Tornar-Se Um Gerente No Lugar Do Criador!

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (de Inside Science): “Quando as formigas são confrontadas com uma sobrecarga de informação e enfrentam muitas decisões (sobre onde morar, por exemplo), elas voltam para a sabedoria da multidão”.

“As próprias colônias não são muito grandes, geralmente algumas centenas de trabalhadoras, disse o professor associado de biologia Stephen C. Pratt, e se um animal rouba uma colônia, o teto desaba, ou se precisar de mais espaço, as formigas têm que se mover”.

“Mas as formigas vivem em áreas em que o número potencial de possíveis locais de ninho é esmagador. Uma formiga não pode lidar com tomada de decisão. Ninguém é responsável num formigueiro”.

“Eles distribuem a tarefa entre os membros da colônia. É aí que entra a massificação”.

“De acordo com Pratt e Sasaki, as formigas enviam olheiros para verificar potenciais locais de moradia. Os batedores olham para coisas como o tamanho da entrada e quão grande é a cavidade. Se a formiga gosta do que vê, ela volta para a colônia”.

“Ela envia uma mensagem de feromônio, ‘Siga-me’, e outra formiga vai se juntar a ela no que é chamado de “tandem running” (recrutamento por contato físico). Ela leva seu colega para ver o local potencial”.

“Se a segunda formiga gosta do que vê, ela volta e repete o processo, trazendo de volta outra formiga. Se ela não gosta, ela simplesmente retorna para a colônia. Se várias formigas gostam do lugar, a colônia atinge quórum, basicamente escolhendo o novo lar”.

“Os batedores pegam seus companheiros no ninho e os levam para suas novas casas, geralmente levando a rainha do ninho junto com eles”.

“Sasaki construiu um experimento em que uma formiga teve que tomar a decisão a partir de dois locais possíveis e depois de oito. Metade dos locais potenciais era inadequado em ambos os experimentos. Ele estava forçando as formigas em laboratório a fazer o que as formigas na natureza não fariam: ‘enviar uma formiga para tomar a decisão pela colônia’, disse Pratt”.

“Formigas individuais, confrontadas com duas opções, não tinham problemas em escolher o local mais adequado. No entanto, quando confrontada com a escolha entre oito locais, uma formiga muitas vezes escolhia o lugar errado”.

“Os dois pesquisadores testaram uma colônia inteira com as mesmas escolhas, deixando que elas enviassem mais de um olheiro. As colônias, atuando como uma multidão, deram-se igualmente bem em ambos os experimentos, escolhendo locais adequados 90 por cento do tempo. …

“Parte da vantagem do sistema de colônia, teorizaram Sasaki e Pratt, é que cada olheiro visitou apenas alguns locais possíveis, minimizando a informação que deveria processar, enquanto uma formiga individual, designada a fazê-lo sozinha, tinha que visitar todos eles e foi vítima de sobrecarga cognitiva”…

“‘Sobrecarga cognitiva é um problema crescente para a tomada de decisão no ser humano, como o acesso sem precedentes a dados lança novos desafios às habilidades individuais de processamento’, escreveram Pratt e Sasaki em seu artigo de jornal. ‘Os grupos humanos também resolvem melhor problemas difíceis quando cada membro do grupo tem acesso limitado à informação’”.

Meu comentário: A mente individual de pássaros “migradores” e animais de “pastoreio” possui uma força e capacidade mínima, a inteligência coletiva é usada para todas as ocasiões, o poder do coletivo. Assim, a natureza mantém conserva “em si mesma” o inanimado, vegetal, e o animal.

O ser humano deve conscientemente, pela necessidade percebida e contra a sua natureza individualista, fazer um trabalho coletivo e unificado em si mesmo e nos demais egoístas, e daí ele vai subir para o grau de “Adão” (humano), vai sentir e compreender a unidade e integralidade do sistema da natureza, e será capaz de existir de forma inteligente e ativa no nível de Adão. Ele não terá o corpo animal porque ele só é necessário para subir do nível do animal (natureza completamente controlada) para o nível de Adão (que controla a própria natureza, ao invés do Criador).

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