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Uma Oração Só Para Si Mesmo Prejudica

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “O Fruto do Sábio”: Durante uma oração comum, a pessoa está proibida de se separar dos outros e pedir para si mesma, mesmo que ela queira dar prazer ao Criador, mas vai fazê-lo por si mesma e não com os outros. Afinal, aquele que se desconecta da sociedade e pede por sua alma individual não a constrói, mas ao contrário, prejudica a sua alma, tornando-se o “homem orgulhoso, com quem o Criador não pode estar junto”.

Não é fácil superar este difícil problema psicológico. Nosso ego não nos permite compreender, lembrar, aprender e adotar a regra que só saíndo dos limites do nosso corpo vamos encontrar o vaso da nossa alma. E tudo o que eu psicologicamente vejo agora como meu “eu” existe somente na minha fantasia, para que eu anule este pensamento, me anule e me veja fora dela.

Para aceitar este fato, esta visão de mundo, e viver com ela, nós temos o forte apoio do ambiente e dos estudos, e um trabalho duro em garantia mútua. Qualquer ação de correção começa a partir disso, porque um egoísmo cada vez maior é adicionado a nós, e nós temos que trabalhar com essa carga adicional para decidir que, apesar disso, nosso vaso está acima dela.

Essas mensagens: “O que é odioso para você, não faça aos outros” e “Ama teu próximo como a ti mesmo” nos parecem simples regras de cortesia, comportamento “cultural”, sermões morais. Mas não, nós falamos de uma orientação interna que deve existir numa pessoa se ela quiser encontrar sua parte interior, sua alma, e começar a corrigi-la.

Eis porque aquele que ora para si mesmo não só não avança na espiritualidade, mas também causa grande dano a si mesmo, porque assim se isola dos demais, agravando a quebra. Ainda que seja claro que ações negativas também são inevitáveis, porque a pessoa precisa chegar à realização do mal antes que entenda e sinta de que se trata de uma atitude incorreta.

Mas nós estamos prestes a concluir este trabalho, e é por isso que devemos entender e constantemente reforçar a opinião geral de que a existência espiritual, o avanço e o resultado do trabalho estão somente em “Nós”, e não em “mim”, mas só entre nós. É para onde precisamos atrair todas as nossas forças, tentando nos acostumar com este ponto de vista e nos substituir com o “Nós” a fim de viver dentro da alma.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 03/03/13

O Mercado Financeiro Global Está Morto E Não Vai Se Erguer

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do The Wall Street Journal): “Já tem quase cinco anos desde o colapso da empresa de investimentos Bear Stearns, o primeiro dos dominós a cair na crise financeira de 2008. Agora está bastante claro que houve muitos atos de risco e empréstimos demais, especialmente pelas grandes empresas financeiras. A economia global ainda está sofrendo a ressaca.

“Financiamento excessivo pode ser perigoso para a saúde econômica. Mas, pouco financiamento também causa danos. Investimentos promissores estão exaurindo. Os consumidores não podem contrair empréstimos para casas ou educação. O crescimento está mais lento. …

“Como uma parte da economia mundial, o estoque global da dívida, tanto privado como público, e a equidade atingiram um pico em 2007, mergulharam e agora se recuperam aos níveis de 2000, de acordo com um banco de dados de 183 países do McKinsey Global Institute. …

“O valor social das finanças não é para abastecer os cassinos de Wall Street ou deixar risco os comerciantes e parceiros de fundos de hedge. É, antes, para aplicar as economias mundiais em investimentos que recompensem no futuro. …

“Bancos de países ricos têm recuado. Bancos europeus estão cada vez mais relutantes em emprestar além das suas fronteiras. O nervosismo sobre a durabilidade do Euro e a estabilidade dos governos nacionais reverteu uma década de integração financeira. Em mercados emergentes, o crescimento nos mercados de títulos e ações — que tinha sido um sinal de boas-vindas da maturidade econômica — estagnou em grande parte”.

Meu comentário: Tudo vai de acordo com o plano da natureza para nos obrigar a adotar uma atitude nova em relação a nós mesmos, à sociedade e ao mundo como um único sistema global dependente.

Olhando Para O Resultado Final

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar,” Item 4: Para compreender essas questões e dúvidas, a única tática é examinar o final do ato, ou seja, o propósito da Criação. Pois nada pode ser entendido no meio do processo, mas somente no seu final.

Esta é a regra, apenas ao observar o final do ato nós podemos entender todos os detalhes, fases, razões para tudo e o processo inteiro. É porque só no final é que se torna claro como cada detalhe é essencial, e até que ponto todos estes detalhes tiveram que ser dispostos um após o outro nesta ordem; só no final nós vemos que tudo está completo. O final completo só é possível quando todos os detalhes são organizados corretamente. Mas como podemos chegar ao final, se estamos no meio do nosso caminho?

Está claro que não há nenhum ato sem um propósito. Nós vemos isso hoje na ciência moderna, onde tudo realmente age de acordo com uma relação de causa e efeito e de acordo com leis absolutas. Pelo menos ao nível da natureza inanimada, vegetal e animal, eu descubro grande sabedoria, lógica e bom senso; não há nada de redundante, e tudo está organizado de modo que cada pequeno detalhe está conectado a todos os outros detalhes infinitos. Assim, eu posso chegar a uma conclusão sobre o nível “falante”: que a corrupção que vejo decorre da minha própria percepção corrupta, que não me permite ver a ordem maravilhosa que está também no nível “falante”, mas, pelo contrário, mostra-me uma imagem que é o oposto da verdade. Nós realmente vemos corrupção e grande transtorno na sociedade humana, mas é porque estamos causando isso.

Claro, pode haver outra explicação para este fenômeno: podemos dizer que o Criador é bom e benevolente e que Ele inclui tudo e faz tudo, mas que Ele abandonou Sua criação. Baal HaSulam traz diferentes análises desta abordagem, em seu artigo “A Paz”. No entanto, se eu já respondo ao que vejo na vida e uso diferentes abordagens, eu entendo melhor que é preferível olhar para o resultado final. Com a experiência de nossos estudos, nós vemos que a natureza se desenvolve segundo determinado objetivo. Assim, Baal HaSulam diz que devemos primeiro olhar para o objetivo da criação, uma vez que é impossível entender qualquer coisa no meio do caminho, mas apenas olhando para o resultado final.

Eu sei que há aqueles que lançam sobre suas costas o fardo da Torá e Mitzvot, dizendo que o Criador criou toda a realidade,  e depois a abandonou sozinha. Aqui, Baal HaSulam refere-se às pessoas que não acreditam que tudo foi criado para o homem, que o homem é o centro da criação, e que somente deste ponto podemos nos desenvolver corretamente. Tudo foi criado para mim — todo o nosso mundo e todos os mundos — e eu tenho que aceitar isso, revelar isso e controlar a situação; “para mim” significa que posso corrigir e usar isso. Este uso é chamado de “observar as Mitzvot” o que faço com a ajuda da Luz que Reforma ou “Torá”. Assim eu atinjo a meta da criação.

Na verdade, eles falaram sem conhecimento, pois é impossível comentar sobre a nossa baixeza e falta de sentido antes de decidirmos que criamos a nós mesmos com nossas naturezas corrompidas e perniciosas. É claro que não somos um todo, mas é impossível decidir que o mundo é baixo se não vemos como tudo nele gradualmente revela a sua plenitude.

A pergunta é: se o Criador é completo, então Ele não criou a evolução de uma forma perfeita desde o início? Mas isso não é possível, já que também deve haver uma realidade na criatutra. Esta realidade é o oposto do Criador, e por isso tem que ser constituída de duas partes opostas: o atributo do Criador e o atributo da criatura. Os dois atributos têm que crescer na criação e dentro dela enfrentar um ao outro; ela está no meio entre os dois atributos, construindo-se de duas forças: a força de doação e a força de recepção.

Isso significa que se nós não compreendermos a meta, definitivamente não seremos capazes de justificar a criação e vamos encontrar diferentes justificativas, tais como: o Criador que é um todo está decepcionado conosco, nos deixou e encontra-se em algum lugar em Sua plenitude. Outras versões são de que o Criador não se encontra nestas duas forças, a força boa e a força má, ou que pode haver muitas forças boas e muitas forças do mal, etc.

De uma forma ou de outra é claramente impossível justificar o que está acontecendo, a menos que a pessoa receba a Torá, isto é, a menos que atinja o estado que entende que está num sistema corrupto e que é dessa forma que ela se tornará parte dele, vai corrigi-lo pela Luz conforme atrai a si mesma cada vez mais para operar o sistema. Então ela descobre que tudo foi criado para ela e que era impossível alcançar o nível do Criador sem primeiro corrigir o sistema, ou para ser mais exato, instalá-lo. Da mesma forma que crianças constroem a si mesmas através de jogos, coletando e juntando seus brinquedos, o mesmo ocorre em nosso trabalho, a conexão das partes. Por isso temos que jogar jogos de conexão, união e garantia mútua, a fim de entender a meta.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/02/13, “Introdução ao Livro do Zohar”

Respeito Contra A Sua Vontade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Há pessoas que nós gostamos mais do que outras; há amigos e inimigos. É possível manter boas relações com todos no grupo?

Resposta: Em primeiro lugar, você deve descobrir as relações corruptas entre vocês. Digamos, eu não gosto de alguém. Não o suporto, sem ter qualquer ideia do por que não gosto dele. Há algo nele que me repele, e não posso fazer nada em relação a isso. Meu ódio transborda e eu literalmente “espalho veneno”.

Assim, as pessoas ao redor “inadvertidamente” dizem coisas boas sobre essa pessoa para mim. De repente, eu ouço: “Você sabe, eu o vi recentemente e ele me contou que grande coisa ele realizou! É maravilhoso”!

A princípio, eu vou ficar chocado, porém, mais tarde, sob influência da opinião comum, vou mudar o meu critério de avaliação. É inevitável, uma vez que as pessoas que eu admiro e respeito referem-se a ele de uma boa maneira. Gradualmente, eu começo a valorizar esta pessoa e a ser muito educado com ela sem quaisquer vestígios de ódio.

Vamos prestar atenção em como o nosso relacionamento se desenvolve. Embora não nos tornemos melhores amigos imediatamente, é possível que ao menos meu conceito anterior em relação a essa pessoa mude para um respeito cauteloso e distante. Minha atitude prévia para com ela se “manifesta” em mim brusca e fortemente. Ela muda para uma abordagem positiva, ajudando-me assim a lidar com meus sentimentos negativos anteriores. Isso acontece naturalmente. Minha atitude em relação a esta pessoa transforma-se contra a minha vontade.

De Kab TV “Segredos de Equipe” 08/02/13

Tudo O Que Acontece É Para O Nosso Benefício

Dr. Michael LaitmanTudo o que acontece é para o nosso benefício. Todas as ocultações, julgamentos e problemas decorrentes nos mostram os lugares em que é preciso se esforçar neste momento, nesta etapa, a fim de avançar. Portanto, antes de tudo, devemos tentar obter uma visão correta de toda a realidade.

Tudo o que vemos diante de nós são as nossas próprias falhas, o nosso mundo interior, que resultam na imagem do mundo. É por isso que vemos à nossa volta apenas o negativo. Se você quiser usar corretamente toda a revelação, você deve subir acima de todos os estados pela fé acima da razão para tentar ver uma imagem perfeita, o mundo do Infinito, através desta realidade terrena que é visível aos nossos olhos.

Se você anular a sua atitude negativa em relação à realidade e abordá-la de forma positiva, em vez da imagem que você vê agora, você vai ver a Luz vestida nos desejos.

O principal é justificar os estados pelos quais você passa, entendendo que eles são dados a você para que você os supere e decida que eles são enviados pelo Criador com as melhores intenções, para que através deles você mude sua atitude. Nada precisa ser mudado, exceto a atitude. Uma mudança de atitude, isto é, na intenção, muda toda a realidade.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 05/03/13

Alcançar O Outro É Alcançar A Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Muitas vezes nós falamos sobre o outro. O que é o desejo de receber do outro?

Resposta: Toda a realidade que você pode imaginar se resume ao outro. Em outras palavras, é tudo o que está fora do “eu”. Nós devemos entender que o “eu” é apenas uma centelha e pronto. Tudo o resto é restrito e sem importância. Você pode comer, beber e gozar a vida, mas apenas para sustentar a si mesmo. Tudo é determinado pela intenção da pessoa.

Você deve ver a si mesmo como uma centelha. Tudo o resto é o nível animal e você deve fornecer o que ele precisa, mas toda sua atenção deve ser destinada ao exterior, para o que é externo à centelha. Lá, fora de si mesmo, está o seu desejo, o seu vaso espiritual, tudo o que você pode imaginar: todos os níveis da natureza inanimada, vegetal, animal e falante.

Você pode controlar automaticamente os três primeiros níveis dos seus desejos externos (os níveis inanimado, vegetal e animal), pois não há resistência por parte deles. Mas nós temos problemas com a natureza humana, pois nela você vê a si mesmo, a sua essência, o que você é. É como o atlas de sua anatomia espiritual interna com todos os seus componentes. Tudo está lá, e ainda assim, é o seu desejo, e por isso você deve trabalhar com ele.

Isso não significa que você tem que corrigir os outros. Simplesmente por se preocupar com eles, você descobre que eles pertencem a você. É por isso que disseminamos. É como se você quisesse alcançar os outros, transmitir o método de correção a eles, mas para se aproximar deles você tem que entender e sentir que é o seu próprio “eu”. Então, ao se sentir realmente neles, você começa a entender o que está escrito nos livros dos Cabalistas.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/03/13, “Introdução ao Livro do Zohar“

Derech Eretz (O Caminho Do Meio) Aquecido Pelo Sol

Dr. Michael LaitmanA correção é possível através de grandes sofrimentos que não podem sequer ser descritos, uma vez que requer o pleno reconhecimento do mal em cada propriedade individual, a fim de recusar receber em cada um e passar para o caminho de doação. Este caminho é impossível, já que a pessoa não consegue suportar tais sofrimentos.

Portanto, o avanço é geralmente em algum lugar no meio, entre o caminho do sofrimento e o caminho da Torá (o caminho da Luz), entre “eu vou apressá-lo” (Achishena) e “a seu tempo” (Beito), razão pela qual é chamado de “Derech Eretz (o caminho da terra)”. A pessoa avança à medida que é empurrada por trás pelos sofrimentos ou puxada pela frente pela Luz. Ela não pode estar no mesmo caminho o tempo todo.

É impossível mover-se pelo caminho da Torá desde o início, de forma incondicional, mas na medida em que tentamos fazê-lo – especialmente ao construir realmente a Shechiná, ou seja, ao construir a conexão entre nós na doação mútua, conforme o nosso esforço e nossa responsabilidade pelos outros-, nós deixamos o caminho do sofrimento e avançamos à meta ao longo do “Derech Eretz“, ao longo do caminho do meio.

Não é que a “linha média” seja melhor para a nossa ascensão espiritual, mas o “caminho do meio” é um compromisso entre as duas estradas em que devemos permanecer. A única opção é fortalecer a nossa sociedade, para que ela influencie a todos. Nós devemos ver os amigos como a área onde o Criador será revelado, o atributo de doação. Assim, eu vejo a minha alma e não a mim mesmo.

A pessoa pode verificar a si mesma e o seu avanço de acordo com a forma como se preocupa com os amigos e o grupo, de modo que a revelação ocorrerá neles, como uma mãe que se preocupa com seus bebês. Então ela pode ter certeza de que entende o que significa avanço, sabe o que adicionar a ele e pode realmente realizar isso neste mundo agora, e levar a sua intenção à totalidade.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 04/03/13

Realização Aqui E Agora

Dr. Michael LaitmanO Zohar é uma qualidade única, a Luz superior que vem para corrigir-nos se estivermos prontos para a correção e descobrirmos o lugar que precisa ser corrigido. Este lugar é a conexão entre nós, e uma vez que somos o resultado da quebra, temos que tentar nos conectar a fim de encontrar o atributo comum de doação entre os nossos vasos (desejos).

Quando descobrimos que isso não existe entre nós, nos arrependemos e queremos que a Luz nos influencie e transforme o ódio e a repulsa que ocorre entre nós na doação e amor mútuo que queremos descobrir. Então, vamos exigir que a Luz execute esse trabalho e nos transforme daqueles que são repelidos por aqueles que se aproximam e se conectam entre si e estão unidos.

Então, conforme a intensidade da conexão que alcançamos, vamos sentir a força comum de doação que é chamada de Luz de Hassadim. Se quisermos realmente nos esforçar para doar um ao outro, a fim de descobrir o Criador (que já é um tipo diferente e mais sublime de trabalho), então na mesma Luz de Hassadim que é revelada entre nós, vamos ver o que precisa ser feito, que esforços internos especiais, e neles vamos descobrir a real ação de doação chamada de “revelação do Criador às criaturas”. Nós sentimos como doamos e damos prazer a mesma força, ao mesmo pensamento, a mesma raiz. Nós temos que tentar alcançar tudo isso aqui e agora, na conexão entre nós.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/03/13, O Zohar

Como Penetrar O Texto Do Zohar

Dr. Michael LaitmanDurante a leitura do Zohar, a pessoa deve ansiar alcançar o estado sobre o qual ela lê ou ouve, de modo que sua conexão com os amigos e sua conexão com o Criador se tornem a mesma coisa para ela. É porque O Zohar, como todos os outros livros de Cabalá, fala sobre a conexão entre nós e a conexão entre nós e o Criador. Portanto, se o texto que eu ouço ao ler O Zohar me separa do grupo e do Criador, se a história não corresponde ao que penso sobre a minha conexão com o Criador, eu ainda não estou no texto, no entanto, eu estou absorvido nele.

Primeiro, antes de ler um texto, eu tenho que pensar no lugar que precisamos corrigir, na conexão entre nós num todo, e onde o Criador, a força geral de doação, a Luz, vai ser revelada em nós. Isso é exatamente o que lemos. Cada livro de Cabalá que eu abrir, seja Salmos, ou Shulchan Aruch, o Talmude Babilônico, a Torah, a Bíblia, o Zohar, ou TES, todos eles falam a mesma coisa: sobre como nos conectamos de todas as formas possíveis e como de acordo com o que o Criador isso é revelado.

Portanto, eu sempre leio sobre a ação que realizo e anseio que todos se tornem um todo: o texto que eu ouço e vejo diante de mim, e como eu imagino que é expresso no ambiente, na minha relação com os amigos e com o Criador. Eu anseio que eles sejam vestidos um em cima do outro. Então, quanto mais eu sinto a disparidade entre eles e quanto mais tento conectá-los, mais eu atraio a Luz que Reforma, que é uma oração, MAN.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/03/13, O Zohar

Quem Vive Mais – Um Pessimista Ou Um Otimista?

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do The Telegraph): “Um estudo, em 40.000 adultos em dez anos, descobriu que aqueles com baixas expectativas de um “futuro satisfatório” realmente levaram uma vida mais saudável.

“Em contraste, as pessoas que eram “excessivamente otimistas” sobre os dias futuros  tiveram um risco maior de invalidez ou morte dentro de dez anos.

“A extraordinária pesquisa, publicada pela Associação Americana de Psicologia, sem dúvida resultará em conforto para qualquer pessoa com tendência ao mau humor.

“Frieder R. Lang, autor principal do estudo da Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha, disse: “Os nossos resultados revelaram que ser excessivamente otimista na previsão de um futuro melhor esteve associado a um maior risco de invalidez e morte dentro da década seguinte.

“O pessimismo sobre o futuro pode encorajar as pessoas a viver com mais cuidado,  tomando precauções de segurança  e saúde. …

“As pessoas mais velhas, que tendem a ter uma “perspectiva mais obscura” do futuro, foram as que mostraram ser mais precisas em suas previsões, com jovens otimistas superestimando seus sucessos. …

“Estudos anteriores sugeriram que o “otimismo irrealista” sobre o futuro pode ajudar as pessoas a se sentir melhor quando enfrentam resultados negativos inevitáveis, tais como  doença terminal”.

Meu Comentário: O pessimismo com relação às próprias forças, mas otimismo com relação às forças da sociedade, com a qual a pessoa está conectada, é a melhor abordagem para a realidade.