Soros Não É Nosso Irmão

400Pergunta: A organização de direitos humanos Human Rights Watch é mantida pelo conhecido filantropo Judeu George Soros que apelou para empresas comerciais e bancos exigindo que eles parassem qualquer cooperação com os assentamentos Israelenses e territórios ocupados, incluindo bairros Judeus em Jerusalém Oriental.

É bem difícil que a UE queira nos neutralizar e entender que não gostamos, e daí Soros também faz isso.

Resposta: Não é segredo que os Judeus estão por trás dos movimentos anti-israelenses, e não podemos ignorar isso. Os Judeus mais uma vez estão conduzindo-se para a aniquilação e acreditam que suas ações são certas.

Há 200 anos, antes da destruição do Segundo Templo, estávamos em um nível espiritual e vivíamos na conexão entre nós de acordo com o princípio do “Ama ao próximo como a ti mesmo”. As coisas mudaram depois da destruição do Segundo Templo, e nós caímos desse nível para o nível do ódio infundado.

Desde então estamos em um estado chamado exílio. Exílio refere-se à queda do nível superior em que estávamos para um nível de relações normais neste mundo, e aqui nós somos os piores. Quando estamos sob grande pressão, ajudamos um ao outro porque o instinto de sobrevivência num bando se acende. Mas quando não sentimos a ameaça de uma guerra e um de nós sobe até o topo, ele sufoca os outros ainda mais. Não há nenhuma necessidade de antissemitas — pegue um judeu como Soros, por exemplo, que faz seu trabalho fielmente.

Visto que as relações entre nós têm sido invertidas e o ódio infundado substituído o amor, não tratamos uns aos outros como todas as outras nações tratam uns aos outros. Não amamos; rejeitamos um ao outro e estamos prontos para dar, vender, alienar e desconectar-nos uns dos outros. Isto resulta do experimentar a destruição, e é o estado em que estamos hoje. Chama-se a destruição do Segundo Templo, nossa destruição.

A sabedoria da Cabalá fala sobre a nossa história, sobre o amor que se foi e a revelação do ódio. Então, Soros, os assessores do Presidente Obama e outros Judeus nas principais posições na Europa e nos EUA pedem para que se boicote Israel e lideram os ataques antissemitas na nossa nação.

Portanto, eu não os vejo como nossos irmãos. Éramos irmãos antes da destruição do Segundo Templo, e desde então nos odiamos até hoje. Nós temos que aceitar esse fato, mesmo que não o entendamos. Nós somos apenas irmãos em tempos de apuros porque estamos juntos sob pressão. Só quando começarmos a nos conectar nos tornaremos irmãos novamente e iremos anular o ódio externo destinado a nós.

Pergunta: O que vai nos empurrar para nos conectar e unir?

Resposta: Há dois caminhos: o sofrimento imenso que passamos a fim de mudar nossa atitude mútua e, assim, perceber o que fazemos para nós mesmos e para o mundo, ou através do caminho que a sabedoria da Cabalá nos conta, que é uma revolução interna, moral, que devemos passar a fim de nos unir de forma pacífica.

Nós temos um método de conexão espiritual chamado a sabedoria da Cabalá, e essa é a razão porque essa sabedoria é revelada hoje. Devemos implementá-la e disseminá-la em todo o mundo, como está escrito, “e vocês cumprirão [eles] e farão [eles], pois essa é a sua sabedoria e seu entendimento aos olhos dos povos,” e nós não devemos escondê-la.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 19/01/16

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