesma maneira, como uma unidade. No estado atual, esse círculo está sendo atingido por crises de todas as direções. Então o que fazer? Devemos primeiro perceber que estamos imersos em um sistema de conexões inter-relacionadas. Isso significa que cada ação afetará o todo. Portanto, a única maneira de superar o estado de crise é pensar e se comportar como um, em responsabilidade mútua. Essa é a nossa verdadeira liberdade de escolha.

“Por Que As Opiniões Das Outras Pessoas São Importantes Para Você?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “Por Que As Opiniões Das Outras Pessoas São Importantes Para Você?”

Foi demonstrado em vários experimentos de psicologia social, e os Cabalistas há muito descrevem isso como um aspecto fundamental de nossas vidas, que as opiniões dos outros são importantes para nós, mesmo que deixemos de reconhecer que é o caso.

Há um paradoxo aqui: de acordo com nossa natureza humana egoísta, que prioriza o benefício pessoal acima de tudo, não consideramos ninguém além de nós mesmos. Por que, então, nos importamos com o que os outros pensam e dizem?

A natureza nos configurou de tal forma que entraremos em um relacionamento recíproco com a sociedade e o mundo que nos cercam.

Se a opinião das outras pessoas não importasse para nós, não seríamos capazes de atingir nosso pleno potencial humano. Isto é, não seríamos capazes de nos mudar, expandindo nossa percepção e sensação para perceber nossa interconexão e interdependência com o único sistema da natureza, incluindo nós, humanos, como suas partes integrantes.

Hoje, enquanto enfrentamos um mundo que se fecha sobre nós, com condições ecológicas, econômicas e sociais cada vez mais rígidas, a mudança para uma consciência humana conectada de forma mais positiva é de importância primordial.

Ao reconhecer a grande extensão em que as opiniões dos outros nos influenciam, podemos fazer escolhas mais sábias em relação à sociedade que nos cerca: escolher as pessoas com quem nos cercamos, ou seja, de acordo com objetivos, necessidades e valores compartilhados, e também o tipo de influência que colocamos para esta rede e transmitir aos outros.

Em última análise, a plena compreensão de nossa influência mútua nos leva a sentir a necessidade de responsabilidade mútua, consideração, compromisso, apoio, encorajamento e cooperação.

Em outras palavras, se quiséssemos compreender toda a extensão de nossa influência uns sobre os outros, nos sentiríamos na necessidade de pensar e agir positivamente uns com os outros, pois isso garantiria nossa coexistência harmoniosa. Qualquer desvio para um pensamento ou ato negativo voltado ao ódio seria considerado prejudicial a todo o sistema que compartilhamos e, portanto, também prejudicial a nós mesmos.

Sentiríamos a necessidade de construir uma nova atmosfera social envolvente que apoie, eduque e encoraje o desenvolvimento de todos para realizar a mudança nas conexões humanas e na consciência de forma positiva.

Foto acima de Priscilla Du Preez no Unsplash

“De Brigas Políticas A Uma Política De Unidade” (Times Of Israel)

O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “De Brigas Políticas A Uma Política De Unidade”

Há alguns anos, um documentário da TV israelense contou a história de uma pequena vila em Israel que tinha uma população de 120 famílias e seis (!) sinagogas. Por que seis sinagogas se existem apenas 120 famílias? Porque as famílias – todas com a mesma formação cultural e rezando da mesma maneira – não se suportam. Quando o entrevistador perguntou a um residente se, tendo tão poucas pessoas, ocasionalmente não havia nem dez pessoas na sinagoga (o número mínimo para o serviço) para fazer um serviço adequado, o homem admitiu que sim. “E o que você faz então?”, perguntou o entrevistador: “Eu dirijo até um assentamento próximo e rezo ali”, disse o homem. “Por que ir para outro povoado para rezar, que usa livros de orações e canções diferentes dos que você está acostumado, se você tem cinco sinagogas aqui em sua própria aldeia para escolher, e que recitam exatamente como você?”, perguntou o entrevistador. “Eu não irei a nenhuma delas”, disse o homem resolutamente.

Sempre fomos uma nação com muitos pontos de vista. E se você olhar para nossa história, verá que, quando conseguimos manter a unidade acima das diferenças, prosperamos e, quando permitimos que as diferenças se tornem ódio desenfreado, sofremos.

O Israel de hoje está em uma encruzilhada. As diferenças entre as várias facções da nação estão ganhando força, e vozes de unidade quase não são ouvidas. Como sempre, a divergência é nosso trampolim para o crescimento, mas apenas se nos unirmos acima dela. É sempre uma linha tênue a percorrer e, se não soubermos disso, tropeçaremos e a própria existência de Israel estará em risco.

Nosso lema sempre foi que o ódio desperta contendas, e o amor cobrirá todo o ódio (Provérbios 10:12). Não é um modelo fácil de seguir, mas hoje não temos escolha. Nosso status internacional continuará a se deteriorar e nossa força interna continuará a declinar até que percebamos que não temos outra escolha a não ser escolher a unidade acima de todas as diferenças.

Se protelarmos, o mundo decidirá que a declaração da Liga das Nações de um Estado judeu em 1947 foi um erro. Se nos apressarmos e nos unirmos, o mundo entenderá por que Israel atrai tanta atenção – já que o objetivo era mostrar como os opostos podem se unir e cobrir seu ódio com amor.

Há poucos dias, uma famosa mulher árabe-israelense foi entrevistada na TV de Israel e contou uma história interessante. Ela foi convidada a participar de um painel de várias pessoas em uma cidade judaica para discutir o ódio e as tensões políticas. O momento para a discussão foi perfeito, pois era o dia 9 de Av, a data em que o Templo foi destruído 2.000 anos atrás porque os judeus odiavam seus próprios irmãos. No auge do debate, ela finalmente disse aos anfitriões: “Vocês se odeiam! Os judeus estão odiando os judeus! Vocês estão discutindo a ruína do Templo no dia 9 de Av, e um judeu ainda odeia um judeu e deseja-lhe a morte (referência a ameaças de morte online e desejos de morte a políticos israelenses)! Se vocês se odiarem, como vão me amar?”

O que precisamos agora é mudar de brigas políticas para uma política de unidade entre todas as facções. Essa é a nossa necessidade mais urgente, especialmente hoje, quando o ódio nos assusta ainda mais do que a Covid e é certamente mais perigoso.

Desconexão Das Comunidades, Parte 5

laitman_533.02Os Maiores Antissemitas

Pergunta: Durante o Iluminismo, os judeus que assimilaram outros povos tornaram-se ateus ou cristãos e começaram a odiar ainda mais os judeus que mantinham as tradições. Esse ódio ainda existe no Estado de Israel e está crescendo.

Como a assimilação e o ódio interno dos judeus estão relacionados com o ódio irracional?

Resposta: A pessoa que quer romper com sua raiz, mas percebe que não pode fazer isso, porque, obviamente, existem forças internas da natureza que não permitem que ela o faça, passa a odiar a si mesma, às pessoas, ao princípio espiritual, o Criador.

Mas apesar do fato de que ela gostaria de romper completamente com isso e se tornar um alemão comum, francês, etc., ela não pode ter sucesso.

Surge nela tanto ódio pelo povo, por si mesma, por sua raiz, da qual ela se cura. É por isso que ela se torna o maior antissemita.

Observação: O ódio irracional é um estado em que uma pessoa odeia trabalhar sem pagamento. Não podemos realizar uma ação sem receber o pagamento por ela, combustível, benefício para nós mesmos – essa é a nossa natureza. Odiamos a qualidade em si sem motivo. Essa qualidade é doação, amor, unidade. Isto é, odiamos inconscientemente aquelas pessoas em quem essa qualidade aparece.

Meu Comentário: É por isso que os judeus que estão engajados em vários tipos de ciências, arte e movimentos sociais propagam o antissemitismo ali.

Pergunta: O que deve ser feito com essas contradições? A guerra entre os judeus continua. Existem reformistas, ultraortodoxos, ateus, comunistas, etc.

Resposta: Todos estão prontos para destruir o outro. Mais do que todos os antissemitas juntos, de acordo com a Cabalá, isso é normal porque os judeus têm o maior egoísmo.

Observação: Mas por outro lado, você diz que deve haver algum tipo de ideia superior acima de tudo isso, que os unirá.

Meu Comentário: Para fazer isso, eles devem recorrer à Cabalá ou a Cabalá deve recorrer a eles.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 12/08/19

Nova Vida 1257 – Como As Ideias São Disseminadas

Nova Vida 1257 – Como As Ideias São Disseminadas
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Em suma, a natureza é um desejo de receber que passa de um humano para outro como um vírus. Recebemos e absorvemos ideias, pensamentos e genes uns dos outros. A natureza está interessada em transmitirmos ideias e pensamentos uns aos outros, de modo que alcancemos um mecanismo único, circular, conectado e integral. A natureza implanta pensamentos e ideias em nossas cabeças, mas devemos alcançar a ideia altruísta integral por nós mesmos, contrastando-os com seu oposto e por meio da liberdade de escolha. A ideia altruísta determina que todos são iguais e incluídos uns nos outros como uma pessoa com um coração.

É difícil para a ideia altruísta se espalhar porque é antiegoísta. Para que a ideia se espalhe, temos que construir um ambiente, uma rede de pessoas conectadas, para prender a nossa atenção. A sabedoria da Cabalá pode nos mostrar o caminho para o desenvolvimento contínuo e como evitar golpes como a epidemia de coronavírus.

De KabTV, “Nova Vuda 1257 – Como As Ideias São Disseminadas”, 24/06/20