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“Um Raio De Luz Fora Da Pandemia” (Medium)

Medium publicou meu novo artigo: “Um Raio De Luz Fora Da Pandemia

Uma enorme e espessa nuvem cinza cobre o planeta e não há sinal de que ela vá embora tão cedo. É assim que as pessoas se sentem depois de tantos meses com o impacto da Covid-19 em nossas vidas. A humanidade não vê uma saída no horizonte e começa a se sentir cansada, esgotada e presa em pensamentos negativos sobre o que pode vir a seguir. Nossas perspectivas sobre o futuro são incertas e a perplexidade se tornou um terreno fértil para o desespero e a depressão. Toda essa escuridão poderia mudar rapidamente se pudéssemos descobrir a fonte de realização duradoura que a crise atual está nos levando a revelar.

Somente quando nos conectarmos positivamente com os outros, dissiparemos a nuvem que escurece a atmosfera atual e transformaremos o clima em uma realidade ensolarada e brilhante.

A pandemia causou interrupções críticas nos serviços de saúde mental em 93% dos países em todo o mundo, pois a demanda por apoio psicológico aumentou dramaticamente, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Enquanto isso, os cientistas alertam sobre o que parece ser uma nova onda iminente do coronavírus no inverno que se aproxima, combinada com a temporada de gripe. Começamos a entender que as restrições de estilo de vida vão permanecer conosco por muito tempo, pelo menos até que uma vacina comprovada seja lançada, e mesmo assim, não haverá certeza absoluta sobre sua eficácia, pois novas mutações do vírus podem surgir. Nossa situação está mudando a maneira como percebemos e abordamos nossas vidas.

Alguns estão tentando manter algum senso de normalidade, indo ao trabalho – se ainda tiverem a sorte de ter um emprego – e incluir em suas programações diárias alguns exercícios para se manter em forma e saudável. Mas, bem no fundo, a alegria e o entusiasmo pela vida desapareceram. O sofrimento interno causado pela crise está provocando apatia e amargura.

A busca por aspirações materialistas perdeu muito da relevância que tinha no passado, quando almejávamos poder, dinheiro e status. Agora, a loucura da competição sem fim e a busca contínua por prazeres tornaram-se preocupações secundárias. E, como a vida não oferece mais um propósito claro, as pessoas se sentem dominadas pelo cansaço. Algumas lutam para sair da cama, tendo caído em depressão e impotência, enquanto outras reagem com explosões de raiva contra as restrições, bloqueios e medidas preventivas relacionados à pandemia.

Essas manifestações refletem uma falta de perspectiva sobre o futuro, onde não vemos qualquer compensação pelo sofrimento que enfrentamos. Inconscientemente, a humanidade pergunta: “Por que temos que suportar esta situação? Para qual propósito?” A natureza está apontando precisamente o que a humanidade precisa mudar. É revelador para nós que a maneira como temos vivido nossas vidas até agora, impulsionados por nossos impulsos egoístas e ações para benefício próprio, não é mais possível. O mundo se revela cada vez mais como se comportando como um sistema complexo e mecanicista de engrenagens, onde só podemos garantir seu funcionamento suave levando em consideração como articular as engrenagens complementares e corretas de todos os seus elementos.

Portanto, precisamos nos adaptar à nossa nova realidade. Não temos controle sobre o vírus, mas temos controle sobre como lidamos com suas consequências como sociedade humana. Devemos, portanto, ajudar uns aos outros a permanecer à tona durante a tempestade da peste. É imperativo encontrar maneiras de combater o estado de desespero geral e organizar sistemas de apoio que fortaleçam os indivíduos para evitar que caiam no desamparo. Quanto mais investirmos no bem-estar geral agora, mais seremos capazes de salvaguardar a consciência e o bom espírito da sociedade. Todos os países do mundo devem fazer todos os esforços possíveis para tornar as comunidades mais coesas, onde ninguém seja deixado sozinho, onde todos tenham o apoio do grupo como uma rede de segurança, emprego e a opção de se envolver em atividades físicas e sociais, como grupo jogos, música e esportes.

Podemos alcançar a coesão desejada em nossas sociedades por meio de uma mudança fundamental em nossos valores: de competitivos, individualistas e egoístas para cooperativos, conectados e altruístas. Quando nosso desejo de desfrutar for redirecionado, quando deixarmos de almejar a satisfação individual e passarmos a almejar a satisfação dos outros, encontraremos a chave para a felicidade sem limites, porque estaremos livres de nosso egoísmo escravizador. Somente quando nos conectarmos positivamente com os outros, dissiparemos a nuvem que escurece a atmosfera atual e transformaremos o clima em uma realidade ensolarada e brilhante.

“Covid-19 – O Próximo Estágio” (Medium)

Medium publicou meu novo artigo: “Covid-19 – o Próximo Estágio

Estamos entrando em uma nova etapa em nosso “relacionamento” com o coronavírus. Quase terminamos o estágio de negação e as pessoas estão começando a aceitar que ele está aqui e não há nada que possamos fazer para afugentá-lo. Embora pareçamos estar profundamente no estágio de raiva, e isso ainda possa causar muitos danos, também estamos começando a nos cansar da guerra e desistir. Não temos muito o que procurar. Procuramos as velhas formas de nos divertir, de conseguir alguma coisa, de lucrar, de competir, mas não há nada disso. Estamos apenas indo sem rumo dia após dia. Essa falta de objetivo não é tão passiva quanto parece. Em alguns, desperta raiva e agressão; em outros, causa apatia.

Procuramos as velhas formas de nos divertir, de conseguir alguma coisa, de lucrar, de competir, mas não há nada disso. Estamos apenas indo sem rumo dia após dia. Essa falta de objetivo não é tão passiva quanto parece. Em alguns, desperta raiva e agressão; em outros, causa apatia.

Pior ainda, a frustração e desespero podem fluir do nível pessoal para o nível social e levar a desordens sociais, revoluções e desintegração de sociedades e países. A partir daí, a desesperança pode se espalhar para o nível internacional e levar a confrontos entre países, que, não vendo futuro para si próprios ou para o mundo, podem levar a uma guerra mundial total onde eles se esforçarão não para vencer, mas para destruir outro. Se as coisas chegarem a esse ponto, será uma guerra mundial nuclear, o pior pesadelo da humanidade.

Não é que nossas vidas tivessem tanto significado antes da Covid-19, mas antes da pandemia, podíamos camuflar nosso vazio com viagens, compras, carreiras, relocação frequente, mudança frequente de parceiros e Netflix. Agora tudo o que temos é a Netflix. Mas com a morte da indústria cinematográfica, até a Netflix parece mais um monumento a uma vida passada do que um bom passatempo no presente. É como se o vírus tivesse sufocado nossas formas anteriores de diversão e nos deixado com falta de ar, buscando desesperadamente uma nova forma de encontrar vitalidade, encontrar uma razão para viver.

Quando estamos nesse estágio, podemos realmente começar a construir algo novo. Somente quando desistirmos inteiramente de encontrar maneiras de agradar a nós mesmos, começaremos a ter uma visão mais favorável de como agradar aos outros. É para onde a Covid está nos levando, porque, quando se trata de agradar aos outros, não há limites para o que podemos fazer e o que os outros podem fazer por nós.

A humanidade está caminhando para uma mutualidade de um tipo que nunca conhecemos. Até agora, estávamos acostumados a pensar na sociedade, nos amigos e até na família como fontes de benefício e prazer para nós mesmos. O coronavírus está nos fazendo inverter nossa atitude para com as pessoas ao nosso redor e começar a vê-las como oportunidades de doação, e na própria doação encontrar novos significados para nossas vidas, novas fontes de prazer e alegria, nova vitalidade e energia à medida que nos engajamos em reciprocidade ao invés de autoabsorção.

A transformação não acontecerá da noite para o dia. Ainda estamos no começo. A praga é muito “jovem”, tem apenas alguns meses, mas já podemos ver a tendência. Aos poucos, o vírus nos tornará semelhantes ao resto da natureza: dar e receber, equilibrados e harmoniosos. Isso nos tornará indivíduos conscientes que se sintam parte de um enorme e grandioso projeto que a natureza criou e que se manifesta na realidade que nos cerca. Em vez do vazio constante de buscar prazeres, vamos celebrar a vida. Em vez de drenar e esgotar nosso ambiente social e natural, nos tornaremos como torneiras abertas, fontes que sempre saciam, mas nunca secam.

Ao nos esforçarmos para dar em vez de receber, encontraremos mais do que uma razão para viver; vamos encontrar o sentido da vida! Descobriremos que a verdadeira alegria e satisfação existem em criar vida, não em extingui-la. No processo, iremos desenterrar a natureza integral da realidade, onde tudo está conectado e evoluindo. Nos sentiremos como partes da realidade comum e não como unidades distintas cuja existência termina assim que sua vida física expira.

Ao nos roubar os brinquedos de nossas vidas passadas, a Covid-19 não está nos punindo. Ela está antes nos fazendo erguer a cabeça e ver onde está o verdadeiro prazer. Se ela não tivesse tirado nossas vidas anteriores, teríamos levado décadas de sofrimento humano, guerras e aniquilação mútua para finalmente olhar para cima e ver onde está o verdadeiro prazer. Apesar do preço, a Covid é o meio menos doloroso que a natureza poderia empregar para nos mostrar o caminho para uma existência feliz e sustentável. Quanto mais cedo seguirmos seu exemplo, menos teremos que sofrer antes de encontrar felicidade e sentido na vida.

“Israel E Os Judeus Da Diáspora – Irmãos Muito Distantes” (Times Of Israel)

The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Israel E Os Judeus Da Diáspora – Irmãos Muito Distantes

O Ministro de Assuntos da Diáspora de Israel, Omer Yankelevich, está promovendo uma proposta que obrigará o governo israelense a consultar representantes do mundo judaico sobre questões relacionadas a eles antes de tomar decisões. A ideia, embora essencialmente correta, destaca o abismo que separa Israel dos judeus fora de Israel.

Antes de tomarmos qualquer decisão, precisamos nos conhecer. Como posso tomar uma decisão a respeito de outras pessoas se não sei como elas vivem, o que desejam, como ganham a vida ou o que desejam? Os judeus foram desconectados uns dos outros na Diáspora por quase 20 séculos. Se antes a religião mantinha algum tipo de semelhança entre os judeus, pelo menos nos livros de orações e serviços, hoje até esse aspecto se foi. No que diz respeito ao judaísmo, não há nada em comum entre os judeus americanos, por exemplo, e os judeus russos ou israelenses. Eles estão literalmente em mundos separados.

Por isso, eu penso que se quisermos reconstruir a conexão entre os judeus, temos que fazer isso não através da religião ou da relação com o Estado de Israel, que se tornou um assunto polêmico para muitos judeus, mas através da ideologia do judaísmo, ou seja, a ideia de responsabilidade mútua.

Se há um lema com o qual os judeus de todo o mundo se relacionam, é Tikkun Olam [correção do mundo]. Embora cada denominação interprete o termo de forma diferente, há consenso de que o ódio não faz parte do Tikkun Olam. Portanto, é por aqui que devemos começar, com a aceitação de que mesmo que discordemos uns dos outros a ponto do ódio, não deixamos o ódio dominar, mas nos elevarmos acima dele e formamos uma unidade. O Rei Salomão disse sobre isso: “O ódio suscita contendas, e o amor cobre todos os crimes” (Provérbios 10:12). Em outras palavras, não negamos nossos sentimentos negativos um pelo outro, mas elevamos a importância do amor acima de tudo.

Por que isso é importante? Porque, ao fazer isso, damos um exemplo de Tikun que o mundo verá. Ao nos elevarmos acima do nosso ódio, ajudaremos o mundo a se corrigir, dando o exemplo. Nenhuma outra nação deve fazer isso, exceto os judeus, e a divisão interna entre nós está na mente de todos (basta ler as manchetes). Portanto, se nos unirmos e mostrarmos o exemplo oposto, isso provará que é possível superar o ódio e dará o exemplo que outras pessoas seguirão.

Não precisamos ensinar Tikkun Olam; só precisamos dar um bom exemplo. Se quisermos consertar as relações de Israel com os judeus da Diáspora, este deve ser nosso foco.

“Ignorar A COVID É Jogar Roleta Russa Com A Saúde De Nossos Filhos” (Newsmax)

Meu artigo na Newsmax: “Ignorar A COVID É Jogar Roleta Russa Com A Saúde De Nossos Filhos

Apesar de todos os nossos esforços para negar sua gravidade, a COVID-19 não é uma piada. É uma doença grave e quanto mais a ignoramos, mais grave ela se torna.

Se no início pensávamos que ela afetava apenas pessoas idosas e doentes, agora sabemos que afeta a todos, em todas as faixas etárias e em todos os níveis de saúde. Mas o aspecto mais assustador do coronavírus é seu impacto nas crianças. Embora a maioria das crianças infectadas permaneça assintomática, algumas desenvolvem uma condição muito grave conhecida como Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (PIMS), que afeta o cérebro e pode até levar à morte.

Ignorar os riscos da COVID-19 é, em muitos aspectos, como jogar roleta russa. As chances de morrer neste caso são muito menores, mas a cabeça na mira da arma é a de nossos filhos. Estamos dispostos a correr o risco?

Quanto mais demoramos para lidar com o vírus, mais infeccioso e violento ele se torna. O que acontecerá se protelarmos por mais seis meses? Quão pior será o impacto sobre nós e nossos filhos? Queremos esperar que a taxa de mortalidade aumente? Queremos ficar sentados até que os hospitais sejam incapazes de tratar as pessoas com qualquer doença porque seus leitos são ocupados por pacientes COVID? Nós realmente deveríamos saber melhor.

O novo coronavírus não está aqui em uma breve visita. Eu disse isso quando ele chegou, e agora a ciência está começando a reconhecê-lo. Há alguns dias, John Edmunds, membro do Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências do Reino Unido, disse aos legisladores que “teremos que viver com este vírus para sempre. Há pouca chance de que ele seja erradicado”. Em palavras mais simples, a vida que tínhamos até 2020 nunca mais vai voltar; temos que construir uma nova e melhor.

O primeiro lugar para começar a reconstruir nossas vidas é a nossa sociedade. Se examinarmos cada crise que a humanidade está lutando, encontraremos causas específicas para cada uma delas. Mas por trás de cada crise, seja mudança climática, incêndios florestais, COVID-19, fome, guerra, poluição da água, poluição do ar, abuso de substâncias, pobreza, obesidade, violência doméstica, racismo ou qualquer outra crise, todas são causadas ​​por nossa falta de consideração, pela nossa alienação mútua.

Nós patrocinamos uns, demonizamos outros, abusamos, manipulamos e enganamos em nosso caminho para a riqueza e o poder. Alguns são mais agressivos, outros menos, mas esta é a mentalidade dominante em todo o mundo. Esta é também a mentalidade que nos infligiu as inúmeras crises que assolam nosso planeta. Nós nunca as superaremos até eliminarmos nossos constantes maus tratos mútuos.

Sabemos que a responsabilidade mútua é ótima para todos nós; sentimos isso instintivamente. Mas sempre que queremos implementá-la, a “voz da razão” desperta em nossas cabeças e diz que é inútil tentar implementá-la, pois muito poucas pessoas estão dispostas a fazer o esforço, que é contra a natureza humana, que estamos sonhando se pensamos que isso pode funcionar, etc.

Mas é contra a natureza humana querer se sentir seguro? É contra a natureza humana querer ser capaz de confiar nas pessoas? É contra a natureza humana construir redes de responsabilidade mútua a fim de garantir a saúde e o bem-estar de todos? Pelo contrário, nada é mais natural do que esses comportamentos. Cada assentamento oferece a seus residentes exatamente esses benefícios; é por isso que as pessoas vivem em assentamentos e comunidades, e quando escolhemos nossos líderes, buscamos aqueles que melhor podem nos prover essas necessidades.

Porém, enquanto vivemos em sistemas que protegem nossas vidas, maltratamos uns aos outros – os blocos de construção dos sistemas que nos sustentam. Não faz sentido. É como se as células atacassem um antígeno que veio ajudá-las a combater um vírus e depois reclamassem que estavam doentes.

Devemos parar de ceder aos nossos egos. Eles estão distorcendo nossa percepção e nos fazem pensar todas as coisas erradas uns dos outros. Eles fazem com que nos odiemos quando, na verdade, somos todos dependentes uns dos outros e não seríamos capazes de viver se não fosse por todos nós.

E se não formos fortes o suficiente para lutar contra nossos egos para nosso próprio bem, vamos pelo menos fazer isso por nossos filhos. Não é culpa deles estarmos permitindo que nossos egos se descontrolem; não é culpa deles que sejamos sem coração, sem coragem e não possamos olhar além de nossos narizes. Vamos pelo menos desistir de nossos egos por causa deles, para que eles também tenham um futuro, e não vamos jogar roleta russa com a cabeça de nossos filhos sob a mira de uma arma.

“A Sátira Do Antissemitismo” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “A Sátira do Antissemitismo

Somente no Twitter e no Facebook, a impressionante quantidade de 1,7 milhão de postagens antissemitas foi feita este ano, disse o enviado especial dos EUA para o monitoramento e combate ao antissemitismo, Elan Carr. Isso não é assunto para rir. Mas e se lutarmos contra o ódio com a sátira, como os comediantes tentam fazer? Poderia ser uma maneira eficaz de lidar com as teorias da conspiração contra os judeus? Acho que “sim”. Independentemente de ser feito de forma direta ou inversa, o que mais importa é despertar a questão de por que existe o ódio infindável aos judeus, como um passo importante para resolver o problema para sempre.

Somente o povo de Israel pode fazer a diferença no mundo porque é o povo que recebeu o método de conexão, a sabedoria da Cabalá, que descreve os meios para atrair a força única da natureza capaz de neutralizar qualquer interrupção e negatividade na realidade. Essa força que equilibra o ódio é o poder do amor criado por meio da unidade judaica. Quando os judeus estiverem unidos e se tornarem um exemplo a ser seguido, eles irão surgir como a “luz para as nações”, iluminando o caminho para um futuro positivo para a humanidade. Esse será o dia em que a justiça, a igualdade e a compreensão mútua darão as últimas risadas.

O coronavírus vem de “um lugar chamado Wuhan, que fica em Israel”, brincou o comediante judeu Sasha Baron Cohen em um popular programa de televisão dos Estados Unidos e foi relatado em alguns meios de comunicação. As pessoas certamente não o levam a sério e é claro que sua intenção não é provocar, mas usar o sarcasmo como uma forma eficaz de denegrir o antissemitismo. Por que essa pode ser uma ótima estratégia? Porque precisamos de uma abordagem criativa para lidar com a crescente animosidade contra os judeus em todo o mundo. Ela pode nos ajudar a destacar esse fenômeno de forma direta e veemente nas redes sociais, onde o antissemitismo surge e se espalha como um vírus.

A atenção do mundo está atualmente voltada para outra epidemia, a Covid-19, que ofuscou ligeiramente o ódio aos judeus, mas não o apagou do programa de televisão, como mostram as estatísticas. Assim que a praga enfraquecer, as vozes de nossos inimigos se intensificarão novamente, culpando os judeus pela pandemia e outras calúnias, como os antissemitas fazem tão abertamente em cada primeira oportunidade e por todos os meios à sua disposição.

No entanto, nós perdemos nosso tempo tentando combater os inimigos de frente ou lutando para remover algum conteúdo indesejado. Essas ações não vão ajudar, nem temos o imenso poder e recursos necessários para erradicar o problema. Assim que as medidas para eliminar os posts antissemitas são implementadas em um lugar, elas se reproduzem rapidamente como ervas daninhas no campo. Portanto, a única estratégia que dará frutos é aprender a pegar a negatividade lançada em nosso caminho e contrastá-la com toda a bondade esperada do povo judeu.

Na verdade, vamos dar um passo para trás e pensar nisso claramente por um momento. Quando os antissemitas culpam os judeus por todas as calamidades no mundo, eles estão na verdade apontando os judeus como a única força capaz de causar mudanças no mundo, como o único povo que tem o poder de resolver qualquer crise que a humanidade enfrenta, mas que está falhando em cumprir este objetivo.

Essa é uma afirmação verdadeira – eles estão totalmente certos. Somente o povo de Israel pode fazer a diferença no mundo porque é o povo que recebeu o método de conexão, a sabedoria da Cabalá, que descreve os meios para atrair a força única da natureza capaz de neutralizar qualquer interrupção e negatividade na realidade. Essa força que equilibra o ódio é o poder do amor criado por meio da unidade judaica. Quando os judeus estiverem unidos e se tornarem um exemplo a ser seguido, eles irão surgir como a “luz para as nações”, iluminando o caminho para um futuro positivo para a humanidade. Esse será o dia em que a justiça, a igualdade e a compreensão mútua darão as últimas risadas.

“Problemas No Paraíso, O Mundo Em Perigo” (Medium)

Medium publicou meu novo artigo: “Problemas No Paraíso, O Mundo Em Perigo

Os desastres naturais dobraram globalmente nas últimas duas décadas. O mundo corre o risco de se tornar “um inferno inabitável para milhões de pessoas”, avisa a ONU, a menos que sejam tomadas medidas sobre a mudança climática – inundações, furacões, ondas de calor, terremotos, incêndios e agora uma pandemia. As calamidades são mais intensas e frequentes do que nunca. O que significa essa aceleração? O homem vê a natureza como uma força que está fora de equilíbrio, que está fora de controle, mas sente que sempre foi assim, visto que as catástrofes sempre estiveram onipresentes, como se essa atitude fosse facilitar a nossa vida. Isso não vai funcionar. A natureza está precisamente empurrando a humanidade para assumir a responsabilidade e consertar de uma vez por todas a bagunça que ela criou.

Mais de 7.000 grandes catástrofes naturais foram relatadas entre 2000 e 2019, afetando 4 bilhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com um estudo recente da ONU sobre o custo humano dos desastres. Isso é quase o dobro do número de calamidades registradas de 1980 a 1999, um aumento extraordinário principalmente devido à crise climática que ameaça nossa própria existência.

Nós precisamos entender que todas as pragas e crescentes sofrimentos aparecem por um motivo: guiar as pessoas a encontrar a verdadeira causa do que está acontecendo e enfrentar o problema em sua origem, já que é óbvio que os esforços de cientistas e políticos são ineficazes e têm falhado em impedir a avalanche. Por que atualmente há o aumento de eventos naturais infelizes? Os Cabalistas que estudam os detalhes da estrutura da realidade fornecem a resposta. O mais importante cabalista Yehuda Ashlag explica isso sucintamente:

“A natureza, como um juiz hábil, nos pune de acordo com o nosso desenvolvimento. Pois podemos ver que na medida em que a humanidade se desenvolve, as dores e tormentos que cercam nosso sustento e existência também se multiplicam … a conclusão certa deve ser tirada – que a natureza acabará nos derrotando e todos seremos obrigados a dar as mãos para seguir suas leis com toda a medida exigida de nós. ” (A Paz).

Simplificando, conforme o mundo evoluiu até este ponto, ele agora entrou em um novo estágio de desenvolvimento, um nível completamente diferente no qual a humanidade deve reconhecer plenamente a unidade da natureza como um sistema holístico, um todo.

No entanto, existe um bug no sistema, uma exceção que é a origem dos problemas. Dentro desse sistema está a espécie humana, o centro do mundo, a quem é dada a liberdade de escolher fazer o que quiser, apesar das consequências, e que atualmente está agindo como uma influência negativa em oposição à trajetória do resto da natureza que é global, integral e unida. Portanto, é o ser humano que está desequilibrando o sistema, transformando sua operação bem lubrificada em uma máquina desarticulada cujas peças estão constantemente colidindo e se chocando umas com as outras, uma rede que precisa de reparos urgentes para continuar funcionando antes que caia no colapso total.

Se quisermos salvar o planeta e a nós mesmos como consequência, nossa tarefa é reconstruir a sociedade humana para colocar a atividade humana em equilíbrio com as leis da natureza. Se víssemos em profundidade as intrincadas interconexões da rede da natureza, perceberíamos como nós, como o elemento racional na criação, podemos e afetamos drasticamente o resto das partes.

Assim, chega o momento em que cada um de nós deve olhar no espelho e dizer: “Chega de culpar os outros pelos meus problemas; eu tenho que assumir a responsabilidade”. Como isso pode ser feito? Isso só pode ser feito por toda a humanidade se unindo deliberadamente para alcançar igualdade, interconexão e compreensão mútua. Todo o nosso desenvolvimento, onde as inovações humanas se propagam e transformam o estilo de vida de cada um, demonstra até que ponto estamos interligados. Quando entendermos isso, entenderemos o verdadeiro significado de nos equilibrarmos com a natureza e, assim, equilibraremos a natureza. Não podemos escapar dessa exigência de que devemos nos sincronizar com a natureza.

Assim, chega o momento em que cada um de nós deve olhar no espelho e dizer: “Chega de culpar os outros pelos meus problemas; eu tenho que assumir a responsabilidade”. Como isso pode ser feito? Isso só pode ser feito por toda a humanidade se unindo deliberadamente para alcançar igualdade, interconexão e compreensão mútua.

No entanto, não devemos ter grandes esperanças em nenhum líder. Cada líder, em última análise, só se preocupa com a honra e é inerentemente egoísta, ainda mais do que o resto de nós. É assim e porque cada um deles conseguiu subir ao topo da escada política. Mas uma vez que atingem seu ápice, as palavras bonitas que promovem o interesse comum tornam-se promessas vazias. Portanto, nós, como o povo em geral, devemos trabalhar juntos para reparar o planeta, por meio de nossa unidade, das feridas que infligimos e exigir dos organismos internacionais o avanço de um plano global para a criação de conexões qualitativas positivas entre os seres humanos de todos os países, todas as sociedades. Somente um anel de luz protetor e luminoso como este ao redor do planeta pode salvá-lo da tempestade de granizo iminente e transformar nossas vidas em um paraíso na Terra, assim como foi concebido para nós no pensamento da criação.

“De Exilados Reunidos A Clãs Em Fuga” (Times Of Israel)

The Times of Israel publicou meu novo artigo: “De Exilados Reunidos A Clãs Em Fuga

Israel, a terra que deveria hospedar os exilados reunidos e reunir o povo judeu, está de despedaçando. Nunca houve uma unidade real na sociedade israelense, mas sempre soubemos como nos elevar acima de nossos interesses partidários na hora da verdade. Não podemos mais fazer isso; ódio e divisão assumiram o controle. Parece que vamos nos dividir em uma série de grupos e clãs, e muitos buscarão asilo em outro lugar, e não tenho certeza se serão bem-vindos em qualquer lugar.

A verdade de nossa constituição está vindo à tona; não somos uma nação, mas uma horda de indivíduos impiedosos e egoístas, descendentes dos indivíduos mais antissociais que viveram na antiga Babilônia, cuja autoabsorção era tão intensa que escaparam ou foram expulsos de seu local de nascimento. Aqueles antigos rejeitados encontraram Abraão, que os ensinou sobre amor e cuidado, e os forjou em uma nova nação cujo cerne era a unidade acima do ódio. Afinal, eles não tinham mais nada em comum.

Desde então, o povo judeu tem estado em um de dois estados: unidade e amor, ou divisão e ódio. Nos últimos dois milênios, o último tem sido nossa mentalidade, e a recente turbulência na sociedade israelense o expõe mais vividamente do que nunca. Se não reunirmos forças para nos levantarmos, a sociedade se desintegrará e o Estado de Israel se dissolverá.

A comitiva de Abraão o seguiu porque eles sabiam que tipo de pessoa eles eram. Eles eram altamente desenvolvidos, inteligentes e sensíveis, mas seu desenvolvimento se manifestava em expressões negativas. Eles queriam se transformar, e Abraão lhes ofereceu uma saída de sua maldade.

Hoje, estamos mais uma vez juntos, mas não há Abraão entre nós. Em vez disso, devemos ser nossos próprios unificadores. Temos que ajudar uns aos outros a superar nossos egos e estabelecer a responsabilidade mútua, o lema de nosso povo ao longo dos tempos. Devemos aprender a cuidar uns dos outros apesar de nossas diferenças, a ver que nossa nação é de fato um tecido de contradições e cuja força está em sua diversidade. Precisamos ajudar uns aos outros a ver que nossa unidade nos torna “uma luz para as nações” e nossa divisão faz com que o mundo nos despreze. Temos que ajudar uns aos outros porque ninguém mais o fará, porque nossas vidas dependem disso e porque escolher se unir ou se separar significa escolher entre a existência e a extinção.

“Penso, Logo Existo” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “Penso, Logo Existo

“Penso, logo existo”, disse o filósofo francês René Descartes, e ele estava certo. Estamos vivendo no mundo dos pensamentos. Na verdade, todo o nosso mundo é um pensamento, e nossa percepção dele continua mudando e evoluindo. À medida que nossa percepção muda, também muda nosso mundo. Podemos não perceber, mas podemos controlar nossos pensamentos e, dessa forma, determinar o tipo de mundo em que queremos viver.

Embora nossos pensamentos pareçam vir por conta própria, por assim dizer, eles são na verdade um produto do nosso ambiente. Nós absorvemos ideias e pensamentos das pessoas ao nosso redor, das mídias sociais e de cada interação que temos com as pessoas, seja real ou virtual. Se as correntes que criam nossos pensamentos projetassem positividade, nos tornaríamos pessoas positivas. Como atualmente elas projetam negatividade, má vontade para com os outros e promovem a concentração em nós mesmos, é isso que acabamos fazendo, e acabamos pensando que o mundo todo é tão egoísta e mesquinho quanto as fontes retratam.

Essas fontes nos dizem que este é o mundo real e, se quisermos apresentar uma perspectiva mais otimista, cuidadosa ou atenciosa, elas nos dizem que não somos realistas e nos fazem sentir como se estivéssemos fora de contato com a realidade. A verdade, porém, é que elas simplesmente querem continuar bombeando ideias negativas em nossas mentes, pois o medo e a negatividade os beneficiam. Mas elas não nos beneficiam e não são a verdade.

A verdade é que a vida não poderia existir sem equilíbrio, sem equilíbrio entre o bem e o mal, o negativo e o positivo. Tudo na vida dá e recebe. Cada célula do nosso corpo ama o corpo em que vive e lhe dá tudo o que pode. Em troca, o corpo sustenta e nutre as células em nosso corpo. Não estaríamos vivos se não fosse assim.

A verdadeira realidade é reciprocidade e equilíbrio, mas as pessoas pensam que a má vontade governa o mundo, um desejo implacável de receber, tomar, saquear e abusar. Na verdade, as pessoas são a única espécie em toda a realidade que é deturpada dessa forma, e isso nos torna mais miseráveis ​​do que qualquer outro ser.

Portanto, se mudarmos o que nos afeta e aceitarmos mensagens mais equilibradas do ambiente, mudaremos nossos pensamentos. Se mudarmos nossos pensamentos, mudaremos a realidade. Isso é tudo o que é preciso para consertar o mundo.

“Sobre Os Méritos Da Hipocrisia” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “Sobre Os Méritos Da Hipocrisia

Se você fizer uma lista das “armas” atuais contra a Covid-19, ficará bastante desanimado. Tudo o que temos são as máscaras, o distanciamento social e nossa “arma de destruição em massa”, mais conhecida como fechamento. Mas as pessoas estão cansadas de usar máscaras, ansiando por diminuir a distância entre elas e as pessoas que amam, e não podem ficar em casa indefinidamente, então nenhuma dessas armas realmente funciona. Como resultado, a Covid-19 não está apenas se espalhando, mas está se tornando cada vez mais agressiva e difícil de curar.

Podemos mudar a maneira como nos sentimos mudando a maneira como nos comportamos. Basta uma determinação mútua e o entendimento de que não temos escolha, já que a Covid-19 é mais inteligente e mais forte do que qualquer um de nós se estivermos sozinhos, mas não pode nos vencer se agirmos como um.

Há rumores sobre vacinas, mas nada foi aprovado e ninguém sabe se e quando isso acontecerá. Lá se vai a medicina convencional combatendo um vírus não convencional.

Em vez de lutarmos inutilmente contra o vírus com instrumentos ineficientes, devemos lembrar o que Einstein disse: “Os problemas significativos que temos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento com que os criamos”.

Ele tem razão. Nós criamos esse problema, e, na verdade todos os nossos problemas, com nosso pensamento egoísta e egocêntrico. É por isso que somente se adotarmos um pensamento inclusivo, que considere a todos e não apenas a nós mesmos, estaremos livres do vírus e do resto dos problemas que assolam o mundo.

Na verdade, podemos olhar para o vírus como um professor que nos força a mudar nosso pensamento, nossa relação uns com os outros. Contra nossa vontade, a Covid está nos ensinando como construir uma sociedade mais justa e integral. Veja o que foi feito até agora: o vírus nos forçou a distribuir dinheiro, a perceber que algumas pessoas nunca terão empregos, mas ainda devemos cuidar delas. Ele nos forçou a começar a pensar nos idosos de nossa comunidade e garantir que eles permaneçam saudáveis ​​e seguros. Ele está nos forçando a aceitar que somos todos responsáveis ​​uns pelos outros porque qualquer um pode espalhar o vírus que pode matar outras pessoas, mesmo que não possamos ser afetados de forma alguma. Em suma, o vírus está nos ensinando a pensarmos nos outros. Portanto, se pensarmos assim, não precisaremos de seu ensinamento e estaremos livres de vírus.

Você pode argumentar que não consegue pensar nos outros porque isso é falso. Isso pode ser verdade, mas quão sincero você é quando sorri para um vendedor em uma loja, quando diz “desculpe” se topou com alguém na rua ou quando diz “tenha um bom dia”? Vemos que concordamos com a insinceridade desde que sirva aos nossos interesses, mas quando temos que fazer algo que não parece gratificante, prontamente chamamos a “sinceridade” em nossa defesa.

Este “padrão duplo” é a verdadeira falta de sinceridade. Uma vez que já somos falsos, vamos fazer bom uso disso. Vamos tirar o melhor proveito da hipocrisia. Vamos ser legais, mesmo quando não vemos os benefícios disso, porque se fizermos isso juntos, mudaremos a atmosfera em nossa sociedade e as pessoas se tornarão genuinamente legais. Vamos fingir que nos importamos, fingir ser gentis e vamos fazer tudo junto. Provavelmente, em algum momento, todos seremos gentis e atenciosos.

Podemos mudar a maneira como nos sentimos mudando a maneira como nos comportamos. Basta uma determinação mútua e o entendimento de que não temos escolha, já que a Covid-19 é mais inteligente e mais forte do que qualquer um de nós se estivermos sozinhos, mas não pode nos vencer se agirmos como um.

“Coronomia – A Economia Induzida Pela Covid” (Medium)

Medium publicou meu novo artigo “Coronomia – A Economia Induzida Pela Covid

A Síndrome Respiratória Aguda Grave Coronavirus 2, ou resumidamente, SARS-CoV-2, é a cepa do coronavírus que causa a Doença do Coronavírus 2019, também conhecida como COVID-19 – a pandemia que matou mais de um milhão de pessoas em apenas dez meses e só está se tornando mais virulenta e violenta. Ela também destruiu a economia mundial.

Não vendo uma opção melhor, os governos estão imprimindo dinheiro como se não houvesse amanhã. Mas se continuarem assim, realmente não haverá amanhã, pelo menos não aquele em que queremos viver.

Com inúmeras casas e apartamentos vagos e milhões de pessoas morando nas ruas, é claro que existe uma falha fundamental no sistema.

Nesse momento, quando o familiar está falhando, é o momento certo para pensar fora da caixa. Sabemos que existem necessidades básicas que as pessoas devem ter, aconteça o que acontecer. Comida, roupas e moradia são esses princípios básicos. Se as pessoas não os tiverem, elas destruirão o país simplesmente tentando sobreviver. Portanto, o governo, qualquer governo, deve fornecer esses princípios básicos ou providenciar para que sejam fornecidos a todos os cidadãos.

Para garantir o atendimento das necessidades básicas a todos, o governo deve fazer com que a distribuição chegue a todas as pessoas. Atualmente, aproximadamente metade dos alimentos produzidos não chegam aos consumidores porque seu prazo de validade expira antes de serem comprados, ou porque são jogados no lixo por fabricantes e/ou varejistas para manter o preço alto, ou porque os custos de transporte tornam a distribuição não lucrativa.

O que vale para a comida vale também para as roupas, toneladas das quais são jogadas fora no final de cada temporada, e até mesmo para as moradias. Com inúmeras casas e apartamentos vagos e milhões de pessoas morando nas ruas, é claro que existe uma falha fundamental no sistema.

Você pode dizer: “Isso é capitalismo”, mas não faz sentido humano manter as pessoas na rua enquanto há muitas casas que elas poderiam ocupar. E se o capitalismo não faz sentido para os humanos, então o capitalismo não faz sentido, pelo menos não no mundo de hoje. Em outras palavras, é hora de dizer adeus ao capitalismo e adotar uma abordagem mais atenciosa e humana (embora eu sugira que deixemos sem nome por enquanto).

O importante agora é ajudar as pessoas a entender que somos todos responsáveis ​​uns pelos outros e por toda a natureza. Nosso modo de vida transformou nosso planeta em uma lixeira gigante. Estamos vivendo em uma lixeira, mas reclamamos quando ficamos doentes. É hora de fazermos a conexão entre como vivemos e como tudo nos afeta.

Então, depois que todos atendem às necessidades básicas de sobrevivência, é hora de mudar nosso modo de vida, ou seja, nossa atitude uns com os outros. A competição capitalista é destrutiva. Ela nos deixou sair das cavernas, mas veja aonde nos levou. Se devemos competir, devemos competir para ver quem reúne mais pessoas, quem as une, quem as torna atenciosas e cuidadosas em vez de indiferentes e egoístas.

Claro, podemos descartar toda essa noção de economia induzida pela Covid e voltar ao capitalismo, mas não vai funcionar. A Covid eliminará todas as tentativas de voltar a 2019. E quanto mais protelarmos a mudança, mais difícil e doloroso será o estímulo da Covid. Se há uma coisa que eu desejo para a humanidade, é que todos compreendam rapidamente para onde estamos indo e usem a cura que acabei de delinear antes de sofrermos o golpe.