Aqueles Que Não Trabalham São Aqueles Que Comem

laitman_600_02Nas Notícias (Russian Bazaar): “A revolução tecnológica e a popularidade de dispositivos eletrônicos levaram a uma queda acentuada da produtividade no trabalho dos norte-americanos. As pessoas começaram a se mover mais lentamente, e o senso de responsabilidade e disciplina tem diminuído significativamente. Essa é a conclusão a que chegaram os especialistas da empresa CareerBuilder Resource como resultado de uma pesquisa em larga escala de empregadores. Hoje, um em cada cinco gerentes acredita que seus subordinados se envolvam em atividades profissionais por menos de 5 horas em um dia normal de 8 horas.

“Os smartphones demoliram uma variedade de negócios – desde pequenas lavagens de carro nas províncias do país até empresas financeiras dos arranha-céus das grandes cidades. Os empregadores se queixam que seus subordinados pegam seus smartphones a cada 15 – 20 minutos. Proibir o uso de telefones durante o horário comercial, não é bom. As pessoas se ofendem ou facilmente descartam a regra ou fazem queixas de discriminação às autoridades. …

“O abrandamento da produtividade foi influenciado não só pela alta tecnologia, mas também pela proteção maluca dos subordinados por seus empregadores, realizada pelo Partido Democrata. O fortalecimento dos sindicatos, o aumento do salário mínimo, o direito de processar a gestão por qualquer assunto trivial, bem como a possibilidade de não trabalhar, mas viver à custa do Estado – tudo isso levou ao descrédito do trabalho como tal. …

“Um número de pesquisadores da Califórnia, disse que se os EUA voltassem ao nível de produtividade de um século atrás (após a Primeira Guerra Mundial), seria o suficiente para que os funcionários atuais trabalhassem 3 a 4 horas por dia. …

“De acordo com 48% dos empregadores, o abrandamento da produtividade se reflete acima de tudo na qualidade do trabalho. Mesmo que uma pessoa faça muito pouco, mesmo esse mínimo é de qualidade muito baixa.

“Quanto menos a pessoa faz, maior é o seu desprezo pela gerência superior.

“A grande maioria dos proprietários de pequenas empresas nos Estados Unidos, afirmou que os principais critérios para a seleção de potenciais empregados são honestidade, responsabilidade e disciplina. Surpreendentemente, até mesmo um quarto de século atrás, o principal fator global na seleção dos trabalhadores era a sua educação e experiência de trabalho”.

Meu Comentário: A razão para a preguiça crescente é o desenvolvimento do egoísmo. A motivação pelo trabalho só vai ser renovada em um coletivo que tenha um objetivo sublime, como Baal HaSulam escreve em seu livro “A Última Geração”.

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