Os Nomes Que Damos

Rabash, Carta 41: Assim, a Torá é nomes de prazeres, e cada prazer tem um nome diferente.

Pergunta: Há também os sofrimentos e problemas, além de prazeres, quais nomes devemos dar-lhes?

Resposta: nomeamos as coisas de acordo com os vasos, com os desejos. É assim porque nós entendemos e percebemos tudo no vaso, incluindo a Luz. Ela não existe por si só, além de nós, mas sim como a eletricidade sobre a qual falamos apenas no que diz respeito aos seus efeitos. Similarmente, podemos discernir os fenômenos que se originam a partir da Luz, o efeito de suas ações dentro de nós.

Prazeres são luz extra, uma sensação de Luz, e tudo é revelado no kli. Este é o lugar donde os nomes derivam. Cada um indica o início e o fim de uma ação, bem como o que aconteceu no processo real.

O nome expressa uma ação que foi executada pela força por trás dele. Nós, os seres criados, não temos outra maneira de descrever qualquer coisa. É porque não temos nenhum contato com a própria Luz. Estamos limitados na questão do desejo e a forma que ele assume quando muda de seu estado inicial até que se assemelha ao Criador.

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A partir da 3ª parte da Lição Diária de Cabala 14/5/13, Escritos do Rabash

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