Textos na Categoria 'Espiritualidade'

O Criador E Eu Nos Encontramos No Grupo

Dr. Michael LaitmanQuando a pessoa se aproxima da revelação do Criador, ela sente que está em pé no Monte Sinai. Por um lado há todo o seu desejo mal, mas, por outro lado, ela entende que para atingir o objetivo e revelar o Criador, ela precisa preparar o seu desejo de receber a qualidade de doação, que é copiado Dele. Afinal, “homem” (Adão) significa: “semelhante” (Domeh) ao Criador.

Assim, juntos, nós preparamos o nosso desejo de receber para diferentes formas de doação, de modo que ele possa aceitar a marca (impressão). Este é o estado da entrega da Torá, sobre o qual está escrito: “Vós estais hoje, todos vós…”. Não um, mas todos: pois é em nossa união comum que revelaremos a força superior.

Basicamente, uma coisa muito simples é necessária para preparar o material do desejo. É verdade que essa ação já não pertence ao nosso mundo, e é por isso que é difícil para nós. Chama-se: inclusão mútua. Todos nós devemos nos tornar mutuamente incluídos um no outro, conectar um ao outro através de nossos desejos, e nada mais. Então, assim como antes da quebra, nós alcançaremos o “lugar” onde a Luz superior pode entrar e fazer sua marca.

Por esta razão, não importa o que fazemos, se continuarmos na direção da união, da revelação do Criador, como está escrito: “Israel, a Torá e o Criador são um”. “Israel” é o homem. “Torá” é o poder da Luz que nos une ao ponto de amar ao próximo como a nós mesmos. E o “Criador” é a raiz, que nos dá Sua marca quando nos unimos.

Desta forma, eu fico de um lado do grupo, e o Criador fica do outro. E se Ele e eu somos capazes de nos encontrar no grupo, então, é lá que a revelação ocorre.

Esta é a nossa forma de avançar. Basicamente, todo o nosso trabalho é nos prepararmos para isso. Isso acontecerá conosco, se estivermos todos juntos.

Da Convenção Arvut de Arava 23/02/12, Lição # 2

A Medida Do Meu Esforço

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por um lado, nós dizemos que devemos exigir a revelação agora, independentemente do nosso tempo de estudo, e por outro lado, há a noção de medida necessária de esforço, que deve ser feita na fase de preparação. Como as duas coisas andam juntas?

Resposta: Alcançar a medida necessária significa alcançar a verdadeira necessidade. Nenhum de nós pode sequer começar a sentir isso. Nós simplesmente nos sentimos mal no nosso ego e, assim, estamos prontos para escapar de alguma forma. Não mais do que isso.

A espiritualidade começa a partir da revelação de nossa conexão mútua. Nós não começamos isso ainda e não a alcançamos. Nós não começamos esse processo e não tocamos o vaso entre nós.

Em cada um de nós só existe o vazio, nada. Não é um vaso, mas apenas um ponto. Além disso, tudo o mais em você pertence ao nível bestial e não tem nada a ver com a espiritualidade. O “humano” em você é apenas um ponto no qual não há nada. Este ponto se desenvolve apenas através da conexão com outros pontos, e, portanto, “engorda” e cria um “corpo” espiritual.

O trabalho preliminar para alcançar a medida necessária só é necessário para começar a se unir com os amigos. Nenhum de nós tem nada; ninguém entende nada. Nós saímos do Egito como uma “multidão” fugindo sem saber para onde, na escuridão total, abrangendo todos os nossos desejos, pensamentos e intenções. Esta é a fuga dos escravos do egoísmo. Caso contrário, eles não poderiam deixá-lo. Eles são retirados depois de estar num estado sem ter escolha, e nada mais é exigido deles. Então, eles começam a se queixar de Moisés, constroem o bezerro de ouro. Mas este é realmente o caminho para a espiritualidade; caso contrário, você não vai nascer.

Portanto, a medida do esforço é quando você entende que o vaso espiritual é a conexão com os outros. Ele não pertence a você. É um momento muito difícil, porque aqui você começa a penetrar o muro, a fim de alcançar o mundo espiritual. De um lado do muro você está no ego, no seu individualismo, e do outro lado do muro, ficará claro para você que o seu “eu” espiritual   o que está entre você e os outros, na medida em que você está neles, em seus desejos e seus pensamentos, quando você abandona seus próprios pensamentos e desejos atrás desse muro.

Somente a Luz pode fazer isso por você, mas você deve imaginar isso e pensar nisso. Nada além disso lhe é pedido.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 22/02/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot

Retornar À Verdade

Dr. Michael LaitmanO Criador é uma força única e unificada. Como se diz: “Não há outro além Dele”, “Eu não mudei meu HaVaYaH“, ou “a Luz está em repouso absoluto”. É tudo sobre uma essência.

Toda a nossa realidade só pode existir se separarmos o Um e existir fora Dele. Mas, na verdade, não há nada exceto esse Um. A pergunta sempre vem à tona: “Se não há outro além Dele, então quem somos nós?”. Mas, na verdade, nós não existimos. Toda a nossa realidade está na nossa imaginação, até retornarmos ao Um: um desejo e uma Luz, como se diz, “Ele e Seu nome são um”.

Então, tudo que não o Um desaparece. Todo o processo que parece que passamos fora desse Um só existe em nossa imaginação corrupta, desvinculada da verdadeira realidade, em ocultamento, em uma percepção distorcida. Isto é o que temos de corrigir: a partir de nossa visão ilusória em que há dois, nós devemos mudar para a verdadeira, em que há apenas Um.

Este Um é a única coisa que existe e governa. Devemos entender que o mundo que vemos, em que há muitas criaturas diferentes, é como um sonho, uma ilusão de ótica. É como se nós não pudessemos concentrar a nossa visão e encontrar o pensamento ou sentimento certo. É como se nós estivéssemos perdidos num nevoeiro, confusos, e, portanto, sentimos o mundo desta maneira.

Então, como podemos voltar à verdade falada na sabedoria da Cabalá, chamada de “sabedoria da verdade”, ou seja, o método que nos leva à verdade? Como podemos voltar à verdadeira consciência, plena e correta? Qual é a razão de existir tantos de nós e de estarmos todos neste estado  falso, confuso e, depois, voltarmos à verdade, ao Um?

Os Cabalistas escrevem que, para chegar a esse Um, temos que ir da imperfeição à perfeição. Devido a isto, o Um é revelado e uma unidade diferente aparece.

Agora é impossível reconhecer o objetivo final e quão elevado ele é. Mas nós tentamos de alguma forma imaginar a diferença entre o desejo e o pensamento privado de todos e o desejo e o pensamento que conecta e adere ao conceito de “Um”.

A unidade que alcançamos graças à nossa conexão não é uma simples combinação das forças de muitas pessoas que estão juntas. É uma força que cresce não apenas em quantidade e nem mesmo em qualidade. A lei de equivalência de forma está em vigor aqui. Se nos conectarmos porque queremos chegar à doação, para nos elevarmos acima da nossa atual natureza, então, de acordo com a lei de equivalência de forma, chegamos ao conceito de “Um” que se assemelha ao Criador.

Se simplesmente nos conectarmos, nos tornaremos um grupo comum, como um grupo de fãs de futebol ou soldados do exército, que recebe a soma geral das forças de todos os seus membros. Mas aqui não é apenas a soma das forças individuais. Afinal, todos não vêm aqui com a sua força, o ego, a mente e o desejo a fim de conectar todos os atributos, desejos, forças e cérebros juntos.

Pelo contrário, todos se elevam acima de sua mente e sentimento, e assim conectam seus desejos a fim de estar acima da razão, acima de si mesmos. Em seguida, eles são incorporados no conceito de “Um” chamado “o Criador” e adquirem uma mente e um sentimento. Esta mente e  desejo começa a governá-los.

Portanto, todos os sábios e Cabalistas têm um desejo e um pensamento, embora pareça que eles expressem opiniões diferentes e até mesmo argumentação (como a Casa de Hillel e a Casa de Shamai). Mas eles só debatem para esclarecer o conceito de “Um” com mais clareza, para ver como cada indivíduo o sente de seu ponto de vista, depois que se eleva acima disto e descobre este Um.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/02/12, Escritos do Baal HaSulam

A Transformação Universal

Dr. Michael LaitmanNós estamos indo para a Convenção em Arava porque precisamos urgentemente das forças de união e coesão. Elas vão nos dar o poder e a compreensão, para trazermos a correção ao mundo. Não há maior força no mundo do que a nossa união. Todos os outros meios são materiais, ao passo que temos a força espiritual, permitindo-nos mudar o sistema comum e transformar o universo.

O nosso universo se submete a um número limitado de constantes, tais como a velocidade da luz. É o suficiente para uma pequena mudança ocorrer nestas dimensões fundamentais, e, em seguida, toda a natureza se tornar diferente. Quando os valores constantes mudarem, nosso mundo não será capaz de existir em sua forma anterior.

Assim, nós podemos ajustar ligeiramente a correlação destas constantes com a ajuda da força de espiritual. Então, o mundo gradualmente “flui” e muda de forma. Ninguém está ciente disso, mas, de repente, todo mundo se torna mais inteligente e perceptivo, os olhos de todos se abrem, as pessoas entendem e sentem mais, e cada um se eleva em sua consciência, entrando num maior contato com a idéia de união e percebendo a necessidade de mudança.

Nós estamos ligando a Luz que Reforma para as pessoas, e ela as desenvolve. No entanto, ela não as desenvolve na sabedoria terrestre, mas na sabedoria superior, a sabedoria da unificação. Esse é o caminho que devemos abrir à humanidade com a nossa união.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/02/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot

Uma Variedade De Profissões Espirituais

Dr. Michael LaitmanToda percepção individual de cada um se desenvolve de acordo com a raiz de sua alma, seu caráter e mentalidade.

Existem pessoas que estão mais inclinadas a um desenvolvimento técnico, enquanto outras têm uma inclinação mais sensorial, do mesmo modo que no nosso mundo existem pessoas humanitárias e técnicas. Alguns estudam música, literatura, filosofia, engenharia e outros estudos, matemática, arquitetura e assim por diante.

Espiritualmente, existe uma enorme diferença entre eles. Por que um Cabalista escreve num estilo, enquanto outro em outro estilo? Este é um resultado dos traços do caráter da alma de uma pessoa; cada um percebe o mundo espiritual de forma diferente. Posteriormente, eles se complementam, mas como um todo, existe uma grande diferença entre almas, muito maior do que as diferenças entre as pessoas em nosso mundo.

Claro, todo mundo percebe a realidade espiritual; à medida que avançamos e passamos a Machsom (barreira para a espiritualidade), chegamos todos à percepção. Porém, para uma pessoa o mundo espiritual pode ser revelado de uma forma que ela veja um quadro inteiro e trabalhe com a realização figurativa, enquanto outra, com uma disposição mais técnica da alma, tenha uma percepção como a de um físico em nosso mundo. O terceiro percebe a espiritualidade como um psicólogo o faz em nosso mundo, e o quarto como um simples operário.

Nos mundos espirituais, há uma “variedade” muito mais rica de profissões do que em nosso mundo, como a projeção de um mundo no outro.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/02/12, O Zohar

Acima Do Nível Da Morte

Dr. Michael LaitmanA educação (formação) integral despe a pessoa de praticamente tudo o que caracteriza a nossa sociedade moderna. O que resta é apenas a sua existência normal, pacífica e regular (que chamamos de nível bestial, mas não com desdém, visto que este é o nível em que nosso corpo físico existe). Neste ponto, a pessoa dedica todos os seus recursos apenas para dominar o nível seguinte, o de “Adão”, o nível da garantia mútua, da ascensão e unidade universal. É precisamente em nossa unidade que revelamos o próximo nível de nossa existência: a realização da eternidade e perfeição.

E isso é possível, já que ao romper com o seu corpo animal e atingir o quadro completo da natureza (seu mecanismo, dinâmica e as forças que permeiam do início ao fim todo este processo), a pessoa se conecta e se associa a este processo e já vive de forma simples nesse nível. É como se ela rompesse com seu próprio corpo (nós ainda não conseguimos imaginar esse estado) e se associasse com a unificação comum alcançada e existisse dentro dela a tal ponto que mesmo que o seu corpo morra, ela não sente a morte. É como se isso fosse a morte de seu amado animal de estimação que vive ao lado dela. Ela não sente que o seu “eu” perde algo assim.

Como nosso corpo representa meramente a soma de nossos desejos e nossa noção de “eu”, se não nos associamos a ele, é como se vivêssemos separados dele. Este é também um problema psicológico, mas que pode ser superado no decurso da educação integral.

Nós precisamos trazer gradualmente nossos alunos a isso, já que o problema da morte, apesar das constantes tentativas de “engarrafá-la”, dirige o ser humano. Em qualquer tarefa que estabelecemos para nós mesmos, nós incluímos, inconscientemente, este elemento e somos obrigados a enfrentá-lo. Qualquer decisão que tomamos: ter filhos, sustentar uma família, parecer de certa maneira aos olhos da sociedade, etc., qualquer coisa pressupões um elemento de inclusão do “eu” em algo fora de nós mesmos, uma vez que desta forma, é como se continuássemos.

De “Lições sobre o Novo Mundo” # 8, 15/12/11

Roupa Tecida de Luz

Trecho de uma aula do Rabash: A analogia é um pouco complicada : O que é a roupa na corporealidade? Quando uma pessoa está nua, ela está ausente. Se ela está vestida com as roupas, este é o seu complemento para que ela não esteja nua.

A lição é: Anteriormente, o homem estava nú e não tinha Luz. Os vasos estavam vazios. Agora, a Luz vem do mais inferior e o preenche, como se preenchesse sua deficiência, não cem por cento, mas, de certa forma, se assemelha a roupa superior. Similar a uma pessoa que não tem roupa preenche sua falta, do mesmo modo aqui, as Luzes do mais inferiores preenchem os vasos vazios.

De que forma se assemelha a roupa? Eu uso roupas, eu me cubro com a roupa. É por isso que eu digo: “Quando estou nu, é uma deficiência para mim, não é bom, eu me envergonho. Se eu tiver a roupa, eu cubro a deficiência que eu tinha quando estava nú”.

O que podemos aprender com isso a respeito do trabalho espiritual? Assim como roupas mascaram a deficiência do superior na realidade corporea, despertando o aspecto da vergonha nela, do mesmo modo, os vasos vazios são o aspecto da deficiência. E quando a Luz vem e o enche: é como a roupa.
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Perguntas E Respostas Sobre Espiritualidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que beneficia uma pessoa no seu trabalho espiritual incorporar o processo de correção e o seu trabalho como um hobby (no seu tempo livre)? Digamos, por exemplo, se um homem é um programador de computadores e ele aplica os diagramas de sabedoria para um programa biomimético, que iriá construir uma necessidade para um determinado aspecto da realidade e, em seguida, aplica o processo de correção para essa necessidade através desta concepção do programa, isso vai ajudá-lo a perceber melhor o objetivo espiritual?

Resposta: Não, você deve relacionar-se com a  correção como a principal coisa na vida, enquanto a programação de computadores como a uma necessidade. Você perde a importância do objectivo.

Pergunta: Podemos encontrar-nos ou ter contato com aqueles que já estão no mundo espiritual?

Resposta: Você pode conhecer todos aqueles que estão lá, independentemente de eles existirem ou não neste mundo, desde que você esteja no seu nível.

Pergunta: É um erro: YodKeyVavKey ? Só ouvi falar de YodHeyVavHey.

Resposta:  Isto é para manter o mandamento “não diga o nome do Senhor em vão”. Do mesmo modo que não chamamos os nossos pais pelo nome.

Todo O Reino É Para A União Com O Criador!

Dr. Michael LaitmanNós estamos num estado onde justamente a “oração do pobre” pode nos salvar. Isto significa que a pessoa não tem nada e não precisa de nada, exceto uma coisa: reavivar a sua alma. Ela não pede nada além disso.

Nós vamos para o deserto, o qual reflete nosso estado interior, porque o deserto é a pobreza. E nós não desejamos nada, além de adquirir o ponto de contato com o Criador, para reviver nossa alma.

Em troca, nós podemos receber todos os benefícios do nosso nível atual, em vez da gota de união com nível superior, que é sempre chamado de Criador pelo nível inferior, a criação.

Falta-nos o desejo pelo nível superior, apenas o desejo de se unir com o superior, para sentirmos que estamos dentro Dele como uma gota de sêmen que começa a se desenvolver.

Esta deve ser a nossa intenção ao ler O Livro do Zohar.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/02/12, O Zohar

Indiferença É Pior Do Que O Ódio

Dr. Michael LaitmanO ódio é inseparável do amor. Este princípio deve ser enraizado em mim para que se torne o meu programa em relação ao mundo, através do qual eu olho para tudo. Desta forma, eu sempre estarei na linha média, no terço médio de Tifferet (Klipat Noga) no ponto do meu livre arbítrio.

Caso contrário, não posso me orientar e não sei onde estou: na área de doação ou recepção, ou num completo nevoeiro. Até eu formar duas linhas opostas, eu não estou no mundo, que pode ser uma realidade.

Portanto, nós passamos por muitos altos e baixos, até começarmos a entender a fraqueza de estar apenas na linha direita ou apenas na linha de esquerda. Estar apenas na direita ou na esquerda é um estado egoísta, Klipah Ismael ou Esaú.

E se eu estou na linha direita e na linha esquerda, a fim de conectá-las e elevar-me acima delas, de modo que a linha direita é sempre um pouco maior do que a esquerda (como sempre há uma inclinação para a direita), então eu construo a linha média.

Mas ambas estão presentes e se apoiam mutuamente. Através deste sistema de duas linhas, é possível ver a importância da doação, em comparação à recepção. E se não há recepção, como podemos verificar?

Portanto, o ódio e a rejeição devem existir. A pessoa que não está em estreito contato com seus amigos, não quer se conectar, e fica à margem, pode ter excelentes relações com os outros, pode ser um bom amigo, tranquilo, e calmo, mas não se envolveu no trabalho.

Por outro lado, alguém que é argumentativo e volátil, e que não consegue se dar bem com ninguém, pode ser capaz de estabelecer um contato interior com os amigos. Não somente precisamos considerar este critério de seleção julgado por tais aparências exteriores, mas todo mundo precisa se examinar interiormente.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/01/12, Escritos do Rabash