Textos com a Tag 'Crise'

Existe Um Remédio Para Ataques Cibernéticos?

laitman_959O maior ataque cibernético da história: 200 mil pessoas em 150 países foram impactadas. Os ataques não só causaram vários problemas, mas também ameaçaram a vida das pessoas.

Os hospitais ingleses não podiam realizar cirurgias e os computadores dos operadores ferroviários na Alemanha e na Rússia foram invadidos. Bancos, empresas, instituições do Estado e indivíduos também sofreram.

A investigação acaba de começar, mas não importa quem estava por trás desta ação e que objetivo eles perseguiam, nós recebemos uma lição instrutiva.

Sim, os hackers podem facilmente danificar um grande número de pessoas e podem imobilizar serviços e sistemas de suporte à vida. Companhias aéreas, serviços públicos, por exemplo, sistemas de controle de semáforos podem se tornar vítimas de chantagem.

A tecnologia nos amarrou em um único emaranhado, e a sociedade não tem soluções eficientes para desafios emergentes. O desenvolvimento social está ficando para trás do desenvolvimento técnico. Computadores que nos forneceram grandes oportunidades, podem se tornar armas de destruição em massa em mãos irresponsáveis ​​.

E o problema não está neles; o problema está em nós. Nós somos capazes de assumir o controle de nossa própria natureza, que no mundo das comunicações globais continua a viver apenas em interesses pessoais e maniacamente busca benefícios à custa dos outros?

Até começarmos o processo de educar o Homem (Adão) em nós mesmos, todos nós dependeremos desse macaco que tem a “granada” de nossas realizações. Somente o Homem usará corretamente a conexão global do mundo e a transformará em benefício de todos.

Islã, Espanha E O Mundo Inteiro

laitman_437Nas Notícias (Breitbart): “Centenas de cartazes exibidos em uma parte dominada pelos imigrantes de Barcelona estão exortando os homens muçulmanos a se casarem com mulheres espanholas em uma tentativa de espalhar o Islã e convidar os membros da comunidade para uma ‘reunião de informação’.

“Os cartazes, que são depreciativos sobre os cristãos, mas apelam aos ‘Irmãos’ para se casarem com mulheres da religião para ‘fortalecer’ o Islã, foram espalhados pelo bairro de El Raval. Os dados oficiais recolhidos em 2014 revelaram que 56,7 por cento dos residentes em El Raval nasceram no exterior.

“‘É permitido e encorajado que o homem muçulmano se case com mulheres honestas e castas que pertencem ao Povo do Livro. Mesmo que tenham distorcido e alterado a tradição, elas ainda são adequadas para o casamento.

“‘Irmão, entre em uma relação com uma espanhola, ensine-a que o Islã é a verdadeira religião. …

“A mídia local informa que El Raval é o alvo-chave para os grupos supremacistas muçulmanos que dizem que os seguidores do Islã têm um ‘direito de retorno’ à Espanha”.

Meu Comentário: A Espanha foi conquistada pelos muçulmanos e permaneceu sob seu governo por um longo tempo.

De acordo com o Islã, as terras que outrora foram muçulmanas por algum tempo, em primeiro lugar, são obrigadas a retornar ao Islã, sem mencionar o mundo inteiro.

Pergunta: O que vai acontecer com a Espanha?

Resposta: A mesma coisa que acontecerá com o mundo inteiro: o Islã cobrirá o mundo inteiro. Naturalmente, haverá grandes problemas com o cristianismo, especialmente com a ortodoxia. Mas eles vão resolver isso. Isto é o que a Torá diz.

Pergunta: E nós? Seremos capazes de lidar com isso?

Resposta: Quando vierem contra nós, eles ficarão doentes. Mas primeiro vão conquistar a Europa.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 27/03/17

Boas Relações, Por Onde Começar?

laitman_284_02Pergunta do Facebook: Por que você acha que todos os problemas podem ser resolvidos unindo-se? O Knesset (Parlamento) dirige o Estado [Israel]. Nós devemos começar com isso.

Resposta: Não adianta falar com governos e líderes que só pensam em ocupar um assento aquecido, mantê-lo e elevá-lo o mais alto possível, o que é o oposto absoluto do que estamos pedindo, o objetivo para onde uma pessoa deve avançar.

É melhor se nos empenharmos em questões espirituais e deixá-los com seus negócios.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 30/03/17

Energia Nuclear Da Coreia Do Norte

Laitman_200_02Comentário: A Coreia do Norte continua a aumentar sua potência nuclear. Em torno dela, como tubarões, os cruzadores americanos começam a se mover. A Coréia do Sul está preocupada com os acontecimentos. O mundo inteiro gradualmente começa a tremer, acreditando que uma verdadeira guerra nuclear poderia ser iniciada ali.

Minha Resposta: É bem possível. O fato é que o jovem que está no poder na Coréia do Norte nunca esteve em guerra e não serviu no exército, mas é o comandante supremo. Então, o que pode ser feito?

Comentário: No entanto, eles conseguiram permanecer independentes e ainda permanecem em seu milagre comunista.

Minha Resposta: Por um lado, eles levam uma vida pobre, mas por outro lado, têm certa satisfação interna em comparação com o resto do mundo de hoje.

Comentário: Em princípio, a Coreia do Norte é caracterizada por uma aspiração puramente comunista à igualdade, ao fato de que todo mundo está trabalhando.

Minha Resposta: Tal igualdade conecta as pessoas, lhes dá uma realização interior. Se o próximo regime não fornecer isso, eles não terão essa realização. A liberdade devasta uma pessoa.

Seria bom acrescentar os princípios Cabalísticos ao que eles estão tentando construir. O princípio Cabalístico é uma distribuição igual do produto interno bruto e praticamente nenhum exército, o que significa o suficiente para proteger o país, mas não para ser agressivo. Então, dez por cento dos fundos que gastam no exército será suficiente para eles e eles poderiam se tornar um belo país em desenvolvimento.

O fato é que o líder norte-coreano precisa permanecer no poder, e assim age dessa maneira.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 13/04/17

Renda Básica Para Todos

Laitman_419Nas Notícias (Independent): “Os candidatos presidenciais franceses apoiaram um plano para introduzir uma renda básica universal de € 750 (£ 655) por mês, que eles descreveram como uma tentativa de combater a ameaça de robôs que tomam mais de três milhões de empregos.

“Dois dos sete candidatos à liderança do Partido Socialista Francês propuseram a medida, em que todo cidadão Francês acima dos 18 anos receberia o pagamento mensal, independentemente do seu estado de emprego”.

Meu Comentário: É impossível introduzir uma renda básica em um país quando ele está conectado com o resto das nações da União Europeia. O que milhões de italianos, espanhóis, gregos, e todos os outros dizem? Como os povos das nações vizinhas se relacionariam com os seus governos se a França introduzisse uma renda básica para todos?

Pergunta: E se a União Europeia quebrasse, eles seriam capazes de introduzir uma lei como essa?

Resposta: Nesse caso, sim. Caso contrário, a possibilidade de influenciar o outro não pode ser descartada. “Eu não quero que você introduza uma renda básica porque não estou em uma posição para fazer isso. Então, eu vou colocar uma pedra no seu caminho”.

Pergunta: E o que dizer de uma pessoa que começasse a receber uma renda básica?

Resposta: O que aconteceria seria a deterioração natural. Se não obrigarmos a pessoa a fazer alguma coisa, então uma deterioração completa apareceria porque nossa natureza é egoísta. O ego aspira a um estado de tranquilidade ou um movimento direto, uniforme como toda a natureza. Isso é tudo, sem movimentos supérfluos e novos.

Este seria um estado de deterioração para a nação. Uma nação não seria capaz de fazer nada se não obrigasse as pessoas a sair de suas “tocas” e participar de eventos sérios que as movessem a frente e as desenvolvessem. Portanto, elas devem introduzir a formação e a educação integral e diversas atividades. Além disso, elas devem ser obrigadas. Se não, não restará nada da humanidade. Seria voltar ao nível da besta, dar às pessoas a possibilidade de se sentar em suas tocas e olhar de lá para a luz com os olhos vazios.

Pergunta: Então, é necessário introduzir uma renda básica ou não?

Resposta: É possível inseri-la com a condição de que empreguemos pessoas. Primeiro de tudo, é necessário introduzir um sistema estaria seriamente envolvido com a educação das pessoas e que as obrigaria. As condições devem ser definidas para receber uma renda básica: se uma pessoa estudar e estiver envolvida em um quadro especial onde trabalha sobre si mesma para construir um novo futuro, uma nova nação, uma nova sociedade, então ela merece uma renda básica. O trabalho físico pode ser feito por robôs.

Então, tudo vai começar a florescer. Como resultado da educação e formação, as necessidades das pessoas serão reduzidas ao mínimo, porque não haverá ganhos como tal. Gradualmente, a renda básica será obrigatória. Em princípio, apenas isto permanecerá porque nos próximos dez anos, todos os locais de trabalho serão ocupados por robôs. As pessoas já não precisarão perseguir novos excessos porque todo mundo vai ter certo rendimento regular. Talvez elas o recebam não em dinheiro, mas sob a forma de mercadorias, alimentos, roupas, utilização gratuita de eletricidade, recursos energéticos, e assim por diante. Ou seja, tudo vai ser mais ou menos reduzido à liquidação não pecuniária.

Em geral, este é um movimento em direção ao comunismo. Todo mundo vai ter uma renda básica e as pessoas vão começar a trabalhar na construção de uma sociedade livre, igualitária e unida. Este seria o trabalho das pessoas. Apenas uma pequena parte estaria comprometida com o desenvolvimento e construção de robôs e sua programação.

Robôs estão se tornando comuns hoje. Mesmo que eles pareçam os mesmos externamente, eles vão ser programados de forma diferente: uns vão soldar, outros colar, outros montar, estes prender, e assim por diante. Eu vi fábricas inteiras que foram construídas assim. Foi muito bonito!

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 18/01/16

Jpost: “A Segunda Revolução Francesa”

O The Jerusalem Post publicou o meu novo artigo “A Segunda Revolução Francesa

Para evitar o risco de uma segunda revolução, o próximo presidente da França terá que fazer o que parece ser impossível: unir o povo francês.

Diante das constantes ameaças de terrorismo e de fortes divisões em matéria de imigração, economia, Frexit e outras questões de peso, o público francês foi às urnas nesta semana para determinar quem liderará sua nação. Quem quer que vença o segundo turno do mês determinará muito mais do que o destino da França. Está em jogo o futuro de todo o continente europeu. Mas para ter sucesso, o novo presidente terá que conseguir o que parece ser impossível: unir o povo francês.

A República Francesa é dividida em duas. O novo presidente enfrentará uma oposição feroz semelhante à que Donald Trump está enfrentando nos EUA, Recep Tayyip Erdoğan está enfrentando na Turquia e Mark Rutte está enfrentando na Holanda.
Mesmo que os cidadãos franceses possam chegar a um acordo sobre o novo líder, se o país se separar do bloco europeu e fechar suas fronteiras, ele ainda terá que lidar com enxames de imigrantes inundando a França e tomando Paris. Além de representar um grande desafio político e humanitário, as relações com os imigrantes continuarão a dividir o povo francês e perturbar suas vidas.

No final, não há solução para esses problemas, pelo menos não uma que todos concordem e, portanto, possa representar uma solução sustentável.

Albert Einstein disse uma vez: “Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível do pensamento com o qual os criamos”. De minha própria herança eu sei que os problemas não devem ser resolvidos; eles se destinam a servir como alavancas para subir a níveis mais elevados.

O Rav Kook escreveu em Cartas do Raiah: “A grande regra sobre a guerra de opiniões, quando cada visão vem a contradizer outra, é que não precisamos contradizê-la, mas sim construir acima dela, e assim subir”.

Nos próximos anos, ficará cada vez mais claro que o desafio mais formidável que os líderes de hoje enfrentam é manter e reforçar a solidariedade interna de suas nações.

Da Individualidade à Interconectividade

A principal causa de atrito e animosidade entre as pessoas é o nosso egocentrismo. Ele nos faz rejeitar uns aos outros, odiar uns aos outros, e nos transforma em tais narcisistas que arruína nossas chances de estabelecer relações significativas com outras pessoas.

Os franceses, os turcos e todas as outras nações do mundo podem assinar a lei que desejarem. Eles podem concordar em compromissos e estabelecer uma aparente ordem social estável, mas a experiência tem provado que os acordos estão destinados a ser quebrados, e os países estão destinados a desintegrar.

Hoje, mesmo os Estados Unidos da América não estão imunes à fragmentação. A única coisa que pode reverter nossa crescente alienação é a compreensão de que não estamos destinados a resolver nossas disputas; estamos destinados a transcendê-las e unir.

É exatamente como o Rei Salomão disse: “O ódio desperta a contenda, e o amor cobre todos os crimes” (Provérbios 10:12). Quando fazemos isso, nossas diferenças tornam-se forças, porque nos obrigam a melhorar nossa unidade para corresponder ao nosso intenso nível de desunião. Ao faze isso, aprendemos a operar como um organismo saudável cujos vários órgãos executam diferentes tarefas, ainda que complementares.

Quanto mais cedo aprendermos a trabalhar dessa maneira, mais cedo mudaremos o rumo da sociedade, do ominoso ao propício.

Os franceses não precisam encobrir os abismos em sua sociedade. Cada facção é única e tem suas próprias tradições que devem ser preservadas e apreciadas. Em vez de tentar uniformizar a sociedade, os franceses fariam bem em tratar as suas diferenças como variedades, elementos que enriquecem a sociedade francesa e acrescentam cor e vitalidade ao país.

Mesmo desafiador, o próprio esforço invocará tal positividade que inverterá o sentimento sombrio de incerteza e insegurança que prevalece atualmente, e permitirá que as diversas comunidades coexistam em paz.

O futuro líder da França terá que manter os dois níveis: fendas e diferenças, até ao ponto do ódio, e acima dele um nível de responsabilidade mútua para aumentar a unidade de toda a sociedade francesa.

As tensões sociais não desaparecerão. Pelo contrário, vão crescer e assim permitir e obrigar os franceses a construir pontes mais fortes entre eles. Novamente, a idéia não é aceitar o ponto de vista do outro, mas formar uma nova visão, uma na qual a unidade da sociedade francesa é primária e tudo o mais é secundário. Desta forma, as diferenças entre as facções não serão descartadas ou suprimidas, mas antes abraçadas como contribuintes para a diversidade de uma sociedade francesa unida.

O Princípio da Unidade Acima de Tudo

Para ter êxito, a nova liderança francesa terá que concordar que o princípio da unidade acima de tudo é a sua principal prioridade. A coesão e a solidariedade do povo dependem da adesão a essa noção em todos os níveis da vida.

A unidade deve ser a base das relações na sociedade, família, trabalho, escolas e universidades, e mesmo na política. Deve haver um Departamento de Unidade, assim como há um Departamento de Justiça, e deve ter precedência sobre todas as outras agências federais. Sua única tarefa será elevar e exaltar a importância da unidade acima de tudo – através das mídias sociais, meios de comunicação e todos os meios de propaganda.

Atualmente, o mundo está indo de mal a pior. No entanto, quanto mais odiosos nos tornamos, mais a vida está nos forçando a nos conectar. Enquanto resistimos a essa tendência, o choque entre a direção da vida, para a conexão, e o nosso desejo de se separar se tornará cada vez mais doloroso. A menos que aprendamos a usar a tendência da realidade de se conectar para o nosso benefício, conectando-se acima de nosso ódio, a tensão entre as duas forças opostas se romperá, e uma guerra total se desencadeará.

Quando a guerra acabar, um líder ainda terá que unir todos acima de suas diferenças. Se os líderes em todo o mundo entenderem o princípio da conexão acima do ódio e levarem seus países para ele, eles traduzirão isso em leis aplicáveis ​​que mudarão todos os sistemas públicos e transformarão o discurso público. Estes, por sua vez, ajudarão cada pessoa a se levantar acima do isolamento e encontrar alegria na conexão e na unidade.

Este ano será crucial para a Europa, à medida que a França, a Alemanha e outros países decidirem a identidade dos seus líderes para os próximos anos. Se esses líderes eleitos se comprometerem com a unidade, a Europa prosperará. Caso contrário, a UE irá se desintegrar e as possibilidades de guerra irão aumentar dramaticamente.

A Aniquilação De Aleppo

laitman_286Nas Notícias (Huffington Post): “Se alguma vez houve um conflito necessitando desesperadamente uma intervenção das Nações Unidas, a Síria atual é um deles. …

“A guerra civil de cinco anos já causou cerca de 500.000 mortes e levou mais de 11 milhões de suas casas, causando um terrível desastre humanitário em toda a região. O regime de Assad usou armas químicas em seu próprio povo e suas forças violaram flagrantemente o recente cessar-fogo. Com a escalada dos ataques aéreos sírios e russos contra civis em Aleppo, e uma possível invasão terrestre pelas forças do regime, a região está entrando cada vez mais no caos. E devido ao envolvimento da Rússia na crise síria, as relações diplomáticas entre as duas superpotências nucleares do mundo – os EUA e a Rússia – se deterioraram perigosamente”.

Pergunta: Existe uma maneira de parar isso?

Resposta: O que pode ser feito quando a própria ONU não está levantando um dedo e nem a Europa ou os Estados Unidos? Ninguém está fazendo nada.

Todo mundo está observando calmamente, adicionando combustível ao fogo e fornecendo armas para todos os lados, em vez de assinar um memorando que proibisse o fornecimento de armas. A cidade se tornou escombros que lembravam os últimos dias de Pompéia.

Pergunta: No futuro haverá empatia entre uma pessoa e outra?

Resposta: Não haverá e especialmente entre os xiitas e os sunitas. Além disso, trata-se de batalhas entre árabes e árabes. Imagine o que aconteceria se não se tratasse de xiitas e sunitas, mas de árabes e judeus? Os árabes, com tanto peso conquistariam Israel. Depois disso, não restaria nada a ser feito.

Pergunta: Você acha que o mundo permaneceria silencioso neste caso?

Resposta: O mundo ajudaria todo mundo, exceto os judeus. Nós vimos isso durante a Segunda Guerra Mundial. Portanto, precisamos entender que o que está acontecendo na Síria e no mundo também é culpa dos judeus. Como não estamos levando o método de unificação das pessoas ao mundo, elas não podem se unir.

Cabe a nós, povo de Israel, compreender que depende de nós acalmar o mundo, sua ascensão a um estado bom, correto e devidamente unido. Somente nós temos o método de unidade para todas as nações do mundo, e cabe a nós tomar isso sobre nós mesmos, compreendendo que somos responsáveis ​​pela situação atual e que devemos convidar a humanidade a seguir o método de unificação.

Assim que começarmos a aplicá-lo a nós mesmos, o mundo imediatamente se sentirá calmo, virará em nossa direção e ficará espantado: “O que os judeus estão fazendo, que de repente está mais calmo e melhor para nós?”

Da mesa forma que agora eles culpam os judeus por todos os seus problemas, de repente começarão a dizer: “O que os judeus fizeram para que agora haja paz?” Assim que começarmos a fazer o bem, as nações do mundo voltarão imediatamente seus rostos em nossa direção e começarão a nos ajudar.

Pergunta: No Facebook eles chamam você de ficção científica e contador de contos de fadas. As pessoas consideram irrealista que mudanças aconteçam no mundo ou que o povo judeu mude. Eles escrevem: “Seria bom se acontecesse assim, mas será possível?”

Resposta: Se isso não acontecer, então “devoraremos” uns aos outros e assistiremos a representações de ilegalidade. Isso ainda está acontecendo fora de nossas fronteiras, mas somente até certo ponto.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/12/16

O Plano Para Sair Da Crise, Parte 6

laitman_268_01Qual será o substituto do populismo democrático?

Pergunta: Qual deve ser o próximo passo após a democracia?

Resposta: O próximo passo é que, em vez de “democratas” escolhidos pelo público daqueles que são melhores em dar belas promessas e sorrisos, pessoas mais sérias e responsáveis ​​chegarão ao poder. Elas farão o que é verdadeiramente necessário ao público, ao país e ao mundo, em vez de acomodar o populismo e a publicidade pessoal diante das massas.

A responsabilidade foi deficitária durante todo o período anterior da chamada decisão “democrática”. Um exemplo disso são os líderes dos países europeus, que abriram as suas fronteiras para que os refugiados entrem livremente.

Todas essas decisões foram tomadas sem qualquer análise prévia e consideração pelas corretas prioridades de valores. Os países europeus simplesmente se destruíram desta forma.

Comentário: Os democratas afirmaram que o povo são a sua prioridade.

Resposta: Uma “pessoa” na democracia significa as massas, mas as massas são incapazes de tomar a decisão certa. Eu ouvi de um candidato a primeiro-ministro que ele precisa de dois bilhões de dólares para conseguir isso. Se ele tivesse o dinheiro, o resto é uma questão de técnica. Eles compram a mídia: televisão, rádio e jornais para fazer propaganda, e depois das eleições este dinheiro retorna e dobra.

É assim que escolhemos os governantes hoje: tudo depende apenas da publicidade, uma vez que o público escolhe de acordo com um número simples de votos. Você não acha este sistema falho? A democracia é possível se a nação for educada e souber o que está fazendo. Pode haver dissidência entre eles, mas uma que seja totalmente reconhecida, em vez de evocada pela publicidade que determina a quem distribuir a simpatia do público.

Neste momento, toda essa abordagem democrática está sujeita a verificação e será alterada. No futuro as pessoas vão eleger aqueles que estão em contato com a força superior da natureza, o Criador. Ninguém será capaz de governar o mundo exceto aqueles em realização espiritual. Quem mais pode saber como governar este mundo, especialmente durante os nossos tempos, quando ele está se tornando um único sistema?

A sociedade pode eleger democraticamente, mas para isso precisa ser corrigida. Por ora a liberdade pessoal significa ser capaz de fazer tudo o que você entende.

A verdadeira democracia assume um público educado que compreende em que mundo, em que sistema da natureza eles existem e o que é necessário para avançar corretamente para uma conexão mais leal ao sistema da natureza chamado de “Criador”.

Baal HaSulam escreve em seu artigo “A Última Geração”: “A pessoa não deve se confundir em relação às democracias modernas, uma vez que elas usam vários truques para enganar os eleitores.

E até que as massas amadureçam e percebam essa mentira, a maioria continuará a eleger de acordo com o que é ordenado de cima. E o principal truque é que primeiro o candidato é louvado, sua sabedoria e justiça são anunciados, e as massas acreditam nas mentiras e o elegem. No entanto, essa mentira nunca se torna a verdade”.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/01/17, Lição sobre o Tópico: “Mismah Arosa (Documento Arosa)”

O Plano Para Sair Da Crise, Parte 5

laitman_600_04Altruísmo – Genuíno ou Irresponsável

Pergunta: Há muitas pessoas no mundo de hoje que podem se chamar de altruístas. Por que você acha que a resolução da crise é possível através da educação altruísta?

Resposta: Não estamos falando do altruísmo como habitualmente entendido neste mundo, mas do significado Cabalístico dele. Altruísmo é a percepção de toda a sociedade como um sistema em que o bem-estar de um indivíduo é equivalente ao bem-estar da sociedade; portanto, ele deve se incluir na sociedade e tratá-la como trata a si mesmo.

Não sei se vários altruístas e humanistas pensam o mesmo. Se algum deles tratam a sociedade dessa maneira, ela está próxima do que a sabedoria da Cabalá exige de nós.

Se uma pessoa vê sua vida como parte da sociedade, como um embrião no ventre de sua mãe, recebendo tudo dela, ela percebe que tudo depende do bem-estar da sociedade. É por isso que ela dá tudo para a sociedade e leva apenas as necessidades básicas para si mesma. Através deste comportamento, nós garantimos nossa vida espiritual sem quaisquer restrições.

Uma pessoa vai tratar a sociedade desta forma, se receber uma educação integral. Com a ajuda desta educação, ela começará a entender e sentir o que é a “integralidade” e o que significa ser tudo como um só homem. Sem isso, o mundo não pode existir. A crise global e os numerosos problemas que o mundo moderno está experimentando hoje nos levam a isso.

O mundo está no período de transição quando a era da “democracia” e do “liberalismo”, que levou os líderes da sociedade a uma administração irresponsável, está chegando ao fim. Se toda a gestão é realizada exclusivamente de uma forma “democrática”, os resultados são os mais desastrosos.

Afinal, quem escolhe os líderes? Este é o público que faz a sua escolha com base em qual candidato grita mais alto, parece mais bonito, e é mais parecido com os ícones de Hollywood.

Nós podemos ver os resultados deste populismo em todo o mundo. Os líderes dos países europeus destruíram a Europa com seu curso liberal. Talvez, ainda não esteja claro para todos, mas em breve isso se manifestará de forma plena.

E o mais importante, a influência prejudicial dos meios de comunicação de massa determina a opinião pública através dos discursos de artistas famosos e figuras populares que sabem convencer as pessoas.

Acontece que a liderança dos países é escolhida não de acordo com suas qualidades de liderança profissional, mas de acordo com suas habilidades de falar em público.

O público, impressionado pelas performances, escolhe seus líderes, que então chegam ao poder e começam a fazer o que quiserem. Tudo isso é resultado do populismo, do liberalismo e da democracia. O problema da liderança moderna é a sua incompetência.

A revisão de toda a abordagem anterior está começando agora, e esperamos que isso leve à correção.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/01/17, Lição sobre o Tópico: “Mismah Arosa (Documento Arosa)”, “Plano para Sair da Crise”

O Plano Para Sair Da Crise, Parte 4

Dr. Michael LaitmanA força da sociedade depende de sua avaliação pela pessoa.

A brochura “A Crise e a Sua Resolução” (Fórum de Arosa, 2006): O objetivo das forças altruístas é a formação de novos valores altruístas sociais e humanos.

Essa conclusão se baseia no pressuposto de que a natureza é um sistema único, um organismo ou um corpo. Isso é o que a sabedoria da Cabalá afirma e o mesmo é confirmado não apenas pela sabedoria espiritual, mas também pela ciência corpórea comum.

Apesar do fato de que todos os níveis deste organismo, do nível inanimado, vegetal e animal até o humano, serem diferentes e separados uns dos outros, todas as suas partes estão conectadas por bilhões de laços e, finalmente, tudo se acumula em um sistema integral.

O sistema da natureza opera sob leis altruístas, ou seja, nem uma única parte deste sistema pensa em si mesma porque, naturalmente, não pode existir isoladamente, mas somente em sinergia, em uma completa e boa conexão mútua com outras partes.

O altruísmo é uma conexão boa e correta entre todos os elementos onde nenhum elemento se separa dos outros, mas desempenha seu papel em prol do sistema geral. É assim que todos estão conectados.

A saída da crise envolve “a formação de novos valores altruísticos-sociais e humanos”. Em outras palavras, é necessário educar todas as nações, toda a humanidade nos valores de um sistema comum da natureza. Se não começarmos a observar suas leis altruístas e parar de destruir a natureza, nunca sairemos da crise.

A crise continuará em todas as formas possíveis. Nós estamos apenas passando de uma forma para outra e depois para uma terceira. Desta forma, já passamos por duas guerras mundiais. No entanto, foram “guerras mundiais” apenas figurativamente falando em comparação com a verdadeira guerra global que pode explodir hoje.

Portanto, a única solução para a crise é a educação, uma explicação sobre o sistema geral em que existimos. É a natureza que nos obriga a manter suas leis altruístas, e não a invenção de algum filósofo, político ou partido que procura tomar o poder e governar os outros.

A natureza nos empurra para nos levar a uma forma integral, que de acordo com nossas ações dentro dela é chamada de “altruísta”, ou seja, para o benefício do outro. Pela lei geral do sistema integral, todos trabalham em benefício dos outros.

A fim de mudar o comportamento de uma pessoa de egoísta para altruísta, esta deve mudar as prioridades, a hierarquia de valores e se certificar de que a doação à sociedade é muito mais importante e benéfica do que a recepção dela.

Ao receber, a pessoa se preocupa somente consigo mesma, o que é impossível porque ela está completamente ligada à sociedade. E para receber da sociedade, você precisa primeiro se conectar corretamente a ela.

O problema é que nossa conexão com a sociedade não é altruísta, mas sim egoísta e, consequentemente, não podemos receber da sociedade o que ela é capaz de nos dar. A sociedade pode nos dar tudo. Se nos conectamos corretamente à natureza, há uma abundância completa, porque todos os nossos desejos derivam da natureza, e ela tem todos os meios para satisfazê-los.

Nosso único problema é que não sabemos como se conectar corretamente ao sistema da natureza. A educação correta é ensinar uma pessoa como se conectar a todo o sistema da natureza, incluindo seus níveis inanimado, vegetal, animal e humano em uma forma integral e altruísta.

Com isso, a pessoa alcança a harmonia com o ambiente, torna-se incluída nele, e recebe dessa harmonia tudo o que precisa.

Isto não se refere à recepção do que quer o egoísmo pessoal possa desejar, mas sim de como satisfazer suas verdadeiras necessidades.

Uma pessoa tem que sentir uma realização muito maior de dar à sociedade do que de qualquer aquisição egoísta. Para atingir esse objetivo, nós temos apenas um meio, que é a opinião pública. Não há nada mais importante para uma pessoa do que a opinião dos outros. Merecer a aprovação da sociedade é o objetivo da vida de uma pessoa.

Quanto mais a pessoa valoriza e eleva seu ambiente, mais se conecta a ele e pode obter nutrição dele. A força e o poder da sociedade dependem unicamente da sua avaliação pela pessoa. Se negligenciarmos a sociedade, considerando-a insignificante, não há quase nada que possamos tirar dela. Mas se valorizarmos infinitamente a sociedade, receberemos dela uma satisfação infinita.

Tudo depende apenas do quanto a pessoa valoriza seu ambiente e se integra a ele – na medida em que pode receber dele.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/01/17, Lição sobre o Tópico: “ Mismah Arosa (Documento de Arosa)”, “Plano para Sair da Crise”