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Sobre A Abordagem Ao Segundo Ilumimisno

Dr. Michael LaitmanOpinião (Yuri M. Kagramanov, publicitário, culturologista): “Existe um meio de prevenir o declínio da civilização europeia? Desde o início do século XXI, na encruzilhada acadêmica Ocidental, houve palestras sobre a necessidade de um Segundo Iluminismo, o que daria um novo impulso à civilização europeia – assim como o Iluminismo clássico fez.

“A elite cultural cai na multidão como no atoleiro, e a humanidade não só se tornou madura, sobre o que os intelectuais do Iluminismo estavam sonhando, mas retrocedeu à infância: ela está interessada apenas no corpo, conforto, bem-estar, poder das coisas materiais… a humanidade infantil do século XXI demonstra as falhas inerentes às crianças: credulidade, imoralidade, covardia, ignorância, propensão à violência, espírito de rebanho.

“A confiança do Iluminismo de que o ser humano é capaz de assumir o destino do mundo em suas mãos está completamente perdido. Não precisamos de ideologia, mas de visão de mundo: é um conceito muito mais amplo, sempre determinado por gênios”.

Meu Comentário: Não haverá um Segundo Iluminismo como os mestres da Europa acadêmica imaginam. O egoísmo floresceu apenas uma vez e deu o seu fruto, e hoje nós estamos colhendo-o! O Segundo Iluminismo deve ser altruísta, e será concedido ao mundo não por egoístas, mas por aqueles que dominam o caminho para sair disso, ou seja, os Cabalistas. O Segundo Iluminismo é chamado de “Educação Integral do Mundo” ou “sabedoria da conexão”.

Com Respeito À Grandeza Da Minha Missão Com Temor

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que nos falta o sentimento de temor em relação à grandeza do nosso papel, da nossa missão, quando saímos para disseminar às pessoas?

Resposta: É impossível exigir esse sentimento de temor de uma pessoa, se ela não vê o quadro inteiro. Como, por exemplo, pode um bebê saber como ele é caro aos pais? Ele corre ao redor, mas não tem qualquer sentimento de auto importância, da importância do seu papel, do fato de que ele existe. Se ele pudesse entender o quão importante ele é para seus pais, para aqueles ao seu redor, ele correria ao redor de forma diferente.

É o mesmo conosco: como nós sabemos que somos infinitamente caros ao Criador? Nós ouvimos sobre isso, mas não entendemos e não percebemos o suficiente, de modo que possamos começar a agir de forma diferente.

Pergunta: Como podemos nos desenvolver para que a adesão à meta e a grande responsabilidade que temos nos afete de tal forma que não vamos deixar os outros até trazê-los para onde eles deveriam estar?

Resposta: Basta fazer o que você tem que fazer cada vez e tudo vai gradualmente funcionar. Não se preocupe, deixe um pouco de trabalho para o professor, o grupo e o Criador. Não carregue toda a criação sobre seus ombros.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 04/05/14, Escritos do Rabash

Nos Braços Da Misericórdia Oculta

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível integrar e conectar esses dois opostos: de um lado, nós estamos pedindo ao Criador para ser revelado, e por outro lado, preferimos trabalhar em ocultação?

Resposta: Eu estou interessado na existência de uma ocultação na qual serei capaz de descobrir o Criador. Eu aceito esta ocultação como a condição correta, embora me sinta mal que sou impotente e em ponto de exaustão. Meu desejo de receber não corre atrás de prazeres, pois ele não os sente, devido à ocultação.

Basicamente, o que é a ocultação? A ocultação é a descoberta da Luz de Hassadim. Não há lugar vazio desprovido do Criador, há a descoberta de Sua misericórdia, a qual eu não entendo e não quero, e assim eu os considero como ocultação, como escuridão.

Em torno de mim, tudo está repleto de Luz, mas eu não sinto isso porque esta é a Luz de doação. Então, em vez de amor, em vez de um relacionamento agradável e bom, eu descubro e vejo relações ruins, pressões problemáticas de todos os lados, inimigos e delatores.

Isso tudo é revelado porque meus desejos ainda não estão corrigidos. Esta é a misericórdia, mas ela está em ocultação! Se eu me corrigir, vou ver a misericórdia revelada.

Até então, eu não vejo nenhuma misericórdia e devo acreditar acima da razão que o Criador está agora me enviando meios para descobri-Lo. Não há nada pior do que o vazio que um estado morto. Ele não me dá qualquer possibilidade de despertar.

Porém, no momento em que eu começo a descobrir e a sentir que os problemas estão aparecendo e me pressionam de todos os lados, isso já é misericórdia. Só me falta a minha própria Luz de Hassadim, a sua Luz refletida, para descobrir esta misericórdia do Criador.

Portanto, não há nada pior do que quando a apatia nos domina e não nos deixa fazer nada. Este estado também é dado de Cima para nos ensinar que até mesmo a pior ação ainda é preferível a toda essa indiferença. Nós não estamos preparados para lutar com a indiferença.

Todo o nosso trabalho é ver e sentir a cada momento como somos despertos, aparentemente, pelas coisas negativas que sentimos. Mas, apesar de tudo, nós precisamos ver a verdadeira Luz Superior dentro da Luz refletida que criamos. Nós estamos na Luz do Infinito, e no momento em que a característica de doação é ativada dentro de nós, toda a ocultação se dissipa imediatamente.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 02/05/14, Escritos do Rabash

A Arte De Reunir A Alma Geral

Dr. Michael LaitmanComentário: Um dos amigos que estava conosco por um tempo, disse: “Eu não quero fazer parte de um rebanho. Eu tenho a minha própria relação com o Criador”.

Resposta: Isso vai passar. No momento, ele não entende o quadro geral da criação.

O Criador não existe! A pessoa tem que criá-Lo por si mesma. Do que ela pode se aproximar? Onde ela pode fazer isso? Só quando estiver em contato com outras pessoas. Na verdade, ela está procurando uma forma de justificar o seu ego que faz com que ela se sinta repelida por todos. Eu a compreendo perfeitamente, mas não há nada que possamos fazer. No momento, ela está num nível infantil e pode demorar algum tempo até que ela volte.

Depois que o vaso geral foi quebrado em vários pedaços, a única maneira de descobrir a Luz, o Criador, dentro dele, é reunindo-o. Mas será que eu posso reuni-lo se sou apenas um pequeno pedaço do vaso?

Há uma história sobre um velho quiroprático que foi visitado por jovens médicos que vieram aprender a colocar os ossos de volta no lugar. No passado, arrumar ossos era uma profissão separada.

O quiroprático pegou um jarro de barro, amarrou-o firmemente num saco e o quebrou. Depois ele começou a reunir os pedaços sem abrir o saco. Quando ele reuniu o jarro de barro apenas sentindo as partes, ele mostrou-o a todos, fez uma reverência e saiu. Isso é arte!

Isso é exatamente o que devemos fazer. Infelizmente, eu não sinto que o país esteja pronto para isso. Nós ainda não encontramos um grande desejo, e isso dificulta as minhas explicações. Mas virá o tempo.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 27/11/13

Querer Ser Independente

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que podemos desejar ao povo de Israel em seu feriado do Dia da Independência?

Resposta: Eu desejo que o povo de Israel seja independente. Não há nada mais importante para uma pessoa do que o sentimento de independência. Independência significa que temos todas as necessidades: poder, conhecimento e meios, tudo o que precisamos, e sabemos como usá-las e com que finalidade. Nós estamos confiantes sobre o objetivo e como alcançá-lo, o que significa que também somos independentes nisso.

Todos esses sentimentos, essa coleção de condições, chama-se “independência”. Independência não é apenas uma falta de pressão externa e liberdade de tudo. Algo assim não pode existir, e o mundo está avançando para um estado em que nenhum de nós pode ser independente. Todos nós dependemos uns dos outros e mantemos cada um com um torno.

Ser independente significa que sabemos o que queremos alcançar e como alcançá-lo, e temos todos os meios para isso. É possível desejar isso ao povo de Israel. Mas ter tudo isso requer uma sabedoria superior.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/05/14, Palestra sobre a Unificação da Nação

O Êxodo Do Egito, Antes E Agora

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que se diz que a última redenção será diferente do êxodo do Egito?

Resposta: Esses são os mesmos princípios. Não pode ser nada novo, porque as leis da Luz e do desejo não mudam. Mas a última redenção será certamente diferente do êxodo do Egito.

Nós devemos comparar as condições que estamos vivendo agora e as do passado. O vaso da nação de Israel que desceu ao Egito não foi quebrado. Ele era pequeno, mas completo. É assim que ele começou a se juntar ao Egito e a entrar no desejo de desfrutar para si mesmo sem a quebra, mas mantendo a sua intenção de doar. Por isso se diz que os filhos de Israel não mudaram seu nome, sua língua ou seus costumes.

Esta é a razão pela qual a sua saída do Egito não era uma saída da quebra. A Luz operou e revelou quem é quem, separando Moisés da presença do Faraó, a linha direita da linha esquerda, o bastão da serpente.

A nação de Israel permaneceu Israel mesmo no exílio, o que significa que a conexão entre eles foi mantida. Eles queriam estreitá-la ainda mais e depois descobriram que isso não deu certo, mas a conexão em si permaneceu.

No entanto, após a destruição do primeiro e do segundo Templos, a nação de Israel foi destruída e misturada com as nações do mundo, ou seja, com os verdadeiros egípcios, de tal forma que agora está sob o domínio do Egito, que controla cada passo que eles fazem, cada pensamento, cada desejo, todo o seu modo de vida. Eles se dissolveram totalmente entre as nações do mundo no Egito e se tornaram totalmente assimilados. As dez tribos estão perdidas e ninguém sabe quem elas são e onde estão. Mesmo elas não sabem nada sobre si. Este é o nosso estado hoje.

Assim, o atual êxodo do Egito será totalmente diferente do anterior. Depois, houve o núcleo. A nação de Israel estava sob o domínio do Faraó, mas eles sabiam que estavam escravizados. A nação estava no exílio, mas eles entendiam que era o exílio.

Se contarmos aos judeus hoje que eles estão no exílio, eles não vão acreditar. Hoje a redenção é considerada a obtenção de um novo Mercedes ou um salário mais alto. No passado, eles estavam num nível em que entendiam que não tinham o poder de doação. Eles não têm esse entendimento hoje.

Portanto, o atual êxodo do exílio exige primeiro o reconhecimento do exílio e o estabelecimento da nação nele. Quando nós estamos no Egito, começamos a sentir que estamos no exílio, sob o domínio do ego que não nos deixa conectar, o que é chamado de Faraó. Assim nós começamos a estabelecer a nação de Israel entre nós a partir do nosso grupo.

Depois disso, nós teremos que começar a trabalhar com o público, explicando-lhes que estamos no exílio, que a conexão é uma coisa boa, e que vai nos ajudar a nos tornarmos uma nação. Quanto mais nos vermos como uma nação, mais fortemente sentiremos como o nosso ego nos domina e não nos deixa estar juntos. Este trabalho precede o êxodo do Egito.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 27/04/14, Escritos do Baal HaSulam

O Coração Do Mundo

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, “Pinchas“, item 152: Israel, o Criador os fez o coração do mundo, e esta é a forma como Israel está entre as outras nações, como um coração entre os outros órgãos. Assim como os órgãos do corpo não podem existir no mundo, mesmo por um momento, sem o coração, os outros países também não podem existir no mundo sem Israel.

Não há diferenças no mundo de Ein Sof (Infinito). Lá, todo mundo é igual, já que a Luz superior criou a todos igualmente de acordo com a sua natureza.

Depois houve a primeira restrição (Tzimtzum Aleph) e a Luz desapareceu igualmente de todas as fronteiras de Malchut de Ein Sof, e concentrou-se em torno de um ponto central. É assim que realmente aconteceu até a quebra dos vasos.

Após a quebra, os vasos caíram e foram organizados de cima para baixo, e, desde então, os vasos com o menor Aviut (espessura) estão no topo.

No mundo de Nikudim já havia dez Sefirot. Sua parte superior era Bina e a parte inferior era Malchut. Assim, os vasos da fase da raiz, primeira fase, e parte da segunda fase são os vasos de doação (Israel) e os vasos de Aviut três e quatro são vasos de recepção (as nações do mundo).

Assim, os vasos de Bina são esclarecidos em primeiro lugar. Abraão começou esse processo na antiga Babilônia. Como o primeiro ponto, a linha direita, Abraão virou-se para todos os babilônios, para todos os vasos, mas aqueles que se juntaram a ele foram os vasos de doação que sentiram a Luz que iluminava de Abraão quando ele espalhava a sua mensagem. Portanto, eles são chamados de Israel de acordo com os Reshimot (genes espirituais) que foram revelados neles.

Os outros se dispersaram por todo o mundo e, hoje, eles compõem toda a humanidade, que é formada por sete bilhões de pessoas.

Mais tarde, nós temos que entender que há uma grande diferença na essência interior das pessoas que pertencem a essas duas categorias: Israel e as nações do mundo. Em Israel, há Reshimo de Malchut em Bina, e nas nações do mundo, há Reshimo de Bina em Malchut, em conformidade. Malchut domina as nações do mundo e o nível de Bina está nela, e Bina domina Israel com Malchut incorporada nela.

Assim, os Reshimot de Malchut e Bina foram integrados como resultado da quebra, e esta integração existe em cada pessoa, uma vez que somos todos os produtos da quebra da alma comum de Adam HaRishon (o primeiro homem). No entanto, em algumas pessoas, Malchut domina Bina, e em outras Bina domina Malchut.

Isto leva a uma grande diferença durante o despertar. Israel desperta quando a Luz que Corrige os afeta, enquanto que aqueles que estão sob o domínio de Malchut não podem despertar por esta Luz. Eles só podem participar de Bina como Malchut. Quando Malchut se anula diante de Bina, ela constrói a si mesma.

The Heart Of The World

É nisso que nós baseamos nossa disseminação. Afinal, mesmo em Israel, há aqueles que são semelhantes às nações do mundo, e nas nações do mundo, há aqueles que são semelhantes a Israel. Aqueles dentre as nações do mundo que se assemelham a Israel vêm se juntar a nós. Aqueles de nós que lembram as nações do mundo se juntam às nações do mundo. É assim como a disseminação ocorre, sobre a qual se diz: “Israel foi para o exílio apenas para fixar as almas dos gentios a eles”. Esse processo determina o nosso trabalho e nós entendemos que a lei, segundo a qual a correção é feita da parte mais leve para a parte mais pesada, age aqui. É por isso que começamos com pessoas que são atraídas até nós e depois expandimos os círculos de nossa disseminação.

Além disso, de acordo com o Zohar, Israel é o coração do mundo. Isto significa que a Luz só pode vir ao mundo através de alguém que esteja conectado, alguém que possa ser um tubo, um adaptador, um elo, entre o Criador e os vasos, que são as nações do mundo. É o papel de Israel, uma vez que estão conectados tanto à Bina e à Malchut como Malchut está conectada à Keter na sua parte superior, e na sua parte inferior, ZAT de Bina está conectada a Malchut.

Portanto, Israel é um grupo especial que devemos reunir em todo o mundo. Por este tipo de trabalho nós estabelecemos a passagem neste mundo entre a humanidade e o Criador.

Mas o objetivo da criação, em nome do Criador, é que a humanidade entre em contato com Ele. Nós somos apenas uma passagem e servimos tanto ao Criador quanto à humanidade. A nossa honra e o nosso destino reside, na verdade, em estabelecer este contato. Se não fosse pela conexão entre o Criador e as nações do mundo e se nós não pensássemos que iríamos agradá-Lo ao levar toda a humanidade até Ele, não cumpriríamos o nosso papel.

Portanto, nós temos que tratar muito bem as nações do mundo e nos preocupar com o que acontece com elas. Hoje, nós vemos que elas têm problemas, angústias e aflições e este deve ser um sinal para nós de que não estamos tendo sucesso em nosso trabalho.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 02/05/14, A Missão do Povo de Israel

Vida Eterna Dentro Da Conexão Integral: Lição 1 Da Convenção Na França

Dr. Michael LaitmanNós estamos no início do caminho da correção da natureza humana e da correção do mundo. O método de Abraão ensina que a pessoa deve subir acima de sua natureza e se conectar com outros, de tal forma que nós criamos um círculo.

Dr. Michael Laitman

Se cada um tivesse que abandonar a si mesmo e aderir ao centro de nossa conexão geral comum, criaria um poder único, um sentido adicional especial. É como se estivéssemos usando óculos novos que tornam possível ver o mundo através de uma visão integral, que não pertence a mim pessoalmente.

Na vida normal, nós somos construídos de tal forma que eu vejo o que é útil ou prejudicial para o meu desejo de receber. E o que não afeta o meu ego não diz respeito a isso, então eu não vejo, não sinto, e não descubro isso.

Em torno de nós há toda uma criação de sistemas e mundos, mas nós não os sentimos. Nossos sentidos da visão, audição, olfato, paladar e tato não percebem esta realidade, porque estão num nível completamente diferente.

Mas quando nós nos conectamos, cada um com os demais, nós adquirimos o sentido integral compartilhado de um por todos. Este sentimento é chamado de Neshama (alma). Então nós começamos a sentir a vida em outra dimensão que não depende do corpo ou de sua vida e morte.

Eu adquiro um sentido integral que não é encontrado em meu corpo; em vez disso, eu me encontro dentro dele! Assim, não faz diferença se o meu corpo vive ou morre. Nada faz diferença para mim, pois, na verdade, eu subi para um outro nível de existência.

No início, nós nos desenvolvemos no nível inanimado, e depois no nível vegetal. Depois nós chegamos ao nível animal e por enquanto estamos vivendo nesse nível, uma vez que recebemos tudo através de nossos corpos. Agora nós precisamos subir para o nível falante, mas ainda não sabemos o que ele é. Porém, subir até ele só é possível com a condição de que todos nós nos conectamos e unimos. Isso torna nos possibilita sair de nós mesmos e nos elevar acima de nossos corpos.

Portanto, a sabedoria da Cabalá fala sobre a nossa conexão geral no ponto central da nossa relação. Esta é a forma como cada um de nós adquire o sexto sentido.

Da Convenção na França “Um por Todos e Todos por Um” Dia Um 09/05/14, Lição 1