Textos com a Tag 'Rabash'

Tudo Isso Está Muito Perto

Você ajuda o grupo quando você tenta manter o sentimento de pertencimento a uma conexão geral. Alguém pode cair, mas é a sua própria queda particular, e, ao mesmo tempo, você pode permanecer no mesmo estado que alcançou na convenção.

Por exemplo, eu não sinto que eu deixei a convenção. Nos dias após a convenção só tenho ficado mais forte, adquirido a experiência do novo nível que foi atingido na convenção, e, assim, tenho descoberto novos discernimentos.

É porque tal estado não existia anteriormente em nossa realidade, no processo de correção, ou no mundo de hoje. Realmente começamos a correção das almas! Até este exato momento, tudo anterior a este tempo era só preparação. O pecado (a quebra do primeiro homem), Babilônia, a escravidão no Egito, a destruição dos templos, e o exílio eram todos necessários a fim de preparar os desejos para a correção. Agora começamos esta correção! [Leia mais →]

Quando Todas As Considerações Físicas Desaparecem

Pergunta: Qual é a forma de existência da última geração que vive a fim de divulgar?

Resposta: A sabedoria da Cabalá é uma ciência que é alcançada através da experiência prática. Nada nela pode ser enunciado com antecedência.

Mesmo que houvesse tais casos no passado, então eles foram registrados em qualquer forma, em qualquer nível:  o inanimado, o vegetal, o animal, ou o espiritual, e assim podemos usá-los.

Quando passarmos pela Machsom (barreira) e sentirmos todos os estados espirituais pela experiência pessoal, então tudo será claro e conhecido por nós em todos os estados que Malchut é encontrada com Zeir Anpin, qual Reshimot (reminiscências) deve ser exposta e qualquer que seja a Luz que obtenhamos disto.

Entendemos as relações que surgem entre nós, uma em relação à outra. Esta é o receptor, a fêmea. A outra em relação à primeira é o macho. E é assim que é mutuamente. Não há homens e mulheres aqui no que diz respeito às características sexuais físicas mútuas. [Leia mais →]

A Falta De Consenso

Pergunta: Você poderia nos dizer como decidiu assumir a missão de disseminar a Cabalá amplamente no mundo, para que possamos seguir o seu exemplo?

Resposta: Hoje, você não tem outra escolha, uma vez que você vive em outra geração. Eu ainda estava em um momento de transição, com um pé no tempo em que os cabalistas, de todas as gerações, viviam preparando seus alunos em pequenos grupos, escondidos de todos os outros.

Assim aconteceu com o meu professor Rabash, antes da minha chegada. Então eu cheguei e mudei aquele lugar. No início, toda a sua família me cumprimentava calorosamente porque eu cuidava dele.

Mas eles rapidamente se distanciaram de mim, porque através de mim, quarenta pessoas absolutamente seculares de Tel Aviv vieram estudar. Na área religiosa de Bnei Brak, não era costume ter este tipo de estudantes e isto lançava uma sombra sobre a casa deles. Rabash era o único que estava feliz com os novos alunos, mas todos os membros de sua família ficaram chateados. [Leia mais →]

Uma Guerra Sobre O Sabor Da Vida

Pergunta: Milhões de pessoas lêem e estudam a Torá, mas o que elas estão procurando se o Criador só pode ser encontrado na ligação entre elas?

Resposta: O estudo não é em vão. Qualquer estudo da Torá ajuda a pessoa avançar e permite que ela esclareça as coisas. Milhões de pessoas religiosas e não-religiosas têm estudado a Torá de muitas maneiras: a Bíblia, o Novo Testamento, o islamismo e o cristianismo. Qualquer forma de estudar que está de alguma forma ligada à Torá, direta ou indiretamente, ajuda as pessoas a avançar e prepara a humanidade para a conexão correta, para a correção, para a revelação do Criador a todos os seres criados.

Tudo o que acontece leva a certos resultados. Todas as lutas religiosas e guerras no passado e aquelas que estão acontecendo hoje foram feitas para esclarecer o vaso espiritual correto. Não está claro por que o nosso desejo de receber tem que sofrer, mas é um fato que as aflições que uma pessoa passa desenvolvem-no.

Quantas pessoas morrem a cada dia e que doenças terríveis são reveladas! Novos vírus irão aparecer no mundo para os quais a medicina moderna não terá respostas e é tudo a fim de esclarecer o desejo certo. [Leia mais →]

Prazer Espiritual Em Ação Física

Pergunta: Posso aprender a descobrir o Criador através de prazeres físicos?

Resposta: Depende do que se entende por prazeres físicos: o prazer para si ou os prazeres vestidos nas ações físicas do nosso mundo?

Se o prazer está vestido com uma ação física deste mundo, é possível descobrir o Criador nele, mas se ele é destinado a si mesmo, então é impossível. Toda ação “para si mesmo” é chamada de física, e “a partir de si mesmo” é chamada espiritual.

Quando conectamos entre nós para completar a adesão, então nós realmente sentimos, em substância, este estado em que o Criador é descoberto. Mas isto é apenas a condição de que podemos usá-lo para a nossa unificação acima do anseio e desejo pessoal. A Luz faz todo o resto, não é necessário estar envolvido com isso em particular; isso só confunde a pessoa.

É necessário estudar os artigos do Rabash e Baal HaSulam, que são intercalados com informações suscintas sobre as condições do trabalho espiritual, e tentar não deixá-los. Eles devem tornar-se as condições fundamentais que se deve manter o tempo todo, e quando você depara-se com eles, verifique-se de acordo com eles.

Então, a Luz irá criar as características adequadas dentro de você, e você começará a sentir que todo o mundo físico é não essencialmente físico, mas só parece que sim. Na verdade, é assim que as forças espirituais retratam nossas sensações para nós. Quando o poder da natureza começa a ser descoberto através disto, nós finalmente começamos a entender os segredos e as características de nossa percepção.

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Da Convenção Em Sochi “Dia Dois” 7/14/14, Lição 6

Israel Não É Uma Nacionalidade, Mas Uma Aspiração

“Israel” são as almas que despertaram espiritualmente na antiga Babilônia. Eles são babilônios que uma vez sentiram uma aspiração de se tornar semelhante ao Criador. Esta sensação se manifesta em sua busca pelo sentido da vida.

Hoje em dia, a mesma aspiração aparece na forma de símbolos externos. Cada um que tenha o desejo “direto ao Criador” e que deseja revelar, conectar e depender do Governo Superior é chamado de “Israel”. Esses se esforçam em revelar o significado e a essência da vida mais do que qualquer outra coisa.

Israel não é uma etnia; é uma aspiração. Isso explica por que pessoas de diversas nacionalidades que têm esse desejo tendem a se unir. Num primeiro momento, a unidade entre essas pessoas apareceu por causa de Abraão; depois isso aconteceu devido a Moisés. O objetivo da unidade é nos levar a um estado em que todos nos tornamos um homem com um coração.

Quando unidos, Israel adquire equivalência com a Luz Superior e se transforma num tubo, um canal que transmite a Luz Superior. A Luz Superior passa através de Israel às outras nações do mundo. Este é o dever de Israel.

Se Israel não cumpre a sua missão, as nações do mundo os culpam, empurra-o de várias formas para cumprir o seu dever, e o odeia por não cumprir sua tarefa; isso é chamado de “antissemitismo”. Elas exigem uma boa conduta de Israel porque isso afeta suas vidas. As nações do mundo exigem que Israel siga sua missão.

Portanto, elas começam a acusar Israel por tudo de ruim que acontece neste mundo. Mesmo as nações que não conhecem Israel e nunca o encontraram sentem sua dependência nele. Atualmente, o antissemitismo mais forte é sentido na Coréia do Sul, mesmo que eles não tenham nada a ver com Israel. Mas o sentem, e quem depende de Israel tem o mesmo sentimento.

O mundo está estruturado de uma forma que Israel serve como um canal para transmitir a Luz Superior que desce por Israel para o resto da humanidade. Se Israel está unido, o canal se abre, e quando Israel se separa, o canal é hermeticamente fechado. Isto deixa muito claro que Israel é o ponto mais crucial que determina o estado que o mundo inteiro estará: bom ou ruim.

As nações do mundo não possuem qualquer liberdade de escolha. Elas só podem vir a Israel e obrigá-lo a mudar. Nós precisamos explicar essa estrutura para elas, o que elas sentem intuitivamente. Elas só precisam entender exatamente que devem exigir de Israel: conexão e nada além de conexão! A pressão geral não vai ajudar.

E Israel não entende o que ele deve fazer. Portanto, agora, a sabedoria da Cabala é revelada quando se tornou possível corrigir o sistema. Muitas gerações atrás, os Cabalistas falaram sobre o nosso tempo. No século passado, os Cabalistas apontaram que na nossa época a unidade seria viável.

O mundo deve se unir. Nós não temos nenhuma ideia de quem pertence às nações do mundo e quem faz parte de Israel. Qualquer um que aspira à unidade em prol de alcançar a Luz Superior é chamado de Israel. Aqueles que pertencem a Israel devem se unir e atrair a Luz para o resto do mundo.

Isto significa que Israel tem que receber a Luz Superior para leva-la à criação. Esta é a missão de Israel!

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/07/14, Escritos do Rabash

Um Ponto Que Nos Leva À Frente

Pergunta: Por que isto diz: “Vinde ao Faraó”? Qual é o significado da participação de uma pessoa neste ato?

Resposta: A pessoa tem que estar pronta para isso. Ela tem que ser capaz de segurar-se, visto que ela encontra cada vez maiores golpes. Moisés é o nosso ponto mais interno que começa a trabalhar quando podemos nos conectar. É o ponto de nossa conexão interior que nos conduz.

A única coisa com a qual temos que nos preocupar é o ponto de conexão, para que possamos depois levantá-lo ao Monte Sinai, e receber nele toda a revelação da Divindade. Em seguida, ele vai nos levar para frente a partir do centro do grupo, onde todos somos iguais e todos estamos conectados. Todos nós anulamos a nós mesmos com relação a este ponto central do grupo e estabelecemos nele o vaso da alma. Este é, na verdade, todo o método.

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De Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala de 14/4/14, Escritos de Rabash.

Lembra-te De Que Foste Escravo No Egito

Rabash, “Qual é a bênção ‘de que um milagre aconteceu comigo neste lugar’, na Obra”: e, ao mesmo tempo, isto diz: “lembra-te que foste escravo no Egito”. Isso significa que um escravo é uma coisa ruim, e ainda assim uma pessoa, por vezes, quer continuar a ser um escravo, visto que o escravo disse: “Eu amo a meu senhor”.

No entanto, a questão do exílio está de acordo com a medida do sofrimento e da dor que se sente no exílio. Nessa medida, pode-se sentir alegria em sua redenção. Os sofrimentos que a pessoa sente são o vaso que pode receber a Luz, se a pessoa é liberada dos sofrimentos.

Os sofrimentos que se sente devem ser sofrimentos por estar no exílio, por incapacidade de realizar verdadeiros atos de doação. Isso é chamado de exílio e escravidão.

No entanto, se uma pessoa não sofre, ela pode ser um egípcio ou até mesmo um ministro do Faraó. A escravidão deve ser contra a própria vontade. Ela pode querer ser um escravo até que atinja um estado onde quer escapar da escravidão com todas as suas forças e todos os meios que tem.

Devemos imaginar o que exílio e escravidão significam – como, através deles, eu aceito minha natureza como dominação exterior que está dentro de mim. O Faraó entra em mim como uma bactéria ou uma cobra. Ele me preenche e não me deixa mover ou mesmo respirar livremente. Se eu aço alguma coisa, ele engole todos os frutos do meu trabalho, transformando tudo em seu benefício.

Se eu não distinguir entre ele e eu, eu faço tudo por sua causa, sem qualquer consideração ou reconhecimento. Eu acho que quero encher-me e não o Faraó, porque me identifico com ele. Isso é chamado o nível animal.

Se eu começar a trabalhar conscientemente para o Faraó, já é um pecado real. É uma Klipa (casca). Se eu começar a odiá-lo e me oponho à sua dominação, é o trabalho no exílio. É assim que os sete anos de fome chegam, onde eu vejo que não posso fazer nada, e tudo acaba por ser para o bem do Faraó. No entanto, eu não quero isso, e não vou aceitá-lo! Assim, a nossa luta é inflamada, até atingir o seu fim.

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Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá de 1/4/14, Escritos do Rabash

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Dar O Último Passo Para A Redenção
Aparentemente Eu Sou Um Escravo Do Faraó
Ações Físicas Que Levam Ao Mundo Espiritual

Tu Bishvat Como Um Ponto De Virada Na Providência

Tu B’shevat chama-se o Ano Novo das árvores, ou seja, o Ano Novo de alguém que começa a crescer durante estes dias. É muito simbólico que nos mudamos para um novo edifício neste momento e vamos sediar um congresso enorme que abrange três convenções em uma e que nós estamos vivenciando um processo especial de construção, agora. Tudo o que precisamos fazer neste momento é só esperar para o fruto aparecer, para que nossa árvore não seja apenas uma árvore comum, mas uma que será frutífera.

Rabash explica em sua carta n º 29, como fazer uma árvore frutífera de um homem. Tu B’shevat é chamado “Rosh Hashaná das árvores”, porque neste momento um homem completou autoanálise e já decidiu se vale a pena que ele continue com o trabalho ou (Deus não permita) ele decida agir de outra forma. Neste momento, a pessoa já sabe de que fonte ele atrai a energia da vida – ou do desejo de receber para si próprio ou para o desejo de doar para seu Criador. [Leia mais →]

O Indisciplinado Neto Do Faraó

Pergunta: Por que é que toda vez que o nosso grupo dá um grande passo em frente para um novo estado qualitativo, há pessoas que não conseguem e que não podem dar esse passo à frente e, portanto, ficam para trás?

Resposta: Não é que elas não podem dar um passo em frente, mas que elas não podem justificar a ação da providência superior em si. Uma pessoa é retirada da massa da humanidade por fórceps e lhe é dada tratamento espiritual pessoal. É como o bebê Moisés ter sido retirado do Nilo na cesta e levado para a casa do Faraó. Lá, ele estava sendo bem cuidado, e seu ego desenvolvido intencionalmente. A ele foi ensinada a sabedoria da Cabalá e lhe foi dito quão bom ele era e que ele foi selecionado e era mais especial do que qualquer outra pessoa.

Ele se sentiu bem, até que surgiram problemas diferentes. Ele começou a agir incorretamente de acordo com o ego dele, o que significa que “mata o Egípcio” nele, e é onde começam suas andanças. Pode parecer estranho que um príncipe mate seu subalterno, um egípcio simples, mas é um sinal de que ele já não é leal ao Faraó e não se adere a ele. Então, ele deve fugir e escapar para o deserto. Ele vai para Jetro e permanece com ele durante quarenta anos. Depois de ser criado e educado na casa do Faraó por quarenta anos, ele continua a estudar mais de quarenta anos na casa de Jetro, sacerdote de Midiã. [Leia mais →]