Olhando Para O Grupo Na Luz Do Amor

Dr. Michael LaitmanPergunta: Que esforços o grupo deve fazer de forma a atingir a correcção na mesma vida em que seus membros descobrem a sabedoria da Cabalá?

Resposta: Os esforços devem ser em não julgar qualquer membro do grupo de acordo com o estado em que se encontra. Todos nós somos “trapos”, como o Rabash costumava dizer; somos todos corrompidos (não corrigidos). Todos os pecados e atributos negativos estão em cada um de nós.

A pessoa que atinge os altos níveis espirituais descobre no caminho desejos repugnantes e repulsivos que ela tem, e fica chocada com o facto de poder ter tais desejos. É mesmo impossível de imaginar! Como resultado da quebra, todos têm todo tipo de desejos dentro de si. Assim, não devemos ver ninguém como corrupto.

“É preciso um para conhecer um”. Se eu vejo um defeito em alguém, é apenas porque eu estou corrompido. Se eu estivesse corrigido, eu poderia ver o outro de acordo com o meu nível de correcção, como totalmente corrigido, porque todos estes níveis já existem. O que eu vejo agora é o reflexo do meu ego. É o meu ego que retrata para mim esta imagem.

Assim o trabalho principal no grupo é aceitar cada membro como a sua criança amada. Não importa o que ela faça: se ela não o deixa descansar, se faz confusão, se quebra tudo, você sabe que ela é a sua criança. É assim que você deve tratar o amigo. É um sinal de amor.

Eu falo de um amigo e quero dizer que a pessoa pode tratar os outros desta forma também, e não apenas vindo aqui, juntando-se ao grupo. Ajuda mútua significa considerar os estados pessoais de cada indivíduo.

Da Convenção One em Nova Jersey 12/5/12, Lição 2

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