Textos com a Tag 'Percepção'

Percepção Ilimitada De Informação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Que quantidade de informação é realmente útil a uma pessoa, e que informação pode fazer-lhe mal?

Resposta: Se ensinarmos a uma pessoa a perspectiva correcta do mundo e da natureza, ela irá facilmente absorver qualquer informação porque ela irá sempre atribuí-la à imagem geral, global do mundo. Consequentemente, não terá problemas com o fluxo de informação.

Digamos que hoje, da manhã até à noite, eu leia e consuma um montante verdadeiramente grande de informação sobre diferentes tópicos relacionados com os problemas da sociedade moderna, ciência, finanças, e semelhantes. Enquanto o faço, a minha tarefa principal é integrar essa informação numa imagem integrada do mundo.

Como posso eu discernir em tudo isso a manifestação de uma lei única – a aspiração de todas as possíveis forças egoístas em direcção à unificação, numa força única altruísta em equivalência com a natureza? Como a sociedade e os indivíduos de hoje estão a ser transformados à medida que se movem involuntariamente em direcção à integração sob a influência de forças negativas, referidas no nosso mundo como a crise? Em verdade, a crise é bondade sobre nós.

Esta perspectiva do mundo dá à pessoa a oportunidade de passar enormes fluxos de informação através de si própria, o que fornece dentro dela esta imagem geral e entra na harmonia geral.

Isto é semelhante a ouvir alguma sinfonia e sentir que alguns instrumentos musicais faltam na orquestra. Sendo um especialista, você capta que algo está a falhar, você não se sente bem, e então de repente o elemento em falta, a harmonia, aparece.

Por isso não há problemas aqui. Uma pessoa pode realmente ser uma enciclopédia ambulante, ela é capaz de absorver toda a informação que existe na natureza. A coisa mais importante é que toda a informação é tecida nela numa imagem única. Então, quanto mais informação ela receber, mais desejável esta será para ela, e mais fácil será para ela a absorver. Ela completará aqueles espaços em branco que sentiu dentro de si como uma falha, como uma falta de perfeição.

Da “Conversa sobre Educação Integral” #5, 13/12/11

Perguntas Sobre Estudo, Percepção E Doação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quantas horas por dia devem ser dedicadas ao estudo? Quatro horas ou meio dia de trabalho? Às vezes, eu não quero ficar esgotado, e também não quero deixar comentários no blog o tempo todo. Quantas vezes a pessoa deve participar se não estiver fisicamente num grupo? Ou nós devemos apenas seguir os nossos corações e participar quando nos apetece?

Resposta: É melhor ler o blog, selecionar o material ou comentário durante seu tempo livre, ou, pelo menos, durante o horário fixo que você decidiu dedicar especificamente para isso, independentemente do seu humor.

Pergunta: No post “Cabalistas Sobre a Percepcão Da Realidade – Parte 5“, é dito:” Há uma espécie de máquina fotográfica na parte posterior do cérebro, que retrata tudo o que aparece para nós e nada fora de nós”. Quais são as coisas que “parecem” estar fora de nós?

Resposta: Não há nada exceto o desejo. Portanto, nós falamos de uma sensação “dentro de nós”, no desejo. Nós não podemos falar de nada fora do desejo, como certo “lugar” que existe.

Pergunta: Eu quero ter certeza que estou entendendo corretamente o post “Toda A Diferença Está Na Intenção” (em inglês).

Se há um pedido do grupo por artigos ou trabalhos com gravuras e escrita, eu percebo que, de alguma forma, posso satisfazer esses desejos e apresentar algo para o grupo. Enquanto eu estou fazendo isso, eu estou recebendo a dádiva da escrita, da arte, ou a habilidade para procurar artigos a fim de doar, que o grupo recebe. É trabalhoso fazer isso, mas durante o processo, eu acho que gosto de dar e fazer algo para o grupo. Da mesma forma que as pessoas se alegram em cumprir um mandamento. Eu não espero um “obrigado” por estar fazendo este trabalho para o grupo; eu não espero reconhecimento por nada, nem sequer assino o meu nome no que eu envio para não obter o reconhecimento e, por isso, é o autêntico dar sem querer receber nada em troca. É deste o processo que você está falando?

Resposta: No entanto, você está cheio de uma sensação daquilo que você fez, e este prazer é a sua recompensa ou reconhecimento, ou …. Se você realmente doou, você se sentiria sendo preenchido com a Luz de doação. Mas continue fazendo seus exercícios, e a Luz virá!

Cabalistas Sobre A Percepção Da Realidade, Parte 7

Laitman_111A Realização Resulta da Interacção entre a Essência Externa e os Nossos Sentidos

Não temos qualquer realização ou percepção de qualquer substância, uma vez que todos os nossos cinco sentidos são completamente inadequados para tal. A visão, audição, olfacto, paladar e tacto oferecem à mente que investiga meras formas abstractas de “incidentes” da essência, formulados através da colaboração com os nossos sentidos.

- Baal HaSulam, O Estudo dos Dez Sefirot, Parte Um, “Reflexão Interna” Capítulo 10

Cabalistas Sobre A Percepção Da Realidade, Parte 6

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

Toda a Realidade Está Contida Dentro do Homem

O Criador fez em nosso cérebro uma espécie de espelho polido que inverte tudo o que é visto lá, de modo que vamos vê-lo fora do nosso cérebro, na frente do nosso rosto. No entanto, o que vemos fora de nós não é uma coisa real. Apesar de tudo, devemos ser muito gratos a Sua Providência por ter criado esse espelho polido em nossos cérebros, o que nos permite ver e perceber tudo fora de nós.

Isto porque, com isso Ele nos deu o poder de perceber tudo com conhecimento claro e realização, para medir tudo de dentro e de fora.

- Baal HaSulam, “Prefácio do Livro do Zohar,” Item 34

Mesmo que vejamos tudo como estando realmente em frente de nós, cada pessoa sensata sabe com certeza que tudo o que vemos está apenas dentro de nossos cérebros. Assim são as almas: apesar de verem todas as imagens no Doador, elas  não têm dúvida de que tudo isso está apenas em seu próprio interior, e não no Doador.

- Baal HaSulam, “Prefácio do Livro do Zohar, “Item 34

Decodificando Cada Momento

Pergunta: Está escrito que quando se perde o pensamento da espiritualidade, você deve dar graças ao Criador. Como podemos agradecer-Lo por isso?

Resposta: Sabemos que todo o nosso trabalho está apenas no desejo, exceto para o tipo certo de desejo, não precisamos de mais nada. Para poder evidenciar a propriedade de doação, o Criador, nós só precisamos continuar nos preparando para o próximo momento seguinte. Tudo o que temos a fazer é apenas decodificar corretamente: De quem eu recebi a sensação de viver, e porque ela veio sob a esta forma?

Não sei nada sobre isso. No entanto, se eu recebo da Luz, da força superior que está me levando para o propósito da criação, então a única coisa necessária de mim é minha consciência e da resposta certa. Ou seja, em cada um dos estados que estou passando, eu tenho que ser capaz de vê-Lo e sua atitude amável para mim, apesar do fato de sentir o oposto.

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Um Homem, Uma Alma, Uma Criação

Pergunta: O Zohar fala sobre a nossa alma comum ou sobre as almas separadas?

Resposta: O Zohar fala da alma de uma pessoa. Isso porque não há mais nada em toda a realidade além de um homem, uma alma, uma criação, Malchut – não importa do que você a chama. E nos parece que há muitas muitas pessoas, os desejos que são separados e estranhos, tudo isso vem da falta de percepção correta da realidade.

Da 2a. parte da Lição Diária de Cabalá de 5/15/11, o Zohar

Material relacionado:
Uma Oração Pela Sociedade É Uma Oração Para Si Mesmo
O Segredo do Sistema Integral

Tudo Depende Do Foco Correto

Dr. Michael LaitmanNós não percebemos que toda a nossa visão de mundo passa através do prisma da sociedade humana. A diferença entre o nível animal e o nosso nível humano reside precisamente no fato de que nós construímos um ambiente.

Nós costumávamos viver em bandos, como os animais. Mas depois começamos a organizar relações especiais entre nós, organizando as pessoas de acordo com uma hierarquia e distribuindo funções. O nosso desenvolvimento, portanto, assumiu um caráter social, mesmo que se desenrolasse de forma egoísta, natural e instintiva, por ordem da natureza. Ainda assim, fomos nos tornando humanos.

Nós não podemos sequer imaginar o que seria viver completamente sozinhos, sem nenhuma lembrança da sociedade humana. Nesta situação, a pessoa viveria por si mesma, no mesmo nível de um animal.

Com isso, fica claro que nós não percebemos a realidade como ela é, mas através do ambiente. A sociedade me criou, me dotou de hábitos e  modelos, ditando como olhar para o que está acontecendo, como avaliar as coisas, e como aceitar tudo o que vejo. Minha mente e sentimentos são programados de acordo com o sistema de valores que a sociedade me condicionou a ter ao longo dos primeiros 20 anos da minha vida. Eu não vejo o mundo como ele é, mas a imagem imposta a mim pela sociedade.

Da mesma forma, na sociedade espiritual temos que dar à pessoa a nossa visão de mundo, canalizada através do prisma do amor, da aspiração de doar aos outros, ao invés do benefício pessoal. A doação tem que adquirir maior importância aos olhos de cada pessoa.

Ao mesmo tempo, a visão de mundo de uma pessoa ainda será construída de acordo com o programa “instalado” nela pela sociedade. Isso é natural, pois é a única maneira dela poder olhar para o mundo. Uma pessoa por si mesma é apenas “um ponto de observação”, enquanto que a análise e a compreensão vêm das normas da sociedade, que lhe diz: isso é importante e isso não, isso significa uma coisa e aquilo significa outra coisa. É como se construíssemos uma matriz na frente da pessoa, através da qual ela vê a Luz superior. Caso contrário, seria impossível vê-la.

Por outro lado, agora nós vemos a Luz superior através da matriz da sociedade humana. Este é o nosso mundo.

Assim, temos que estar plenamente incluídos no grupo, usando os materiais do Baal HaSulam e Rabash. É assim que vamos construir uma nova visão de mundo dentro de nós. Isto é visto de forma muito clara quando se olha para os principiantes. Eles vêm para a aula ou palestra como se viessem de um outro mundo, mas aos poucos adotam uma direção um pouco diferente, uma perspectiva diferente, e valores diferentes. Aos poucos nos aproximamos deles e eles mudam seu ponto de vista, a “polarização” da imagem de sua percepção. No mesmo mundo, uma forma diferente de ser surge através deles.

Então, a palestra termina, a conexão comigo é cortada, e tudo desaparece. Da próxima vez, eles retornam novamente desfocados, com uma “resolução” distorcida. Em cada aula leva-se um tempo para concentrá-los novamente, para trazer os detalhes que se difundem aos seus olhos de volta para um só.

Eu sou incapaz de fazer isso o tempo todo. Vocês devem se concentrar em si mesmos, unindo-se, para que cada ação mútua os mantenha constantemente no foco espiritual. Isso deve se tornar um pouco mais focado e, em seguida, um pouco mais, como se você estivesse ajustando a resolução dos binóculos girando duas lentes para que elas se juntem na meta espiritual. Quando você conseguir isso, você irá imediatamente revelar o mundo espiritual.

Tudo é determinado pelo amor entre os amigos. Este é o “foco” que nos permite ver o Criador. Os amigos reúnem os meus sentimentos e mente em uma direção, para o amor ao próximo, e procuram que eu olhe somente para eles e que só pense em como ajudá-los. Eu me concentro constantemente nisto e, por meio do grupo, foco a minha atenção para a linha mais fina. É assim que eu revelo o Criador.

Da 5ª Lição da Convenção NÓS! 01/04/11, Propósito da Sociedade

Reincialização Da Percepção

Dr. Michael LaitmanPergunta: Na espiritualidade, por que nós temos que formar um desejo para cada novo prazer?

Resposta: Porque na espiritualidade não há prazer sem desejo. Sem desejar, você não conseguirá nada. E o desejo tem que ser novo a cada vez. Estes não são os desejos com os quais você nasceu no nosso mundo.

Quando nós nascemos aqui, nossos sentidos ainda não funcionam. Um bebê praticamente não percebe nada. Ele não ouve ou vê. Ele só tem algumas reações no nível animal. Então, nós imediatamente começamos a bombear e enchê-lo com os nossos programas de percepção.

Se nós dotássemos esta criatura que acabou de sair do ventre da mãe com outros programas, nós a transofrmaríamos em algo completamente diferente. Nós seríamos capazes de construí-la espiritualmente. Isso depende da educação, da criação, do método de desenvolvimento.

Com a nossa atitude desde o primeiro dia, nós criamos a criança para ser egoísta. Não obstante, ela está aberta a tudo: ela pode ouvir e ver de maneira diferente, pode perceber o mundo de forma oposta. No final, tudo depende do ambiente.

Agora, com a ajuda do ambiente, através do mesmo princípio, nós devemos transformar a nossa visão do mundo, a nossa atitude perante a vida.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/12/10, Escritos do Rabash

Percepção Da Realidade: De Newton A Cabalá

Dr. Michael LaitmanNós vivemos em um mundo bastante confuso. E as pessoas se perguntam sobre onde elas vivem, onde elas existem. Geralmente, nós não fazemos essas perguntas ao longo do curso de milhares de anos. Nós pensamos que o mundo em que vivemos é este mundo. Esta concepção é chamada de “percepção do mundo de acordo com Newton”.

Depois, à medida que nós avançamos em nosso estudo da natureza, descobrimos que outros seres, que são diferentes dos seres humanos, percebem o mundo de outras maneiras: cobras o percebem sob a forma de pontos de calor; cães o percebem como uma nuvem de cheiros; abelhas o percebem dividido em vários setores, e assim por diante. Em outras palavras, cada ser percebe o mundo de maneiras diferentes e é orientado de acordo com suas sensações. E isso não nos impede de existir em uma única dimensão, onde todos percebemos o mundo de formas totalmente diferentes.

Depois, surgiu um paradigma diferente. Einstein veio e provou que tudo é relativo: tempo, espaço, movimento, e que não há nada absoluto. Em outras palavras, a nossa percepção da realidade é apenas nossos hábitos, e nós podemos percebê-la de uma forma completamente diferente.

Se tivéssemos que nos mover a uma velocidade muito rápida, se tivéssemos que orbitar em torno de grandes massas celestes, o tempo e o espaço se tornariam deformados, e nós sentiríamos, veríamos e perceberíamos a nós mesmos de maneira totalmente diferente. Esta é a percepção da realidade de acordo com Einstein, que é a teoria da relatividade: Tudo é relativo ao homem. O próximo cientista, Hugh Everett, provou que o mundo que percebemos em relação a nós, isto é, que depende de nós, praticamente não existe; nós o construímos em nossas sensações.

Então surgir a sabedoria da Cabalá, a qual foi ocultada por quase 6.000 anos, e estava sempre escrito em seus livros que nem nós nem o mundo existem como nós o percebemos; tudo é apenas relativo aos nossos sentidos. Se mudássemos os nossos sentidos, o mundo mudaria.

Em outras palavras, de acordo com a teoria de Einstein, há um observador e o objeto de observação. Segundo a teoria de Hugh Everett, há um objeto e um observador, ambos mudando constantemente, e nós somos capazes de perceber algo intermediário entre eles. Mas nós também podemos perceber “exigindo” (por exigência), de acordo com nossas qualidades internas. É disso que fala a Cabalá.

Por que precisamos de todo esse conhecimento? Nós precisamos dele para que possamos, finalmente entender onde nós vivemos, o mundo em que existimos. Surgiram filmes como “Matrix” e “What the Bleep Do We Know” (Quem Somos Nõs?), que transmitem concepções e idéias de que a dimensão que percebemos através dos nossos sentidos físicos não é a dimensão em que vivemos.

Nós temos visão, audição, paladar, olfato e tato. Nós percebemos o que se enquadra no âmbito destes cinco sentidos. A nossa imagem do mundo é baseada nisso.

Mas se nós tivéssemos que começar a nos separar destes sentidos, a imagem do mundo  começaria a diminuir e desaparecer. Em outras palavras, o que percebemos não é o que atualmente existe fora de nós, mas nossas reações, nossas influências internas, as chamadas “perturbações” em relação às coisas que não entendemos.

Mas, que mundo nós perceberíamos se nos libertássemos dos nossos cinco sentidos? Este é o local onde a Cabalá vem e nos diz como podemos nos elevar acima desses cinco sentidos e começar a perceber o mundo de forma diferentes, complementar. Nós podemos começar a perceber a natureza, o mundo, do jeito que ele existe fora de nossos corpos, fora de nossos cinco sentidos, além do mundo onde existimos agora em nossos corpos como qualquer organismo vivo.

Nós temos um princípio dessa percepção, também chamado de “ponto no coração”. Esse não é nem um coração nem um ponto nele. Isso é simplesmente um nome para um sentido rudimentar e adormecido que temos. Nós podemos desenvolver e usá-lo a fim de começar a perceber o mundo que podemos imaginar fora de nossos corpos.

Assim, a Cabalá fala sobre o mundo que existe na realidade fora de nós, fora de nossos cinco sentidos, fora do fluxo de informações que entra em nós. É por isso que é chamada de “Cabalá” (“recepção”), um guia para a aquisição de uma percepção verdadeira da realidade atual.

Da Palestra Pública em Berlin 27/01/2011

O Pensamento Superior é Doação

Toda a criação é o desejo de receber prazer, e é por isso que requer transformação e realização. Mas isto pode ser feito apenas por uma parte em que ela vai ganhar a compreensão, a sabedoria. Esta parte não pertence à própria criação, desce para ela a partir do Criador, a partir do desejo de doar.

Não há nada no universo, exceto estas duas forças: o desejo de receber e o desejo de doar. Da relação entre essas duas propriedades, a criatura começa a analisar como a natureza que da força o afeta. Como resultado, no desejo de desfrutar um mecanismo é formado, que é considerado como uma “cabeça” (um “Partzuf’s Rosh”), significando uma mente, pensamento e discernimento. Com o poder deste pensamento, o desejo começa a atingir-la.

No inanimado, vegetativo, e nos níveis animados, o desejo de desfrutar age instintivamente. E uma criatura deste mundo chamado “homem” age instintivamente está também incluído nisto. Tente ver como podemos medir e avaliar a nós mesmos pelos nossos próprios meios ou pela opinião dos outros, julgamos sempre dentro do nosso egoísmo. [Leia mais →]