Refeições Coletivas: Uma Cura Para As Doenças

Dr. Michael LaitmanPergunta: Há meio século, na Pensilvânia, havia uma pequena aldeia onde as pessoas realmente não ficavam doente. Os médicos achavam isso muito intrigante e estudaram esse fenômeno por 20 anos. Durante esse tempo, tudo mudou: as pessoas começaram a ficar doentes, os hospitais estavam cheios e havia mais médicos.

Os pesquisadores chegaram a uma conclusão muito interessante. Descobriu-se que a pequena vila foi fundada por colonos italianos que viviam sob o mesmo teto e ajudavam um ao outro por quatro ou cinco gerações, respeitando os laços familiares. No momento em que começaram a viver separadamente, eles começaram a ficar doentes.

Mas agora é a época de uma geração que não sabe o que significa viver numa grande família. Assim, a própria noção de família tem sido tão distorcida que agora não conseguimos sequer imaginar o que significa jantar junto com toda a família.

Resposta: A propósito, a refeição obrigatória em família é uma das nossas recomendações. Pode até não ser uma refeição familiar, mas comunitária.

No passado, as religiões realizavam um extenso trabalho social. A pessoa costumava ir à casa de oração, ouvia um sermão, encontrava outras pessoas, e conversava com elas.

Tudo isso era necessário, mesmo nos momentos em que o nosso ego estava num nível muito primitivo em comparação aos dias de hoje, quando não havia a rejeição mútua que sentimos hoje. Hoje, a rejeição mútua já é uma doença que deve ser curada. Naquela época, a doença não tinha que ser curada, mas só precisava de tratamento preventivo. Agora, no entanto, nós temos que curá-la. Nós temos que restabelecer as ações voltadas à conexão. Elas não podem mais estar relacionadas à religião ou a outros eventos; devem ser workshops sérios de educação integral.

De KabTV “A Medicina do Futuro” 07/04/13

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