Selecionando As Profundezas Da Realidade

Durante a leitura do Zohar,  imaginamos, como em uma tela, um retrato de um mundo detalhando vários assuntos e imagens, palavras e ações materiais. Isso ocorre porque nosso desejo mantém-se apenas no material.

Exigimos que o Zohar nos traga a Luz que ilumina uma profunda tela similar a uma tela de computador onde diferentes janelas estão escondidas uma atrás da outra. Temos que tentar ver a propriedade espiritual por trás de cada palavra com a melhor de nossas habilidades.

Quando obtemos a visão espiritual, naturalmente começamos a ver uma imagem totalmente diferente por trás das palavras, podemos ler: forças, conexões, relações, propriedades e qualidades.  Esta nova imagem é absolutamente desconectada das que estavamos acostumados a ver antes. A forma anterior desaparece e as transições para uma tela mais “Interna” que está segurando as nossas sensações, sensibilidades, e toda a nossa vida surgem. Temos de nos esforçar para chegar a esse estado.

Em outras palavras, eu espero que a Luz, a força que me atrai durante a leitura do Zohar, me envolva mais profundamente na tela que se esconde atrás das outras. Ao mudar de uma tela para outra, eu começo a viver uma nova tela. É aí que as minhas sensações e a razão “residem,” ela se torna a minha vida.

Quando isso acontece, tudo adquire uma nova essência. Eu préviamente pensava que eu compreendia o significado por trás das palavras do Zohar, e as acompanha a vários assuntos e ações deste mundo. No entanto, quando eu transito para uma tela mais profunda, vejo que a tela de antes tinha um significado totalmente diferente de uma natureza muito mais interna, por exemplo, minhas propriedades interiores. É essa a mudança que nós temos que esperar do Zohar.

Da 1 ª parte da lição Diária da Cabalá de 13/4/10, o Zohar

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