Exílios De Israel

laitman_747_01Pergunta: Quais foram exílios que já passamos e que ainda estão por vir?

Resposta: Houve quatro exílios durante os quais os judeus estavam sob o controle de impérios mundiais, como a Babilônia, Pérsia (Purim), Grécia (esportes, arte, ciência, Hanucá), e Roma. Nós estamos falando do uso do ego em todos os seus quatro aspectos, com uma força crescente.

O exílio egípcio, embora seja considerada o principal, a raiz de todos os exílios, por si só não é um exílio, já que o povo foi para o Egito por sua livre vontade. Os três primeiros exílios passaram sobre a nação numa onda constante: no início a Babilônia conquistou Israel, o imperador Nabucodonosor destruiu o Templo, e a maioria dos judeus foi deportada.

Depois a Pérsia conquistou a Babilônia, e os judeus encontraram-se sob o seu controle. Ciro, o Grande, deu aos judeus permissão para construir um templo, e parte do povo voltou para Israel, mas permaneceu sob o controle dos persas.

Depois, os gregos conquistaram o mundo antigo e o governo dos judeus passou a eles, até a revolta dos Macabeus, quando os judeus adquiriram independência.

Porém, logo que os judeus se tornaram independentes, incessantes conflitos internos começaram no seio do povo, até alcançarem o inexplicável ódio injustificado entre todos. E nada poderia acalmá-los.

Para pôr fim a isso, representantes do povo voltarem-se ao imperador romano para acalmar o povo. Mas quando os romanos começaram a restaurar a ordem, o ódio mútuo também se voltou contra eles. Os romanos viram que não eram capazes de acalmar o povo e decidiram fechar o Templo, o Estado, e toda a área, e os judeus se dispersaram por todo o Império.

Esse exílio ainda não foi totalmente concluído. A maioria das pessoas ainda vive em países do antigo Império Romano, na Europa, e de lá mudaram-se para a Europa Oriental e EUA.

Somente no século XXI, com o fim do antigo Império Romano, sob a forma da Europa moderna (UE), vemos o fim do nosso quarto exílio e o início da era do Messias (da palavra “Limshoch“- puxar), que representa o tempo de correção para a humanidade, a saída da natureza egoísta.

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