Nosso Bebê

Dr. Michael LaitmanDurante a última Convenção no deserto de Arava, nós já atingimos o ponto de união que está acima de nós. Ele ainda é obscuro em nossa percepção; no entanto, ele é o nosso “bebê” comum Agora, nós precisamos elevar nosso cuidado e preocupação com ele, com a união, a um novo nível.

Até agora, nós temos apenas uma gota; nós estamos revelando rejeição, névoa e confusão, e precisamos usar essas coisas para trabalhar a fim de elevar o nosso bebê. Como o amor não surge do nada, ele é formado como resultado ódio.

O congresso passou, tudo aparentemente se recolheu para o passado, e os problemas atuais começaram a nos distrair e desorientar. Enquanto isso, nós precisamos converter tudo essa confusão em lucidez. Cada um precisa combater as forças de separação que agem dentro de si, a fim de atingir o ponto central de todos os grupos – o Congresso que unirá todos nós.

Através do ódio, da rejeição, do distanciamento e da indiferença nós vamos subir acima do ponto de união anterior, até o próximo nível. Então, vamos sentir nossa união como certa construção. O ponto vai adquirir volume. Afinal de contas, a diferença entre uma gota de sêmen e um feto é determinada pelo nosso cuidado, nosso “poder de resolução”. Este só é aumentado com a adição de mais “material”, isto é, mais desejo egoísta, ódio, e assim por diante. Se pudermos anexar tais aspectos negativos ao nosso ponto de união, seremos capazes de ver um embrião, ou talvez até mesmo um bebê nele.

Nós estamos falando do tipo de alma que nós adquirimos, sentindo assim o mundo espiritual através dela. Mesmo o “embrião” já é uma medida de inclusão. É um sentimento que determina corretamente toda nossa postura em relação ao material e o espiritual, e que nos orienta corretamente em relação a tudo que acontece em nosso mundo. Isto é o que nós precisamos alcançar agora.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/03/12, Escritos do Rabash

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