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A Terra De Israel: Dispersão E Assimilação, Parte 5

laitman_747.03Adoração De Ídolos

Comentário: Em 928 a.C., o reino unido de Israel se dividiu em Israel e Judéia. Em 722 a.C., poucas décadas após a morte do rei Salomão, eles já haviam se separado. E depois de 150 anos, o reino de Israel terminou e as dez tribos foram espalhadas.

Naquela época, dez tribos do povo judeu foram perdidas, embora, do ponto de vista da história, elas não se dispersassem em lugar algum, mas simplesmente mudaram suas prioridades e foram assimiladas entre outras nações. A maioria das pessoas começou a adorar ídolos.

Minha Resposta: Depende do que você quer dizer com ídolos. Qualquer objeto material ao qual você atribui um significado especial é um ídolo. Eu posso comprar um candelabro de prata por dezenas de milhares de dólares, colocá-lo no meu quarto e ele representará o Shabat para mim. É assim que eu crio um ídolo para mim.

Pergunta: Se não sentimos a força única da natureza ou o Criador que está por trás de todos os objetos do mundo corporal, então, em princípio, somos considerados adoradores de ídolos. Somos todos adoradores de ídolos?

Resposta: Sim. Você pode tratar suas roupas, seu carro ou qualquer outra coisa como um ídolo, porque os valoriza acima do seu objetivo.

O valor máximo é a unidade, a equivalência com a força superior da natureza. Se você não valoriza isso como a coisa mais importante na vida, todos os outros objetivos são adoração de ídolos.

De KabTV, “Análise do Sistema de Desenvolvimento do Povo de Israel”, 08/07/19

A Terra De Israel: Exílio E Assimilação, Parte 4

laitman_747.01Impulsos Do Egoísmo

Comentário: Durante o tempo do Primeiro Templo, o cisma entre as pessoas se intensificava gradualmente. O povo, como seus líderes espirituais, enfrentava constantemente uma escolha: ou viver pelo método de Moisés, que ele recebeu no Monte Sinai, ou adotar o estilo de vida de seus vizinhos.

Curiosamente, ao longo da história, os judeus sempre tentaram ser como seus vizinhos.

Resposta: “Ser como” significa rejeitar viver acima do próprio ego e existir dentro do egoísmo, como todas as outras nações. É claro que essa inclinação existe dentro de cada um de nós porque é um impulso interno natural do egoísmo. Como o egoísmo continua crescendo, segue-se que esses impulsos são constantes.

Assim, quando estamos falando de assimilação, “ser como outras nações” significa usar o egoísmo para si mesmo. Do ponto de vista da Cabalá, as “nações do mundo” são nossos desejos egoístas, enquanto “Israel” são os desejos altruístas. Como resultado disso, existem dois tipos de pessoas no mundo.

No que diz respeito à nacionalidade, qualquer pessoa que comece a equilibrar corretamente seu egoísmo pode se tornar um judeu.

De KabYV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel” 08/07/19

A Essência E A Raiz Da Unidade, Parte 3

laitman_767.1Ações Espirituais e Termos Mundanos

Comentário: Muitos Cabalistas e até filósofos da Idade Média escrevem que em todas as fontes primárias não há uma única palavra sobre o nosso mundo, apenas objetos e fenômenos que estão acima do tempo, espaço e movimento. Mesmo naquela época, as pessoas já sabiam dessas coisas.

O grande Cabalista do século XX, Baal HaSulam, escreve em seu Estudo das Dez Sefirot: “Os autores dos livros Cabalísticos usam os termos ‘mundanos’ apenas como símbolos para denotar as raízes espirituais superiores”.

Minha Resposta: As histórias dos Cabalistas podem nos parecer estranhas, mas descrevem apenas eventos e ações espirituais, não o que está acontecendo em nosso mundo, embora usem termos mundanos para descrevê-los. Portanto, a história é percebida como se realmente tivesse acontecido em nosso mundo. Mas o fato é que poderia ocorrer ou não.

Pergunta: Acontece que nem todos os estados espirituais descritos pelos Cabalistas se materializaram onde uma pessoa e toda a humanidade devem passar. É esse o caso?

Resposta: Eles não podem se materializar. As experiências de uma pessoa e da humanidade em seu desenvolvimento espiritual não é tudo o que é exibido em nosso mundo. Uma pessoa experimenta eventos internos especiais e luta consigo mesma, com egoísmo geral e privado, unificação e separação dentro de um grupo. Em geral, tudo isso é trabalho interno. Isso tem um reflexo no nosso mundo? Tal reflexo é muito insignificante como regra.

De KabTV “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 24/03/19

A Terra De Israel: Dispersão E Assimilação, Parte 3

laitman_937Templo – Um Lugar Para Fortalecer A Unidade

Comentário: Quando os judeus entraram na Terra de Israel, começaram a se conectar ainda mais. Como resultado, o Primeiro Templo foi construído.

Minha Resposta: Sim. No entanto, isso também foi bastante nominal, pois muitos deles não conseguiram se unir.

A conexão não era o desejo uniforme de todas as pessoas. Afinal, estamos falando de conexão voluntária e consciente sobre o egoísmo crescente que separa as pessoas. Isso não é fácil.

Comentário: Após a morte do Rei Davi, seu filho subiu ao trono e construiu o Primeiro Templo – um símbolo de unidade. Era um lugar onde as pessoas vinham pelo menos três vezes por ano para se conectar.

Há evidências de que em Jerusalém, os peregrinos eram aceitos como parentes, recebiam acomodações gratuitas e ninguém era privado de cuidados. Havia alegria por toda parte e as pessoas se sentiam como uma família.

Geralmente pensamos em um Templo como um lugar onde sacrifícios são oferecidos. Aqui, no entanto, é referido como um local de conexão.

Minha Resposta: Sacrifício é um conceito puramente alegórico. Os animais no Templo eram abatidos apenas para preparar uma refeição. Afinal, um grande número de pessoas se reunia lá e todas tinham que ser alimentadas.

Pergunta: Não era um ato de apaziguamento da força superior?

Resposta: Não. De jeito nenhum. Ninguém pensava nisso. Uma pessoa fazia uma doação do fundo do coração para ajudar a unir todos os que vinham a Jerusalém.

Essa era a coisa mais importante para os que vinham ao Templo. Naquela época, as pessoas viviam em famílias muito pequenas, distantes umas das outras. Cada uma com suas próprias ovelhas, cabras e um pequeno pedaço de terra cultivado com ferramentas simples e despretensiosas.

Três vezes por ano, eles traziam tudo isso para Jerusalém, onde realizavam refeições para fortalecer a unidade. A tradição de realizar refeições existe até hoje. Os Cabalistas sempre prestaram atenção especial a isso. Eles ganhavam, armazenavam, economizavam dinheiro especialmente para isso e traziam tudo que era possível para a refeição: carne, pão e vinho.

De KabTV, “Análise do Sistema do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 08/07/19

A Terra De Israel: Dispersão E Assimilação, Parte 2

laitman_944Para A Conexão Absoluta

Pergunta: Quando as pessoas se aproximam conscientemente, elevando-se acima do egoísmo, então, como resultado, elas começam a sentir a única lei da natureza. O que é essa lei?

Resposta: Nós existimos em um único sistema chamado “Natureza” ou “O Criador”. Na medida em que, apesar do nosso egoísmo, somos semelhantes a esse sistema, sentimos uma comunicação entre nós e esse sistema e podemos existir de maneira sensata e boa.

Este é o conjunto da Cabalá. Devemos alcançar a interação correta entre nós, a fim de começar a sentir esse vasto sistema, ou seja, este mundo superior em que existimos, e gradualmente nos tornar cada vez mais semelhante às leis, princípios e regras deste mundo. Em outras palavras, devemos interagir um com o outro para que possamos chegar ao estado de conexão absoluta.

Quando começamos a nos unir, sentimos a manifestação dessa lei única, a força única, entre nós. No entanto, se não fizermos isso, a segunda lei completamente oposta é ativada: a força negativa que nos empurra para a unidade. Este é o lado oposto do Criador.

De KabTV, “Análise do Sistema do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 08/08/19

“Por Que Os Israelenses São Tão Inteligentes?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora:Por Que Os Israelenses São Tão Inteligentes?

Por que os israelenses são tão inteligentes? Porque o ego israelense é o maior de todas as nações do mundo.

Todo mundo tem o desejo de desfrutar a vida, que age sobre nós inconscientemente. Os israelenses também querem desfrutar do próximo mundo, aqui e agora. Esse desejo adicional de desfrutar é chamado de “o ponto no coração” na sabedoria da Cabalá.

Há 3.800 anos, quando a nação israelense foi fundada, era esse desejo adicional que se diferenciava entre todos os antigos moradores da Babilônia e que o grupo que Abraão chamou de “Israel” (de “Yashar Kel “, isto é, “direto a Deus”). Em outras palavras, dentre todos os residentes da Babilônia, foi esse povo chamado “Israel” que desejou alcançar o sentido da vida, uma percepção e sensação claras da imagem completa da realidade, enquanto vivia neste mundo.

Como a nação israelense surgiu dessa maneira?

De forma bem simples, o ego em certas pessoas cresceu e começou a exigir o motivo da existência.

O crescimento do ego nos torna mais infelizes e impacientes. Por quê? Porque um desejo adicional significa um vazio adicional, e nos deixa inquietos até descobrirmos por que estamos vivos.

A sabedoria da Cabalá foi desenvolvida apenas para responder à pergunta sobre sentido da vida. Através do estudo da sabedoria, descobrimos nosso lugar na natureza, e também como e por que a natureza funciona em seus níveis mais profundos. A sabedoria da Cabalá foi desenvolvida por Abraão há cerca de 3.800 anos, especificamente para quem carrega esse desejo adicional de saber por que estamos vivos.

Portanto, o ego israelense é muitas vezes maior que o ego dos outros, isto é, das nações do mundo. Não há nada que possamos fazer sobre isso. É simplesmente como o sistema da natureza opera através de nós.

Com esse ego adicional no povo israelense, torna-se importante aprender como usá-lo e direcioná-lo de maneira ideal e construtiva, ou seja, para que ele vise a descoberta do sentido da vida, e não seja usado para motivos egoístas à custa dos outros.

A sabedoria da Cabalá é um método de guiar o desejo pelo sentido da vida para a realização da realidade superior, onde descobrimos a razão de nossa existência enquanto estamos vivos neste mundo.

“A Raiz Espiritual E Os Ramos Corporais Dos Judeus” (Tiomes Of Israel)

O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “A Raiz Espiritual E Os Ramos Corporais Dos Judeus

A sabedoria da Cabalá é um método estabelecido por Abraão cerca de 3.800 anos atrás, que guia um processo de conexão positiva entre as pessoas em relação à semelhança com a força superior da natureza, uma de amor e doação.

A Cabalá ensina que, ao tentar se parecer com a força do amor e doação através de nossos esforços para nos conectar, a atraímos para nossas vidas e ela nos corrige.

“Correção”, na sabedoria da Cabalá, significa alcançar a percepção da singularidade da força de amor e doação, e quando atingimos essa percepção, vemos como nenhuma outra força opera no mundo.

Em oposição à força do amor e doação está a força de recepção – a força que age nos seres criados.

A força de recepção, que é a natureza dos seres criados, nos dá a capacidade de diferenciar entre a recepção e a sua força oposta de amor e doação, pois através do oposto de um determinado fenômeno, a existência de seu oposto pode ser percebida.

Ao existir em uma natureza receptiva oposta à natureza doadora, podemos nos conectar despertando a força de doação e amor acima da força de recepção e, assim, alcançar o equilíbrio com a natureza, uma sensação de harmonia, perfeição e eternidade.

De acordo com as duas naturezas opostas de dar e receber, a humanidade se divide em dois grupos gerais: um é um pequeno grupo originário daqueles que estudaram com Abraão, que se dirigiu a conectar e alcançar a força do amor e doação. O outro é muito maior, mantendo crenças em inúmeras formas corporais, objetos e imagens.

O grupo de Abraão recebeu o nome “Israel” (“Yashar El” [“direto a Deus”]), por sua orientação para alcançar a força de amor e doação, e nas gerações posteriores recebeu o nome de “judeus”, da palavra “unidos” (“yihudi“). Pessoas sem essa inclinação receberam o nome de “nações do mundo”.

De acordo com a origem da nação judaica – a unificação em uma tendência comum em relação à força de amor e doação -, essa mesma tendência deve permanecer como seu principal compromisso. Em outras palavras, a nação de Israel não precisa conduzir inúmeras ações físicas, mas precisa se concentrar apenas na conexão “como um homem com um coração”. Esse é o método de Abraão em poucas palavras.

Durante seus anos de exílio, a nação de Israel se misturou às nações do mundo. Muitos descendentes do grupo de Abraão acabaram funcionando apenas com a força de recepção, distanciados da força de amor e doação. Enquanto isso, algumas das nações do mundo que se sentiam atraídas pela unidade se juntaram ao grupo de Israel.

Aqueles de Israel que falharam em se unir acima do crescente desejo egoísta que agia neles se tornaram idólatras, infundindo formas, objetos e ações corporais com importância espiritual.

Os dois grupos existem em certa mistura até hoje.

A mudança, de ser uma nação unificada que sente a força superior para se desapegar da sensação de unidade e se concentrar apenas em receber, ocorreu principalmente durante a ruína do Primeiro e Segundo Templos e intensificou-se no exílio que os seguiu.

Muitas pessoas da nação judaica começaram a realizar uma série de ações, parecendo sinais de movimentos espirituais que existem separados do corpo humano e do mundo material. Elas pensaram que, dessa maneira, seriam capazes de se proteger de alguma maneira em uma estrutura comum e não se dispersariam.

Meu professor, o Rabash, chamou essas ações de “costumes”. Os costumes têm seu lugar, até que estejamos prontos o suficiente para entender o que é mais importante: o trabalho do coração, isto é, o trabalho interior da unidade com os outros, em uma tendência comum à força de amor e doação.

O que fazemos com as mãos, pernas e bocas é, em última análise, para nos levar a realizar ações internas sobre a nossa atitude para com os outros: uma mudança interna de se preocupar apenas conosco mesmos para se preocupar com os outros, a um ponto em que os amamos.

Até hoje, a humanidade acha difícil absorver a ideia de que o Criador é uma força. É compreensível, pois toda a nossa percepção é baseada em sentidos corporais.

No entanto, de acordo com a sabedoria da Cabalá, não há nada sagrado em uma árvore ou pedra, nem em sangue ou carne. A santidade só pode estar na conexão entre nós, diferenciada e acima da força egoísta que nos separa. A santidade existe no equilíbrio entre duas forças fundamentais no fundamento da natureza: recepção e doação, sem cancelar a qualidade ou a inclinação.

É por isso que os princípios da sabedoria da Cabalá parecem complicados e difíceis de absorver, mesmo que o princípio principal seja fácil de entender: que precisamos alcançar uma conexão positiva entre todas as pessoas, uma conexão que inclua cada pessoa igualmente. Além disso, no coração de nossa conexão, o amor se revela, que é uma força positiva que cobre toda divisão, ódio e conflito, e ao alcançar esse estado, descobrimos nada menos que perfeição e eternidade.

Desenvolvimento Do Egoísmo E O Método De Conexão, Parte 9

laitman_767.1O Povo De Israel Antes Da Construção Do Templo

Pergunta: Depois de sair do Egito e receber a Torá no Monte Sinai, o povo de Israel com sua nova unidade conquistou a terra de Canaã e a transformou na terra de Israel. “Eretz Israel” significa o desejo de ser como o Criador.

Todo esse tempo, o desenvolvimento e a implementação da metodologia de Moisés continuaram. Eu me pergunto o que as pessoas faziam antes da construção do templo? Afinal, não havia estudo da Torá e dos mandamentos. Foi introduzido muito mais tarde.

Resposta: Não havia estudo porque as pessoas faziam isso na prática. O significado de sua vida era estar constantemente aumentando a comunicação uns com os outros e revelar o Criador em sua unidade.

Eles sentiam essa metodologia, aplicavam e implementavam muito claramente entre si mais ou menos. Embora, em princípio, esse fosse o motivo da guerra.

Comentário: O famoso historiador Josephus Flavius ​​escreve: “É impossível descrever as diferenças nos costumes e leis de muitas formas de regra que a humanidade havia desenvolvido. A maioria poderia ser incluída nos três tipos a seguir: monarquia, oligarquia e democracia. E nosso legislador (Moisés), abandonando todos os itens acima, criou a chamada teocracia”.

Teocracia é quando um líder espiritual e governamental é representado em uma pessoa.

Minha Resposta: A espiritualidade governa o povo.

Comentário: O Estado formado pelos judeus existiu por cerca de 200 anos sem um exército regular e sem um aparato administrativo centralizado. Mentores espirituais da tribo de Levi eram privados de lotes e viviam em 48 cidades que pertenciam a outras tribos. Eles apenas ensinavam as pessoas.

Todas as pessoas eram alfabetizadas, sem exceção. Além disso, as crianças aprendiam a ler e escrever aos três anos de idade.

Além disso, os judeus são as pessoas que não precisam de um rei. O primeiro rei Saul veio após a morte de Moisés, quando começou uma guerra com os vizinhos. Antes disso, o povo vivia sem um rei.

Minha Resposta: A comunicação espiritual era suficiente para que eles existissem.

Além disso, eles apoiavam os Cohens e Levitas, ou seja, todos aqueles que os ensinavam e os apoiavam espiritualmente. Afinal, a primeira autoridade baseava-se na governança superior.

Comentário: Outro fato interessante é que um rei judeu pode estar sujeito à punição corporal por várias ofensas. Se, por exemplo, ele se permitisse levar mais cavalos ou dinheiro, poderia ser punido.

Minha Resposta: Sim. O governo espiritual superior estava acima do rei.

Comentário: Além disso, havia uma atitude especial em relação aos fracos, frágeis, mulheres e escravos. Acreditava-se que, se você tivesse um travesseiro, deveria entregá-lo a um escravo.

Minha Resposta: Isto é, as relações entre as pessoas exigiam que elas buscassem maior compreensão, interação, interconexão e maior interdependência positiva.

De KabTV, “Análise do Sistema do Desenvolvimento do Povo de Israel” , 01/07/19

Desenvolvimento Do Egoísmo E O Método De Conexão, Parte 7

O Bezerro De Ouro – Símbolo Do Egoísmo

Laitman_115.05Pergunta: Assim que o povo de Israel recebeu o método de conexão no Monte Sinai, a separação entre o povo começou novamente: o bezerro de ouro, a insurreição de Corá, as reclamações do povo, os espiões e assim por diante.

O que significa o bezerro de ouro?

Resposta: O bezerro de ouro é todo o egoísmo que as pessoas levaram do Egito. Elas não podem fugir dele, ele está sempre com elas. Às vezes elas se elevam acima, às vezes não.

Assim, o bezerro de ouro é o símbolo do egoísmo que as leva de volta aos mesmos estados. Não se trata de geografia, apesar de quererem voltar ao Egito, mas de sentimentos, em que nível de comunicação elas querem existir.

Afinal, falamos da sociedade. Portanto, o desejo de retornar ao estado em que estão separadas entre si é o culto ao bezerro de ouro, isto é, ao seu egoísmo.

De KabTV, “Análise do Sistema de Desenvolvimento do Povo de Israel”, 01/07/19

Desenvolvimento Do Egoísmo E O Método De Conexão, Parte 6

laitman_933Diferença Entre O Método De Moisés E O Método De Abraão

Pergunta: Que tipo de meios havia no método de Abraão e no método de Moisés que tirava as pessoas do egoísmo?

Resposta: Moisés tinha meios muito simples. De baixo, tudo depende do desejo do povo de conexão, de garantia mútua (Arvut). Na medida em que aspiram a isso, eles recebem a força superior que os conecta.

Pergunta: Isto é, a principal condição é a lei da garantia mútua. No Talmude babilônico está escrito: “Se você aceita a lei da garantia, isso é bom. Caso contrário, aqui será o seu local de enterro. Isso significa que a natureza ou o Criador exigem forçosamente esse cumprimento?

Resposta: Não há mais nada na natureza. É tudo muito simples; existe uma lei: conectar a humanidade. No caso de que, ao longo desse caminho, de repente ocorram alguns tipos de interferência das pessoas, a então natureza, como sempre, as destrói. Ela nos unirá pela força.

De KabTV, “Análise do Sistema do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 01/07/19