Chanukah: Uma Transição Para Um Novo Regime

Pergunta: O trabalho espiritual deve ser intenso e incessante. Então, por que o Chanukah simboliza uma “parada para descanso” no caminho, a partir das palavras, “Chanu”, uma “parada para descanso” aqui?

Resposta: Verdadeiramente, na espiritualidade não há estacionamento no sentido pleno da palavra.

A idéia é que neste estágio precisamos terminar o trabalho em todas as dez Sefirot e ir para a correção de acordo com o método de “recepção em prol da doação.” Portanto, há uma “parada para descanso” aqui, pois nós precisamos estocar os recursos, novos vasos, em nossa guerra para a correção. Essencialmente, isso está falando sobre um novo método.

Primeiro, introduzimos com êxito vasos dos mundos de Beria, Yetzira, e Assiya para o mundo de Atzilut. Com isso, passamos pelos níveis apropriados na mesma ordem: zero mais o primeiro, segundo e terceiro. Em outras palavras, nós nos estabilizamos nos níveis do inanimado, vegetal e animal.

E depois disso nós trabalhamos no mundo de Atzilut, a fim de atrair estas luzes para baixo, para os mundos de Beria, Yetzira, e Assiya. E este é o quarto nível, usando os de recepção a fim de doar.

.. E depois disso, a conclusão da correção é alcançada por meio da descida para esses mundos.

Portanto, “Chanukah” simboliza a transição para o trabalho com uma característica completamente diferente: se anteriormente subimos para o mundo de Atzilut em Galgalta ve Eynaim e os vasos de “AHP em ascensão”, então agora nós descemos às profundezas, a fim de terminar o trabalho. Aqui o que é necessário é uma transição para uma abordagem completamente diferente, um estilo diferente de trabalho, e, portanto, nesta fase é chamada de parada para descanso.

Assim, as luzes antes de Hanukkah e depois disto, o primeiro sendo Neshama e sendo este último Chaya, são Luzes opostas. Pois no trabalho em Hafetz Hesed eu não quero receber nada, e na recepção para a causa da doação, eu trabalho com esses vasos, aqueles desejos, o que eu anteriormente restringi completamente, eu não os ativei.

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Da Lição diária de Cabala 12/2/13, Escritos de Rabash.

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