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	<title>laitman.com.br &#187; Torá</title>
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	<description>Cabalá e o Significado da Vida</description>
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		<title>Uma Palavra Descreve Todo O Caminho</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 16:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Torá]]></category>
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		<description><![CDATA[Pergunta: Se a Torá é o livro de instruções que nos fala sobre o caminho espiritual, como podemos segui-la se não sentimos nada, exceto este mundo? Resposta: Primeiramente, nós temos que ascender. A Torá não foi escrita para pessoas que estão abaixo da Machsom (a barreira que nos separa da espiritualidade). Mesmo quando ela nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignleft" title="Dr. Michael Laitman" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_laitman_209.jpg" alt="Dr. Michael Laitman" />Pergunta:</strong></span> Se a Torá é o livro de instruções que nos fala sobre o caminho espiritual, como podemos segui-la se não sentimos nada, exceto este mundo?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Resposta: </strong></span>Primeiramente, nós temos que ascender. A Torá não foi escrita para pessoas que estão abaixo da Machsom (a barreira que nos separa da espiritualidade). Mesmo quando ela nos fala sobre diferentes eventos, como o exílio egípcio, os antepassados ou Babel, o real significado do que é dito só pode ser revelado por aqueles que já estão engajados no trabalho espiritual, além da <em>Machsom</em>.</p>
<p>Tudo depende do nível de revelação dos conceitos espirituais. <em>O Livro do Zohar</em>, por exemplo, explica a palavra <em>Beresheet </em>(Genesis) de uma forma que inclui todo o caminho, do início até o fim.</p>
<p>Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/04/12, Escritos do <em>Rabash</em></p>
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		<title>O Livro Para Quem Está Perdido No Deserto</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 15:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Torá]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas que não estão envolvidas no trabalho espiritual tomam uma Torá diferente, que a pessoa possa compreender, realizar, exigir recompensa, até mesmo providenciar exames, e contar as páginas memorizadas. E uma pessoa que aspira ao desenvolvimento espiritual está sempre diante do desconhecido, do impossível, oposto à sua vontade e razão, e, portanto, precisa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/nature700-800/laitman_747_01.jpg"><img class="alignleft" title="Dr.  Michael Laitman" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/nature700-800/thumbs/thumbs_laitman_747_01.jpg" alt="Dr. Michael Laitman" width="100" height="100" /></a><a href="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/nature700-800/laitman_747_01.jpg"></a>As pessoas que não estão envolvidas no trabalho espiritual tomam uma Torá diferente, que a pessoa possa compreender, realizar, exigir recompensa, até mesmo providenciar exames, e contar as páginas memorizadas. </strong>E uma pessoa que aspira ao desenvolvimento espiritual está sempre diante do desconhecido, do impossível, oposto à sua vontade e razão, e, portanto, precisa de fé, isto é, da força de doação, que é maior do que a força da recepção.</p>
<p>Isso é chamado de fé acima da razão. Assim, o avanço espiritual acontece, e é dito: &#8220;A opinião da Torá é oposta à opinião dos proprietários&#8221;.</p>
<p>Este é o caminho para todos aqueles que encontraram o &#8220;Livro&#8221;. Mas há muitos amigos que vagueiam no deserto, sofrendo por sua existência infeliz, e que gostariam de melhorar suas condições. Eles não procuram a realização espiritual, nem subir para o grau imediatamente superior, mas apenas querem melhorar suas vidas do nível em que se encontram agora. Eles devem ser tratados como o Rambam escreve: &#8220;Mulheres, escravos, crianças e idosos são ensinados de forma gradual, até que ganhem sabedoria&#8221;.</p>
<p>Eles também avançarão, e algum dia, a centelha, que agora está profundamente oculta, romperá. Enquanto isso, eles devem ser ensinados conforme a sua vontade, em prol de das metas que eles entendem antes de se aproximar.</p>
<p>Eles pensarão que agem de forma a satisfazer o seu egoísmo. Mas, como nós os ensinamos, e a oculta Luz que Reforma passa por eles, a sabedoria chegará gradualmente a eles, e lentamente os segredos lhes serão revelados. Desta forma, toda a humanidade avançará em direção ao objetivo.</p>
<p>Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/02/12, &#8220;A Última Geração&#8221;</p>
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		<title>O Paciente Está Morto E Se Sente Bem Consigo Mesmo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 14:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo Cabalístico]]></category>
		<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
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		<description><![CDATA[O Talmude Babilônico, Tratado Taanit 7: Aquele que se ocupa da Torá em prol dela, a Torá se torna a poção da vida para ele, e aquele que se engaja na Torá não em prol dela, ela se torna a poção de morte para ele. Se há um grande perigo oculto na Torá, talvez seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft" title="Dr. Michael Laitman" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_082.gif" alt="Dr. Michael Laitman" />O Talmude Babilônico, Tratado Taanit 7: Aquele que se ocupa da Torá em prol dela, a Torá se torna a poção da vida para ele, e aquele que se engaja na Torá não em prol dela, ela se torna a poção de morte para ele.</strong></p>
<p>Se há um grande perigo oculto na Torá, talvez seja melhor não se envolver com ela? Afinal, se você estudar corretamente, você “sobe aos céus”, e se você não fizer isso, “você vai afundar no chão”, no abismo.</p>
<p>O problema é que se você não estuda corretamente, a Luz oculta na Torá coloca você em estados que são opostos à verdade, mas você não percebe isso. A Torá não lhe traz a morte, mas sim “a poção da morte”, quando você não sente que está morto. Você pode estudar a Torá dia e noite, memorizar página após página, e ao mesmo tempo estar morto, isto é, sem entender que isso é totalmente oposto à meta para a qual a Torá foi dada.</p>
<p>A Torá foi dada a nós para que alcancemos o amor aos outros. Ela diz: “Eu criei a inclinação ao mal, e criei a Torá como condimento porque a Luz nela reforma”. O que significa que ela reforma? Essa é a “grande lei da Torá” – “Ama teu próximo como a ti mesmo”, ou em outras palavras, o objetivo geral de tudo o que fazemos de acordo com a Torá.</p>
<p>Em cada preceito que realizamos, em cada detalhe, devemos avançar para o amor ao próximo. Somente através do amor ao próximo alcançaremos a meta final, o amor do Criador e a adesão com Ele, de acordo com a equivalência de forma entre a pessoa e o Criador.</p>
<p>Portanto, antes do estudo, temos que nos preparar e manter todas as condições necessárias para que o estudo da Torá nos leve à meta desejada: à adesão, ou seja, à correção das nossas intenções egoístas em altruístas. Esse trabalho é esclarecido somente no grupo, onde podemos verificar a nós mesmos na prática.</p>
<p>Cada vez nós descobriremos ódio entre nós e teremos a chance de subir acima dele para o amor. Para fazer isso, nós precisamos nos organizar corretamente: nós queremos nos conectar para alcançar a adesão e descobrir o Criador nela, dando assim contentamento a Ele. O Criador só pode ser descoberto no nosso vaso coletivo de doação. É necessário que nos preparemos para a aula dessa forma para abordarmos o estudo corretamente.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Pergunta:</span></strong> Se a poção da morte não me deixa sentir que estou morto, a poção da vida me permite me sentir morto?</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Resposta:</span></strong> Eu sinto que estou vivendo da “poção”. Não é mais uma existência comum. Na intenção a fim de doar, acima da minha natureza, eu alcanço a vida. A poção tem o efeito de me fazer mentir para o meu desejo egoísta e não para mim mesmo. Por outro lado, a poção da morte me afoga na mentira, que eu não percebo, e, então, eu me vejo como “justo”, embora eu ainda não tenha entrado no nível de “malvado”.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Pergunta:</strong></span> Como a sabedoria da Cabalá pode salvar uma pessoa da poção da morte?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Resposta: </strong></span>Ela pode fazer isso através da Luz que Reforma. Se você organizar corretamente todas as condições para você, se você entrar no grupo e disseminar, o que é parte inseparável da preparação nesses dias, e se você participar em tudo o que o grupo experimenta para revelar a conexão, então você está se preparando corretamente para o estudo, e sua intenção durante o estudo não é ler outro parágrafo, mas receber a Luz que Reforma. Não é por acaso que o Baal HaSulam escreveu na “A Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, Item 18: “&#8230;que durante a prática da Torá, eles não colocam suas mentes e corações para atrair a Luz da Torá&#8230;”.</p>
<p>Tudo é resolvido pela preparação. O estudo correto é o estudo para o qual você se preparou corretamente. Então, você lê o texto corretamente, com a intenção correta, no grupo correto, com todas as condições necessárias. E o que você obtém do estudo? Você obtém a chance de trabalhar e subir: o sentimento de ódio e rejeição dos amigos&#8230;</p>
<p>Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 13/03/12, “Introdução ao <em>TES</em>”</p>
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		<title>Um Diálogo Com Faraó</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 12:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[convenção]]></category>
		<category><![CDATA[Equivalência com o Criador]]></category>
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		<description><![CDATA[Pergunta: Desde que vim para a convenção eu estou falando com o &#8220;faraó&#8221; em mim, faço perguntas e ele me responde. Ele diz: &#8220;. O que você faz, está gostando&#8221; Eu vou trabalhar na cozinha, Faraó diz: &#8220;não importa, você ainda está gostando.&#8221; Se eu limpar os banheiros, eu gosto disso também. Finalmente eu digo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_011.jpg" alt="" width="100" height="100" />Pergunta:</strong> </span>Desde  que vim para a <a href="http://laitman.com.br/category/convencao-2/">convenção </a>eu estou falando com o &#8220;faraó&#8221; em mim, faço  perguntas e ele me responde. Ele diz: &#8220;. O que você faz, está gostando&#8221;  Eu vou trabalhar na cozinha, Faraó diz: &#8220;não importa, você ainda está  gostando.&#8221; Se eu limpar os banheiros, eu gosto disso também. Finalmente  eu digo a Faraó, que eu tenho uma meta para a qual eu cheguei à  convenção, um outro objetivo para alcançar o estado em que todos estão <a href="http://laitman.com.br/2010/06/a-unidade-e-uma-nova-realidade/"> conectados</a>. Faraó me diz que mesmo essa conexão, que eu estou  esperando,é, eventualmente, “para mim”. Se assim for, o que devo fazer?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Resposta: </strong></span>Divirta-se!  Digo isto a sério. Se eu posso fazer coisas diferentes para a <a href=" http://laitman.com.br/category/trabalho-em-grupo/"> sociedade</a>, tanto físicas quanto mentais, para pensar sobre elas o tempo  todo e para apreciá-las, isso é maravilhoso. Quem disse que temos que  sofrer?</p>
<p>Mas,  depois de realizar várias ações desse tipo, de repente, você vai ver  que não as aprecia mais. De repente, você vai se perguntar: &#8220;Por que eu  preciso de tudo isso?&#8221; E assim por diante. Em seguida, o &#8220;Faraó&#8221; é  revelado.</p>
<p>No  primeiro momento são os &#8220;sete anos de saciedade&#8221;, tudo é bom de uma  maneira egoísta. Na verdade, seu Faraó está certo, ele diz que o que  você faz, você faz isso por ele. Então, faça isso por ele, como no Egito  nos primeiros sete anos de saciedade onde todos trabalham fazendo tudo  para o faraó e eventualmente, descobrir que é a força do mal.</p>
<p>Por  que o Faraó mau, de repente, aparece em vez do Faraó bom? É porque nós  avançamos em direção ao Criador. À medida que avançamos o desejo de que  anteriormente parecia ser bom começa a parecer mal. O grupo é bom, o  estudo é bom, os amigos são bons, eu quero estar com eles e estar de  plantão, para limpar os banheiros, para trabalhar na cozinha, tudo é bom  e eu gosto de cada minuto que estou nesta sociedade é assim que cada  novato que vem para o grupo se sente. Então, de repente, ele começa a  sentir falta de respeito, ao ponto de explodir, e não se preocupa com  nada, ele não sente vontade de fazer coisas e não quer nada: &#8220;Que  obrigações? Para quê?”</p>
<p>&#8220;Porquê?”  Isso ocorre porque os &#8220;sete anos de fome&#8221; começam. O que é a fome? A  pessoa não sente prazer em estar no grupo, em estar com os amigos, e  isso é avanço.</p>
<p>Tudo  é revelado de acordo com a ordem dos graus. Devemos ser felizes e  sérios e seguir essa linha com cuidado, e aceitar o que é revelado ao  longo do caminho. A Torá nos diz sobre isso, afinal, a Torá é uma  instrução (tem a mesma raiz, em hebraico). Nos diz onde você vai ficar  preso e que você deve fazer no caminho para a revelação da Santidade.</p>
<p>Então  você tem não tem escolha, você tem que entrar no Egito, você tem que  fazer este tipo de trabalho, e você tem que sair. Só então você receberá  a Torá, a instrução de como avançar da forma mais clara.</p>
<p>Isso  ocorre porque a Torá é só sobre a correção dos desejos. Você corrigirá  os seus 613 desejos da intenção de &#8220;a fim de receber&#8221; para a intenção de  &#8220;a fim de doar&#8221;, e então você descobre o Criador.</p>
<p>[71268]<br />
Da Convenção de Arvut <a href="http://www.laitman.com/2012/02/israel-arava-convention-02-23-12/">Arava Lição </a># 2, 23/2/12</p>
<address>Material Relacionado:<br />
</address>
<address><a title="Não Negociem Com o Faraó" href="http://laitman.com.br/2012/02/nao-negociem-com-o-farao/">Não Negociem Com o Faraó</a></address>
<address><a title="Pegando A Corda" href="http://laitman.com.br/2012/03/pegando-a-corda/">Pegando A Corda</a></address>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trabalhar Para Querer</title>
		<link>http://laitman.com.br/2012/01/trabalhar-para-querer/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 17:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Garantia Mútua]]></category>
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		<category><![CDATA[Baal HaSulam]]></category>
		<category><![CDATA[mitzvot]]></category>
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		<description><![CDATA[Baal HaSulam, &#8220;A Herança da Terra&#8221;: De fato é dito nos livros que é impossível que as almas recebam a recompensa boa que o Criador criou para elas e o mundo, sem que o vaso esteja preparado para receber, e uma pessoa não pode atingir tal vaso sem esforço e através dos esforços de manter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/interview-mode500-700/thumbs/thumbs_Laitman_509.jpg" alt="" width="100" height="100" />Baal  HaSulam, &#8220;A Herança da Terra&#8221;: De fato é dito nos livros que é  impossível que as almas recebam a recompensa boa que o Criador criou  para elas e o mundo, sem que o vaso esteja preparado para receber, e uma  pessoa não pode atingir tal vaso sem esforço e através dos esforços de  manter o Mitzvot;  sob pressão e guerra, uma pessoa luta com a inclinação para o mal, com  muitos obstáculos e preocupações. A tristeza e esforço na Torá fornece  um vaso para a alma de modo que ela esteja pronta para receber todo o  prazer e a bondade que Ele criou para os seres criados.</strong></p>
<p>&#8220;Nós  não podemos receber bondade e prazer sem trabalho duro. Por quê? Porque  é o trabalho duro que estabiliza e constrói os desejos certos em nós  para a realização que o  Criador preparou. É impossível administrar sem  esses desejos, sem a carga, sem trabalho duro e sofrimentos reais.  Diz-se: &#8220;. Comereis pão com sal e beberá água com moderação, dormirá no  chão, viverá uma vida de tristeza, e na Torá você deve trabalhar&#8221; Em  geral, toda a humanidade está passando por um caminho de grandes  sofrimentos, muito pior que a morte.</p>
<p>Por  que isso acontece? Porque é só assim que podemos esclarecer a  deficiência que visa o objetivo? De fato, sem adquirir esta deficiência  em primeiro lugar, não vamos sentir a meta, e não seremos incorporados  na mesma. Talvez já atingimos a meta, mas não podemos senti-la porque  nos falta a experiência.</p>
<p>Então,  um monte de trabalho duro é necessário até que finalmente alcançamos o  salto, e é revelado a nós como o anseio adequada. Enquanto trabalhamos,  fazemos esforços mais e mais, e torna-se constantemente mais difícil  justificar a forma até que finalmente não fugimos do Egito. E o próximo  passo não é simples.</p>
<p>Cabalistas  não escondem isso de nós. Pelo contrário, eles querem explicar-nos que o  nosso trabalho é difícil e que está constantemente crescendo com mais  força. Não espere que tudo aconteça amanhã, a menos que você seja  realmente capaz de adicionar o amanhã maravilhoso no presente. Aqui tudo  depende de você.</p>
<p>Portanto, temos que &#8220;manter a Torá e  mitzvot&#8221;, que  significa nos corrigir, chamando a Luz que reforma, cuja influência nos  conecta. O método da Cabalá é para nos conectar. Diz-se: &#8220;Eu criei a má  inclinação e criei a Torá como tempero.&#8221; A Torá corrige a inclinação  para o mal, o que significa a separação, e nos corrige para unidade e  amor. Assim, &#8220;Ama o teu próximo como a ti mesmo&#8221; é a grande regra da  Torá. Nós temos que descobrir o ódio entre nós e a unidade para nos  corrigir. Nós não podemos escapar dela, devemos unir-se como um.</p>
<p>Da 4 ª parte da<a href="http://www.laitman.com/2012/01/daily-kabbalah-lesson-01-20-12/"> Lição Diária de Cabala</a> 20/1/12, Baal HaSulam, &#8220;Herança da Terra&#8221;</p>
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		<item>
		<title>A Medida Da Liberdade</title>
		<link>http://laitman.com.br/2011/12/a-medida-da-liberdade/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 21:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
		<category><![CDATA[Livre Arbítrio]]></category>
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		<category><![CDATA[independencia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Torá]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há nada mais importante do que a liberdade. Quando estou acorrentado, quando alguém me controla, não importa quem seja. Não faz diferença para mim se é da natureza, ou o Criador, ou a força superior, ou Deus. Eu não me importo se ele tem uma mente e sentimentos ou, pelo contrário, não tem rosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/nature700-800/thumbs/thumbs_Laitman_712_03.jpg" alt="" width="100" height="100" />Não há nada mais importante do que a liberdade.</strong> Quando estou acorrentado, quando alguém me controla, não importa quem seja. Não faz diferença para mim se é da natureza, ou o Criador, ou a força superior, ou Deus. Eu não me importo se ele tem uma mente e sentimentos ou, pelo contrário, não tem rosto e é indiferente. Isto não é o que importa.</p>
<p>Quando estou nas mãos de alguém ou de algo, eu não existo. O meu &#8220;eu&#8221; não existe. Existe apenas um certo ser em total potencial em uma força de uma ordem superior.</p>
<p>Qualquer item que falamos tem a sua própria essência nos nossos olhos. Ele existe por conta própria. Mesmo que seja uma cadeira ou uma casa, nós atribuímos uma existência independente a ele. Nós subconscientemente o personificamos. Por exemplo, ficamos com raiva com um computador congelado ou um carro estragado. Nada tem valor aos nossos olhos sem uma certa parcela de independência.</p>
<p><span id="more-14619"></span></p>
<p>Assim, a noção de liberdade é fundamental. Percebemos as coisas só se as vemos como independentes, auto-existentes. Caso contrário, nós simplesmente não as distinguimos, nós não as reconhecemos. Eu atribuo a independência às coisas. Ao ponto dessa independência, elas adquirem peso e significado para mim, a ponto de se tornar uma fonte de ameaça ou prazer. Eu peso tudo no mundo na escala da liberdade. Só então posso reconhecer e formar uma atitude correspondente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa individualidade das coisas, pessoas, fenômenos variam de acordo com meus gostos e escala de valores. No geral, a noção de liberdade representa a base da minha existência. Ela forma a minha visão do mundo. Nada entra no meu campo de visão sem este parâmetro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por exemplo, na vida, uma determinada pessoa, de repente, torna-se importante para mim porque nos meus olhos, eu atribuo a ela a liberdade, individualidade, uma opinião pessoal, o poder e a capacidade de influenciar-me. Por outro lado, quando alguém perde a &#8220;aura&#8221; da liberdade, importância e influência em meus olhos, ela “fica de lado” ou completamente está fora da minha realidade. Assim, a liberdade é uma noção muito significativa e importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto diz respeito à minha própria liberdade também. Quando eu totalmente, 1-100 por cento dependo de alguém ou algo, eu simplesmente não existo. Assim como em situações semelhantes, quando não vejo os outros, eu também não me vejo quando estou totalmente sujeito ao desejo de outra pessoa, por exemplo na prisão ou em cativeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, se formos ainda mais longe, se reconhecemos que a parte da força superior ou natureza controla todas as minhas células e sistemas fisiológicos, todos os meus pensamentos e desejos, cada respiração, se não há nada meu dentro de mim, nada que não vem de algum lugar fora de mim, então eu não existo. Eu nem sequer pertenço a ninguém, porque, a fim de estar sujeito a alguém, você ainda precisa ser. No entanto, no caso da absoluta submissão, nada resta de mim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o lugar aonde o critério de próprio-ser nos traz. Origina-se no Criador que, sendo distinto e único, nos criou e nos deu a sensação da mesma distinção. Cada um de nós avalia a si mesmo e outros apenas de acordo com esta medida. Desta forma, pesamos e distinguimos detalhes da realidade de acordo com a presença do Criador em si, a força que dá singularidade a todos e independência. É por isso que a natureza é uma noção básica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, uma pergunta razoável, então surge. Quando eu procurar a perfeição, eu me torno cem por cento como a força superior, o que significa que eu realizo a sua vontade precisa. Me torno escravo do Criador. Eu perco tudo o que tenho, eu renuncio a mim mesmo, eu restrinjo o meu desejo. Minha intenção é somente para doação. Estou pronto para fazer tudo o que o Criador deseja. Mas não anulo minha distinção, a minha liberdade dessa maneira?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cabalistas dizem que não, pelo contrário, esta é a maneira que você adquire a sua liberdade e individualidade. Agora, você só tem um ponto minúsculo de liberdade e de distinção. Então, você adquire a imagem completa do Criador e veste-se nela. A única maneira de conseguir a liberdade absoluta é adquirir as qualidades do Criador, a Sua imagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outras palavras, mesmo a minha intenção altruísta, semelhante a do Criador, vem do meu desejo egoísta.  No final, eu consisto de dois opostos: no interior é o egoísmo, o desejo de receber, e na parte externa, a intenção de doar ao Criador. É por isso que não desaparecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devemos entender que o nosso egoísmo nos salva do desaparecimento. Como eu subo a escada espiritual, meu egoísmo cresce à esquerda, e é oposto ao Criador. A intenção para o bem de doação, que é semelhante ao Criador, cresce à direita. Eu adquiro Suas qualidades através deste contraste. Eu os adquiro de forma independente, pessoalmente, e sem tornar-se dissolvido Nele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o dom que o Criador nos dá:  A oportunidade de existir independentemente. Desta forma, nós gradualmente adquirimos independência no nosso desenvolvimento espiritual. Em comparação a Ele, nosso estado atual é chamado de &#8220;morte&#8221;, &#8220;não-existência&#8221;, enquanto a realização espiritual e superação é a vida. A Luz que Reforma é chamada de Torá. É a salvação a partir do&#8221;anjo da morte”</p>
<p>[63028]</p>
<p>Da 4 ª parte da Lição Diária da Cabalá de 13/12/2011, &#8220;A Liberdade&#8221;</p>
<address><strong>Material Relacionado:</strong><br />
<a title="Da Liberdade Ilusória À Verdade" href="../2010/07/da-liberdade-ilusoria-a-verdade/">Da Liberdade Ilusória À Verdade</a></address>
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		<title>Nossa Singularidade</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 09:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Egoísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Equivalência com o Criador]]></category>
		<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção]]></category>
		<category><![CDATA[Baal HaSulam]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Torá]]></category>

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		<description><![CDATA[Baal HaSulam, &#8220;A Essência da Religião e seu Propósito&#8221;: Acontece que o nosso objectivo final é ser qualificado para a adesão com Ele, porque Ele reside dentro de nós. Esse objetivo é uma certeza e não há maneira de desviar do mesmo, já que a Sua orientação nos supervisiona em ambos os caminhos, que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_163.jpg" alt="" width="100" height="100" />Baal  HaSulam, &#8220;A Essência da Religião e seu Propósito&#8221;: Acontece que o nosso  objectivo final é ser qualificado para a adesão com Ele, porque Ele  reside dentro de nós. Esse objetivo é uma certeza e não há maneira de  desviar do mesmo, já que a Sua orientação nos supervisiona em ambos os  caminhos, que são o caminho do sofrimento e o caminho da Torá.</strong></p>
<p>Há  uma força superior que criou o desejo de receber e o elevou. Deu todo o  desejo de que necessita para crescer, mas quando cresceu, de repente  descobriu que ele se sente mal, e que ele realmente não consegue o que  deseja. Na sua juventude, enquanto ele estava crescendo estava tudo bem:  ele tinha tudo o que desejava. Em seguida, ele desejava mais e recebeu.  Mas agora, quando é cultivado, tudo é diferente, mas ele não recebe o  preenchimento automaticamente. Pelo contrário, quanto mais ele quer,  menos ele recebe. Assim, o desejo pensa consigo mesmo: &#8220;Quem ou o que é a  causa deste sentimento ruim?&#8221;</p>
<p>A  humanidade está dividida em várias categorias, quando se trata desta  pergunta. Há aqueles 99 por cento que simplesmente seguem em frente,  atraídos pelo mau e o bom da vida, desfrutando o tanto quanto puderem.  Há aqueles que saem em busca da verdade, ou seja, procurando o motivo  pelo o qual tudo está acontecendo.<span id="more-14427"></span></p>
<p>A  humanidade está tentando explicar esse contraste na liderança que muda  tão drasticamente quando uma pessoa cresce. No primeiro trata todos  muito bem até que a mudança real vem e agora todo mundo exige algo dele e  o trata mal. Este contraste e este conflito são muito confusos, e assim  há aqueles que começam a procurar por uma solução. A força superior que  criou o desejo de receber e que o elevou a um grande egoísmo pode  eventualmente levá-lo ao estado certo.</p>
<p>Há  duas forças que operam na realidade e nos ajudam a atingir esse estado.  Existe a força de atração e a de repulsão.. O desejo egoísta ama  prazeres e odeia o sofrimento. Em outras palavras, ele ama o  preechimento e odeia o vazio. Assim, ele pode ser gerido por esses dois  estados. Quando ele é esvaziado, ele foge à procura de um enchimento.  Quando ele é preenchido, ele é atraído por ele. Ao utilizar essas duas  rédeas podemos fazer o que quisermos com ele.</p>
<p>Mas  de que adianta se o desejo totalmente obedece as rédeas do Criador?  Afinal, se os níveis inanimado, vegetativo, e animado  desenvolvem-se  desta forma, então qual é a necessidade da criação? Afinal, desta forma  não há singularidade e o homem é também liderado pelos prazeres e  sofrimentos na vida. A originalidade e a singularidade da criação, dos  mundos, e os seres criados só podem ser reveladas em criaturas únicas  que podem operar entre essas duas &#8220;rédeas.&#8221;.</p>
<p>É  isso mesmo  - o desejo obedece totalmente à orientação superior e não  tem para onde correr, como as forças que totalmente o cercam, mesmo  estando ocultas. A coisa principal é que essas criaturas querem atingir  as ações: Quais são elas? Para que servem? Quais desejos elas afetam?  Elas querem atingir o seu próprio sistema por si mesmas e, de acordo com  elas,  começamos a entender o que gere os seus desejos. Assim, de  acordo com o princípio do &#8220;Nós te conhecemos pelas suas ações&#8221;, elas  atingem a mente operacional, a força que opera na criação.</p>
<p>Assim,  quando crescemos e descobrimos as duas forças que atuam sobre nós, a  força positiva e a negativa , quando vemos as &#8220;rédeas&#8221; que controlam a  nossa corrida, é um bom sinal. Isso significa que nos deslocamos dos 99  por cento a um por cento original, para o qual a criação foi feita.</p>
<p>Quando  descobrimos a doação do Criador, na forma de sofrimento e prazer, bom e  mau, frio e calor, fome e saciedade , devemos entender que está tudo em  ordem para nos tornar conscientes de que o Criador é o Bem Absoluto. A  sabedoria da Cabala é a sabedoria para a revelação do Criador, para a  revelação das suas ações. Portanto, estamos constantemente estudando a  nós mesmos: &#8220;Quem sou eu e o que sou eu? Toda a realidade, incluindo o  grupo que está dentro de mim. &#8220;Eventualmente eu descubro que dentro de  mim que está o Criador, o Bem Absoluto, que opera dentro de mim.</p>
<p>[61976]<br />
Da parte 4 da Lição Diária de Cabalá de 28/11/11</p>
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<address><a title="Homem, O Criador" href="../2011/10/homem-o-criador/">Homem, O Criador</a></address>
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		<title>A Pergunta Sobre o Diabo e o Alcorão</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 21:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Torá]]></category>

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		<description><![CDATA[Pergunta: De todo o material publicado por você e Anthony Kosinec, foi fácil para mim sincronizar todos os seus ensinamentos com o Alcorão Sagrado. Ficou claro para mim que tanto a Torá quanto o Alcorão vieram da mesma fonte. No entanto, eu não vejo você falando sobre o diabo ou como ele pode afetar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_167.gif" alt="" width="100" height="100" />Pergunta:</strong></span> De todo o material publicado por você e Anthony Kosinec, foi fácil para mim sincronizar todos os seus ensinamentos com o Alcorão Sagrado. Ficou claro para mim que tanto a Torá quanto o Alcorão vieram da mesma fonte. No entanto, eu não vejo você falando sobre o diabo ou como ele pode afetar os nossos desejos. Você poderia explicar a partir dos seus ensinamentos, para mim, onde ele se encontra? (Arábia Saudita)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Resposta:</strong></span> Todas as forças positivas (dar) e negativas (egoístas) existem apenas dentro de uma pessoa. Não há nada fora dela, além da força oculta da correção (a Luz, o Criador), que se manifesta na medida da nossa aspiração de se tornar semelhante a Ele nas nossas relações.</p>
<p>É por isso que &#8220;amar a teu próximo como a ti mesmo&#8221; é a regra geral da Torá (o método de correção). Não há dúvida de que o Alcorão Sagrado é também uma consequência das mesmas leis da natureza (o Criador) da qual a Torá (Cabala) fala.</p>
<p>[61653]</p>
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		<title>600 Mil é a Altura da Correção Final</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 21:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[convenção]]></category>
		<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho Interno]]></category>
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		<description><![CDATA[Pergunta: Será que a quantidade de homens necessariamente têm que chegar a 600 mil, para que eles tenham a conexão, como o número de homens no Monte Sinai quando receberam a Torá? Resposta: Não se trata de quantidade. Ela diz que havia 600 mil homens ao pé do Monte Sinai e em torno deles, mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><img class="alignleft" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_115_05.jpg" alt="" width="100" height="100" />Pergunta:</strong> </span>Será que a quantidade de homens necessariamente têm que chegar a 600 mil, para que eles tenham a conexão, como o número de homens no <a href="http://laitman.com.br/2009/10/subindo-acima-da-montanha-do-odio-com-a-ajuda-da-luz/">Monte Sinai </a>quando receberam a Torá?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Resposta: </strong></span>Não se trata de quantidade. Ela diz que havia 600 mil homens ao pé do Monte Sinai e em torno deles, mulheres e crianças, num total de três milhões de pessoas. O número 600,000, no entanto, não representa a quantidade, mas sim a <a href="http://www.laitman.com.br/category/intencao/">intenção </a>de alcançar Gmar Tikkun (a correção final).</p>
<p>Seis é o número de Sefirot de Zeir Anpin, VAK. 1000 significa Hochma (Sabedoria), e 600.000 representa a altura de Arich Anpin.</p>
<p>Se todas as almas quebradas descobrem que elas querem alcançar <a href="http://www.laitman.com.br/tag/garantia/">garantia mútua </a>juntas, elas expressam o seu pedido em um grito que levantam a Malchut, a Sechina. Essa demanda sobe de Malchut a Zeir Anpin, na qual existem seis Sefirot (VAK), e em cada uma há dez Sefirot. Por causa do desejo do inferior, seis Sefirot de Zeir Anpin ascendem a um nível que é 600.000 vezes maior que a original.<span id="more-14132"></span></p>
<p>Isso significa que as almas querem alcançar uma conexão que corresponde a Arich Anpin, o fim da correção. Elas próprias não sabem qual é o significado desta conexão é, mas querem. Então, elas são consideradas 600.000, e isso se refere ao seu desejo, não quantidade. Na espiritualidade a intensidade do desejo é levada em conta, e não quantidade.</p>
<p>Pode até ser duas pessoas, afinal, é dito que duas pessoas é um grupo mínimo. E onde estão todas as mulheres, os homens, e o gado que eles levaram do Egito, todos os vasos que levaram do Egito? É tudo dentro de uma pessoa!</p>
<p>Cada pessoa deve se sentir como se ela saísse do Egito e está de pé no Monte Sinai. Mas onde estão todas essas 600 mil pessoas? Como posso contá-las? Todas estão dentro de você.</p>
<p>A Torá nos diz sobre o que realmente acontece dentro de uma pessoa, e não sobre o número de pessoas que participaram de algum evento histórico. Ela só fala sobre as nossas mudanças internas.</p>
<p>Por outro lado, há uma lei segundo a qual cada raiz espiritual tem que se expandir por todo o caminho para baixo e tocar o seu ramo corporal pelo menos uma vez. Então, provavelmente havia 600.000 homens ao pé do Monte Sinai.</p>
<p>Eu sinto o significado interior deste conceito, e então eu só posso imaginar como foi revelado externamente. Mas você não deve se preocupar com o que existia no passado que ainda nos obriga hoje. Uma vez que houve o Primeiro e o Segundo Templos, o exílio egípcio, mas você não planeja voltar para o Egito, não é? …</p>
<p>Não pense que realmente tem que ser de 600.000 pessoas na nosso convenção em dezembro. Na espiritualidade a qualidade é muito mais importante do que a quantidade, embora a quantidade também é importante porque hoje o mundo inteiro tem que iniciar o processo de correção. Mas não acho que temos de levar 600 mil pessoas juntas, sem falar de três milhões.</p>
<p>[59537]</p>
<p>Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabala de 02/11/2011,&#8221;O Amor para o  Criador e o Amor para o Seres Criados&#8221;</p>
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		<title>Os Freios Dianteiros</title>
		<link>http://laitman.com.br/2011/11/os-freios-dianteiros/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>souzapin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Garantia Mútua]]></category>
		<category><![CDATA[Lição Diária de Cabalá]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho em Grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Interno]]></category>
		<category><![CDATA[arvut]]></category>
		<category><![CDATA[Torá]]></category>

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		<description><![CDATA[Baal HaSulam, “Arvut (Garantia Mútua)” (versão resumida): E você certamente descobre que a entrega da Torá teve que ser adiada até que eles saíssem do Egito e se tornassem uma nação por si mesmos, para que assim todas as suas necessidades fossem fornecidas por eles mesmos&#8230;  O Êxodo do Egito não é apenas uma fuga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft" title="Dr. Michael Laitman" src="http://www.laitman.com/wp-content/gallery/headshots_100-300/thumbs/thumbs_Laitman_170.jpg" alt="Dr. Michael Laitman" />Baal HaSulam, “Arvut (Garantia Mútua)” (versão resumida): E você certamente descobre que a entrega da Torá teve que ser adiada até que eles saíssem do Egito e se tornassem uma nação por si mesmos, para que assim todas as suas necessidades fossem fornecidas por eles mesmos&#8230;  </strong></p>
<p>O Êxodo do Egito não é apenas uma fuga da dominação da inclinação ao mal, embora em si mesma esta também seja uma grande conquista. A pessoa deve realmente escapar de seu ego assim como fugiria do fogo. Não importa o que, ela está pronta a se sacrificar até o fim. “Eu prefiro morrer a viver”. Ao mesmo tempo, a doação aos outros parece pior que a morte.</p>
<p>A segunda condição é se tornar uma nação. Não basta escapar do meu próprio egoísmo, eu também tenho que concordar em me conectar com os outros e cuidar de todos. Na verdade, eu os sirvo, e minha recompensa é que eles me permitem fazer isso. No caminho para alcançar esse objetivo não faltará nada a ninguém. Isso significa que eu estou diante do nível de <em>Binah</em>.</p>
<p><strong>No entanto, enquanto eles ainda estavam misturados com os Egípcios&#8230; permeados de amor-próprio. Assim, a parte que foi dada nas mãos de estrangeiros não será assegurada a qualquer pessoa de Israel, porque seus amigos não serão capazes de prover suas necessidades&#8230;</strong></p>
<p>Isto é o que provoca dor na pessoa e o motivo pelo qual ela escapa da mesma. Como prisioneira do ego (amor-próprio), que é chamado de Egito, ela não consegue cuidar dos outros e por isso decide fugir.</p>
<p>Mas aqui ocorre que, no sentido material, tudo está bem. Imagine que você tenha toda a comida que precisa e que você vive no lugar mais fértil. Ocorre que você pode estar bem na vida, no seu egoísmo. Até agora você foi empurrado pelo sofrimento, e aqui, quando você precisa escapar dele para doar, é como se você estivesse sendo retido pela frente: “Mas você também pode conseguir dentro do seu ego”.</p>
<p>Então, você volta a trabalhar, mas agora trabalha no próximo nível. Anteriormente, você escapou dos sofrimentos físicos, e, a fim de se livrar deles, você estava até mesmo pronto a se conectar. É por isso que as pessoas se conectam quando elas não têm escolha, em tempos de guerra ou de desastres. Até certo ponto, a conexão parece ser boa, mas de repente, ela não parece mais boa.</p>
<p>Você sobe ao próximo nível e lhe dizem: “Não vale a pena, você também vai viver muito bem no mundo corporal”. Essa resistência frontal impede que você anseie pela conexão egoisticamente. Há uma grande quantidade de sociedades que se conectam maravilhosamente por causa dos interesses pessoais, mas o mesmo não ocorre conosco.</p>
<p>Se a pessoa resiste à força do freio a cada vez e, apesar disso, quer chega à conexão, ela desenvolve um novo desejo que não está voltado para si. Ela cai e se levanta uma e outra vez, continua estudando, trabalhando no grupo e atraindo a Luz que Corrige, até que completa o segundo nível.</p>
<p>Agora, ela está pronta para se conectar somente para doar aos outros. Uma atitude direta para a doação é revelada nela, que ela coloca acima de todos os interesses pessoais.</p>
<p>Então, vem o terceiro nível. É quando a pessoa está como todos os outros, se sente bem com eles, e doa a eles, esquecendo-se de si mesma e de seus problemas, e se conectando aos amigos, à eternidade e perfeição. Depois, transparece que ela ainda precisa de uma recompensa, mas de uma qualidade mais elevada. Assim verifica-se que ela está trocando uma vaca por um burro, ou seja, trocando este mundo pelo próximo. Então, uma nova forma de resistência aparece: ocorre que você tem que agir em prol do Criador.</p>
<p>Assim, a pessoa passa para um nível qualitativamente superior de desapego pessoal. Agora, ela não está interessada em si ou no grupo, mas na Fonte, na idéia abstrata, abstrata no sentido que ela não tem nenhuma conexão com essa idéia.</p>
<p>É impossível continuar doando ao Criador: O Criador não sabe sobre mim, e eu não posso alcançá-Lo. Então, como posso formar um vaso de uma doação tão elevada? Para isso há um sistema especial sobre o qual falaremos mais tarde. </p>
<p>Da 4<sup>a</sup> parte da <a href="http://www.laitman.com/2011/11/daily-kabbalah-lesson-11-13-11/" target="_blank">Lição Diária de Cabalá 13/11/11</a>, “<em>Arvut</em> (Guarantia Mútua)”</p>
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