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Israel E As Nações Do Mundo

laitman_749_01Torá, Deuteronômio, 23:05: Porquanto não saíram com pão e água, a receber-vos no caminho, quando saías do Egito; e porquanto ele [o povo de Moabe] contrataram Balaão, o filho de Beor, de Petor em Aram Naharaim contra ti, para te amaldiçoar.

Os Amonitas e Moabitas não puderam se juntar à saída do Egito, que é subir acima do ego, porque o povo de Israel é formado por aqueles que estão tentando sair do egoísmo. E aqueles que não podem fazê-lo são chamados de “outras nações”.

Portanto, as sete nações vivem na Terra de Israel somente por si mesmas porque se nutrem de suas raízes com os Israelenses, mas não podem ser corrigidas. Elas não podem sequer se apegar à correção de qualquer forma. Estes são os desejos de uma pessoa que não lhe permitem fazer um esforço para se corrigir de forma alguma, e eles têm que ser mortos.

Se as sete nações não podem seguir o caminho da correção, o que resta para elas? O que resta é a destruição de Israel, sua intenção, seu movimento, e o objetivo da correção de toda a humanidade, e daí vão se sentir bem.

Basicamente, todas as nações do mundo aspiram a isso, porque, de uma maneira ou de outra, pertencem às propriedades que precisam ser corrigidas com a ajuda de um pequeno grupo de pessoas chamado de “o povo de Israel”, que uma vez saiu da Babilônia.

O resto da Babilônia não poderia ir atrás deles, eles não sentem necessidade disso. É por isso que eles só podem ser corrigidos com a ajuda deste pequeno grupo que pode subir acima de si mesmos. Enquanto o povo de Israel passa por um longo caminho de elevação, o resto da Babilônia vive a sua própria vida e se desenvolve.

Mas ainda assim, há uma contradição entre o povo de Israel e o resto do mundo porque as contradições ideológicas no nível do nosso mundo são enormes. Aqueles que sobem têm seu próprio método de conceber o mundo, um sentimento de controle interno do mundo, e conexão com o poder que governa o universo.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 19/10/16

Jpost: “Um Memorando Ao Presidente Trump”

O The Jerusalem Post publicou meu novo artigo “Um Memorando para o Presidente Trump

Presidente Trump, desejo-lhe uma agradável visita a Israel. Ainda assim, na minha opinião, seu sucesso no cargo depende da implementação efetiva da política do “America First”.

Caro Sr. Presidente:

Bem-vindo a Israel.

O público israelense aguarda sua chegada com grande expectativa, assim como seus apoiadores nos EUA estão ansiosos para ver o cumprimento de sua política do America First. Por esta razão, eu realmente acredito que voltar a atenção para a América é a chave para tornar seu mandato um sucesso.

Você sabe melhor do que ninguém que o desemprego na sociedade americana é uma preocupação constante, pois dezenas de milhões ainda vivem de várias formas de benefícios governamentais. Essa inatividade permanente é uma receita para problemas. A ociosidade prolongada cria crime, violência, abuso de substâncias e pode devastar comunidades inteiras. No nível nacional, o sentimento de solidariedade entre os americanos está no ponto mais baixo de todos os tempos. Como a política cria facções e fricções dentro da sociedade que impedem todos os esforços para a melhoria, parece como se a própria nacionalidade do povo americano estivesse em risco.

Para combater esses desafios, eu recomendo a introdução de um programa nacional para fortalecer as comunidades e aprofundar a solidariedade entre os povos americanos. O programa consiste em dois elementos interdependentes que, juntos, garantirão o sustento de todos os americanos e a sua solidariedade nacional.

Como é necessário garantir o sustento das pessoas, algum tipo de renda básica universal (UBI, em inglês) é necessário neste programa. No entanto, se deixarmos isso, uma renda permanente que não exija nenhum compromisso dos beneficiários vai “matar” a capacidade das pessoas de trabalhar e se conectar com os outros, e as transformará em um perigo para a sociedade.

Por esta razão, o recebimento de benefícios da UBI deve estar atrelado à participação em cursos e workshops conduzidos sob regras específicas destinadas a provocar nos participantes sentimentos de conexão, confiança e reciprocidade. Esses workshops fazem parte de um método chamado Educação Integral (EI), que tem se mostrado bem-sucedido ao longo de muitos anos, e em inúmeros lugares ao redor do mundo, incluindo os EUA, Europa, Israel e Rússia.

Além dos workshops, a EI fornece ferramentas práticas para lidar com as crises emocionais e sociais e inclui aprender sobre a história do país, estado e cidade onde as pessoas vivem, de modo a fazê-las se sentir conectadas aos seus bairros locais e à sociedade americana como um todo. Mas, o mais importante, esse método faz com que as pessoas sintam que a solidariedade e o senso de comunidade criam mais valor para elas do que o isolamento e a alienação.

As tecnologias atuais permitem fornecer EI a milhões de pessoas on-line a um custo mínimo. As pessoas podem participar em casa ou em locais públicos, como centros comunitários. Embora facilitadores ainda sejam necessários nas salas de aula, a instrução profissional pode ser dada online por poucos profissionais treinados desde um lugar central.

A diminuição da violência e da criminalidade, e o aumento da coesão nacional e do envolvimento social positivo reduzirão drasticamente os níveis de criminalidade e violência e reduzirão a prevalência do abuso de substâncias. Essas mudanças economizarão grandes quantidades de recursos governamentais e municipais, tornando o programa EI excepcionalmente lucrativo.

Além do valor econômico, a EI transformará as comunidades, criando um ambiente de amizade, confiança, compreensão da responsabilidade social e forte envolvimento em atividades pró-sociais.

Senhor Presidente, como você é um indivíduo pragmático, eu acho que deve se concentrar primeiro na América e fazer o que é melhor para a sociedade americana, como você declarou claramente desde o início de seu governo. Se você implementar um programa nacional de EI, a América, sem dúvida, se tornará um modelo de estabilidade social e solidariedade nacional. Ou, para usar suas palavras, ele “Tornará a América grande novamente”.

Com os melhores votos,
Michael Laitman

Nova Vida # 844 – Emigrantes A Israel Não Sentem Que Fazem Parte

Nova Vida # 844 – Emigrantes A Israel Não Sentem Que Fazem Parte
Dr. Michael Laitman na conversação com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Por que cada judeu é atraído à correção e separação simultaneamente? Por que o sentimento de pertencer ao povo e à nação, que nos conecta, se desvanece e como podemos voltar a estar unidos?

Espiritualmente, não conseguimos reconstruir o povo judeu e, portanto, não somos atraídos à terra de Israel. O método para construir o povo, a terra e a nação é desconhecido para todos, exceto os Cabalistas.

De KabTV “Nova Vida # 844 -Emigrantes A Israel Não Sentem Que Fazem Parte”, 28/03/17

Dia Da Independência De Israel

Dr. Michael LaitmanEu estou muito feliz que a maior parte da minha vida tenha sido passada aqui, em Israel.

Eu estou feliz que depois de milhares de anos de exílio, meu povo existe como uma nação e como cidadãos em seu próprio país.

Eu estou feliz por nos tornarmos cada vez mais fortes a cada ano que passa, e que por causa da inveja de todos e pela raiva de nossos inimigos, estamos construindo um país que fica cada vez melhor.

Eu espero que possamos superar mais problemas que existem na nossa nação, que na sua maioria têm a ver com a unificação da nação em um todo.

Eu espero que no próximo ano, o ano do septuagésimo aniversário do nosso país, nós possamos cheguar a um estado em que realmente nos tornaremos “como um homem com um coração”, que foi mencionado no nascimento da nossa nação há 3000 anos.

Vamos nos certificar de que esse compromisso seja cumprido.

Boa sorte! E Feliz Aniversário!

Não Reconhecemos O BDS Em Israel

laitman_293Nas Notícias (Times of Israel): “A embaixadora de Israel para a França pediu que as cidades locais proibissem eventos ligados à Semana de Apartheid de Israel, pró-palestina, prevista para começar segunda-feira.

“Aliza Ben-Nun escreveu aos prefeitos de nove cidades em toda a França, pedindo-lhes para cancelar os eventos organizados pelo movimento pró-palestiniano de boicote, desinvestimento e sanções (BDS), disse o Ministério das Relações Exteriores na sexta-feira.

“Ben-Nun disse que os eventos são suscetíveis de causar perturbações, incitação ao ódio e violência contra Israel e a comunidade judaica. Ela também escreveu que o boicote é proibido pela lei francesa. …

“Os eventos da Semana do Apartheid de Israel estão agendados para Paris, Rennes, Toulouse, Montpellier, Lyon, Saint Étienne, Lille, Marselha e Grenoble, como parte de uma iniciativa mundial em mais de 200 cidades e universidades que os críticos dizem buscar deslegitimar o Estado de Israel.

“De acordo com seu site francês, os eventos na França marcarão 100 anos de colonização por Israel e 100 anos de luta popular pela justiça pelos palestinos, contando da Declaração de Balfour de 1917″.

Meu Comentário: Isso significa que eles aparentemente estão dizendo que: “A nação de Israel não existe, não a reconhecemos, não reconhecemos esta nação, vamos fazer para que eles não existam de uma vez por todas”.

Mesmo que os franceses tenham sido gravemente prejudicados pelas ações dos terroristas muçulmanos ultimamente, seu ódio contra os terroristas ainda é menor do que seu ódio contra os judeus. Eles trocam um ódio pelo outro, o que significa que culpam os judeus por tudo.

Além disso, eles intencionalmente tentam não prestar atenção nos problemas com os terroristas, com os muçulmanos, mas veem apenas os judeus: “Por que não deixam os muçulmanos viver como eles querem?” Na opinião dos franceses, os judeus devem ser jogados no mar, toda a área deve ser limpa, e então eles vão viver confortavelmente e bem. Mesmo que em outras nações muçulmanas não vejamos nenhum exemplo de uma vida boa, mas especificamente os franceses pensam assim.

Pergunta: Então, o que deve ser feito com o BDS? Afinal, este movimento está se tornando mais forte.

Resposta: É necessário ver o seu propósito: nele ajuda a nós, sionistas, a nos tornarmos mais fortes. Eu acredito que a pressão negativa sobre os judeus, sobre Israel, sobre o povo de Israel, sobre sua existência, é útil.

Até que nos corrijamos, nós exigimos uma pressão muito séria e um empurrão. Isso é necessário para nós. Se não somos pressionados, não podemos viver juntos uns com os outros porque desde os dias da antiga Babilônia temos sido representantes das 70 nações do mundo.

Quem se juntou a Abraão? Representantes de todos os tipos de tribos que viviam na antiga Babilônia. Portanto, cada um dos judeus pertence a uma tribo diferente, um povo diferente, dentre os que existiam desde então.

Aqueles que tinham um ponto no coração responderam ao chamado de Abraão e, portanto, organizaram um grupo; eles reuniram todos os pontos no coração e começaram a ser chamados de Yehudim (judeus), da palavra Yichud (união), e Israel, Yashar-El, que significa direto ao Criador. Mas, na verdade, biologicamente, eles eram totalmente diferentes.

Pergunta: Então, o que se deve esperar no futuro?

Resposta: O futuro depende de nós! Mas, enquanto não tivermos chegado ao futuro certo, enquanto as pessoas não tiverem ouvido o que a sabedoria da Cabalá diz sobre a necessidade da conexão e unidade acima de todas as contradições, como fez Abraão, a organização BDS é necessária.

Portanto, eu sou a favor dessa pressão, e ela vem de Cima, do Criador, porque “não há outro além Dele” (Deuteronômio 04:35). Eu espero que a pressão continue até que o povo de Israel desperte e compreenda que cabe a nós nos unirmos, e somente dessa maneira poderemos levar a nós mesmos e o mundo inteiro ao equilíbrio, perfeição e unidade.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 08/03/17

Nós Levaremos Todos Conosco

Unity, The Way To A Good FuturePergunta do Facebook: Você diz que nós, o povo de Israel, devemos alcançar o Criador, ao nos unirmos. Isso não é egoísta? Não seria mais vantajoso orar pelas nações do mundo?

Resposta: Você está totalmente certo. Mas para que o resto das pessoas seja corrigido, nós primeiro devemos nos corrigir ao nível do Criador. Então, nesse nível, podemos atrair e aproximar as nações do mundo do Criador.

O caminho pelo qual nós já passamos está latente nos nossos genes espirituais. Portanto, hoje nós temos que voltar a ele novamente para atrair todos os outros depois de nós.

Nós não vamos deixar ninguém para trás neste mundo; levaremos todos conosco ao mundo superior.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 08/03/17

Trabalho Na Terra De Israel

laitman_933A tarefa de entrar na Terra de Israel é trabalhar com os desejos egoístas. É chamado de Eretz – terra, solo, da palavra “Ratzon” – “Desejo”.

Mas para se tornar o desejo de “Israel” - Yasher Kel, direto ao Criador, isto é, à doação, ao amor e à conexão entre todos – esses desejos ainda precisam ser derrotados.

Portanto, devemos primeiro criar todos esses sistemas em nós mesmos para realizar a correção dos desejos egoístas.

Enquanto estávamos no deserto, esses desejos estavam ocultos e não funcionavam, e estávamos envolvidos apenas no acúmulo da Luz de Hassadim, que é adquirir a propriedade de doação e elevar-se acima do egoísmo.

Depois de quarenta anos de ascensão completa de Malchut à Bina, descemos de volta à Malchut. Aqui começamos o trabalho prático, mas desta vez trabalhamos com nosso egoísmo. Anteriormente, apenas subimos acima dele, mas agora estamos transformando cada ação egoísta em uma ação altruísta. Esse é um tipo de trabalho completamente diferente.

Pergunta: Uma vez você deu o exemplo de um balão. Se você o enche com um gás mais leve do que o ar, ele voa até o teto, e se o enche com um gás mais pesado, ele cai no chão. Isso significa que a entrada na Terra de Israel é uma realização mais pesada e ela puxa você para baixo?

Resposta: Claro. As propriedades egoístas sempre puxam você para baixo. Nossa tarefa é subir com todo nosso egoísmo pesado. Mas não é tão assustador, já que tudo é feito com a ajuda da Luz Superior, a força superior. Nosso trabalho é apenas dominar essa técnica.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 21/09/16

Mentiras Da CNN Sobre Israel

Laitman_421_01Nas Notícias (The Jerusalem Post): “Após o ataque terrorista de quarta-feira à noite no mercado de Sarona, em Tel Aviv, que deixou quatro pessoas mortas e 16 feridos, a CNN inspirou indignação com sua manchete quando colocou a palavra “terroristas” nas citações da sua página do Facebook.

“Além disso, a agência de notícias não mencionou terrorismo nem uma vez no artigo que relata a provação. …

“A CNN rapidamente removeu o tweet e emitiu um pedido de desculpas via Twitter na noite de quinta-feira, chamando seu uso de aspas em torno da palavra terrorista em sua manchete de notícias ‘um erro’.

“‘Os ataques foram, sem dúvida, ataques terroristas’, disse a agência de notícias em comunicado à imprensa”.

(The Jerusalem Post): “A CNN atualizou um gráfico essa semana listando alguns dos ataques terroristas mais mortais que ocorreram durante o mês do Ramadan para incluir uma referência ao ataque de 08 de julho [sic] em Tel Aviv.

“Um grupo de defesa de Israel, Stand With Us, apontou a atualização em suas mídias sociais, alegando que a ‘crítica’ levou à mudança. …

“Mas o gráfico não inclui a referência a vários outros ataques que ocorreram dentro de Israel e nos territórios palestinos, incluindo o esfaqueamento fatal de uma adolescente em seu quarto e o assassinato de um pai na frente de sua esposa e filhos”.

Comentário: A CNN mente constantemente sobre Israel. Por exemplo, eles construíram um mapa de atividades terroristas ocorridas durante o último jejum do Ramadã e o atualizaram para incluir o ataque de 8 de junho no distrito de Sarona, em Tel Aviv, mas não mencionaram nada sobre o que aconteceu em Yehudah e Shomron, onde uma menina de 13 anos e, mais tarde, um Rabino foram assassinados. A CNN não considerou esses atos de terrorismo.

Os pesquisadores concluem que Israel, durante o período de formação do Estado, estava constantemente explicando seu comportamento moralmente correto ao mundo, e agora deixamos de fazer isso. Eles pensam que é hora de entender que esta é a abordagem errada e que devemos começar a explicar a nossa retidão.

Segundo eles, algo vai mudar como resultado.

Meu Comentário: Sem dúvida, tudo mudaria se o nosso governo entendesse que é imperativo divulgar nossa justiça para educar a humanidade. Eu me relaciono com a publicidade como parte de nosso trabalho educativo que devemos conduzir com a humanidade, para ser uma “Luz para as nações” (Isaías 49: 6). Devemos mostrar isso a eles. Não apenas a CNN terá uma boa opinião sobre nós, mas o mundo saberá por que o povo judeu foi criado e existe no mundo, como a humanidade deve interagir conosco e nós com eles, e como os judeus devem entender sua tarefa e missão.

Pergunta: Isso significa que você não concorda quando eles dizem que se fôssemos explicar a nossa justificativa algo mudaria?

Resposta: Que tipo de justificativa temos? Não temos justificativa. Alguém estava morando aqui quando chegamos há 100 anos no final do século XIX? As pessoas aqui moravam em todo o território. Não podemos afirmar que não os expulsamos. Elas partiram e se mudaram para a Jordânia e outros lugares. Se elas querem voltar ou não, não faz nenhuma diferença. Nós chegamos ao seu lugar.

Desde então, tem havido um problema. É verdade que há aqueles que inflaram o problema artificialmente, mas o problema existia e não foi resolvido até hoje. Como pode ser resolvido? Somente por meio de um trabalho educativo e uma explicação de por que temos o direito de nos instalarmos aqui, por que temos o direito de viver junto com os nossos “primos” – os árabes.

Se houvesse paz e segurança aqui, ficaríamos felizes em viver com eles. Nossas religiões são semelhantes em sua base, suas raízes são próximas, temos um único “pai”. Portanto, devemos levar em conta que eles estavam aqui. A este respeito, eu não pertenço ao acampamento da direita que diz: “Isso é só nosso!”

Nós precisamos convencer a todos que esse é o nosso território. Isso acontecerá quando mostrarmos e provarmos que esse é o programa de desenvolvimento do mundo e que nossa presença aqui é imperativa para toda a humanidade e não para nós pessoalmente, porque é especificamente daqui que podemos mostrar a todos de que maneira devemos criar um mundo novo!

Só então o mundo inteiro, incluindo aqueles que viveram aqui, entenderá tudo e nos ajudará em vez de tentar nos aniquilar.

Essa é a propaganda real quando você traz tudo para uma base muito séria! A principal coisa é que os judeus devem ser autorizados a viver aqui, porque sem eles, o mundo não será capaz de chegar ao seu estado adequado. Os judeus devem viver aqui por causa do mundo, por causa do Criador, para implementar o programa da criação na vida.

Então tudo será mudado. Se provarmos o nosso direito de viver aqui assim, todos concordarão conosco.

E se dissermos apenas que precisamos viver em algum lugar… O que, de repente vamos voltar depois de dois mil anos?! Imagine quantas reivindicações contra cada um se acumularam e o quanto aconteceu no mundo durante esse tempo – que confusão, que grande migração de povos. Tirem os mapas dos arquivos e vejam o que é!

Portanto, o problema de redesenhar o mapa do mundo não irrompe, nós precisamos nos livrar de todas as fronteiras. Mas isso deve ser através da aproximação das pessoas, não como foi feito na comunidade européia pela força com o golpe de uma pena.

Não vejo outra saída, tanto do ponto de vista do desenvolvimento humano quanto da necessidade da humanidade se aproximar. Não há outra saída além da educação! Se removermos os limites internos, as fronteiras externas serão eliminadas por si só. Isso só pode ser alcançado através de uma educação adequada.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 21/07/16

O Novo Êxodo

Nas Notícias (Haaretz): “O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman criticou, segunda-feira, a França, por sua tentativa de organizar uma conferência de paz internacional sobre o conflito israelo-palestiniano e pediu aos judeus franceses que viessem para Israel.

Meu comentário: Lieberman está absolutamente certo. A França é um país católico muito religioso onde em algumas ocasiões realizaram massacres e guerras. Claro, isto não é para os judeus. Ficará pior e pior.

É possível que eles emitam leis proibindo judeus de exportar capitais ou impedindo-os de estabelecerem-se em outros países europeus ou americanos. Então somente Israel será deixado para eles.

Mas hoje existem dificuldades com trabalho e habitação em Israel. E os judeus franceses são principalmente pessoas com meios bastante moderados e assim elas terão que começar do zero.

O fato é que a saída dos judeus da França irá lançar o país ao nível de um país do terceiro mundo, tanto espiritual como financeiramente. Tenho a certeza disso! O êxodo dos judeus de qualquer país sempre foi um desastre para o país, e será um desastre para a França.

Pergunta: Gostaria de perguntar a você como um Cabalista: a ação da força superior, o Criador, conduzirá o povo de Israel de todos os países do mundo?

Resposta: No final, é claro. E isso acontecerá em um estado elevado de hostilidade e ódio contra Israel. As nações do mundo farão com que os judeus deixem suas casas; eles serão espremidos. Então, eles devem sair enquanto é possível. Em geral, o êxodo dos judeus europeus já começou.

Pergunta: Esta é uma nota otimista?

Resposta: Eu sou sempre um otimista. Se o fim é bom, tudo é bom.

[200370]

De KabTV “Noticias com Michael Laitman” 28/12/16

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Do “Deserto” À “Terra De Israel”

laitman_747_01A entrada para a terra de Israel é uma subida ao nível da implementação do livre arbítrio. Os 40 anos de peregrinação no deserto antes da entrada na terra de Israel, significa estar em certos desejos chamados Bina, que é um nível elevado, mas o livre arbítrio é implementado lá em um nível muito fraco, podemos até mesmo dizer de uma criança – apenas faça o que lhe dizem e tudo ficará bem.

O estado da terra de Israel representa o pior lugar do mundo, o lugar mais terrível, odiado, causando constantes disputas e fúria, a terra que foi dita para engolir aqueles que nela vivem. Mas se você realiza esse desejo (terra - Eretz, da palavra “Ratzon“ - desejo) corretamente, você revela o Criador nele.

Em princípio, uma pessoa que se move do estado interior de “deserto” para o estado espiritual de “terra de Israel” sobe para os maiores desejos egoístas e pode implementar o seu livre arbítrio no próximo nível, mais pesado. Os terríveis problemas, e a oposição entre o bem e o mal, são revelados nesse nível e ela deve resolver esses problemas dentro de si mesma.

Ao entrar na terra de Israel, a pessoa descobre novas profundidades e novos miasmas nela. Ela é obrigada a examiná-los e a escolher o amor sobre o ódio, o que é muito difícil porque ela precisa pagar por ele com sua liberdade “animal”.

Comentário: todo o drama se desenrola diante do povo. Por exemplo, Moisés sabe que não entrará na terra de Israel, mas envia seus filhos para lá.

Minha Resposta: Claro, é um estado assustador quando você estava pronto para ir com o seu povo, mas não tem permissão para isso. O que vai acontecer com eles? Você não sabe. Você os libera e eles se tornam independentes a partir desse momento.

Moisés conduziu o povo pelo deserto. O deserto é um nível muito mais baixo do que a terra de Israel porque todas as contradições reveladas dentro de uma pessoa no deserto eram bem insignificantes em relação ao próximo nível.

Além disso, Moisés estava no deserto com eles como um intermediário entre o povo e o Criador, ou seja, o sistema de governança. No entanto, esse sistema já não existe na fronteira com a terra de Israel. Isso é revelado diante de nós de tal maneira. Esses são realmente estados difíceis. Infelizmente, nós os entendemos apenas no nosso nível material, não no sentido Cabalístico.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 10/08/16