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Uma Mudança Profunda Da Nossa Perspectiva

Dr. Michael LaitmanNós temos que mostrar ao mundo inteiro que não há nenhuma outra ciência, exceto a sabedoria da Cabalá, e nenhuma percepção da realidade que forneça respostas à realidade atual, onde cada aspecto da nossa vida está em um estado de crise. É a sabedoria da Cabalá que fornece o caminho certo através do qual você adquire as ferramentas adequadas necessárias para o nosso desenvolvimento.

Todas as velhas ferramentas e os meios que tínhamos são inúteis hoje e só levam à confusão. É simplesmente impossível avançar usando-os. A física, por exemplo, é uma ciência exata e verdadeira que nos ajuda a nos beneficiar das leis da natureza. Mas não podemos mais usá-la para avançar.

Nesta fase, nós precisamos de novos meios, e a sabedoria da Cabalá os fornece e nos permite ser equipado com eles. Isso significa que, a fim de dar mais um passo à frente no caminho da nossa evolução, nós precisamos mudar o nosso paradigma, a nossa abordagem básica, para nos adaptar às novas condições.

Antes, as pessoas acreditavam que abriam o caminho por si mesmas, embora, na verdade, seja a Luz quem preenche tudo. Agora, porém, temos que nos adaptar às novas condições e estados, mesmo que eles surjam contra a nossa vontade. Hoje temos que consertar a conexão entre os vasos, e por isso falamos sobre a educação integral.

Por outro lado, a percepção filosófica anterior está desatualizada. Temos que mostrar às pessoas que qualquer abordagem que não se baseie na realização real não pode ser usada, e que isso realmente nos leva ao sofrimento e prolonga os problemas. Qualquer perspectiva que adie a realização do Criador nos traz muitos problemas.

Isso se refere a todas as religiões também, já que elas prometem uma recompensa depois da morte: “Morra e você receberá, mas trabalhe agora”.

Nós, por outro lado, dizemos o contrário: “Você deve ver o seu mundo em sua vida”. A sabedoria da Cabalá refere-se à revelação do Criador a uma pessoa aqui neste mundo.

Não há nada de espiritual após a morte. Nós morrermos assim como os animais que abatemos, porque estamos no nível animal da evolução. Eu não subo e não satisfaço as minhas Reshimot (genes espirituais), e não desenvolvo o nível humano da minha Reshimo; eu permaneço uma Reshimo. Eu tenho que satisfazer a minha Reshimo por meio da Luz que Reforma, e para levar a minha Reshimo a um estado de vaso espiritual onde eu revelo o Criador.

Assim, nós podemos refutar todas as percepções filosóficas e crenças que a humanidade criou para si mesma. Nosso trabalho não é abstrato; nós trabalhamos pela revelação. É com isso que a pessoa se depara hoje. Nós temos que revelar o Criador, aqui e agora.

Portanto, todo mundo vai odiar a sabedoria da Cabalá, uma vez que ela está em contraste com qualquer lógica animal que uma pessoa tenha e as ideias tradicionais de recompensa pelo esforço pessoal depois da morte…

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/11/13, Escritos do Rabash

A Sabedoria Da Cabalá Está Sendo Revelada

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “O Ensino da Cabalá e sua Essência”: “Eu estou contente por ter nascido em tal geração em que é permitido revelar a sabedoria da verdade. E você deve perguntar: “Como é que eu sei que é permitido?” Eu vou responder que me foi dada permissão para revelar. Até agora, os caminhos pelos quais é possível se envolver publicamente e explicar plenamente cada palavra não foram revelads a nenhum sábio…

E é isso que o Criador me deu em toda a extensão. Nós consideramos isso como dependente não da grandeza do sábio, mas do estado da geração, como nossos sábios disseram, “Pequeno Samuel era digno, etc., mas sua geração era indigna”. É por isso que eu disse que eu ser recompensado com a forma de revelar a sabedoria é por causa da minha geração”.

Assim, podemos entender os acontecimentos históricos em que nos foi permitido por vezes revelar a sabedoria da Cabalá, como no caso de Moisés, os profetas, a Grande Assembleia, Rabi Shimon, e uma cadeia de Cabalistas individuais durante o tempo do exílio até os dias do Ari, que recebeu permissão de revelá-la e, portanto, chegou a altura espiritual que chegou. Além disso, houve muitos Cabalistas que não receberam tal permissão, já que o tempo em que viveram não era certo para a revelação. Eles realizaram correções por si mesmos porque estavam no sistema superior de doação, mas não podiam anunciar o que eles alcançaram.

Entretanto, o processo avançou até a época do Baal Shem Tov, que publicou mensagens Cabalísticas por suas ações e não escrevendo livros. A questão não é saber se ele queria ou não, não tem nada a ver com os desejos do Cabalista. Cada um executa a missão que foi dada.

Finalmente, no século passado, Baal HaSulam também recebeu permissão para revelar a sabedoria. Nós já vivemos numa geração em que todos estão autorizados a estudar a sabedoria da Cabalá; é permitido a revelá-la e ensiná-la aos outros. Todas as limitações foram removidas, como Baal HaSulam nos diz no início de O Estudo das Dez Sefirot. Diz-se que, graças a essa sabedoria os “filhos de Israel” vão sair do exílio.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 27/11/13, Escritos do Baal HaSulam

Gafanhotos Mudam A Memória Juntando-se Ao Enxame

Nas Noticias (da Universidade de Leicester): “Pesquisa da Universidade de Leicester, Sussex e Cambridge, no deserto, gafanhotos descobrem como o ambiente modela o seu pensamento….

“Gafanhotos do deserto são notórios por seus enxames devastadores. No entanto, eles nem sempre vivem em enxames – eles alternam entre uma vida solitária, “fase solitária”, e uma fase de enxame, “sociável”. As duas fases diferem profundamente na aparência, comportamento e em seu estilo de vida….

Gafanhotos solitários dependem de camuflagem para fugir de predadores, e evitar comer plantas tóxicas, mas gafanhotos gregários comem estas plantas para “impregnar” a si mesmos com toxinas, para deter predadores. A transformação para comportamento gregário, que acontece quando os gafanhotos solitários são forçados a ficar juntos, em uma multidão, é completada em algumas horas. …

Como o Dr. Ott explica: “gafanhotos do deserto agregam em enxames, quando eles carecem de alimentos – a aglomeração é impulsionada pela fome e pela competição nas últimas plantas no deserto. Eles estão muito desesperados quando eles se transformam para a fase gregária, então eles vão tentar novamente as plantas tóxicas. E porque eles não podem mais formar memórias aversivas, qualquer alimento é agora gratificante e eles formam a nova memória apetitiva “correta”, com o odor. Assim é como eles se re-treinam a comer as plantas tóxicas”.

Meu comentário: Estes exemplos são ilustrativos da natureza, porque eles mostram claramente que a unificação dos indivíduos em uma comunidade muda a natureza de cada um, dando a todos as novas qualidades, que não iriam se manifestar em um só. Ou seja, um indivíduo, como um só, e a unidade de indivíduos como um todo têm diferentes níveis de desenvolvimento e diferentes naturezas. A unidade adquire uma ordem superior, além disso, tão diferente que os alimentos e ambientes, previamente venenosas para um indivíduo, tornam-se saudáveis…

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Dissolver Um No Outro

Pergunta: Por que é que quando discutimos a Educação Integral e informações em workshops, em uma linguagem simples, a idéia é rapidamente perdida?

Resposta: Quando você fala em um língua falada regularmente, suas emoções internas dissolvem em sons, que despertam emoções completamente diferentes em cada um de nós, e cada um faz um desenho ligeiramente diferente, que não corresponde à sua imagem interna.

Suponha que eu li um texto de Baal HaSulam, que traz à tona emoções particulares para mim, criando uma espécie de imagem interna que me preenche. E agora eu ouço este texto a partir de você em suas próprias palavras, o que provoca uma mudança interna em mim: a imagem que ele me descreveu anteriormente, diverge da imagem que eu imagino quando eu o ouvi, como uma lente sem foco ou perspectiva, quando há dois objetos que não foram transformados em um. Eu sinto dissonância com isso.

Portanto, eu preciso excluir minha imagem, inserir-me em sua imagem e dissolver-me nela completamente, fluir com as suas palavras como se fossem minhas. Isto é chamado de integração com o outro. Sem isso, nunca iríamos alcançar um desejo comum, a integração mútua e compreensão interior.

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A partir da discussão sobre Grupo e Disseminação, em 23/10/13

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Discernir O Mal E Prevalecer Sobre Ele.

Anteriormente, estávamos conectados e nos dávamos muito bem um com o outro. Tudo era ótimo!

De repente, nos separamos e distanciamos um do outro. Atualmente, estamos nos esforçando para nos re-conectarmos. Um desejo adicional está sendo revelado a nós agora. Ele nos impede de voltarmos a conectarmos. Na verdade, este desejo é a “inclinação para o mal”. É uma conseqüência da Luz que entra no vaso.

Este desejo não foi criado como “algo do nada”, mas que é como resultado da quebra. Foi iniciado pelo contato da Luz Superior com o desejo de receber. Originalmente, era muito pequeno, limpo e menor. Foi a quarta fase, que pertencia ao mundo do Infinito. No entanto, quando a luz entrou no quarto estágio, criou um fragmento adicional que não estava coberto por uma tela (Masach). Havia muito mais prazer na Luz do que a quarta etapa já havia antecipado receber em prol da doação. Esta situação provocou a quebra e criou a “carga de trabalho”, com a qual agora lidamos. [Leia mais →]