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A Esfera Da Cabalá E A Esfera Da Psicologia

962.3Comentário: O objetivo da psicologia é melhorar a qualidade de vida material. E o propósito da Cabalá, como escreve o Baal HaSulam, é revelar o Criador às criaturas em nosso mundo.

Minha Resposta: Em princípio, somos colocados em uma quantidade muito interessante de impacto sobre nós por apenas uma única força, a força superior da natureza. Você pode chamá-la de Criador ou apenas de natureza em geral.

Se não nos melhorarmos na qualidade de doação e amor pelo mundo ao nosso redor, não suprimirmos nossa qualidade egoísta e não desenvolvermos a qualidade de altruísmo em nós mesmos, estaremos dentro da estrutura da psicologia.

Isso pode ser dito tanto com respeito ao homem quanto, em certa medida, com respeito aos níveis animal, vegetativo e até inanimado da natureza, que estão abaixo do nível do “homem”. Ao estudá-los, praticamente estudamos a psicologia do nosso mundo, as reações de interação entre todos os organismos e a força governante da natureza.

Mas se quisermos nos mudar de acordo com a força superior da natureza, já estamos entrando no reino da Cabalá.

A psicologia foi projetada para fazer as pessoas se sentirem melhor e mais confiantes em nosso mundo, e apenas dentro do quadro limitado originalmente dado a nós pela natureza.

A alternativa é que uma pessoa pode se desenvolver acima desses limites, elevar-se acima de seu egoísmo, começar a explorar o mundo na qualidade de doação dirigida a outros e não a si mesma, e então ela começará a estudar o segundo lado de sua essência, que é chamada de “alma”.

A ciência Cabalística lida com isso para que a pessoa possa ir além do nosso mundo, descobrir o que realmente existe fora dele. Afinal, dentro dos limites do nosso mundo, ela só sente a si mesma e o que captura dentro de si.

Mas, uma vez que nosso dispositivo de percepção é muito limitado, ao nos desenvolvermos na qualidade de interconexão, amor, doação, preenchendo o mundo dos outros, começamos a sentir a realidade de uma maneira diferente. Sentimos uma força que existe fora de nós e nos afeta de fora.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 15/10/21

“Crise No Transporte Exige Conhecimento Sobre As Compras” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “Crise No Transporte Exige Conhecimento Sobre As Compras

Informalmente, o Halloween, que ainda faltam alguns dias, dá início a uma temporada de compras que se estende até o início do ano seguinte. Mas este ano, os navios estão parados no mar, os portos estão lotados e a mercadoria não chega às lojas ou aos clientes que fazem pedidos online. Parece que muitas crianças e pombinhos ficarão desapontados nesta temporada de festas. De chips de computador a carros, o mundo parece estar diminuindo os volumes, e acho que isso é ótimo para todos nós.

Como não queremos nos sentir conectados, a natureza nos obriga a perceber isso. Temos sido interdependentes e interconectados há décadas, senão mais, mas nossa atitude um com o outro tem sido explorar e prejudicar uns aos outros onde e quando possível. Obtemos prazer com a dor dos outros, alheios ao fato de que seu sofrimento acabará nos machucando também.

Agora, usando golpes precisos em nossos pontos fracos emocionais, a natureza está nos fazendo ver o que nos recusamos a ver: estamos todos conectados. A crise do transporte marítimo será uma bênção para todos nós se formos sábios e entendermos o que ela está nos dizendo sobre as compras e sobre nossa atitude uns para com os outros como um todo.

Quando você cria amarras tratando de abrir o seu caminho o mais forte possível, em algum momento as amarras se rompem. Isso é o que está acontecendo hoje. Todos os sistemas de conexão que construímos estão se quebrando, o que afeta todos os aspectos de nossas vidas – desde o preço dos alimentos até os aparelhos, o transporte e todos os domínios do envolvimento humano. Construímos todo o nosso sistema sobre o egoísmo; podemos esperar que ele não entre em colapso?

Agora não temos escolha a não ser começar a pensar mais em termos de “nós” e menos em termos de “eu”. Quando está claro que interrupções em qualquer lugar levam a interrupções em todos os lugares, não podemos manter atitudes abusivas e exploradoras em relação a outros lugares ou outras pessoas. Temos que mudar do pensamento nacional para o pensamento global, de um pensamento exclusivo para um inclusivo.

No final, precisaremos de mecanismos para coordenar atividades globais, mecanismos em funcionamento, não como a ONU ou seus afiliados. Mas isso virá mais tarde, depois que mudarmos nosso pensamento e construirmos o que precisa ser construído sem tentar usá-lo para fins de poder ou exploração.

Em um mundo onde as pragas se espalham como o vento, a produção para em todo o mundo e os preços dos alimentos e do gás disparam em todos os lugares, o pensamento colaborativo não é opcional; é imperativo. Cooperação é a única atitude razoável, a única que mudará as coisas para melhor. Se continuarmos seguindo nossos próprios caminhos separados, as cordas que nos prendem a todos se romperão e todos cairemos dolorosamente.

“76 Anos Após Sua Fundação, A ONU Ainda Não Conseguiu Nada” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “76 Anos Após Sua Fundação, A ONU Ainda Não Conseguiu Nada

“O Dia das Nações Unidas, em 24 de outubro, marca o aniversário do dia em 1945 em que a Carta das Nações Unidas entrou em vigor”, escreve a página da ONU dedicada a esta data. O título da página é “Construindo Juntos a Paz e a Prosperidade” e afirma que o aniversário “oferece a oportunidade de ampliar nossa agenda comum e reafirmar os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas”. Há 76 anos, a ONU tenta trazer paz ao mundo. Em 76 anos, não nos movemos nem um centímetro mais perto dela. Se eu tivesse que resumir as operações da ONU durante todo o seu tempo, eu resumiria em quatro palavras curtas: uma perda de tempo.

Não posso dizer que não tentei. Durante os primeiros anos da década anterior, eu mesmo havia lidado extensivamente com a ONU. Encontrei-me várias vezes com a então diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, e buscamos formas de mitigar alguns dos problemas mais urgentes do mundo. Tive uma reunião maravilhosa com a ex-Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas, Dra. Asha-Rose Migiro, após a qual uma organização que estou dirigindo, o ARI Institute, colaborou com a ONU, que declarou que o tema para 2012 seria “Educação.” Juntos, criamos um programa educacional internacional para estabelecer unidade e camaradagem na sociedade e nas escolas.

Para que a ONU seja uma instituição eficaz, ela deve estar acima de qualquer interesse particular de qualquer país. Seu único interesse deve ser a união de toda a humanidade e deve receber o poder e a autoridade para cumprir sua tarefa. Infelizmente, as reuniões e esforços não resultaram em mudanças no terreno. Eles falharam não por falta de competência ou boa vontade, mas porque a ONU não pretende ter sucesso. Não pretende tornar o mundo um lugar melhor, mas servir como uma arena para manipulações políticas internacionais e lutas de poder sob o pretexto de preocupação com os direitos humanos, problemas de alimentação e água e mudança climática.

Suas intenções podem ter sido boas quando foi estabelecida pela primeira vez, mas uma vez que os políticos assumiram e empurraram sua própria agenda, eles deformaram e distorceram tudo. Ao fazer isso, transformaram uma instituição que poderia ter sido muito significativa e positiva para a humanidade em um palco para fazer discursos vazios e declarações hipócritas. Por isso disse que a sua atividade tem sido uma perda de tempo.

Para que a ONU seja uma instituição eficaz, deve estar acima de qualquer interesse particular de qualquer país. Seu único interesse deve ser a união de toda a humanidade e deve receber o poder e a autoridade para cumprir sua tarefa.

Atualmente, ninguém na ONU é responsável. Se a agenda pretendida não acontecer, ninguém paga por ela; ninguém é responsabilizado. É por isso que ninguém a leva a sério.

Por isso, acho que a ONU, como tal, deve ser desmontada completamente. Em vez disso, deve haver um instituto educacional internacional lidando com a instalação da compreensão de que somos todos dependentes uns dos outros. Antes de percebermos que, quando poluímos uma parte do mundo, estamos poluindo nosso próprio quintal, nada de bom vai acontecer.

Os países devem aprender que devem apoiar uns aos outros, apesar de sua inimizade mútua. A menos que nos elevemos acima da vingança e comecemos a construir uma entidade comum e global chamada “humanidade”, a humanidade sofrerá as consequências de sua desunião.

Podemos aprender que estamos conectados de duas maneiras: uma maneira boa ou uma maneira ruim. A ruim é aquela em que estamos hoje, e podemos ver para onde ela está nos levando. A boa é a nossa única opção, pois é a única maneira de sairmos vivos do outro lado dela.

Para concluir, espero que este aniversário seja um dia de ajuste de contas para a ONU, que os Chefes de Estado estejam começando a perceber que se queremos comemorar mais aniversários, e queremos que nossos filhos os celebrem, precisamos mudar de rumo. Assim que aprendermos a nos sentir próximos uns dos outros, será possível construir uma Organização das Nações Unidas que fará jus ao seu nome.

Feliz aniversário!

“Nós Filmaríamos Qualquer Coisa Para Chamar A Atenção Nas Redes Sociais” (Linkedin)

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“Por mais de 40 minutos, uma mulher foi assediada por um estranho em um trem de transporte público na Filadélfia e depois estuprada enquanto transeuntes erguiam seus celulares, aparentemente para registrar o ataque”, relatou a NBC News na semana passada. “A agressão foi observada por um funcionário da SEPTA (Autoridade de Transporte do Sudeste da Pensilvânia), que ligou para o 911, permitindo que os oficiais da SEPTA respondessem imediatamente e prendessem o suspeito no ato”. Poucos dias depois, outro vídeo apareceu, retratando um crocodilo atacando um menino de quatorze anos, cujos restos mortais foram encontrados várias horas depois.

Embora os comentários de alguns leitores expressem choque com a relutância dos espectadores em intervir, acho que foi seu instinto natural de se preservar que os impediu de fazê-lo. O que é tudo menos natural, no entanto, é o fato de que eles documentaram os eventos em seus telefones e os publicaram nas redes sociais. Este é um testemunho de que não só somos piores do que qualquer animal, mas também nos regozijamos e exploramos o sofrimento dos outros, mesmo quando esse outro é uma mulher ou uma criança.

Diante disso, os espectadores não cometeram nenhum crime, mas ficamos ainda mais chocados com eles do que com o agressor sexual ou a morte da criança. Há uma boa razão para isso: os espectadores poderiam ser cada um de nós. Eles não eram pessoas doentes; eram pessoas normais indo ou voltando do trabalho, ou talvez viajando para visitar um amigo ou um membro da família. Eles representam a verdadeira face da sociedade, da qual também fazemos parte.

Nossos sábios definiram a indiferença como “governo sodomita”, o princípio pelo qual a cidade bíblica de Sodoma foi destruída. Eles chamaram esse princípio, “Deixe o meu ser meu e deixe o seu ser seu” (Mishná, Avot, 5:13), significando que ninguém interfere na vida de outra pessoa; cada um guarda para si. Por esse descuido, Sodoma foi destruída. A que distância estamos desse traço? A julgar pelos espectadores da filmagem, fomos além disso.

É por isso que nossa sociedade está se desintegrando. Já podemos ver que não temos nenhum sentimento pelos outros, a não ser o desejo de explorar seus infortúnios ou usá-los para algum prazer egoísta. Não é hora de fazermos algo sobre quem somos, em vez de esperar por um destino como o de Sodoma?

Desfrutar do sofrimento das pessoas não é nenhuma novidade para a humanidade. Na Roma antiga, por exemplo, uma punição comum aos piores criminosos, escravos fugitivos e cristãos era o damnatio ad bestias (condenação aos animais), em que condenados eram mortos por animais selvagens, como leopardos ou leões, diante de uma multidão aplaudindo no Coliseu. Hoje em dia, os Coliseus são Instagram, Facebook, Twitter e outras redes de mídia social. As arenas podem ser diferentes, mas a alegria dos espectadores indica que não mudamos.

Acho que devemos começar a contemplar seriamente a correção de nossa natureza central. Estamos à beira da destruição. Uma raça cuja natureza é tão corrupta, que conquistou o planeta e impõe sua maldade a todos os seres, não poderá viver por muito tempo. Acho que devemos redirecionar não apenas nosso comportamento, mas a causa de nosso comportamento, seu motor, ou seja, nossa própria natureza.

Não tenho dúvidas de que, no final, chegaremos à resolução de que devemos fazer isso, mas tenho medo do preço que teremos que pagar até chegarmos lá. Se fizermos uma escolha consciente de mudar agora, antes que a natureza nos force a fazer isso, evitaremos os cataclismos que claramente nos aguardam. Se escolhermos a inação, nada os impedirá de vir.

As relíquias da humanidade ainda terão que fazer as mudanças necessárias e reformar a natureza humana, mas não há razão alguma para que haja tais desastres. A Terra é rica o suficiente para prover abundantemente a todos, mas depende se mudamos para melhor ou mantemos nossa natureza diabólica.

“A História Judaica Não Contada De Hollywood” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “A História Judaica Não Contada De Hollywood

Após uma década de atrasos e um custo de quase US $ 500 milhões, o Academy Museum of Motion Pictures em Los Angeles foi finalmente aberto ao público em geral; aqui serão exibidos filmes clássicos e mostrados roteiros e fotos dos primórdios do cinema.

Mas a surpresa que muitos têm hoje é que não há menção no museu dos pioneiros que construíram a indústria de Hollywood: os judeus. Um artigo intitulado “Os Judeus Construíram Hollywood. Então, Por Que A História Deles Foi Apagada Do Novo Museu Da Academia?”, Publicado no The Forward, trouxe o assunto à atenção das pessoas. O autor cita Doris Berger, curadora sênior do museu, explicando o motivo de omitir a ousada contribuição judaica para Hollywood: “Queremos atrair muitos públicos diferentes. Queremos que as pessoas se vejam em nossos programas e exibições com objetos e filmes muito conhecidos, bem como cineastas menos conhecidos. Nosso objetivo é criar diálogo”.

Judeus da Europa Oriental que imigraram para a América foram os primeiros a construir Hollywood. Até o final do século XIX, mesmo no início do século XX, os judeus foram excluídos de várias profissões, instituições de ensino e círculos sociais. Como aqueles que não tinham nada por um lado tiveram uma oportunidade aberta por outro, os judeus tomaram com as duas mãos e com gratidão o terreno inculto do cinema.

O lugar estava vazio, era muito fácil entrar, trabalhar e ter sucesso, e eles eram atraídos para lá como para qualquer lugar sem perturbações e restrições. Assim, com a ajuda do senso empresarial desenvolvido, os judeus fizeram da indústria cinematográfica uma almofada confortável de prosperidade.

É provável que por trás da filosofia pluralista moderna da curadora judia do museu haja uma simples necessidade de obscurecer esses fatos, para diminuir a proeminência dos judeus e permanecer sob o radar. A verdade é que esta não é uma grande perda porque o povo de Israel, abençoado com suas habilidades, não foi feito para entreter o mundo e fornecer-lhe uma hora e meia de fuga da realidade.

O papel do povo judeu é aproveitar um pensamento aguçado e um coração sábio para espalhar uma explicação satisfatória da natureza do mundo para a sociedade humana, fornecendo as ferramentas e o conhecimento para conectar uns aos outros nesta vida difícil. Esta é a doutrina da nação, estes são os aspectos enraizados em nosso povo que somos ordenados a perceber e incutir em todos. Em outras palavras, até que nós, o povo de Israel, apresentemos o método de consertar o mundo, vale a pena não sermos vociferantes.

Mesmo assim, os judeus nos Estados Unidos não podem se dar ao luxo de mostrar o estado atual das coisas e se gabar de sua contribuição. O ódio aos judeus está crescendo na América e não há necessidade de adicionar proeminência trivial. Precisamos ser pioneiros na apresentação da história da humanidade: onde estamos hoje e para onde podemos ir se trabalharmos pela mudança.

O drama e a comédia, o riso e o choro são ferramentas que tocam diretamente o coração, por isso é possível descrever com sensibilidade e sabedoria a imensa dificuldade em que nos encontramos hoje. Com a ajuda deles é possível ilustrar por um lado todos os desastres naturais que nos afligem, todas as batalhas e lutas cruéis que eclodem entre nós e por outro lado traçar em linhas claras nossas habilidades para superar forças e criar um mundo melhor .

O povo judeu consegue ser pioneiro na criação de um novo roteiro, uma nova trama para reverter a tendência negativa da sociedade atual, redirecionando os laços entre nós, de receber para dar, do ódio para o amor.

“E Se Pudéssemos Ser Jovens De Novo?” (Linkedin)

Meu novo artigo no Linkedin: “E Se Pudéssemos Ser Jovens De Novo?

David Sinclair, professor de genética e codiretor do Centro Paul F. Glenn para Biologia da Pesquisa do Envelhecimento da Harvard Medical School, afirma ter encontrado uma maneira de tornar as pessoas jovens novamente. Ele chama de “reprogramação epigenética de tecidos envelhecidos” e, segundo ele, podemos recuperar os anos perdidos. Presumindo que isso seja verdade, e presumindo que pudéssemos comprar uma pílula ou alguma outra forma de medicamento que pudesse fazer isso com nossos tecidos, eu não iria querer isso. Eu não pegaria mesmo se fosse de graça. Acho que não é um presente, mas uma maldição para a humanidade. O que importa não é quantos anos vivemos, mas como vivemos nossos anos.

Se me perguntassem se eu queria mais poder do que a natureza me deu, seria apenas mais poder para mudar minha natureza egoísta, meu egoísmo. O que isso me daria para viver a fim de adquirir mais riqueza, ou poder ou status social? Mas corrigir o ego, aproximar-se da natureza de amar os outros e conectar as pessoas à natureza da criação – a rede integrada de benevolência que nos apóia – é uma meta pela qual vale a pena viver.

Somente quando nos conectamos à rede interconectada da realidade, é que a vida passa a valer a pena. Nesse estado, emergimos da ilusão de que existimos apenas para nós mesmos e começamos a sentir toda a existência. Assim como uma célula existe individualmente, mas vive para o bem do organismo do qual faz parte, quando vivemos não para o nosso próprio bem, mas para o bem de toda a humanidade, e de toda a realidade, somos dotados da vida de toda a realidade.

Nesse estado, não precisamos reprogramar nenhum tecido. Alcançamos muito além do nível do tecido e conectamos nossa consciência com tudo ao nosso redor. Isso é o que chamo de vida!

Se estivermos confinados aos nossos tecidos; se os veneramos, então existimos enquanto nossos tecidos existirem. Mas se nos concentrarmos em ajudar toda a humanidade a encontrar a vitalidade que se encontra na conexão, estaremos além da vida e da morte. Nesse estado, há apenas amor, cuidado e compaixão em nossa realidade.

Por séculos, os Cabalistas não puderam revelar essa verdade para a humanidade, pois as pessoas não os entenderiam. Mas agora que as pessoas estão começando a ouvir, é possível compartilhar este segredo com toda a humanidade: a felicidade não se encontra em si mesmo, mas em uma boa conexão com os outros.

Para concluir esta postagem, gostaria de citar as palavras do pai do meu professor, o grande Cabalista Baal HaSulam: “Estou feliz por ter nascido em uma geração em que é permitido divulgar a sabedoria da verdade.”

“Qual É A Causa Principal Do Antissemitismo E Do Ódio Coletivo Contra O Povo Judeu E Sua Fé?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: Qual É A Causa Principal Do Antissemitismo E Do Ódio Coletivo Contra O Povo Judeu E Sua Fé?

De acordo com a sabedoria da Cabalá, o povo judeu carrega o método de correção da humanidade, e fenômenos negativos no mundo vêm à tona cada vez mais devido ao fracasso do povo judeu em implementar este método.

Em outras palavras, de acordo com a Cabalá, os judeus são responsáveis ​​pela correção do mundo. Ao deixar de aceitar tal responsabilidade e, em vez disso, buscar o sucesso neste mundo, o ódio contra os judeus habita inconscientemente nos não-judeus.

O antissemitismo continuará até que o povo judeu corrija suas conexões até o ponto em que se unam “como um homem com um só coração” e, ao disseminar o método de correção, perceberão seu destino como “uma luz para as nações”.

Se o povo judeu conseguir cumprir sua missão, isso funcionará como uma verdadeira solução para o antissemitismo. Esse é um dos pontos que os sábios da Cabalá declararam ao longo das gerações. O povo judeu deve ser corrigido e conectado e, por meio dessa unidade, o amor se espalhará para o resto do mundo. Então, todas as nações respeitarão e honrarão os judeus.

Com base no vídeo, “Qual é a Solução para o Antissemitismo?” Escrito/editado por alunos do Cabalista Dr. Michael Laitman.

Seis Problemas Que Levam Ao Abismo?

962.6Pergunta: O Secretário-Geral da ONU citou seis problemas que estão levando a humanidade ao abismo.

O primeiro é a ausência de paz. O segundo é a mudança climática. O terceiro é a desigualdade entre os países. O quarto são as questões de gênero. Ele diz que em países onde homens e mulheres são iguais, há paz e estabilidade. O quinto é a falta de igualdade de acesso à internet. Metade da população não tem acesso à internet. E o sexto é o conflito entre gerações. Sessenta por cento dos jovens se consideram enganados por seus próprios governos.

O que você acha desses seis problemas que estão levando a humanidade ao abismo, como ele diz?

Resposta: Não vejo nada de terrível em nenhum problema.

O secretário-geral da ONU tem que dizer algo, então ele diz. Ele deve ver algo, supostamente. Isso é o que ele vê.

Pergunta: Então, na sua opinião, qual é o principal problema?

Resposta: Apenas educação. E é exatamente isso que a ONU não está fazendo! Isso é tudo. Além da educação, nada é necessário.

Pergunta: E quando você fala de um problema de educação global, o que você quer dizer com isso?

Resposta: Em todos os Estados, em todas as instituições públicas, desde escolas primárias a lares de idosos e acima, as pessoas só precisam explicar o que significa a atitude certa umas com as outras. E associe todos os problemas a isso.

Ou seja, uma atitude ruim em relação ao outro é a base de todos os problemas.

E isso é apresentado a uma pessoa desde muito jovem, constantemente, constantemente explicando isso. Ela vai ouvir e entender gradualmente de onde o problema se origina. Tudo acontece apenas porque as pessoas são gananciosas e se preocupam apenas com elas mesmas. Naturalmente, aqui se refere ao egoísmo.

Pergunta: Se uma pessoa descobrir que é egoísta e que todos os problemas vêm disso, o que isso fará com ela?

Resposta: Saber o problema é metade da solução. Em primeiro lugar, não o procuraremos mais em outro lugar. Ela não criará vários comitês e inventará problemas ao invés daquele.

Ela saberá que todo o problema está na natureza humana e deve ser corrigida de alguma forma. Anunciaremos uma competição internacional para resolver este problema. Falaremos sobre isso em todos os lugares. Isso é problema de todos. Gostaria de saber quem apresentará propostas para a sua solução.

E vamos discutir isso em todos os lugares, nas redes e assim por diante. Vamos divulgar as pessoas que participam disso. Vamos citar os vencedores que querem ajudar de graça. E assim criaremos um movimento mundial.

Pergunta: Este movimento mudará uma pessoa? Suponha que ela compreenda que a base de todos os problemas da humanidade é o egoísmo, que todos nós temos.

Resposta: Gradualmente, seremos capazes de explicar às pessoas que esse é exatamente o problema. E que só se resolve de uma maneira especial, pela força interior da natureza, cujo efeito sobre nós podemos despertar. E desta forma este problema pode ser resolvido.

Eu acredito que a humanidade não tem outro jeito. Eu sei. E apenas garantirá que nada ajude, que nada possa ser feito. Mas se todos nós dissermos que precisamos mudar, que somos maus, mas devemos mudar para melhor e assim por diante, é como uma oração. Vai funcionar.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman” da KabTV 23/09/21

Um Roteiro Para O Criador

294.1Pergunta: Qualquer pessoa pode ser justificada. Como você pode justificar o Criador?

Resposta: Você pode justificar o Criador apenas elevando-se a um certo nível espiritual, mesmo ao menor. Então você adquirirá a “visão”, uma sensação da qualidade de doação a partir da qual verá todo o universo. Antes disso, é impossível.

Pergunta: Que pergunta devo fazer a mim mesmo para avançar corretamente em direção ao objetivo?

Resposta: Você verifica a cada momento que está absolutamente à mercê da força superior, o Criador? Esse é o seu marco, a sua direção certa.

Uma direção ainda mais correta é através do grupo: a cada momento eu deveria me sentir movendo em direção à adesão com o Criador junto com o grupo.

De KabTV, “Videoconferência”

 

Maternidade Em Crise

552.03Comentário: Um artigo interessante apareceu em Rosbalt: “A Terapeuta Explicou Porque A Maternidade Está Em Crise”  em que, “A especialista [Otta Maria Bloch] lembrou que a maternidade em geral está passando por uma crise nos dias de hoje, e entre os motivos não está apenas a mudança de posição de uma mulher, que deve ter tempo para ter uma carreira, criar filhos e permanecer uma esposa amorosa.

“’A atitude em relação à maternidade também é influenciada pela velocidade crescente da vida, um fundo denso de informações e uma mudança nos valores em relação ao amor-próprio. Agora, para muitos, o sucesso é o bem-estar financeiro, a capacidade de se divertir aqui e agora, sem investir muito esforço nisso. E a paternidade em si pressupõe não receber, mas dar”, observou Maria Blokh.

Pergunta: Qual é o seu comentário sobre isso?

Resposta: Chegamos a tal egoísmo que não queremos filhos! Não queremos criar filhos, não queremos dar nem mesmo aos nossos filhos. Deixe-os crescer como quiserem ou deixe o Estado provê-los e cuidar deles. Nós não.

Esta é a maternidade em crise, esta é a família em crise em geral. E o que é uma família se não há filhos? Se antes as pessoas eram contra internatos, creches e outras instituições semelhantes, hoje é o contrário: “Como posso mandar meu filho para algum lugar para que eu possa cuidar de mim mesma”, diz uma mulher moderna.

Comentário: Voltaremos à maternidade normal?

Minha Resposta: Acho que vamos. Através do sofrimento, mas virá.

Pergunta: É correto dizer que a paternidade em si não envolve receber, mas dar?

Resposta: Claro.

Pergunta: Então, temos uma crise de doação?

Resposta: Sim. Em geral, toda a natureza é construída sobre o fato de que aprendemos, por meio de nossa atitude em relação aos filhos, a dar, depois a dar aos outros: adultos, outros, a sociedade e, então, a toda a natureza.

Pergunta: Mas vemos que uma mãe gosta imensamente quando seu filho sorri para ela ou pega uma colher de mingau. Vemos que é um grande prazer. Para onde isso vai? Por que elas não querem continuar com isso, para ter mais filhos?

Resposta: Elas não têm culpa. A natureza as fez assim. Quer que as pessoas percebam o quão egoístas elas são, que esse egoísmo as move e, portanto, elas são boas mães.

Pergunta: De outra forma, como você pode dar à luz?

Resposta: Você deve primeiro mudar o objetivo e depois dar à luz.

Pergunta: Qual deve ser o objetivo? Por que estou dando à luz uma criança?

Resposta: Apenas pelo bem do mundo. Para que haja mais pessoas boas e justas no mundo, vou dar à luz e criar meus filhos dessa maneira. É por isso que vou dar à luz a eles. Chegamos ao ponto em que devemos lidar corretamente com a intenção: Qual é a razão de eu estar fazendo isso?

Pergunta: Ou seja, a intenção se tornará a coisa principal quando eu der à luz uma criança?

Resposta: Sim. Primeiro a intenção, depois a ação.

Pergunta: É por isso que esta crise está acontecendo agora?

Resposta: Sim.

Pergunta: Mas isso vai acontecer?

Resposta: Isso definitivamente vai acontecer!

Pergunta: É assim que eles vão dar à luz filhos?

Resposta: Sim. E será um novo mundo.

Pergunta: Esses filhos serão mais felizes?

Resposta: Claro! Eles serão atendidos de uma maneira diferente e sentirão que estão nascendo em um novo mundo e que desejarão viver neste mundo.

Pergunta: As mães também serão mais felizes?

Resposta: Claro. Elas saberão por que seu filho cresce, vive e existe. Elas sentirão a própria natureza do infinito.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 12/08/21