Sair Da Babilônia

537Sair da Babilônia, ou seja, de um estado de confusão, é semelhante a como uma pessoa se sente quando descobre a Cabalá. Antes ela fica muito confusa e não sabe o que fazer. Sua vida e o mundo inteiro parecem de alguma forma incompreensíveis para ela. Para que ela está vivendo? O que está acontecendo com ela?

Gradualmente, a propriedade de doação e amor é revelada nela, e com a ajuda deste poder, ela começa a sentir que é possível se elevar acima do mundo, que todo esse mundo ainda é temporário, e ela vive nele contra a sua vontade.

No entanto, a pessoa tem a oportunidade de superar isso e encontrar um curso de vida completamente diferente, que é paralelo a esse. Ela vai olhar para tudo o que acontece de cima e, em paralelo com isso, fluirá em seu novo reino, em um novo nível. O que está abaixo – ela, sua família, seus parentes, tudo o que existe no nível material – isso não é o mais importante e só é necessário para acompanhá-la de alguma forma.

O mais importante é que em sua transformação interior ela é semelhante ao Criador e, nessa semelhança, ela flutua, mudando-se constantemente. Ela tem um objetivo, força e capacidade para fazer isso. Ela estuda Cabalá, estuda para que serve tudo isso. Agora ela já está começando a se identificar com um movimento completamente diferente nesse mundo. Ela já tem seu próprio caminho, que é um pouco mais alto que tudo o que é terreno.

Isso é chamado de deixar sua Babilônia. A pessoa sobe e começa a fluir em sua corrente. O que acontece com todos aqui – deixe acontecer. O fato de que ela está incluída nos outros e se eleva acima deles também é necessário. Ela absorve deles o que é necessário, por exemplo, ela leva os membros de sua casa com ela, etc., mas, em princípio, o grosso fica no fundo. Essa é a saída de Abraão da Babilônia.

De KabTV, “O Poder do Livro do Zohar” # 17

Um Comentário

  1. Professor Michael Laitman
    Essa capacidade “forçada” seria como um filho crescendo na barriga da mãe ?
    Eu como mãe fico comparando, claro que isso seria algo muito superficial não ?
    Gratidão Professor Laiman

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