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“Quando, No Entardecer, Haverá Luz”

No Zohar, “Introdução do Zohar,”Capítulo”BeLaila DeKala(Na Noite Da Noiva)”: … no grande Zivug no fim da correção, a Luz da lua será como a luz do sol, como está escrito: “Quando, no entardecer, haverá luz.” Assim, seus graus são o dobro, já que durante a 6.000 anos no estado da Lua foi “e houve tarde e houve manhã.”

Eventualmente, todas as nossas descidas, todas as noites escuras se juntam a Luz do dia, a revelação da Luz. Dia e noite se tornam um todo. Na realidade, isso não está falando de “dobrar” ou mesmo multiplicar por 620 vezes, a forma como está escrita.

No início, o Criador me deu uma pequena faísca, e não me deu nada mais. Depois, trabalhando em meu desejo, eu volto para o Criador, a Luz, e demando as correções. Graças a essas correções me torno semelhante à Luz com minhas qualidades e as roupas leves em mim.

Dentro do meu desejo a Luz é percebida como infinita e sem limites. Por quê? A questão é que quando o desejo de prazer começa a crescer dentro de nós, ele percebe e faz-se de forma independente. A sensação anterior foi deixada para ele a partir do Reshimot que desceu de Cima para baixo, e eles são completamente diferentes daqueles que agora percebemos.

Quando uma pessoa se eleva, em cada nível ela realiza-se de acordo com o Reshimot anterior mas acrescenta a sua aspiração, esforços, e descidas a ela. Ela revela a falha entre ela e a Luz, a diferença que nunca foi revelada antes.

Uma pessoa é separada da Luz e aspira a ela depois. A Luz vem, mas depois vem a descida, o que acontece de novo e de novo, e graças a todas essas experiências, que o joga de ponta a ponta, uma pessoa encontra novos detalhes em seu desejo.

Ela descobre a profundidade sem precedentes, um Kli completamente novo, um desejo independente, uma aspiração inédita para a Luz. Anteriormente, nem um desejo ou Reshimo eram registradas em sua conta, mas agora, quando ela se esforça, mesmo que seja feito de uma forma infantil, faz um novo Kelim dentro dela.

É por isso que a Luz que agora se revela incomparavelmente superior a Luz que encheu o desejo antes da quebra, antes do nosso trabalho no caminho para cima. A descida dos mundos e todos os esforços até agora foram apenas uma preparação geral para a correção real. Na sua Luz menor, a Luz de Nefesh,é revelada.

Baal HaSulam escreve que as pequenas Luzes foram reveladas antes, mas agora, quando nossa geração começa a corrigir-se, e atrai a Luz maior em todos os mundos – a Luz da NaRaNHY.
[26678]

Da 1a. parte da Lição Diária de Cabala de 16/11/64, O Zohar

Existe Alguém Mais Lá Fora?

Pergunta: Se não há ninguém além de mim, então por que eu tenho que vir à Convenção, unir-se com todos, e amá-los?

Resposta: Você tem que começar a perceber a verdadeira realidade em suas sensações. Portanto, você tem que vir e ver que todos nós existimos, e você tem que executar todas as ações para que pudéssemos “deixar de existir.”

Pergunta.: Mas você disse que não há mais ninguém aqui?

Resposta: Mas sou eu quem disse isso! E você tem que alcançar tal realização por conta própria. Você tem que provar para si mesmo que não há ninguém aqui, exceto Malchut do Mundo do Infinito.
[26529]

Da Lição da Convenção Mundial de Cabala de 10/11/10

O Criador Saboroso!

A pergunta “Para que eu vivo?” é o início do desejo de revelar o Criador. Eu quero saber Quem me gerou, minha raiz, onde resido, e Quem me governa. Quem criou tudo isso, e por que Ele me criou “embrulhado” dentro deste mundo tão grande? O que Ele quer de mim a cada momento, dando-me não um momento de repouso e me empurrando em direção a algo desconhecido?

Quando essas perguntas vêm a mim, elas envenenam toda a minha vida, e eu não posso mais viver sem revelar o Criador. É assim que fui programado porque eu fui criado pela Luz, que imprimiu em mim, em todos os meus desejos.

Todos os meus desejos são como um molde, a impressão revertida da Luz, até eu chamar a Luz e encher-me com ela, não vou descansar, até o ponto onde essa vida vai se sentir pior que a morte. Eu vou estar pronto para fazer qualquer coisa para sentir pelo menos uma gota dessa realização.

Portanto, minha tarefa é a de esclarecer a forma de revelar o Criador, a Luz, e a forma em que eu possa me satisfazer com ela. Na verdade, esta não é uma tarefa simples e é por isso que a sabedoria da Cabala é chamada “Hochmat HaKabbalah (sabedoria de recepção).”

Não é como no nosso mundo onde só precisamos abrir a boca para saciar nossa sede. Um desejo espiritual não pode ser saciado diretamente. Pelo contrário, deve ser esclarecido pela primeira vez já o Criador não me dá uma vontade pronta adequada para a Luz. Ele quer que eu verifique o que é que eu desejo, que é a Luz, e para perceber que ela é a maior de todas as realizações possíveis. Ele quer que eu tente todos os desejos e todas as realizações, a fim de verificar por mim mesmo, e dizer: “Não, eu quero só isso!”

O Criador é extremamente ciumento e caprioso. Ele quer que eu ame-o somente e nada além, e Ele verifica isto, revelando em mim todas as coisas possíveis. Devo responder: “Não, Você ainda é maior do que todas as realizações de todos os prazeres! Você é o mais saboroso!  Está escrito:” Prove e veja que o Senhor é bom “, porque este tipo de entendimento é chamado sabor.
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Da Lição 7 do Congresso Mundial de Cabala de 11/11/10

Permissão Para Revelar a Cabala

Estamos constantemente procurando formas de melhorar a nossa vida, e todos os nossos pensamentos e desejos são destinados a isso. O Criador sempre nos revela novos desejos e um vazio interior que nos remete no sentido inverso, forçando-nos a fugir desse vazio.

Ele revela algo ruim para mim, e eu começo a fugir disso, na direção oposta, para algo bom. No entanto, nesse momento, Ele revela ainda um outro vazio dentro de mim, e eu mudo meu caminho novamente. É assim que somos governados de Cima.

Cada instante, nós experimentamos um novo desejo e instintivamente tentamos cumpri-lo com o melhor da nossa capacidade. Desta forma, o Criador nos leva em direção ao objetivo de se tornar como Ele. Embora uma pessoa seja totalmente oposta ao Criador (uma vez que o Criador é amor absoluto e doação, e o homem é a força do ódio e da recepção), ainda assim, gradualmente ela torna-se habilitada para ver sua natureza antagônica e se corrige.
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A Primeira Peste do Egito

Pergunta: Qual é o maior mal que devemos revelar dentro de nós para que a Luz nos ilumine?

Resposta: Temos a convicção de que nossa natureza inata, é o Faraó (ego) que não nos permite superar a nós mesmos. Devemos odiá-lo, mas nós ainda o amamos; continuamos gostando de viver nele. Quando, semelhante à nossa situação atual, nós começamos a receber golpes, ficamos desapontados com a nossa natureza e entendemos que não podemos alcançar a espiritualidade.

Então, pela primeira vez, conseguimos ver a nossa natureza, como a inclinação ao mal, como o nosso rival, que é o oposto ao Criador, à espiritualidade. Esta é considerada a primeira praga do nosso Faraó.

Quanto as outras nove pragas, eu não acho que vamos precisar de mais nove convenções. Nós vamos ser capazes de nos submeter à nossa conexão mútua diariamente durante nossas aulas. Nós vamos passar por elas rapidamente, porque a chave em cada etapa espiritual é o seu primeiro grau.

Mais tarde, tudo vai ser apenas uma rotina até que uma determinada fase esteja concluída. Por exemplo, agora, estamos tomando consciência do nosso próprio mal, e nós começamos este processo. Da próxima vez, iremos escapar do Faraó, o êxodo do Egito, e é isso que é chamado de nascimento espiritual.
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Da lição sobre a Parte Semanal da Torá de 12/11/10

Uma Onda Quente De Amor

Pergunta: Muitos recém-chegados mencionaram que no segundo dia, eles não tinham nem força nem o desejo de ir à Convenção. No entanto, quando eles chegaram lá, eles sentiram que uma onda quente de amor, que de repente os engoliu. O que aconteceu com eles?

Resposta: Isso é chamado “adoçar” que ocorreu, embora ainda não tenhamos chegado a um estado perfeito. O fato é que cada linha também é composta por três linhas. Apesar de termos revelado apenas a linha esquerda ela também tem as linhas direita e de centro dentro dela. Isso é o que os pegou. Em outras palavras, o segundo dia da Convenção viu-se uma revelação do lado direito da linha esquerda.

Pergunta: Muitas pessoas me disseram que sentiram algo especial no terceiro dia da Convenção. Elas não sabem o que era, mas isso mudou completamente sua percepção interna do evento

Resposta.: Verdade. Embora a linha do meio pertença à linha de esquerda e apesar do fato de que ainda não tenhamos atingido a revelação, essa linha ainda nos trouxe uma certa iluminação de Cima. É por isso que muitas pessoas a sentiram. Contudo, não devemos super estimar o que aconteceu foi afinal, uma pequena iluminação. Juntamente com o nosso grupo principal, um monte de gente nova também participou da convenção, por isso foi um pouco difícil. No entanto, chegamos a uma significativa mudança no caminho que estamos progredindo.  Que, por sinal, foi uma entrada efetiva na “A Escada de Jacó”, apenas do seu lado esquerdo, no entanto.

Afinal, temos que reconhecer o mal, percebendo que somos incapazes de alcançar espiritualidade nos nossos desejos egoístas, que vai contra nossa natureza, mas não sabemos como quebrá-lo ainda. Ainda assim, isso já é um começo, e a partir de agora, seremos capazes de usar conceitos completamente diferentes.
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Da lição sobre a Trecho Semanal da Torá Parcela de 12/11/10

A Segula É O Acesso Ao Sistema Espiritual

Na introdução do Livro do Zohar, “A Noite da Noiva”: Há um livro de recordações diante do Criador com os pecados e as transgressões que ocorrem no mundo. Pois Ele precisa dele para o dia em que Ele irá fazer um milagre(Segula).

Pergunta: O que é Segula?

Resposta: É a Força Superior, ou o Criador, ou a Luz, que está dentro do grupo. Eu posso receber as correções só se estudarmos as fontes primárias juntamente com o grupo.

Isto é Segula -o meio especial, os trabalhos dos cabalistas, o que torna possível unir uma pessoa, o grupo, e o Criador em um todo. Sua unidade é possível somente sob a condição de que o sistema que eles estão é usado corretamente.

Até agora somos parte dele. Os mundos e Partzufim estão todos aqui, mas para que eles venham através de nós para evocar a influência das forças espirituais sobre nós. O desejo não é suficiente. Precisamos de um instrumento que irá definir o sistema em movimento por isso começará a trabalhar em mim através do grupo.

O sistema é colocado em movimento com a ajuda das fontes primárias. É por isso que estudamos as obras de Baal HaSulam, Rabash, Ari e Rashbi. Sem isso eu não posso estabelecer uma conexão com o sistema espiritual e colocá-lo em movimento.
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Da 1a parte da Lição Diária de Cabala de 5/11/10, O Zohar

Este É Meu Faraó Sofrendo

Nós adquirimos algo grande e precioso durante a Convenção: Nós descobrimos pela primeira vez que o faraó está sentado dentro de nós e nos odeia, e nós temos que nos livrarmos dele, fugir, sair do Egito … mas somos incapazes disso.

Nós nunca teríamos percebido que devíamos fugir dele. Esperávamos que pudessemos revelar a espiritualidade em nosso egoísmo, no “Egito”. Mas nós nem sequer pensamos que este é “o Egito.” Agora estamos começando a compreender que é necessário libertar-se dele.

Nosso egoísmo, o faraó, recebeu um golpe, e esta decepção passou por ele. vemos que temos que nos distanciar do desejo em que se revelam decepção e amargura.

Agora, no entanto, se não tivéssemos saído completamente até o fim, não sentiríamos a  decepção; teríamos percebido que, realmente, alguma coisa está parada em nós. Não há meio termo na espiritualidade, nós temos que ir até o fim.

Daí, agora algumas sensações novas têm se manifestado em nós. Essa mesma decepção, a força da dor que sinto agora (já que investimos tanto esforço, tínhamos tantas esperanças, e nada aconteceu) é o meu Faraó, que recebeu uma surra e agora está sofrendo.

No entanto, o Faraó tem que sentir os espancamentos pois, caso contrário não seremos capazes de fugir dele. Na verdade, corremos apenas do mal.

Se eu revelar o meu desejo egoísta, a minha natureza, como o mal, eu quero fugir dela. E, talvez, eu vou ter que experimentar mais golpes antes de decidir que eu devo fazer isso. Eu literalmente tenho que sair da minha pele, sair so meu “corpo.” Isto é chamado o Faraó está recebendo golpes, as “dez pragas do Egito”.

Nós conseguimos isso somente porque temos, no entanto, uniãoentre nós. Um é sempre revelado contra os outros, como se diz, “Na tua Luz veremos a Luz.” Graças a esta unificação e nossa preparação, nós percebemos que nós sofremos por causa de nossa natureza egoísta. E isso é uma grande conquista!

Milhões de pessoas que participaram da Convenção praticamente estavam juntas conosco. Elas também passaram pelos mesmos estados.
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Da Lição Diária de Cabala de 12/11/10

Mais uma Vez Sobre a Inclusão Mutua

1. Malchut e  as primeiras 9 Sefirots

As primeiras 9 Sefirot são as propriedades do Criador, e Malchut é o desejo de receber prazer no que se refere à criatura. Como então pode Malchut receber a Luz? Pode fazê-lo apenas devido ao fato de que todas as 9 Sefirot estão incluídas nela. Malchut absorve todas as 9 Sefirots e se torna a Sefira 10. Em outras palavras, a criatura, a Malchut torna-se como o Criador. Todas as 9 Sefirot, suas propriedades, entram em Malchut. Isto é conseguido por meio da inclusão mútua.

2. Bina e Malchut
Estudamos que todo o nosso trabalho situa-se entre Malchut e Bina. Malchut sobe para Bina e está incluída nela. E então Bina desce em Malchut e inclui-se nela. Devido a esta integração mútua de Bina e Malchut,recebemos a oportunidade de nos corrigirmos.

Afinal, Malchut,por si só, é um desejo egoísta de receber prazer, enquanto Bina é o desejo de doar. Assim, a sua integração mútua em si traz as propriedades do Criador para a criatura.

À medida que subimos a Bina, enquanto desejamos tornar-nos semelhante ao Criador, o Criador é capaz de descer até nós e nos conduzirá às suas propriedades.

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Do show “Cabala Para Iniciantes” da 27/10/2010

Aprendendo A Usar O Faraó

Pergunta: Eu tentei muito atravessar a Machsom (a barreira que nos separa da espiritualidade), mas o Faraó sempre vence. A certa altura, eu perco a fé e me uno com o grupo apenas por hábito, não tenho aspiração genuína. Isso me deixa irritado. O que devo fazer agora? Pedir ao Faraó que me deixe passar para o Criador?

Resposta: Não, você deve vencê-lo. Ele te odeia e não o deixará passar para o Criador. Ele está de pé entre vocês dois.

É preciso entender que o próprio Criador pôs o Faraó diante de você. A fim de desenvolver um desejo correto e forte em você, ele colocou um obstáculo especial em seu caminho. Este obstáculo, o egoísmo, o próprio Faraó, “esculpe” você faz um novo tipo de luta, uma nova aspiração poderosa para o mundo espiritual fora de você. Se não fosse pelo Faraó, você não buscaria a espiritualidade. Você desejaria a realidade corporea assumindo que é a “espiritualidade”. [Leia mais →]