Eu Levanto Minha Cabeça Para Olhar Para Um Amigo?

Pergunta: É possível acelerar o despertar do ponto no coração numa pessoa?

Resposta: Sim, é possível de duas maneiras, mas primeiro quero explicar algo: as pessoas nas quaiso ponto no coração não despertou ainda pertencem ao nível das “nações do mundo” ou AHP. Aquelas em quem as faíscas já despertaram são chamados de “Israel”, que significa que elas anseiam direto ao Criador (Yashar-El). Elas são atraídas para o Alto e têm que cuidar de quem está abaixo, para que os “pontos no coração” possam ser despertados por duas ações apenas:

1. Uma ação externa — disseminando nossos materiais, educação integral, livros, filmes, etc.

2. Uma ação interna — pela conexão entre nós, que influencia todos os outros mesmo que eles não estejam cientes disso, através do sistema no qual estamos todos ligados.

Pergunta: Esse desenho pode ilustrar o trabalho externo e interno no grupo?

Resposta: Sim, pode. A parte superior (em vermelho) é o trabalho dos pontos no coração do grupo, enquanto na parte inferior (em azul) são todos os desejos para receber do grupo. Tudo isso pertence ao mesmo “corpo” do grupo.

Pergunta: Isto significa que por um lado, eu trabalho com o amigo e o vejo como meu reflexo e corrijo seus atributos em mim, e por outro lado, digo-lhe francamente: “Ei! Você está fazendo algo errado…”

Resposta: Não, este não é o trabalho espiritual. Eu não preciso corrigir os atributos do amigo em mim, visto que ele é um amigo, isso significa que o Criador está atrás dele.

Então eu olho para ele e para mim ele parece perfeito, corrigido. Se eu vir que há algo errado nele imediatamente atribuo isso a mesmo.

Então, eu não tenho qualquer queixa sobre o amigo. Pelo contrário, eu só tenho reclamações sobre mim.

Em geral, eu tenho que mostrar constantemente aos amigos um espírito elevado, confiante e alegre no caminho espiritual e também me preocupar com o grupo, internamente, para que, através de mim, os amigos recebam a Luz que Reforma.

Da 1ª parte da lição diária de Cabalá 29/01/13, “O Discurso para a Conclusão do Zohar”.

 

Comente